Ação sobre verbas de ex-funcionários da EPIC em Juazeiro segue sem definição

0

Os cerca de 200 trabalhadores terceirizados da EPIC Serviços e Locações Ltda., dispensados em outubro de 2025 sem receber as verbas rescisórias, ainda aguardam uma definição da Justiça sobre o pagamento dos valores devidos. A atualização foi divulgada nesta terça-feira (21) pelo Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza Pública (Sindilimp-BA).

Segundo o sindicato, a ação judicial foi movida contra a EPIC e o Município de Juazeiro para garantir o pagamento das verbas rescisórias, do FGTS, do adicional de insalubridade e de outros direitos trabalhistas dos ex-funcionários que prestavam serviços nas secretarias municipais de Educação e Administração.

De acordo com o Sindilimp, a Justiça já determinou o bloqueio de valores que a empresa tinha a receber do Município de Juazeiro. A entidade afirma que esse montante seria suficiente para quitar as dívidas trabalhistas.

O sindicato informou ainda que, em decisão proferida no dia 29 de junho deste ano, a Justiça determinou que o Município depositasse imediatamente a parte do valor sobre a qual não há discussão, mantendo o restante bloqueado até que toda a dívida seja garantida.

Ainda conforme o informativo, a EPIC pediu a revisão de parte desse bloqueio, alegando que o Município já reconheceu a existência de contratos com valores suficientes para cobrir toda a dívida trabalhista. O pedido ainda aguarda decisão judicial, e o Município foi intimado a apresentar manifestação.

Enquanto não houver uma decisão sobre o depósito dos recursos, o processo continuará tramitando até a sentença, podendo seguir para julgamento em segunda instância, caso haja recurso.

O Sindilimp informou que voltará a atualizar os trabalhadores assim que houver uma nova decisão sobre o pagamento das verbas trabalhistas.

 

Redação PNB 

DEIXE UMA RESPOSTA

Comentar
Seu nome