Após questionamentos, SEDUC/Juazeiro informa que pagará gratificação aos professores das escolas de tempo integral na folha de março, com efeito retroativo

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A Secretaria de Educação de Juazeiro, em resposta aos questionamentos dos professores que atuam em escolas de tempo integral sobre o bônus que teria sido prometido aos profissionais da rede municipal, informou que “o pagamento da referida gratificação será realizado na folha de março, com efeito retroativo ao mês de fevereiro”.

De acordo com os relatos, as unidades passaram a funcionar dentro do modelo de ensino em tempo integral em parceria com o Instituto de Corresponsabilidade pela Educação (ICE), responsável pelo programa Escola da Escolha.

A Seduc informou ainda que, objetivando sempre a valorização dos servidores, nesta quarta-feira (18), durante reunião com a APLB Sindicato, será apreciada a tabela de gratificações dos professores lotados nas escolas do Programa Juá Integral.

Questionamentos

“Desde o mês de fevereiro, essas instituições tiveram sua grade curricular alterada, bem como a ampliação da carga horária dos docentes que nelas trabalham. No entanto, o bônus que foi prometido ainda não chegou, e sequer o projeto foi encaminhado à Câmara de Vereadores para que possa seguir os trâmites legais, ser apreciado e aprovado pelos vereadores, permitindo que os docentes recebam o benefício.”, relatam.

Outro ponto levantado pelos professores é a possibilidade de não haver pagamento retroativo do bônus.

“Pelo que fomos informados, trata-se de uma portaria. Isso significa que não teremos direito a valores retroativos, mesmo já estando trabalhando com a carga horária ampliada desde fevereiro”, afirmaram.

Diante da situação, os docentes cobram um posicionamento da secretária de Educação, Maeve Melo, e também do presidente da APLB Sindicato em Juazeiro, Gilmar Nery.

“Queremos saber quando esse projeto será encaminhado e quando esse bônus será pago. Estamos cumprindo com a nova carga horária e precisamos de uma posição da Secretaria de Educação e também do sindicato”, concluíram.

 

Redação PNB

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