Jovens da Escola de Música da Fundação Nilo Coelho recebem palestra do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, em Petrolina

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Alunas e alunos da Escola de Música Dr. Geraldo Coelho, projeto social mantido pela Fundação Nilo Coelho, em Petrolina, participaram da palestra “O CMDCA e suas atribuições com ênfase no Sistema de Garantia de Direitos”, conduzida por um representante do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente.

De acordo com Everaldo Rodrigues, vice-presidente do CMDCA, o diálogo com crianças e adolescentes sobre direitos, participação social e cidadania é fundamental para fortalecer o protagonismo juvenil e ampliar o conhecimento sobre os espaços de participação existentes no município.

“Um dos pontos fundamentais do conselho, aqui em Petrolina, é fazer com que toda sociedade conheça como funciona e, mais ainda, fazer com que as crianças e adolescentes saibam que ele existe. Quando vamos para um espaço como a fundação, onde os jovens estão ali, aprendendo, com a capacidade de agir e de serem protagonistas, é fundamental, porque, à medida que passamos essas informações para eles, automaticamente eles passam para outros jovens”, pontua.

Desde 2009, a instituição mantém essa iniciativa voltada para 45 jovens de 10 a 17 anos de idade, que encontram na escola uma equipe qualificada, incluindo professores, coordenador, psicóloga, assistente social e equipe pedagógica, promovendo uma educação musical inovadora.

Para Monnalisa Medeiros, Assistente Social da Fundação Nilo Coelho, a informação é uma forma de proteção e que promover esses momentos de diálogo contribui para conscientizar, prevenir situações de violência e fortalecer os vínculos entre família, escola, instituição e a rede de proteção.

“Os projetos sociais, como a Escola de Música da Fundação Nilo Coelho, contribuem oferecendo um ambiente seguro, educativo e de convivência, onde crianças e adolescentes podem desenvolver talentos, fortalecer vínculos, aprender valores e ampliar suas oportunidades. Enquanto instituição, acreditamos que educar, orientar e abrir espaço para o diálogo é também uma maneira de contribuir para a construção de uma sociedade mais consciente e protetora”, destaca.

Ascom

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