Romário Varjão reage a acusações sobre prisão por boca de urna: “Não aceitarei que meu nome, minha honra e minha imagem sejam utilizados para disseminar informações falsas”

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O Secretário de Serviços Públicos de Juazeiro, Romário Varjão, acusado de fazer boca de urna durante a votação do domingo (4), em nota enviada ao Portal Preto no Branco, prestou esclarecimentos sobre o caso. Varjão foi encaminhado à Delegacia da Polícia Federal, onde foi registrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

Ele reagiu as publicações que circularam nas redes sociais sobre a acusação de ter cometido o crime eleitoral e afirmou: “quero deixar claro que não aceitarei que meu nome, minha honra e minha imagem sejam utilizados para disseminar acusações ou informações falsas”.

Confira nota na íntegra:  

Diante das informações que estão circulando nas redes sociais a respeito das eleições realizadas no dia 4 de outubro, venho esclarecer os fatos e reafirmar meu compromisso com a verdade.

Não fui preso nem detido por prática de boca de urna, como algumas publicações estão tentando fazer parecer. O que ocorreu foi o registro de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), após um episódio em um estabelecimento comercial.

Eu estava em um mercadinho quando um amigo me encontrou e pediu ajuda porque havia esquecido sua colinha com os números dos candidatos que apoiamos. Peguei um santinho que estava no chão e entreguei a ele. A situação foi filmada por uma pessoa que se identificou como fiscal da oposição e, a partir daí, foram feitas acusações que não correspondem à forma como os fatos aconteceram.

Prestei os esclarecimentos necessários na Delegacia da Polícia Federal e, após a realização do procedimento, fui posteriormente liberado e segui para minha casa. Sigo tranquilo, porque tenho consciência da minha conduta e confiança na Justiça.

Também quero deixar claro que não aceitarei que meu nome, minha honra e minha imagem sejam utilizados para disseminar acusações ou informações falsas.

As publicações e acusações que ultrapassarem os limites da liberdade de expressão serão encaminhadas à Justiça para que sejam tomadas as medidas cabíveis. Quem acusa deve estar preparado para provar aquilo que publicou. Aqueles que espalharam informações falsas sobre mim terão que responder pelos seus atos perante a Justiça.

Não vou transformar esse episódio em disputa de versões nas redes sociais. Vou deixar que os fatos e a Justiça mostrem a verdade.

Agradeço a todos que manifestaram solidariedade e confiança neste momento.

Romário Varjão

Redação PNB

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