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COVID-19: Petrolina amplia vacinação Bivalente para todos os públicos prioritários

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A Prefeitura de Petrolina, através da Secretaria de Saúde, amplia nessa quarta-feira (22) a vacinação contra a COVID-19 com o imuno Bivalente. Todos os grupos prioritários determinados pelo Ministério da Saúde, irão se vacinar. Estarão aptos para a imunização: pessoas acima de 60 anos; gestantes e puérperas; indígenas; quilombolas; trabalhadores da saúde. Também estão vão ser imunizadas pessoas com deficiência permanente, pessoas imunocomprometidas e população ribeirinha a partir dos 12 anos.  

A secretaria ressalta que para fazer uso da vacina é necessário ter, no mínimo, o esquema básico com duas doses da monovalente e respeitar um intervalo de quatro meses da última dose, para tomar a vacina bivalente. Para receber a dose é necessário ir até uma das Unidades Básicas de Saúde a partir dessa quarta-feira (22), das 8h às 12h e das 14h às 16h45, levando documento de identificação com foto, cartão SUS ou CPF e o cartão de vacina.  

Ascom Secretaria de Saúde de Petrolina

Secretaria de Saúde disponibiliza novo telefone para Ambulância Social e SAMU em Petrolina

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A Secretaria de Saúde de Petrolina informa que os contatos da Ambulância Social, que faz atendimento de pacientes acamados, e do SAMU não estão funcionando. Para que os serviços continuem sendo prestados, um novo número foi disponibilizado. Os pacientes que desejam atendimento, podem entrar em contato através telefone do (87) 9 8843-0931.  

Os agendamentos para Ambulância Social e o atendimento do SAMU serão feitos nesse contato de forma provisória, até que a linha seja reestabelecida. 

Ascom Secretaria de Saúde

NTE- 10 reafirma que o transporte dos estudantes das redes municipal e estadual é realizado pela Prefeitura de Juazeiro, que recebe recursos do Governo do Estado

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Nesta terça-feira (21), uma semana após o acidente com um ônibus escolar que tombou e caiu em um dreno na estrada do povoado Sabiá, no Salitre, em Juazeiro, Nairo Paixão, pai de uma das alunas feridas, em contato com a redação do PNB informou que o transporte dos alunos da região do distrito não foi restabelecido.

Segundo o pai, a Secretaria de Educação de Juazeiro, responsável pelo transporte de alunos das redes municipal e estadual, até o momento não providenciou outro ônibus e cerca de quarenta alunos estão usando o transporte público para ir até as escolas.

Nós procuramos o Núcleo Territorial de Educação de Juazeiro (NTE 10) para repassar a cobrança do pai. O órgão informou que “o transporte escolar dos estudantes das redes municipal e estadual é realizado pela prefeitura, que recebe apoio do Governo do Estado, por meio do repasse de recursos do Programa Estadual de Transporte Escola (PETE).

O NTE informou ainda que “o repasse do PETE para Juazeiro, em 2023, é de R$ 2.512.320,00. A primeira parcela será creditada no mês de abril. O NTE tem dialogado com a prefeitura para que o transporte seja garantido aos estudantes. Além dos recursos do PETE, O Governo do Estado entregou ao município, através de emendas parlamentares, como apoio ao transporte escolar seguro e para a renovação da frota, três ônibus escolares ORE 1, de 29 lugares, totalizando um investimento da ordem de R$717.000,00.

Sobre a assistência aos alunos envolvidos no acidente, o NTE destacou que “os estudantes receberão atendimento virtual, agendado a partir desta quarta-feira (21), com uma psicóloga do Programa de Atenção à Saúde e Valorização do Professor. Os que não tiverem celular ou computador em casa, poderão utilizar a estrutura da escola”, finalizou o NTE.

Reclamação do pai

Disseram que iam repor o transporte escolar, mas não voltou até hoje. Quando se trata da Prefeitura de Juazeiro nenhum fornecedor quer alugar seu ônibus. Estamos pagando passagem nos ônibus da Joafra para nossos filhos irem aos colégios,” contou Nairo Paixão.

Ele também voltou a cobrar a prometida assistência aos feridos, como garantiu a Seduc e a Secretaria Estadual de Educação, através do NTE.

“Não recebemos apoio nenhum”, reafirmou o pai.

Procurada pelo PNB, a Seduc não respondeu sobre a garantia do transporte para os alunos do Salitre.

Sobre a assistência aos feridos voltou a informar que “o Espaço Humanizar esteve integralmente disponível para receber todos os estudantes que demandaram atendimento imediato, e permanece a disposição para acolher aqueles que desejem atendimento de acompanhamento psicológico”.

O órgão disse ainda que “vem mantendo contato com as unidades de ensino onde os estudantes envolvidos no acidente estão vinculados para viabilizar a prestação do apoio necessária”.

 

Redação PNB

 

Destinação social do IR pode chegar a R$ 9,65 bilhões em 2023

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O potencial de destinação social do Imposto de Renda (IR) é de R$ 9,65 bilhões em 2023, informou a Receita Federal à Agência Brasil. A destinação do IR é uma forma de incentivar projetos sociais e culturais, em que o contribuinte pode doar parte do seu imposto para fundos especiais – da criança e do adolescente, e da pessoa idosa – atividades audiovisuais, na área de cultura, além de projetos desportivos e paradesportivos.O valor potencial para este ano corresponde ao total que pode ser destinado, considerando tanto os valores que já foram doados ao longo do ano calendário 2022 e que serão informados na declaração pelo contribuinte, quanto o valor que poderá ser destinado diretamente na Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF) de 2023, mediante pagamento de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf).

O período de entrega da DIRPF foi aberto em 15 de março e segue até 31 de maio. A expectativa da Receita é receber 39,5 milhões de declarações até o fim do prazo.

Pessoas físicas podem destinar até 6% do imposto devido ou 7%, se incluir projetos esportivos. Se a destinação for feita diretamente na declaração, o limite é de até 3% do imposto para cada fundo – crianças e adolescentes; e idosos. Esses valores são abatidos do imposto de renda devido, ou seja, o contribuinte não paga nada a mais por isso. Nos casos em que o cidadão tem imposto a restituir, o valor será somado à restituição.

Há vários anos, a Receita Federal mantém ativa a Campanha Destinação, para estimular esse tipo de doação. Em entrevista no fim mês passado, para detalhar as regras da declaração do IRo subsecretário de Arrecadação, Cadastros e Atendimento da Receita, Mario Dehon, destacou a importância desse ato.

“O imposto serve para financiar as políticas públicas de forma geral, mas quando você destina parte do IR você sabe exatamente onde ele vai ser aplicado”, disse. “Isso pode fazer a diferença para determinados fundos”, completou.

Na página da Receita, há o passo a passo sobre como fazer a destinação para pessoas físicas e empresas.

Doações diretamente na declaração

A destinação diretamente na declaração só pode ser feita aos fundos municipais, estaduais, distrital e nacional da criança e do adolescente e da pessoa idosa. Para isso, no momento da declaração, basta o contribuinte preencher a ficha Doações Diretamente na Declaração e pagar o Darf até o prazo final de entrega da declaração, que neste ano é 31 de maio.

Em 2022, segundo a Receita Federal, foram destinados na declaração, referente ao ano calendário 2021, mais de R$ 143,4 milhões para fundos da criança e adolescente e de R$ 78,2 milhões para fundos da pessoa idosa.

Para deduzir os valores doados, seja na declaração ou durante o ano, a DIRPF deve ser preenchida no regime completo, de deduções legais. Não é possível fazer a destinação de imposto se a declaração for preenchida com regime simplificado.

Doações ao longo do ano

Durante o ano, os valores poderão ser doados diretamente aos fundos especiais e aos projetos previamente aprovados pelos órgãos competentes. No caso de projetos culturais, a destinação é feita no âmbito do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Lei Rouanet) a projetos previamente aprovados pelo Ministério da Cultura.

Já os projetos ou programas audiovisuais a serem beneficiados por doações devem ser previamente aprovados pela Agência Nacional do Cinema (Ancine), com base na Lei nº 8.685/1993, que fomenta o cinema brasileiro. E para o incentivo ao esporte, a regulação é feita pela Lei nº 11.438/2006, e os projetos devem ser previamente aprovados pelo Ministério da Cidadania.

A destinação do IR durante o ano pode ser feita por meio de depósito bancário diretamente aos responsáveis pelos projetos ou nas contas vinculadas aos fundos municipais, estaduais, distrital ou nacional da criança e do adolescente e da pessoa idosa.

É importante solicitar sempre o recibo da doação, que deve ser emitido em favor do doador. Para deduzir os valores na declaração do ano seguinte, o contribuinte deve informar as transferências na ficha Doações Efetuadas, na DIRPF.

Empresas que são tributadas com base no lucro real também podem incentivar as mesmas atividades e fundos dentro do período de apuração do imposto de renda, seja trimestral ou anual. Nesse caso, o valor é de até 1% para cada fundo (crianças e adolescentes; e idosos), 2% para projetos esportivos e até 4% para projetos culturais ou audiovisuais.

As doações, que podem ser em dinheiro ou em bens, serão deduzidas do imposto devido na contabilidade e escrituração da empresa. Os valores destinados acima dos limites previstos não podem ser utilizados em períodos de apuração posteriores. Também não poderão utilizar esse incentivo fiscal as empresas tributadas com base no lucro presumido, no lucro arbitrado e aquelas optantes do Simples Nacional.

Agência Brasil

Uma semana após o acidente com o ônibus escolar da região do Salitre, Secretaria de Educação de Juazeiro não providenciou transporte para os alunos, informa pai

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Uma semana após o acidente, quando um ônibus escolar tombou e caiu em um dreno na estrada do povoado Sabiá, no Salitre, em Juazeiro, o pai de uma das alunas feridas, Nairo Paixão, entrou em contato com a redação do PNB, para informar que o transporte dos alunos da região do distrito não foi restabelecido.

Segundo o pai, a Secretaria de Educação de Juazeiro, responsável pelo transporte de alunos das redes municipal e estadual, até o momento não providenciou outro ônibus e cerca de quarenta alunos estão usando o transporte público para ir até as escolas.

‘Disseram que iam repor o transporte escolar, mas não voltou até hoje. Quando se trata da Prefeitura de Juazeiro nenhum fornecedor quer alugar seu ônibus. Estamos pagando passagem nos ônibus da Joafra para nossos filhos irem aos colégios,” contou Nairo Paixão.

Ele voltou a cobrar a prometida assistência aos feridos, como garantiu a Seduc e a Secretaria Estadual de Educação, através do NTE.

“Não recebemos apoio nenhum”, reafirmou o pai.

Procurada hoje (21), pelo PNB, a Seduc não respondeu sobre a garantia do transporte para os alunos do Salitre.

Sobre a assistência aos feridos voltou a informar que “o Espaço Humanizar esteve integralmente disponível para receber todos os estudantes que demandaram atendimento imediato, e permanece a disposição para acolher aqueles que desejem atendimento de acompanhamento psicológico”.

O órgão disse ainda que “vem mantendo contato com as unidades de ensino onde os estudantes envolvidos no acidente estão vinculados para viabilizar a prestação do apoio necessária”.

O NTE que também garantiu assistência aos alunos feridos não nos respondeu até o momento.

Redação PNB

“Nosso dia de folga”: Trabalhadores da Limpcity, contratada pelo SAAE de Juazeiro, dizem que estão sofrendo ameaças para trabalharem aos domingos sem horas extras; empresa responde

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Funcionários da Limpcity, empresa contratada pelo SAAE- Serviço de Água e Saneamento Ambiental de Juazeiro, para realizar serviços de limpeza e capina no município, entraram em contato com o Portal Preto no Branco, para denunciar que estão sendo obrigados a trabalhar aos domingos, dia de folga, sem o pagamento de horas extras. Caso a imposição da empresa não seja atendida, eles são ameaçados de demissão, relataram.

“A empresa está obrigando os funcionários a trabalharem aos domingos, dia estabelecido para folga e caso o funcionário não compareça no dia do plantão, recebem advertência e suspensão, podendo até ser desligado. Eles espalharam vários cartazes pela empresa informando quem está escalado e com o aviso de que, quem descumprir o horário, vai ser suspenso e pode até ser colocado pra fora. É um domingo de trabalho comum, os peões tem que trabalhar normalmente e a empresa não pagam hora extra,” contou

Eles também reclamaram do esquema imposto pela empresa durante o carnaval de Juazeiro, que aconteceu de 3 a 5 de fevereiro.

” No carnaval aconteceu uma coisa que nunca vimos. Não foi pago 100%, mas só as horas trabalhadas”.

Eles relatam ainda que são mal tratados pelo RH da empresa.

“Quando a gente procurar o RH seja pra esclarecer porque estamos sendo obrigados a trabalhar no domingo ou para saber sobre férias, já que tem trabalhador que vai fazer um ano e um mês agora no dia dez de abril,  somos tratados com grosseria, desprezo e deboche. Tratam assim os funcionário seja da capina e de todos os setores. É revoltante e não tem ninguém pra nos representar’, disse um trabalhador.

Procurada pelo PNB, através do SAAE, a empresa terceirizada Limpcity disse que “todas as tomadas de decisões envolvendo os colaboradores são baseadas em acordos de convenção coletiva previstos pelo sindicato local, como o regime de plantão aos domingos, o pagamento de horas trabalhadas ou banco de horas previstos por lei”.

Enviamos a reclamação para a Gerência Regional do Trabalho e Emprego

Redação PNB/ Foto ilustrativa do site PMJ

 

Pesquisa: inclusão racial ainda não é praticada nas empresas do país

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Nesta terça-feira (21), quando se comemora o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial, a pesquisa inédita Mulheres negras no mercado de trabalho, realizada pela consultoria Trilhas de Impacto por meio da rede social Linkedin, revela que a inclusão racial ainda é inexistente nas empresas brasileiras.

A sondagem entrevistou 155 mulheres na faixa etária de 19 e 55 anos, sendo a média prevalente entre 30 e 45 anos. Do total das participantes, 50,3% possuem nível superior e pós-graduação ou especialização; 13,5% mestrado e doutorado; e 24,5%, ensino superior completo. Suas áreas de trabalho são educação, recursos humanos, tecnologia da informação (TI) e análise de sistemas, telemarketing, relações-públicas, administração e comércio. A coleta de dados foi efetuada em 2021 e 2022.

À Agência Brasil, a diretora-presidente da consultoria, Juliana Kaizer, informou que o fato mais importante é que 86% das mulheres entrevistadas relataram casos de racismo nas empresas. “Isso, para mim, é um dado muito relevante, porque todas as mulheres entrevistadas têm curso superior completo e estão formalmente empregadas. Chamou muito minha atenção que o fato de as pessoas terem nível superior ou pós-graduação não impede que elas sofram racismo. É assustador”, manifestou Juliana.

A pesquisadora também é uma mulher negra, professora do MBA em responsabilidade social e sustentabilidade do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do curso de diversidade da Escola de Negócios (IAG) da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (Puc Rio). É ainda aluna de pós-graduação da Fundação Getulio Vargas e conselheira da Associação Brasileira de Recursos Humanos seção Rio de Janeiro (ABRH-RJ).

Mito

Na avaliação de Juliana, a pesquisa faz cair o mito da democracia racial que indica que, se a pessoa tiver um bom nível de educação, não vai sofrer racismo. O objetivo foi conhecer a realidade das mulheres pretas e pardas no mercado de trabalho.

Durante a análise dos dados, Juliana percebeu que alguns aspectos se repetiam nos relatos e decidiu dividi-los em categorias para melhor compreensão dos resultados qualitativos. Cabelo, por exemplo, foi um desses aspectos. Mais de 70% das mulheres relataram que, durante a jornada profissional, precisavam explicar porque o cabelo estava alisado, era black, ou a razão de terem colocado lace nos cabelos (prótese feita fio a fio em uma tela de microtule). “Acho que esse é um dado importante para a gente considerar.”

Outro dado que chamou a atenção foi que 68% das profissionais disseram ter sido confundidas, em algum momento, com a faxineira ou moça da limpeza da empresa. “Eu estou falando de mulheres com ensino superior completo e pós-graduação”, ressaltou. Uma coordenadora de área mencionou que, todo dia, o líder do setor pedia para ela deixar arrumado o espaço pessoal e dos demais colegas. “Ela não conseguia entender por que lhe era pedido aquilo. Os colegas iam embora e ela ficava limpando a sala. Até que se deu conta de que estava sendo vítima de racismo. Mas demorou, porque ficou mais de um ano nessa situação”.

Para Juliana, a situação é muito crítica. “É um negócio assustador”. A pesquisa revela que mais de 50% das consultadas disseram que a cor da pele e o lugar onde moravam foi perguntado durante as entrevistas online no recrutamento. “Elas perceberam que, durante as entrevistas, no processo seletivo, tudo ia muito bem no formato online, com análise do currículo, mas que, no momento da entrevista ao vivo, com a câmera aberta, os recrutadores, em geral mulheres brancas, voltavam atrás. “Esse foi também um aspecto que as profissionais negras falaram muito”.

Chamou a atenção também o fato de apesar de mais de 70% das respondentes terem pós-graduação, isso não faz com que elas subam na empresa. “Muitas estão há dez anos no cargo, não veem nenhuma pessoa parecida com elas em cargo de liderança, enfim, não se sentem estimuladas”.

Distanciamento

Como pesquisadora negra, Juliana disse ter sido difícil sair um pouco dela mesma para focar na pesquisa de forma distanciada. “Porque estou falando de mim também. São barreiras pelas quais eu também passo. Se eu falo três idiomas, se moro fora do Brasil, não adianta. A cor da minha pele chega antes. E foi isso que a pesquisa mostrou. Muitas mulheres falam inglês, algumas têm mestrado e doutorado e são tratadas de uma forma alvitante. E, se tem racismo, é porque tem racistas”.

Mulheres que estão em cargos de coordenação e gerência afirmaram que quando descobriam que um colega branco desempenhava a mesma função mas tinha salário maior, e elas pleiteavam aumento, as empresas criavam um cargo para justificar que a outra pessoa, na mesma posição, ganhava mais. Todas, sem exceção, falaram de exaustão no trabalho, tendo que dar provas de competência o tempo todo e, ao mesmo tempo, não ganhar o suficiente para sobreviver.

Outro dado importante é que as mulheres negras não crescem na carreira profissional no Brasil. “Elas podem até crescer em cargos, mas não crescem em dinheiro”. Juliana destacou que 52% dos estudantes de universidades federais são negros e questionou por que essa prática não se repete nas empresas, com pessoas pretas em cargos de liderança, ganhando um bom dinheiro. De acordo com estudo do Instituto Ethos de 2020, mulheres negras representam 9,3% dos quadros das 500 maiores companhias do Brasil, mas estão presentes apenas em 0,4% dos altos cargos.

Ela espera que as empresas fiquem constrangidas diante do resultado da pesquisa e que isso possa levar a uma mudança de comportamento. “A gente tem um problema para resolver enquanto nação”. Na pesquisa, das 155 entrevistadas, pelo menos 40 mulheres falaram das mesmas empresas e o nome de 16 dessas companhias se repetiu nas citações.

Agência Brasil

Estão abertas as inscrições para a VI edição da Mostra Sesc de Cinema

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A Mostra Sesc de Cinema – MSDC está com inscrições abertas até 20 de abril. Podem ser inscritas obras finalizadas a partir de 1º de janeiro de 2021, nas categorias curtas, médias e longas-metragens. A lista das produções selecionadas será divulgada em agosto e as exibições ocorrerão entre outubro e dezembro de 2023.

“A edição passada da Mostra recebeu mais de 1600 obras e para este ano nossa expectativa é otimista, pois acreditamos que a nova onda criativa no meio cultural possa se refletir na Mostra Sesc”, destaca Janaina Cunha, diretora de Programas Sociais do Departamento Nacional do Sesc.

Serão selecionados 24 filmes que irão compor a mostra nacional e haverá uma curadoria especial para eleger outras dez produções infantojuvenis. O circuito contará ainda com ações formativas como cursos, oficinas e workshops sobre os diversos assuntos ligados ao audiovisual.

A inscrição é gratuita e pode ser feita pelo site www.sesc.com.br/mostradecinema.

Ascom

“Nossas crianças estão sendo prejudicadas”: Mãe de aluna de Escola Infantil de Juazeiro cobra conclusão de reforma e volta as aulas presenciais; Seduc responde

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Em contato com a redação do Preto no Branco, uma mãe de aluna da Escola Municipal de Educação Infantil Professora Heloisa Helena Benevides Farias, localizada no bairro Palmares, em Juazeiro, Norte da Bahia, reclamou que até o momento a instituição não deu início as aulas presenciais.

Segundo ela, a Secretaria de Educação vem adiando o retorno das aulas presenciais do ano letivo e ministrando aulas de forma online, por conta de uma reforma no prédio da instituição.

“A prefeitura fica sempre pedindo compreensão e paciência, mas nossas crianças estão sendo prejudicadas. As aulas já foram adiadas várias vezes, com promessa de começar sempre na próxima semana e dessa vez não foi dada nenhuma previsão. Começaram a arrumar o banheiro na sexta pra aula começar na segunda, claro que não deu tempo. A reforma é necessária, mas porque não iniciaram antes?” questionou a mãe.

Encaminhamos a reclamação para a Secretaria de Educação de Juazeiro que em resposta informou que “Devido ao surgimento de novas demandas na obra de requalificação da Escola Municipal de Educação Infantil Professora Heloisa Helena Benevides Farias, foi necessária uma readequação no cronograma da intervenção, adiando a conclusão da mesma. A Seduc esclareceu ainda, que a decisão foi adotada em comum acordo com os responsáveis, e que as aulas voltarão a ser realizadas de forma presencial, a partir desta segunda-feira (27).”

Redação PNB