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Padilha: “Não contem com governo para mudança na legislação de aborto”

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O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse nesta sexta-feira (14) que o governo não apoia o Projeto de Lei 1.904/2024, que equipara aborto ao homicídio simples, quando cometido após a 22ª semana de gestação. A proposta tramita na Câmara dos Deputados, onde a urgência para análise foi aprovada na última quarta-feira (12). 

“Não contem com o governo para qualquer mudança na legislação atual de aborto no país”, disse Padilha, em vídeo divulgado nas redes sociais.

“Ainda mais um projeto que estabelece uma pena para a mulher e para a menina que foi estuprada, que muitas vezes é estuprada sem nem saber o que é aquilo, que descobre tardiamente que ficou grávida porque nem sabe o que é a gravidez ou tem que esconder do estuprador, que às vezes é um parente que está na própria casa”, completou.

O projeto também prevê que meninas e mulheres que fizerem o procedimento após 22 semanas de gestação, inclusive quando forem vítimas de estupro, terão penas de seis a 20 anos de reclusão. A punição é maior do que a prevista para quem comete crime de estupro de vulnerável (de oito a 15 anos de reclusão).

“Não contem com o governo para ser favorável a um projeto que estabelece uma pena para menina e para a mulher estuprada que pode ser até duas vezes  maior que para o estuprador”, reforçou o ministro.

Atualmente, o aborto é permitido no Brasil apenas em casos de gravidez ocasionada por estupro, se a gravidez representa risco à vida da mulher e em caso de anencefalia do feto. A legislação brasileira não prevê um limite máximo para interromper a gravidez de forma legal.

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, disse que, apesar de ser contra o aborto, considera o tema complexo e muito delicado na sociedade brasileira.

“Eu pessoalmente sou contra o aborto, mas acho que é uma atitude altamente desrespeitosa, desumana com as mulheres, achar que o estuprador deve ter uma pena menor do que a mulher que foi estuprada e que não teve condição de ter acesso dentro do tempo para fazer o uso da lei que lhe assegura o direito ao aborto legal”, disse a ministra em entrevista à imprensa.

Agência Brasil

Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio acumulado em R$ 47 milhões

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As seis dezenas do concurso 2.737 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O sorteio terá a transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 47 milhões.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

Quina de São João

As apostas para a Quina de São João, com prêmio estimado em R$ 220 milhões, estão sendo feitas, em qualquer volante da Quina, nas casas lotéricas de todo o país e pelo aplicativo Loterias Caixa e no portal Loterias Caixa. O sorteio do concurso 6.462, será realizado no dia 22 de junho.

Cada aposta simples custa R$ 2,50. Para jogar, basta marcar de cinco a 15 números dentre os 80 disponíveis no cartão. Quem quiser, também pode deixar para o sistema escolher os números, opção conhecida como Surpresinha. Ganham prêmios os acertadores de dois, três, quatro ou cinco números.

Assim como em todos os concursos especiais das Loterias Caixa, a Quina de São João não acumula. Se não houver ganhadores na faixa principal, com acerto de cinco números, o prêmio será dividido entre os acertadores da 2ª faixa (quatro números) e assim por diante, conforme as regras da modalidade.

Caso apenas um apostador leve o prêmio da Quina de São João e aplique todo o valor na poupança, receberá mais de R$ 1,2 milhão de rendimento no primeiro mês.

A pessoa também tem a opção de realizar apostas em grupo com o Bolão Caixa. Os apostadores da Quina podem preencher o campo próprio no volante ou comprar uma cota dos bolões organizados pelas unidades lotéricas.

A novidade é que agora as cotas de bolão organizadas pelas lotéricas também podem ser adquiridas no portal Loterias Online com tarifa de 35% do valor da cota.

Agência Brasil

Clássico da Ponte: Juazeirense e Petrolina se enfrentam pela série D no Adauto Moraes neste domingo (16) às 16h

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Ligadas pela Ponte Presidente Dutra e unidas pelo rio São Francisco, pela segunda vez na história os times das cidades de Juazeiro e Petrolina se enfrentarão em uma partida oficial. Os times estão disputando pela nona rodada do Grupo A4, da série D.

O jogo acontecerá no estádio Adauto Morais, em Juazeiro da Bahia, e será decisivo para alcançar a classificação.

No primeiro confronto entre as equipes, no estádio Paulo Coelho, Petrolina e Juazeirense ficaram no 0 a 0, pela sexta rodada da Série D.

Os ingressos podem ser adquiridos no dia do jogo, na bilheteria do Estádio no valor de R$20,00.

Redação PNB, com informações do Globo Esporte e da página oficial do Juazeirense

Feiras e mercados de Juazeiro aumentam movimento com venda de produtos juninos

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O São João já está batendo na porta e uma das primeiras coisas que a gente pensa quando o assunto é festejo junino são as deliciosas comidas típicas do período. Milho verde cozido, canjica, mungunzá, bolo de macaxeira, amendoim cozido são apenas algumas das delícias. A procura pelos produtos tem movimentado as feiras, o Mercado Joca de Oliveira e o Mercado do Produtor de Juazeiro, geridos pela Prefeitura, através da Autarquia Municipal de Abastecimento (AMA).

O milho verde é, disparado, o produto mais procurado. Atualmente, o cereal tem sido vendido no Mercado do Produtor em torno de R$ 90,00 o cento. A unidade da espiga está sendo comercializada em torno de R$ 1,00. Já no Mercado Joca de Oliveira é possível encontrar 6 espigas por R$ 10,00.

O vendedor Emerson Silva já comemora a procura. “Toda a carga que a gente traz, a gente vende logo de manhã. Estamos trazendo cerca de 10 mil espigas por dia lá do N5 , no projeto irrigado Nilo Coelho, em Petrolina. Daqui para a próxima semana, ainda deve aumentar mais a procura e a quantidade” , afirma.

O amendoim com casca está sendo comercializado no Mercado do Produtor entre R$ 100,00 e R$ 115,00 o saco com 10kg. O quilo pode ser encontrado a R$ 10,75. A caixa com 25 kg de macaxeira está sendo vendida com valor entre R$ 60,00 e R$ 65,00.

O Mercado do Produtor funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos, a partir das 21h. O Mercado Joca de Oliveira funciona na Rua Oscar Ribeiro, no Centro, de segunda a sexta-feira, das 6h às 17h, aos sábados, das 6h às 14h, e aos domingos e feriados, das 6h às 13h.

Ascom PMJ

Com PL do aborto, instituições temem mais casos de gravidez em meninas

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Entre 1º de janeiro e 13 de maio deste ano, foram feitas 7.887 denúncias de estupro de vulnerável ao serviço Disque Direitos Humanos (Disque 100). A média de denúncias nos primeiros 134 dias do ano foi de cerca de 60 casos por dia ou de dois registros por hora, conforme reportado pela Agência Brasil.

Esses números poderão ser ainda piores em eventual aprovação do Projeto de Lei 1.904/2024 e poderá aumentar também o volume de casos de gravidez indesejável entre crianças e adolescentes, especialmente as meninas vítimas de estupro e que vivem em situações de vulnerabilidade social. O alerta é de movimentos sociais e de instituições que vieram a público repudiar a proposta que altera o Código Penal Brasileiro.

O projeto de lei, assinado por 32 deputados federais , equipara aborto a homicídio; e prevê que meninas e mulheres que vierem a fazer o procedimento após 22 semanas de gestação, inclusive quando vítimas de estupro, terão penas de seis a 20 anos de reclusão – punição maior do que a prevista para quem comete crime de estupro de vulnerável (de oito a 15 anos de reclusão). A legislação brasileira não prevê um limite máximo para interromper a gravidez de forma legal.

Retrocesso inconstitucional

De acordo com o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), o PL é inconstitucional, viola o Estatuto da Criança e do Adolescente e contraria normas internacionais que o Brasil é signatário.

“Representa um retrocesso aos direitos de crianças e adolescentes, aos direitos reprodutivos e à proteção das vítimas de violência sexual”, assinala nota do Conanda.

Também em nota, a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, lembra que “as principais vítimas de estupro no Brasil são meninas menores de 14 anos, abusadas por seus familiares, como pais, avôs e tios. São essas meninas que mais precisam do serviço do aborto legal, e as que menos têm acesso a esse direito garantido desde 1940 pela legislação brasileira”.

Em média, 38 meninas de até 14 anos se tornam mães a cada dia no Brasil. Em 2022, último período disponível nos relatórios do Sistema Único de Saúde (SUS), foram mais de 14 mil gestações entre meninas com idade até 14 anos.

“O Brasil delega a maternidade forçada a essas meninas vítimas de estupro, prejudicando não apenas o futuro social e econômico delas, como também a saúde física e psicológica. Ou seja, perpetua ciclos de pobreza e vulnerabilidade, como o abandono escolar”, lembra a ministra.

“A gente está institucionalizando a barbárie. A gente está deixando com que cada um haja com a sua própria energia, na medida das suas possibilidades para lidar com uma situação criminosa e que o Estado brasileiro está se recusando a equacionar”, acrescenta a advogada Juliana Ribeiro Brandão, pesquisadora sênior do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública, publicado pelo FBSP, contabiliza que 56,8% das vítimas de estupro (adultos e vulneráveis) em 2022 eram pretas ou pardas; 42,3% das vítimas eram brancas; 0,5% indígenas; e 0,4% amarelas. A pesquisadora assinala o recorte racial e social do PL e pondera que quem tem possibilidade de custear os procedimentos para aborto seguro, no exterior ou mesmo clandestino no Brasil, “não vai mudar nada.”

Aberração jurídica

O advogado Ariel de Castro Alves, especialista em direitos da infância e juventude, considera o PL 1.904/2024 “uma verdadeira aberração jurídica.”

Em sua opinião, o Brasil precisa “aprimorar o atendimento social, psicológico, policial, judicial e de saúde das mulheres e meninas gestantes em decorrência de estupros, e também gestantes que estejam em risco de vida ou grávidas de fetos anencéfalos.”

Ele acrescenta que meninas e mulheres vítimas de estupros “não demoram para realização do procedimento por mero capricho.” As vítimas podem demorar mais a fazer os procedimentos de aborto previstos em lei para além da 20ª semana de gestação “por estarem submetidas, ameaçadas e constrangidas por seus agressores, e em razão da burocracia dos serviços de saúde, policiais e judiciais, e também pelas oposições morais e religiosas de alguns profissionais públicos e privados e das próprias famílias.”

Para Jolúzia Batista, articuladora política do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), “o Projeto de Lei 1.904/2024 é uma tragédia”, e ganhou status de proposição que deve tramitar com urgência, depois de votação simbólica no Plenário da Câmara dos Deputados, em razão de “um contexto político e eleitoral”, disse se referindo às eleições municipais em outubro e à sucessão da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados em fevereiro de 2025.

Votação simbólica

A decisão de acelerar a tramitação é atribuída ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). Em declaração à Agência Câmara, Lira disse que a votação simbólica foi acertada por todos os líderes partidários durante reunião nessa quarta-feira (12). Em regime de urgência, o projeto é votado diretamente no plenário, sem passar por debates nas comissões da Casa.

“É vergonhoso e um golpe contra os direitos das mulheres, da infância e da adolescência a manobra do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, ao colocar o PL em regime de votação de urgência. Ao impedir o debate público pelas comissões pertinentes e pela sociedade, Lira desrespeita os direitos de crianças e mulheres”, critica o movimento Me Too Brasil, organização que atua contra o assédio e o abuso sexual.

Em 2022, de cada quatro estupros, três foram cometidos contra pessoas “incapazes de consentir, fosse pela idade (menores de 14 anos), ou por qualquer outro motivo (deficiência, enfermidade etc.)”, informa publicação do FBSP, em 2023.

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que apenas 8,5% dos estupros no Brasil são relatados à polícia. A projeção do instituto é que, de fato, ocorram 822 mil casos anuais.

Mantida a proporção de três quartos dos casos registrados nas delegacias, o Brasil teria mais de 616 mil casos de vulneráveis por ano.

Agência Brasil

Edital que estimula empreendedorismo de povos e comunidades tradicionais da Bahia será lançado no próximo sábado (15)

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A Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (Sepromi) e a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), lançam, no próximo sábado (15), às 9h, no Museu Eugênio Teixeira Leal, no Pelourinho, o Edital Azeviche: Inovações para Povos e Comunidades Tradicionais. A ação tem o apoio do Comitê de Cultura da Bahia, vinculado ao Ministério da Cultura (MinC), que visa ampliar o acesso às políticas públicas.
Com um investimento total de R$ 3,3 milhões, o objetivo do certame é estimular o empreendedorismo inovador de povos indígenas, povos ciganos, povos de terreiro, comunidades quilombolas, geraizeiros, marisqueiras, comunidades de fundos e fechos de pasto, pescadores artesanais e extrativistas, por meio da concessão de apoio financeiro para empresas que incorporem novas tecnologias aos setores econômicos do estado da Bahia.
As propostas podem ser apresentadas por pessoas físicas e microempreendedores individuais oriundos de Povos e Comunidades Tradicionais ou pessoas jurídicas que possuam pelo menos um sócio desses grupos populacionais. Serão priorizados projetos voltados para os setores da Construção Civil, Economia Criativa, Gastronomia, Turismo, Educação, Energia, Moda, Meio Ambiente, Saúde e Bem Estar, entre outros.

Ascom

iFood registra 2600 pedidos por minuto no Dia dos Namorados

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O amor está no ar e no delivery também: empresa tem aumento de 18% nos pedidos em comparação ao Dia dos Namorados de 2023

O iFood, empresa brasileira de tecnologia, registrou uma média de 2600 pedidos por minuto no Dia dos Namorados, comemorado no dia 12 de junho, totalizando 3,8 milhões de pedidos realizados na plataforma. Esse dado representa um aumento significativo de 18% em comparação ao Dia dos Namorados de 2023, evidenciando um crescimento no consumo dos brasileiros que desejam celebrar momentos especiais com a conveniência e praticidade do delivery. Outra curiosidade é o aumento de 1 milhão de pedidos a mais do que na quarta-feira anterior, 5, considerado um dia comum da semana.

“A gente esperava um aumento de pedidos no Dia dos Namorados e montamos uma operação especial para garantir um excelente nível de serviço para clientes, entregadores e restaurantes”, afirma Arnaldo Bertolaccini, vice-presidente de Restaurantes do iFood.

O levantamento do iFood mostra ainda que a culinária com maior crescimento, na comparação com outras quartas do ano, foi a japonesa, com um aumento de 47%, seguida pela pizza, que teve 41% a mais de pedidos. Bolos, tortas e doces também tiveram um crescimento de 30%.

No ranking de comidas mais pedidas, o hambúrguer continuou na liderança. Na segunda posição foram os pratos com carne; na terceira, comida japonesa; na quarta, sobremesas; e, na quinta, sanduíches, o que reflete a diversidade de gostos e preferências dos usuários do iFood.

“O Dia dos Namorados deste ano veio corroborar a crescente procura pelo delivery, inclusive nas datas de celebração. O aumento de 18% nos pedidos do iFood em relação ao ano passado reflete uma tendência de que as pessoas estão optando pela comodidade e praticidade. É importante destacar que o aumento da demanda ajuda a alavancar as vendas de pequenos e médios restaurantes, que hoje compõem 75% da base de estabelecimentos cadastrados no aplicativo, ajudando a impactar positivamente o ecossistema gastronômico”, diz Bertolaccini

Ascom

Correntista do Bradesco, em Juazeiro, reclama de superlotação da agência e critica atendimento aos idosos: “A Lei dos 15 minutos o Bradesco rasgou. Onde está o Procon?””

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Em contato com a nossa redação, Jean Nogueira, correntista do Bradesco, em Juazeiro, reclamou da superlotação da agência, das longas filas de espera e do prejuízo sofrido pelos clientes, que “perdem um dia todo” para resolver suas pendências.

Com o fechamento da agência situada na orla da cidade, a instituição financeira que fica no centro bancário, a única de Juazeiro, está superlotada e o atendimento aos correntistas tem sido precário, reclama Jean.

“A pressão sobre a única agência que existe em Juazeiro aumentou, piorando ainda mais o atendimento aos clientes. Vive superlotada, com filas intermináveis. Fecharam a agência da Orla sem nenhuma explicação e as autoridades de Juazeiro viram isso acontecer sem tomar nenhuma atitude. A gente perde um dia para resolver nossas pendências no banco. Eu mesmo cheguei na hora que o banco abriu e saí no final da tarde, não tem condições. E não é só no final do mês não, é todo dia.”, disse o correntista.

Ele ressalta que a situação é especialmente difícil para pessoas idosas e aposentadas, que enfrentam longas esperas em pé. “Aposentado que vem do interior pra resolver as coisas, não resolve. São horas esperando, muitas pessoas em pé. Um bolo de gente. Não tem prioridade para os idosos. O pessoal da roça que tem hora nos transportes para voltar pra casa, acaba perdendo os ônibus e sofrem muito penando por um atendimento. A Lei dos 15 minutos o Bradesco rasgou. Onde está o Procon?” questionou Jean Nogueira.

Estamos encaminhando a reclamação para o Procon Juazeiro.

Redação PNB

Usuária do Cadastro Único, em Juazeiro, relata dificuldade para ser atendida pelo serviço: “O site não conclui o agendamento”; órgão responde

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Em contato com o Preto no Branco nesta sexta-feira (14), mais uma usuária do Cadastro Único, em Juazeiro, localizado na Rua do Paraíso, no bairro Santo Antônio, reclamou das dificuldades em ser atendida pelo serviço.

“Eu fui lá para fazer a atualização do cadastramento do Bolsa Família e fui informada de que, para ser atendida, eu precisava agendar pelo site no dia 14 de junho, que é hoje. Desde as 4 horas da manhã que eu tento e não consigo, o site não conclui o agendamento. Estamos sem conseguir acessar nossos direitos e ficamos preocupados com o cancelamento do benefício, precisamos de uma resolução”, reclamou a beneficiária.

A reclamação da beneficiária é recorrente. Usuários do Cadastro Único, em Juazeiro, reclamam há pelo menos dois anos das dificuldades encontradas em serem atendidos pelo serviço.

O PNB encaminhou a reclamação para a Secretaria de Desenvolvimento Social, Mulher e Diversidade (Sedes), que respondeu em nota:

“A Secretaria de Desenvolvimento Social, Mulher e Diversidade (Sedes) esclarece que o sistema de agendamento do Cadastro Único é aberto duas vezes por mês, nos dias 15 e 30 de cada mês, a partir das 8h, antecipando para o dia anterior em caso de feriado ou final de semana, com a disponibilização de 90 vagas diárias para o agendamento online. Há, ainda, o agendamento de mais 25 vagas para atendimento de questões emergenciais, diretamente na sede do Cadastro Único, além das vagas ofertadas nas 5 unidades do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS). Contudo, é importante que o usuário faça o atendimento online no dia e horário em que o sistema é aberto”.

Redação PNB