Usuários do transporte coletivo de Juazeiro, na região Norte da Bahia, seguem criticando o serviço prestado pela empresa Atlântico, responsável pelo transporte coletivo no município. Uma das principais insatisfações, segundo os relatos, é o descumprimento dos horários dos ônibus.
“Nesta semana, o ônibus que faz a linha das 22h30, passando pelos bairros Dr. Humberto, Residencial São Francisco e Dom José Rodrigues, só tem passado por volta das 23h, no mínimo. Esse atraso recorrente tem gerado transtornos, especialmente para os estudantes que utilizam o transporte à noite e relatam se sentirem inseguros ao permanecerem esperando no terminal”, declarou uma usuária.
Também em contato com o PNB, outra usuária que utiliza diariamente a linha do Residencial Praia do Rodeadouro criticou uma suposta proibição por parte da empresa.
“Essa nova empresa de ônibus fica humilhando os passageiros de tudo quanto é jeito. Nos dias de sol forte, a gente chega no ponto onde não há nenhum tipo de cobertura, e mesmo o ônibus já estando parado e faltando apenas 10 a 5 minutos para ele sair, nós não podemos entrar no veículo. A gente fica no sol quente esperando, o condutor só abre na hora que está marcada a saída. Além disso, nunca sai no horário previsto, sempre sai atrasado. E agora, esses dias de chuva estão sendo outro terror. Logo cedo, a gente sai correndo de casa para o ponto, fica esperando o ônibus. Quando ele chega, faltando 10 minutos para sair, não abre a porta para o passageiro entrar de jeito nenhum. A gente fica tudo aqui na chuva. Ontem, o motorista disse que ligou para a empresa avisando que faltava só 5 minutos de saída e perguntando se podia abrir a porta, e foi avisado que não podia abrir. Resultado: ficamos todos molhados. Eu mesma cheguei ao trabalho encharcada. Não entendo o motivo dessa proibição. Isso, para mim, é uma humilhação”.
Estamos encaminhando os relatos para a empresa Atlântico Transporte e para a Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte de Juazeiro,. órgão responsável por fiscalizar o serviço no município.
Redação PNB



