Após a morte do motoboy Gleydson Gabriel Feitoza Souza, de 22 anos, que foi atingido por uma peça de madeira enquanto passava pela Rua do Marceneiro, no bairro Mandacaru, em Petrolina, no sertão de Pernambuco, a Pará Madeiras se manifestou sobre o caso. O jovem morreu neste domingo (20), no Hospital Universitário de Petrolina, após permanecer internado desde o acidente ocorrido na quarta-feira (16).
Em nota enviada ao Portal Preto no Branco, a empresa declarou que havia sinalização durante a operação de descarga e que eventuais responsabilidades ainda dependem da apuração das autoridades.
NOTA DE ESCLARECIMENTO – PARÁ MADEIRAS
Diante das informações divulgadas sobre o grave acidente ocorrido na Avenida 12, bairro Mandacaru, em Petrolina/PE, durante operação de descarga realizada por colaboradores da Pará Madeiras, a empresa vem prestar esclarecimentos.
Inicialmente, manifesta seu profundo pesar pelo falecimento da vítima e solidariedade aos familiares e amigos.
Em respeito à verdade dos fatos, esclarece que algumas informações divulgadas não correspondem ao que foi constatado no local, enquanto outras ainda dependem da apuração oficial.
A operação de carga e descarga é realizada há anos pela empresa, seguindo orientações dos órgãos municipais competentes. No momento do acidente, havia sinalização da via, circunstância registrada pelas autoridades que atenderam a ocorrência.
Após o acidente, colaboradores prestaram assistência à vítima, acionaram o atendimento médico e permaneceram no local. A Polícia Militar compareceu e realizou os procedimentos pertinentes, inclusive registros da área e da sinalização existente.
Os proprietários também vêm prestando assistência à família da vítima por solidariedade e razões humanitárias, sem que isso represente reconhecimento de responsabilidade pelo acidente.
As circunstâncias e eventuais responsabilidades ainda estão sendo apuradas. Até o momento, não há conclusão da autoridade competente que permita atribuir antecipadamente culpa à empresa ou aos seus colaboradores.
A Pará Madeiras lamenta que relatos de terceiros sejam apresentados como fatos definitivos, especialmente quanto à alegada ausência de sinalização e à atribuição antecipada de “irresponsabilidade”.
A empresa confia nas autoridades, colaborará com a investigação e pede prudência e respeito, evitando-se julgamentos antecipados até a conclusão da apuração oficial.
Thiago Monte
OAB/PE 69.988
Advogado da Pará Madeiras
O caso
Jovem de 22 anos morre após ser atingido por madeira enquanto realizava entrega em Petrolina
Redação PNB


