Após a relatos de um morador sobre a situação de uma família da comunidade de Mandacaru, em Juazeiro, na região Norte da Bahia, sobre dificuldades para liberar o corpo de um parente que morreu no último dia 5, o Departamento de Polícia Técnica (DPT) se pronunciou sobre o caso.
Segundo a família, o corpo de Walter Pereira da Silva, de 51 anos, que teria morrido de causas naturais, permanecia até esta segunda-feira (13) no Instituto Médico Legal (IML) por falta de documentação civil.
Em resposta ao Portal Preto no Branco, a coordenadora do DPT em Juazeiro, Denise, esclareceu que a situação envolve dificuldades na identificação oficial do corpo.
“As informações na matéria não procedem. A família não tinha os dados do suposto irmão e entrava em contradição quanto a nome e filiação”, afirmou.
De acordo com a coordenadora, o processo de liberação depende da confirmação da identidade por meio de registros oficiais. “O trabalho agora de identificação necessita do retorno do banco de dados nacional. Empreendemos todos os esforços para agilizar os trâmites, mas, por não ter sido localizado qualquer documento do corpo, não podemos liberar sem a correta identificação ou autorização judicial”, explicou.
Ainda segundo Denise, o DPT aguarda o resultado da busca no banco de dados nacional de identificação civil para verificar se há registro do homem em algum estado brasileiro.
“Caso não seja localizado e não seja apresentada nenhuma certidão de nascimento, a liberação terá que ser procedida por via judicial”, acrescentou.
A coordenadora também informou que está à disposição para prestar esclarecimentos sobre o caso e outras demandas relacionadas ao órgão em Juazeiro.
O Portal Preto no Branco segue acompanhando a situação.
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Redação PNB



