Transformar projetos culturais em instrumentos estratégicos de marca com planejamento,
análise financeira, indicadores e prestação de contas. Essa é a proposta da ARIS,
consultoria criada pela empresária Socorro Coelho, em Petrolina-PE, para conectar o
mercado corporativo a produtores e projetos culturais.
Com mais de 15 anos de experiência na docência universitária e mais de 20 anos de
atuação na área contábil, Socorro reúne conhecimentos importantes de gestão,
contabilidade e planejamento aplicados ao mercado cultural. E é assim que surge a ARIS,
para construir oportunidades que possam gerar valor para as marcas, visibilidade
qualificada e resultados mensuráveis.
“Existe um volume enorme de projetos culturais qualificados esperando por investimento —
e um número igualmente grande de empresários que querem fortalecer suas marcas. O que falta é a ponte entre eles. A ARIS existe para construir essa ponte com método, indicadores e retorno mensurável.”
Método próprio – Um dos principais diferenciais da ARIS é o “PEP — Plano Estratégico
Perfeito”, uma metodologia organizada em oito pilares: Planejamento, Engajamento,
Recursos,Formação de Parcerias, Execução, Indicadores, Transparência e Oportunidades
Comerciais.
“São oito pilares que transformam uma ideia artística em um plano de negócios estruturado, com orçamento, cronograma, indicadores e prestação de contas. O produtor ganha previsibilidade; a empresa investidora ganha segurança. Nenhum projeto chega ao mercado sem antes passar por esse crivo.”
Desenvolvimento regional – Aqui no Vale do São Francisco, essa proposta inovadora e
inédita ganha contornos significativos: aproxima o conhecimento técnico da realidade de
produtores, empresas e iniciativas culturais já existentes na região, permitindo analisar e
estruturar a produção cultural com rigor contábil, previsibilidade orçamentária e governança, afastando o setor do amadorismo administrativo.
Entre as frentes de atuação da ARIS, estão: estruturação e mobilização de recursos para
projetos culturais; consultoria para produtores culturais; e consultoria estratégica para
empresas interessadas em selecionar e gerir investimentos culturais alinhados aos seus
objetivos de negócio.
Para Socorro Coelho, o desafio está justamente em aproximar dois universos que muitas
vezes ainda conversam pouco:
“Produtores têm talento e projetos; empresas têm orçamento e vontade de fortalecer a
marca. O que falta é uma linguagem comum. A ARIS traduz o valor cultural em valor de
negócio — com método, indicadores e prestação de contas que dão segurança aos dois
lados.
Ascom



