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Bahia chega a quase 100 mil empregos nos últimos 12 meses

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O estado da Bahia chegou a marca de 99.375 novos postos de trabalho com carteira assinada acumulados nos últimos 12 meses. Além disso, no resultado isolado de abril de 2026, o estado registrou a criação de 8.461 novos empregos formais.

O indicador é fruto do saldo positivo entre 90.824 admissões e 82.363 demissões ocorridas no período, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados no último dia 28.

Com esse desempenho, a Bahia lidera o ranking de geração de empregos na região Nordeste. O resultado baiano superou, inclusive, a soma dos saldos dos estados do Ceará (3.509) e de Pernambuco (3.340), que ocupam, respectivamente, a segunda e a terceira posição no cenário regional.

Para o secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Augusto Vasconcelos, os dados refletem o fortalecimento da economia baiana e o impacto das ações governamentais para a atração de novos negócios:

“A Bahia mantém uma trajetória consistente de crescimento econômico e geração de oportunidades para a população. Chegar à marca de quase 100 mil empregos criados nos últimos 12 meses demonstra a força da nossa economia e o resultado de políticas públicas que estimulam investimentos, fortalecem os setores produtivos e ampliam as oportunidades para os trabalhadores e trabalhadoras baianos. Seguiremos empenhados em promover desenvolvimento com inclusão social e trabalho decente em todo o estado”, afirmou o secretário.

Desempenho por setores econômicos

A expansão do mercado de trabalho em abril foi impulsionada principalmente por três áreas produtivas. Confira os saldos:

  • Serviços: 4.788 vagas;
  • Construção: 3.124 vagas;
  • Indústria: 2.098 vagas.

Em contrapartida, os setores da Agropecuária e do Comércio não acompanharam o ritmo de crescimento e fecharam o mês de abril com saldo negativo de contratações.

Perfil dos novos trabalhadores

O levantamento do Caged também detalhou o perfil sociodemográfico das vagas preenchidas na Bahia:

  • Faixa etária: A maioria das oportunidades foi absorvida por jovens entre 18 e 24 anos, totalizando 5.632 vagas;
  • Escolaridade: O grau de instrução predominante foi o ensino médio completo, correspondendo a 7.905 postos de trabalho;
  • Gênero: Do total de vagas geradas, 4.625 foram preenchidas por homens e 3.836 por mulheres.

Cenário nacional

No âmbito federal, a Bahia consolidou-se na quarta posição do ranking geral de geração de empregos em abril de 2026. O estado ficou atrás apenas das principais economias do Sudeste:

  • São Paulo (20.202);
  • Rio de Janeiro (11.741);
  • Minas Gerais (8.991).
  • Bahia: 8.461

A Tarde

Mutirão da Urbis vai oferecer regularização fundiária e entrega de escrituras no João Paulo II, em Juazeiro

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Entre os dias 8 e 14 de junho, moradores do bairro João Paulo II, em Juazeiro, no norte da Bahia, poderão participar do Mutirão da Urbis, ação voltada à regularização fundiária e à entrega da escritura definitiva de imóveis.

Os atendimentos serão realizados das 9h às 17h, na quadra do bairro, localizada na Avenida Chefic Khoury, próximo à caixa-d’água. A iniciativa é destinada a mutuários, ocupantes e pessoas que adquiriram imóveis por meio de contrato de gaveta.

De acordo com a organização, o objetivo é garantir segurança jurídica aos moradores, além de contribuir para a valorização dos imóveis por meio da regularização da documentação.

A ação busca facilitar o acesso à escritura definitiva, documento que assegura a propriedade legal do imóvel e oferece mais tranquilidade aos proprietários.

Redação PNB, com informações Ascom 

Líder comunitário agradece gestão municipal pelo início das obras na passagem molhada do bairro Lomanto Junior

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O líder comunitário João Leopoldo agradeceu à gestão municipal do prefeito Andrei Gonçalves pela atenção dada às reivindicações dos moradores dos bairros Lomanto Júnior e Alto do Cruzeiro, após o início dos serviços na passagem molhada do Lomanto, realizado na última sexta-feira (29), pela Secretaria de Obras Estruturantes de Juazeiro, sob coordenação do secretário Bismarck Marques.

A intervenção atende a uma demanda histórica da comunidade, que há mais de dois anos cobra providências para restabelecer o acesso entre os dois bairros, comprometido pelas obras da Travessia Urbana. Segundo João Leopoldo, o avanço só aconteceu após uma reunião com o secretário, realizada logo depois do protocolo de um ofício apresentado pela Associação de Moradores do Lomanto.

Além da reabertura do acesso entre os bairros, o documento também apresentou outras reivindicações da comunidade, como a urbanização do Riacho Macarrão, pavimentação asfáltica, ordenamento do comércio local, revitalização da Praça Macário, com calçadão e nova estrutura de lazer, implantação de áreas de lazer e melhorias na mobilidade urbana do bairro.

De acordo com o líder comunitário, durante a reunião foram apresentados vídeos antigos e recentes que mostram os transtornos enfrentados diariamente pelos moradores devido ao isolamento causado pela interrupção da via.

“Há muito tempo a população vem sofrendo com a falta de mobilidade e segurança. Idosos, cadeirantes, crianças, mulheres e trabalhadores precisavam se arriscar em passagens improvisadas e estruturas inacabadas para conseguir atravessar entre os bairros”, destacou.
A situação chegou a ser denunciada diversas vezes pela comunidade, comerciantes locais e pela imprensa regional. Em uma das ocasiões, durante visita do ministro dos Transportes, Renan Filho, representantes do bairro entregaram um documento solicitando providências urgentes para acabar com o isolamento que vinha prejudicando moradores e o comércio local.

Imagens que circularam nas redes sociais, mostrando uma mulher atravessando o trecho carregando um recém-nascido, geraram forte repercussão e aumentaram a pressão popular para que medidas emergenciais fossem adotadas pela empresa responsável pela obra.
Segundo João Leopoldo, a chegada do novo secretário de Obras Estruturantes trouxe agilidade ao processo. Ele destacou a rapidez entre a entrega do ofício e o início efetivo dos serviços.

“Ficamos impressionados com o atendimento, a atenção e, principalmente, com a iniciativa de enfrentar um problema que há anos afeta a nossa comunidade. Em pouco tempo, vimos a reivindicação sair do papel”, afirmou.

O líder comunitário ressaltou ainda que a intervenção representa um passo importante para garantir mais segurança, mobilidade e dignidade à população que depende diariamente do acesso entre os bairros Lomanto Júnior e Alto do Cruzeiro.
“Agradeço ao secretário Bismarck Marques por ouvir o clamor da população e atender ao nosso pedido”, concluiu.

Ascom AMABJL

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 16 milhões nesta terça-feira (2)

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A Mega-Sena pode pagar prêmio acumulado em R$ 16 milhões para quem acertar as seis dezenas do concurso 3014 que será realizado nesta terça-feira (2).

O sorteio será a partir das 21h (horário de Brasília) com transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

 

Redação PNB

Após denúncia de suposto assédio moral em escola estadual em Uauá, gestão se manifesta

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Após um profissional da educação que atua na Escola Estadual do Campo Integração Lagoa do Pires, no distrito de Lagoa do Pires, em Uauá, no norte da Bahia, enviar ao Portal Preto no Branco um texto-denuncia de um suposto caso de assédio moral dentro da instituição, a gestão da escola se manifestou.

O PNB encaminhou o caso ao Núcleo Territorial de Educação Norte (NTE-10), antes da publicação, em busca de esclarecimentos. Ainda sem retorno do órgão responsável pela educação estadual no norte da Bahia, a gestão da escola nos enviou uma nota.

Confira a nota na íntegra:

“A Gestão Escolar da UEE do Campo Integração Lagoa do Pires tomou conhecimento da manifestação anônima recentemente divulgada acerca de questões administrativas e pedagógicas desta unidade de ensino. Reafirmamos que o direito à crítica e à participação da comunidade escolar constitui importante instrumento de fortalecimento da gestão democrática, desde que exercido com responsabilidade, boa-fé e compromisso com a veracidade dos fatos.

A escola pública é instituição voltada à promoção do direito fundamental à educação e deve pautar sua atuação pelos princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, previstos no art. 37 da Constituição Federal. Nesse contexto, compete à gestão adotar as medidas administrativas e pedagógicas necessárias ao adequado funcionamento da unidade escolar, sempre orientada pelo interesse público e pelas diretrizes estabelecidas em seu Projeto Político-Pedagógico.

É necessário esclarecer que decisões de organização interna, distribuição de atribuições e adequação de procedimentos administrativos decorrem do poder-dever de gestão e visam exclusivamente ao atendimento das necessidades da comunidade escolar, não se subordinando a interesses particulares ou corporativos.

Lamenta-se a divulgação de informações parciais ou descontextualizadas, capazes de gerar interpretações equivocadas e comprometer o ambiente de cooperação indispensável ao processo educativo. O espaço escolar deve ser preservado como ambiente de diálogo, respeito mútuo e construção coletiva do conhecimento.

Ressaltamos, ainda, que eventual apuração de condutas incompatíveis com os deveres funcionais será realizada nos termos da legislação aplicável, com observância do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa.

Por fim, a Gestão Escolar reafirma seu compromisso com a transparência, a responsabilidade institucional e a permanente abertura ao diálogo com toda a comunidade escolar, na busca da melhoria contínua da qualidade da educação e da efetivação do interesse público.”

O texto-denuncia

“Medo, angústia e a síndrome do pequeno poder na educação do sertão baiano”

Lá tão… tão distante. Onde o sol se esconde, vivem sujeitos que, fruto de sua terra, representam a coragem de um povo que aprendeu com o sol da caatinga a capacidade de ser forte, como diria Euclides da Cunha, e o preço pago pela liberdade da democracia. Essa tantas vezes chamada aos gritos Brasil afora, especialmente nos últimos anos.

Mas, como nossa história sempre foi de contradições, no escuro dos gabinetes e na alcova das assembleias, as tomadas de decisão se baseiam em compadrio, interesses eleitorais e pouca preocupação com a qualidade do serviço público. Dos rincões de Brasília ao interior do sertão baiano, exemplo disso é o que se passa — sobretudo ouvido nos corredores e nas ruas — no distrito de Uauá, Lagoa do Pires, especificamente na Escola Estadual do Campo Integração Lagoa do Pires.

A olhos vistos, nota-se que não é interesse das lideranças políticas da região a eleição democrática de gestores escolares, já que essa instituição jamais realizou eleição direta para gestor e vice-gestor. O que surpreende nos últimos anos é o descaso com a comunidade escolar e com a escuta daquilo que docentes e discentes acreditam ser o melhor para sua instituição. Dizem as más línguas, inclusive, que vereadores mandam mais na escola estadual do que os próprios deputados e a própria secretaria de educação.

As nomeações mais recentes foram marcadas por intensas movimentações partidárias, em um modelo que se aproxima mais das antigas capitanias hereditárias — “agora é a vez da situação escolher a gestora; depois, a oposição” — do que de um projeto consistente de gestão democrática da educação do campo.

Na gestão até 2024, foi empossada uma servidora cujo principal objetivo parecia ser a aposentadoria, deixando em segundo plano o importante trabalho de gestão escolar que poderia ser desenvolvido. Após alcançar esse objetivo, a comunidade viu-se durante meses sem direção efetivamente empossada. Nesse período, a vice-gestão — que, assim como Narciso às avessas, não contempla a si mesma, apenas reflete os valores dos outros — precisou assumir responsabilidades administrativas que por anos pareceram diluídas na rotina burocrática da instituição.

Cansada do descaso e pressionada pelas necessidades urgentes de uma escola sem direção, a comunidade se moveu. Realizou protestos, publicou vídeos e fez cobranças públicas até que um novo diretor foi empossado.

Todos felizes por aquilo que restava na caixa de Pandora sentiram-se finalmente livres para respirar tranquilos e dormir o sono daqueles que acreditam estar construindo um ambiente saudável de trabalho. Esqueceram-se, porém, de que antes da esperança todos os males da humanidade já haviam escapado.

A tranquilidade deu lugar à angústia e ao medo diante da possibilidade de uma nova liderança à frente da instituição, após a saída do diretor no final de 2025 e início de 2026. Começa aí o calvário de uma instituição quadragenária, “nua” para os interesses das capitanias hereditárias que atravessam a política baiana desde que o Brasil é Brasil. Ouvia-se pelos corredores da escola e pelas ruas da comunidade que o que viria não seria bom. Como toda expectativa ruim é capaz de superar-se, a realidade mostrou-se ainda pior.

O espaço que brevemente experimentou os ventos da gestão democrática vê-se agora envolto no autoritarismo do pequeno poder, em frágil semelhança com a “banalidade do mal” proposta por Hannah Arendt. Há quem transforme um crachá em coroa. Nesse caso, uma nomeação publicada no Diário Oficial converte-se em autorização simbólica para destratar funcionários, sustentar relações de vigilância permanente e instaurar um ambiente em que o medo e a desconfiança passam a organizar o cotidiano escolar.

Relatos recorrentes apontam ameaças veladas de devolução de funcionários ao núcleo territorial de educação caso determinadas ordens não sejam cumpridas. Em outro episódio, teria sido sugerido que estudantes poderiam assistir à aula no calor e sem água potável porque “o corpo humano suporta até cinco dias sem água”.

Também causa perplexidade o relato de ameaça de registro de boletim de ocorrência contra uma estudante após cobrança relacionada a demandas da própria instituição. Em outro momento, uma mãe de aluno teria sido mandada a “calar a boca” durante uma discussão, saindo do local em lágrimas. São situações que revelam profundo despreparo para lidar com o contraditório, com a escuta e com a dimensão humana inerente ao ambiente escolar.

Anos antes, a mesma servidora já havia deixado outra instituição pública local após forte desgaste junto à comunidade escolar, materializado inclusive emabaixo-assinado.

Os ratos são os últimos a sair; antes disso, aproveitam tudo. Enquanto não os atingem, roem o que ficou do barco prestes a afundar: alguns atônitos, outros acomodados aos fatos narrados. Alguns oprimidos veem suas questões serem ignoradas; afinal, contratado não opina.

É preciso que a comunidade se levante: professores, estudantes, pais e representantes locais. É necessário lutar por aquilo que faz de nós a espécie capaz de sobreviver mesmo diante da catástrofe: a capacidade de criar novos mundos mesmo diante da catástrofe iminente do desconhecido.

Do contrário, corre-se o risco de ver a instituição mais duradoura, importante e necessária para as comunidades do campo sucumbir não pela ausência de potencial humano, mas pela incompetência política e administrativa de suas lideranças.”

Redação PNB

Mulheres indígenas Tumbalalá transformam cultura ancestral em geração de renda: “se reconhecem como artesãs, empreendedoras e guardiãs da própria cultura”

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O projeto “Tumbalalá Arte, Cultura e Empreendedorismo”, realizado na Aldeia Missão Velha, em Curaçá, no norte da Bahia, promoveu autonomia financeira e novas perspectivas para mulheres indígenas da comunidade. Contemplada pelo Edital nº 20/2024 – Economia Criativa da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), a iniciativa desenvolveu ações voltadas ao fortalecimento da cultura ancestral e ao empreendedorismo.

Segundo as informações do projeto, mais de 30 mulheres participaram das atividades desenvolvidas ao logo de seis meses.

“O projeto possibilitou que as participantes desenvolvessem bolsas artesanais utilizando recursos naturais da própria região, como a fibra da bananeira e fios sustentáveis, criando peças únicas carregadas de identidade, tradição e inovação. Mais do que a produção artesanal, o projeto promoveu o resgate de saberes tradicionais e o fortalecimento da autoestima das mulheres indígenas, que hoje enxergam na própria cultura uma oportunidade real de geração de renda e desenvolvimento coletivo”, disseram.

Além da produção artesanal, o projeto promoveu capacitações com oficinas, vivências voltadas para o artesanato sustentável, empreendedorismo, comunicação digital e fortalecimento cultural.

Segundo a organização, como parte da estrutura deixada para a comunidade, foi construído um espaço cultural destinado à realização de oficinas, encontros comunitários e atividades ligadas à produção artesanal. A iniciativa ainda garantiu a aquisição de equipamentos e materiais que permitirão a continuidade das atividades após o encerramento do projeto.

“O projeto também investiu na comercialização das peças produzidas. Um site foi criado para permitir a venda digital dos produtos, ampliando o alcance das artesãs para novos mercados e consumidores interessados em moda sustentável e artesanato indígena autêntico. Além disso, as mulheres já se organizam para participar de feiras culturais, exposições e da tradicional Festa dos Vaqueiros de Curaçá. Como parte das ações culturais, também foi produzido um documentário sobre a trajetória do projeto e das mulheres indígenas participantes. O filme foi exibido durante a Festa Indígena da Aldeia Missão Velha e agora passa a circular nas plataformas digitais, ampliando a visibilidade da cultura Tumbalalá para diferentes públicos”, disseram.

Para as organizadoras, a iniciativa também provocou mudanças no cotidiano das participantes, que passaram a enxergar o artesanato não apenas como uma expressão cultural.

“Esse projeto mudou a trajetória de muitas mulheres da comunidade. Hoje elas se reconhecem como artesãs, empreendedoras e guardiãs da própria cultura. O artesanato passou a representar também independência financeira e esperança para muitas famílias”, destacou a equipe organizadora.

Redação PNB, com informações Ascom

Dois homens são encontrados mortos com perfurações de arma de fogo em estrada de acesso ao Projeto N-9, em Petrolina

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Dois homens foram encontrados mortos na manhã desta segunda-feira (2) em uma estrada que dá acesso ao Projeto N-9 e à Avenida Transnordestina, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco.

De acordo com informações da Polícia Civil, os corpos apresentavam perfurações provocadas por disparos de arma de fogo. Até o momento, as vítimas não foram identificadas.

Equipes das polícias Militar e Civil foram acionadas e permanecem no local. Os corpos devem ser encaminhados ao Instituto de Medicina Legal (IML), onde passarão por procedimentos de identificação.

A Polícia Civil deve instaurar um inquérito para investigar as circunstâncias do caso.

O Portal Preto no Branco segue acompanhando o caso em busca de mais informações.

Redação PNB

Perdeu o prazo do IR? Receita Federal reabre sistema; veja como fazer

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IMPOSTO DE RENDA 201,Declaração IRPF 2019

Os contribuintes que perderam o prazo para entregar a declaração do Imposto de Renda 2026 já podem regularizar a situação. A Receita Federal retomou nesta segunda-feira, 1º, o recebimento das declarações, após a suspensão temporária do sistema durante o fim de semana que sucedeu o encerramento do período de entrega.

Quem estava obrigado a declarar e não enviou o documento até as 23h59 da última sexta-feira, 29, continua podendo fazer a transmissão. No entanto, ficará sujeito ao pagamento de multa e juros, conforme as regras estabelecidas pela Receita.

A declaração pode ser enviada por meio doPrograma Gerador da Declaração (PGD),disponível para computadores, pelo aplicativo da Receita Federal ou pela plataforma Meu Imposto de Renda, acessada pelo portal e-CAC.

Declaração pode ser corrigida

Os contribuintes que enviaram a declaração incompleta para evitar a multa também podem fazer correções por meio de uma declaração retificadora. O procedimento é realizado na mesma plataforma utilizada para a entrega original e exige o número do recibo da declaração já transmitida.

A retificação permite incluir informações que ficaram de fora, como rendimentos, bens, dívidas, investimentos e despesas dedutíveis. Após o encerramento do prazo, porém, não é mais permitida a alteração do modelo de tributação escolhido, seja da declaração simplificada para a completa ou vice-versa.

Multa para quem perdeu o prazo

A penalidade para os contribuintes obrigados a declarar varia conforme a existência de imposto devido.

Quem não possui imposto a pagar está sujeito à multa mínima de R$ 165,74. Já para aqueles com imposto devido, a cobrança corresponde a 1% ao mês ou fração sobre o valor do imposto, limitada a 20% do total devido.

Além da multa, também incidem juros calculados com base na taxa Selic até a regularização da pendência.

Mesmo quem tem restituição a receber não está livre da penalidade. Nesses casos, o valor da multa pode ser descontado diretamente da quantia a ser devolvida pela Receita Federal.

Por outro lado, contribuintes que não eram obrigados a declarar podem enviar o documento após o prazo sem pagamento de multa. É o caso, por exemplo, de pessoas que tiveram imposto retido na fonte ao longo de 2025 e desejam solicitar a restituição dos valores.

A Tarde

Campus Petrolina do IFSertãoPE abre seleção para professor substituto na área de Atendimento Educacional Especializado

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O Campus Petrolina do IFSertãoPE lançou, nesta segunda-feira (1º), o edital nº14/2026 de Processo Seletivo Simplificado para contratação de professor substituto na área de Atendimento Educacional Especializado (AEE). A seleção oferece uma vaga para atuação com carga horária de 40 horas semanais.

As inscrições serão realizadas exclusivamente pela internet, no período de 4 a 10 de junho de 2026, por meio do endereço eletrônico: http://concurso.ifsertaope.edu.br/copese. A taxa de inscrição é de R$ 60,00.

Os candidatos que desejarem solicitar isenção da taxa de inscrição poderão realizar o pedido entre os dias 4 e 8 de junho, também por meio do sistema de inscrições.

Para concorrer à vaga, é necessário possuir Licenciatura em Pedagogia ou outra Licenciatura, acrescida de Especialização em Educação Especial, Educação Inclusiva, Atendimento Educacional Especializado ou Psicopedagogia. Além da formação acadêmica, o candidato deve comprovar experiência mínima de seis meses de atuação na área, no Ensino Médio.

O processo seletivo será composto por Prova de Desempenho Didático, de caráter eliminatório e classificatório, e Avaliação de Títulos, de caráter classificatório. Ambas as etapas serão realizadas de forma presencial no Campus Petrolina.

A remuneração varia de acordo com a titulação do candidato, podendo chegar a R$ 8.340,33.

Acesse o edital completo, contendo cronograma, critérios de avaliação, documentação exigida e demais informações sobre a seleção no portal da instituição.