
O deputado João Campos (PRB-GO), reeleito para o quinto mandato é um dos nomes cotados para presidência da Câmara no primeiro ano do governo Jair Bolsonaro (PSL-RJ).
João Campos tem 55 anos, é pastor evangélico e delegado civil aposentado. Já teve papéis de liderança em dois terços da chamada bancada BBB, de Boi (ruralista), Bala (segurança pública) e Bíblia (evangélica), uma tríplice aliança que saiu fortalecida com o triunfo bolsonarista.
A agenda do parlamentar conservador prioriza a “família natural” (casais de homem e mulher) e o endurecimento de políticas de segurança pública.
Em 2018, o parlamentar foi responsável por realizar sessões solenes pelos dias da Bíblia, da Reforma Protestante, da Proclamação do Evangelho e da Valorização da Família e no último mês de junho, sugeriu ao governo Michel Temer que o Brasil transferisse sua embaixada em Israel para Jerusalém, uma promessa eleitoral de Bolsonaro.
Em 2012, o conservador assinou o projeto de lei conhecido como “cura gay”. À frente da bancada evangélica, queria derrubar a norma do Conselho Federal de Psicologia que proíbe profissionais de tratar a homossexualidade como um transtorno.
O atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o novato Kim Kataguiri (DEM-SP), são outros nomes que estão sendo ventilados para o cargo.
O deputado reeleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do futuro presidente, defende que o modus operandi do próximo presidente da Câmara seja “tratorar” a oposição de esquerda.
Em entrevista à GloboNews, o Senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), também filho de Bolsonaro, defendeu um “presidente inédito” na Casa e apontou que a bancada do Rio tem reticências com o atual titular.
O atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o novato Kim Kataguiri (DEM-SP), são outros nomes que estão sendo ventilados para o cargo.
Da Redação com informações Folhapress


