Com mais de dezesseis mil votos, Lucinha Mota foi a terceira mais bem votada em Petrolina (PE)

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(Imagem: Arquivo Pessoal)

Em sua primeira campanha eleitoral Lucinha Mota teve uma votação expressiva no estado de Pernambuco. Concorrendo ao cargo de deputada estadual pelo PSOL, a mãe da menina Beatriz Angélica, assassinada há quase três anos no Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina, com 42 facadas, conquistou 16.326 votos.

Em Petrolina, ela foi a terceira candidata mais votada, ficando atrás somente de Antônio Coelho (DEM), que teve 28.251 e Ducicleide Amorim (PT) com 14.656 votos. Apesar da votação numerosa, Lucinha não conseguiu se eleger por conta do baixo desempenho dos demais candidatos da sua legenda.

Em um vídeo divulgado em sua rede social, Lucinha agradeceu os votos e se disse “impressionada” com a aceitação do seu nome.

“Essa campanha foi limpa, foi justa, porque nós trabalhamos honestamente, cumprimos todas as regras da Justiça Eleitoral. Nós somos vitoriosos!”, declarou.

Ela ainda anunciou a intenção de se candidatar nas próximas eleições municipais.

“Eu conto com vocês para 2020. Nós não vamos desistir, muito pelo contrário, a gente vai pra cima deles. Vamos nos organizar e nos preparar”! acrescentou Lucinha.

Veja o vídeo:

https://www.instagram.com/p/Bop0khWh8Jt/?utm_source=ig_embed&utm_medium=loading

Durante sua campanha, Lucinha Mota, vítima da violência em Pernambuco e da impunidade, afirmou ter como principal bandeira a melhoria na segurança pública do estado e o aparelhamento dos órgãos de segurança. Após quase três anos, o homicídio da menina Beatriz Angélica continua sem respostas.

A delegada Gleide Ângelo, que já estive a frente das investigações do caso Beatriz, também concorreu ao pleito e se elegeu como deputada estadual mais votada em Pernambuco. Ela afirma que pretende defender temas como segurança pública e direito das mulheres na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

Da Redação

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