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Jerônimo volta atrás e decide viajar para a China mesmo sem Lula

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O governador Jerônimo Rodrigues (PT) voltou atrás e decidiu manter a viagem para a China. O gestor fez o anúncio da sua visita ao país asiático através de suas redes sociais, no final da manhã desta segunda-feira (27).

O petista baiano tinha desistido da viagem, agendada para o domingo (26), por conta do cancelamento da visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No último sábado (25), o Palácio do Planalto anunciou o adiamento da agenda por recomendação médica, após Lula ser diagnosticado com pneumonia.

“O presidente Lula ainda se recupera de uma pneumonia. No entanto, decidi manter a viagem à China, com saída de Salvador nesta quarta-feira à noite. Temos uma extensa agenda de reuniões por lá, com ênfase na atração de investimentos que gerem emprego e renda para a Bahia’, escreveu Jerônimo em sua conta no Twitter.

Bahia Notícia

APLB Sindicato lamenta falecimento do professor Guilherme Neto

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A APLB Sindicato lamenta a morte prematura do professor da rede municipal de ensino Guilherme Ernesto de Andrade Neto que ensinava na Escola Municipal Argemiro José da Cruz.

Com apenas 38 anos de idade, o professor Guilherme morreu após ser internado para tratar um AVC. Mas, seu trabalho e dedicação ficam reconhecidos na área de educação municipal ao longo de sua vida profissional. Ele deixa professores, estudantes e colegas da Escola Argemiro, consternados com sua perda.

A direção da APLB Sindicato lamenta e presta à família e amigos sua solidariedade neste momento de dor.

Ascom/ APLB

Hospital Regional de Juazeiro abre processo seletivo para a vaga de terapeuta ocupacional

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O Hospital Regional de Juazeiro abriu nesta segunda-feira (27) novo processo seletivo para o cargo de terapeuta ocupacional. Os interessados devem enviar o currículo anexado em formato PDF através do endereço curriculo.hrj@irmadulce.org.br até o dia 31 de março (sexta-feira). No assunto do e-mail, deve ser informado o nome da vaga a ser inscrita.

Podem participar da seleção candidatos com ensino superior completo em Terapia Ocupacional. Além disso, é desejável ter experiência na área hospitalar.  A vaga possui 30h semanais e também está disponível para pessoas com deficiência.

Ascom 

Uauá recebe mais um ônibus escolar, fruto de emenda do deputado Roberto Carlos

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O vice-líder do governo, o deputado estadual Roberto Carlos (PV) levou mais um ônibus escolar para o município de Uauá, fruto de emenda parlamentar de sua autoria.
O veículo foi entregue por seu filho Randerson Leal, que esteve lhe representando na capital baiana, e pelo governador Jerônimo Rodrigues ao prefeito Marcos Lobo e ao vice-prefeito Moisés Ribeiro.
O deputado não pôde estar presente na cerimôniade entrega, devido a atividades parlamentares pré-agendadas, mas ressaltou que está empenhado, junto ao seu grupo político, em transformar Uauá, em um município de muito progresso e desenvolvimento.
Ascom

Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta segunda-feira

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O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta segunda-feira (27). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a segunda-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos a partir das 21h.

O consumidor que for à Ceasa ao longo do dia pode encontrar Cebola Pera Cx 3 por R$ 65,00 o saco com 20kg, Cenoura por R$ 110,00 o saco com 20kg, Feijão Verde por R$ 7,00 o litro, Inhame por R$ 200,00 a caixa com 25kg, Jerimum por R$ 2,50 o Kg, Pimentão por R$ 30,00 a caixa com 12kg e Tomate 1ª por R$ 37,50 a caixa com 26kg.

A cotação completa está disponível AQUI.

Audiência Pública discute aumento da passagem e qualidade do serviço de transporte coletivo em Petrolina

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A população de Petrolina, através do vereador Professor Gilmar Santos, solicitou à Câmara Municipal de Petrolina a realização de uma Audiência Pública em caráter de urgência urgentíssima, para discutir o aumento abusivo da tarifa do transporte coletivo.

A Prefeitura repassou para a Atlântico Transportes o valor de quase R$ 7,5 milhões, sendo um dos principais argumentos, evitar que houvesse aumento da tarifa. Mas, ainda em 2022 houve aumento de R$ 3,70 para R$ 4,10. E agora, mais esse aumento abusivo de R$ 4,10 para R$ 5,00. Esse valor não se justifica! Pela péssima qualidade do serviço, com frotas limitadas, sem os prometidos condicionadores de ar, sem serviço de internet grátis e com uma demora absurda em diversos trechos da cidade. Quando ampliamos essa realidade para o transporte complementar, que atende as zonas rurais, a situação piora ainda mais. Com esse novo aumento, Petrolina despontou negativamente como o segundo munícipio com maior tarifa de transporte coletivo urbano do país.

Toda essa situação levou o povo de Petrolina a solicitar esse espaço de escuta e de debate no sentido de que um serviço tão fundamental como o transporte público seja executado de forma transparente e com melhor qualidade. O objetivo da audiência é que a Prefeitura e a Empresa de Transporte Coletivo Atlântico apresentem os fundamentos legais e contábeis para o aumento da tarifa, bem como, explicações detalhadas sobre como foram investidos os incentivos financeiros da prefeitura para com a citada empresa.

A Audiência Pública solicitada pelo vereador professor Gilmar Santos, e com a aprovação unânime dos vereadores/as, será realizada no próximo dia 29/03, a partir das 9h da manhã, no Plenário da Câmara Municipal de Petrolina.

É muito importante que a população, que se encontra insatisfeita com esse aumento abusivo no preço da passagem do transporte coletivo e com a qualidade dos serviços oferecidos pela Empresa Atlântico, compareça em massa para debater o assunto.

Ascom Vereador Professor Gilmar/Mandato Coletivo

Moradora do Jardim Primavera, em Juazeiro, critica atendimento da UBS do Bairro; Sesau responde

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Em contato com a redação do PNB, uma moradora do Jardim Primavera, em Juazeiro, Norte da Bahia, criticou o atendimento da UBS- Unidade Básica de Saúde do bairro.

Segundo ela, os moradores que procuram a unidade tem o atendimento negado, além disso, outro problema comum, é a falta de vacinação de rotina para as crianças, relatou a usuária.

“Muitas vezes vamos atrás de vacinação de rotina para os bebês e dizem que está em falta. No ano passado fui lá pedir para aferir a pressão e me falaram que não era dia de aferir pressão era dia de COVID. Na semana passada negaram atendimento a minha filha que tinha passado a noite com febre muito alta e estava com a boca inchada. Tive que ir daqui do bairro Jardim Primavera até o Hospital da Criança porque não fomos atendidas na UBS ,” contou

Encaminhamos a reclamação da usuária para a Secretaria de Saúde de Juazeiro que em resposta esclareceu que “A Unidade Básica Jardim Primavera realiza normalmente vacinação de rotina e que em caso de falta de algum imunizante é devido à ausência do repasse do estado à Rede de Frio, o que acaba refletindo nas UBSs e isso é comunicado à população.

A Sesau ressalta ainda que o médico da unidade sempre realiza os atendimentos agendados e as urgências. Mas na última semana, devido a um problema pessoal, precisou antecipar os atendimentos em apenas um dia.”

Redação PNB

Ibama anula manobra do governo Bolsonaro que barrou cobrança de R$ 29 bi em multas

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O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais) anulou o despacho do governo Bolsonaro que podia levar à anulação de R$ 29,1 bilhões de multas ambientais.

Na última terça-feira (21), a Advocacia Geral da União (AGU) aprovou um parecer permitindo ao instituto a cobrança dessas multas.
A Folha teve acesso a um despacho do Ibama do início de fevereiro –mais de um mês antes da manifestação da AGU–, no qual o instituto anulou a medida do governo Bolsonaro e solicitou a revisão de todas as medidas decorrentes dela e ainda a apuração do impacto que a medida teve.
Em 2022, o então presidente do órgão, Eduardo Bim, fez uma manobra e publicou um despacho no qual fazia valer o entendimento de que uma série de multas aplicadas eram inválidas sob o argumento de prescrição.
Ele anulou etapas de processos de infração ambiental, invalidando a notificação de suspeitos por edital para a apresentação de alegações finais -método comumente usado por agentes do órgão para intimação a quem devia multa.

Na prática, ao anular essa etapa, Bim fez esses processos prescreverem.
Desde a transição do governo do presidente Lula (PT), o grupo de trabalho ambiental, integrado pelo atual presidente do instituto, Rodrigo Agostinho, já havia afirmado que veria formas de reverter essa medida.
No primeiro dia do novo governo, um decreto publicado já abria o caminho para a derrubada do entendimento de Bim, ao revalidar a notificação por edital para alegações finais.
O despacho publicado em 2 de fevereiro “torna sem efeito” a manobra da gestão Bolsonaro e reverte a interpretação “que reconheceu a nulidade” das multas, assim como uma série de orientações dadas pelo órgão em decorrência daquela medida.
O documento é assinado por Jair Smith, então presidente substituto do Ibama, já que Agostinho ainda não havia sido nomeado –em que pese que os dois já atuavam juntos no comando da entidade naquele momento.
Além disso, orientava todas as equipes do Ibama que deixem de seguir o entendimento dado pela gestão Bolsonaro e retomem a cobrança das multas.
A decisão também cria de um grupo de trabalho para revisar decisões administrativas “tomadas em desconformidade com preceitos legais, orientações jurídicas e teses históricas” durante todo o governo Bolsonaro.
Determina ainda que sejam feitas análises para se descobrir a estimativa de impacto que a manobra de Eduardo Bim teve.
Segundo o portal G1, ainda, o Ibama informou essa anulação ao Ministério Público Federal, órgão que abriu investigação sobre a manobra de Bim, ainda antes da manifestação da AGU.
No ano passado, a Folha revelou que a ofensiva por invalidação de multas ambientais se somava a outras iniciativas da gestão de Eduardo Bim no Ibama.
Em 13 de março de 2022, uma reportagem mostrou que um documento do próprio órgão apontou risco de prescrição de mais de 5.000 autos de infração ambiental lavrados no governo Bolsonaro, em razão da incapacidade de processamento dos autos para encaminhamento a julgamento.
No dia 30 do mesmo mês, outra reportagem noticiou que um despacho assinado por Bim anulava etapas de processos de infração ambiental e ampliava as possibilidades de prescrição das multas.

Bahia Notícia

Estudo mostra que Brasil está abaixo da meta de vacinação contra HPV

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Brasília - Alunas do Centro de Ensino Fundamental 25, em Ceilândia, são vacinadas contra o papiloma vírus humano - HPV (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Estudo da Fundação do Câncer, divulgado para marcar o Dia Mundial da Prevenção do Câncer de Colo do Útero, celebrado neste domingo (26), revela que todas as capitais e regiões brasileiras estão com a vacinação contra o HPV (Papilomavírus humano) abaixo da meta estabelecida pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Isso significa que até 2030, o Brasil não deverá atingir a meta necessária para a eliminação da doença, que constitui problema de saúde pública. O levantamento tem como base os registros de vacinação do PNI de meninas entre 9 e 14 anos, no período de 2013 a 2021, e meninos de 11 a 14 anos, entre 2017 e 2021.

Em todo o Brasil, a cobertura vacinal da população feminina entre 9 e 14 anos alcança 76% para a primeira dose e 57% para a segunda dose. A adesão à segunda dose é inferior à primeira, variando entre 50% e 62%, dependendo da região. Na população masculina entre 11 e 14 anos, a adesão à vacinação contra o HPV é inferior à feminina no Brasil como um todo. A cobertura vacinal entre meninos é de 52% na primeira dose e 36% na segunda, muito abaixo do recomendado. A Região Norte apresenta a menor cobertura vacinal masculina, de 42% na primeira dose e de 28% na segunda. O estudo completo pode ser acessado no site da Fundação do Câncer.

Destaques

Em entrevista à Agência Brasil, a consultora médica da Fundação do Câncer e colaboradora do estudo Flávia Corrêa afirmou que há uma diferença regional marcante. “O mais preocupante é que justamente o Norte e o Nordeste, que têm as maiores taxas de incidência de mortalidade por câncer de colo de útero, são as regiões onde encontramos a menor cobertura de vacinação”. De acordo com a médica, isso acende o alerta de que é necessário investimento grande em medidas educativas para a população, para as crianças e adolescentes, pais e responsáveis e para profissionais de saúde, a fim de aumentar a cobertura.

De acordo com o levantamento, a Região Norte apresenta a menor cobertura vacinal completa (primeira e segunda doses) do país em meninas: 50,2%. Entre os meninos, o percentual é de apenas 28,1%. A região também foi a que mais registrou óbitos por câncer de colo de útero no período 2016/2020: 9,6 por 100 mil mulheres, contra a média brasileira de 6 a cada 100 mil mulheres.

De todas as regiões do país, o Sul é a que mais se aproxima da meta estabelecida (87,8%) na primeira dose em meninas. Por outro lado, é a região que apresenta maior índice de absenteísmo, ou não comparecimento, na segunda dose: 25,8% entre as mulheres e 20,8% entre os homens, enquanto a média do país é de 18,4% e 15,7% nas populações feminina e masculina, respectivamente. Já o Nordeste tem a menor variação entre a primeira e a segunda dose, tanto feminina (71,9% e 57,9%) quanto masculina (50,4% e 35,8%).

Múltiplas doses

Segundo Flávia, toda vacina que tem múltiplas doses costuma apresentar problema do absenteísmo, especialmente entre os adolescentes. “Em qualquer vacina que tenha múltiplas doses, o que se vê é que existe realmente uma queda para completar o esquema vacinal”. Isso acontece não só no Brasil, mas no mundo todo. No caso da vacinação contra o HPV, a recomendação do PNI é continuar com duas doses, embora a OMS já tenha dado aval para que seja utilizada uma dose única, dependendo das circunstâncias locais. “É preciso haver uma conscientização muito grande para que se complete o esquema vacinal”.

Ela lembrou que seria muito importante a vacinação voltar a ser feita nas escolas, como ocorreu no primeiro ano em que a primeira dose foi disponibilizada nas unidades de ensino e de saúde. A partir da segunda dose, só estava disponível nas unidades de saúde. Flávia destacou que em todo o mundo, o esquema que deu mais certo foi o misto, em que a vacinação estava disponível ao mesmo tempo na escola e nas unidades de saúde. “Esse é um ponto muito importante”.

Capitais

O estudo mostra também que Belo Horizonte é a única capital com cobertura vacinal feminina acima de 90% na primeira dose. Considerando o esquema vacinal completo, esse percentual cai para 72,8%, mas ainda continua sendo a capital que mais protegeu sua população contra o câncer de colo de útero no país, considerando o período de 2013 a 2021. Em seguida, aparecem Curitiba, com 87,7% e 68,7% (dose inicial e reforço) e Manaus, com 87,0% e 63,2% (primeira e segunda doses).

Fortaleza foi a capital do Nordeste com maior cobertura vacinal na primeira dose (81,9%) e na segunda dose (60,1%). São Luís, ao contrário, obteve os menores percentuais na primeira (51,4%) e na segunda (36,7%). Brasília e Goiânia, no Centro-Oeste, apresentaram os maiores e menores percentuais na primeira e segunda doses, da ordem de 78,1% e 58,6% e 62,1% e 43,5%, respectivamente.

No Sudeste, o Rio de Janeiro teve índice vacinal de 72,1% na primeira dose e 49,1% na segunda; em São Paulo, o índice também é baixo (76,5% e 59,8%). O mesmo ocorre em Porto Alegre, na Região Sul, onde somente 42,7% da população feminina estão com o esquema vacinal completo, 21 pontos percentuais abaixo da dose inicial da vacinação. O pior cenário, contudo, é registrado em Rio Branco, no Norte do país: apenas 12,3% da população feminina tomaram as duas doses da vacina contra o HPV. Na primeira dose, foram 14,6%. “Até hoje, a cobertura no Acre é baixíssima”, comentou a médica.

Desinformação

Flávia Corrêa chamou a atenção para o fato de que há ainda muita desinformação sobre a vacina contra o HPV. Muitos pais ignoram que a vacina previne contra o câncer de colo do útero e não incita o início da vida sexual antes do tempo. Outros não sabem qual é a faixa etária em que os filhos devem se vacinar. “Há uma falta de informação muito grande que precisa ser abordada com medidas educativas, mais fortes, tanto para as crianças e adolescentes, quanto para os pais, a sociedade como um todo. É necessário ampliar a discussão sobre a questão da vacina, mostrar os dados que dizem que ela é segura, não estimula a atividade sexual precoce”.

A consultora médica da Fundação do Câncer disse que a cobertura vacinal é menor para os meninos, tanto na primeira quanto na segunda dose, porque as pessoas ainda não entenderam que a vacinação de meninos é necessária não só para proteger as meninas do câncer de colo do útero, mas porque traz benefícios também para os representantes do sexo masculino. Ao vacinar ambos os sexos, diminui a disseminação do vírus, explicou.

Além de proteger as meninas e mulheres contra o câncer de colo do útero, os meninos podem ser beneficiados com a vacina para evitar câncer de pênis, de orofaringe, câncer de boca, de ânus, entre outros tipos. Na mulher, a imunização também evita câncer de vulva, vagina, faringe, boca. ”Isso precisa ser bastante divulgado”, observou Flávia Corrêa.

A vacina é segura e está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) para meninos e meninas de 9 a 14 anos, em esquema de duas doses, e para mulheres e homens transplantados, pacientes oncológicos, portadores de HIV, de 9 a 45 anos, em esquema de três doses.

Agência Brasil