Preto no Branco

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Bahia tem 126 candidatos milionários nas eleições deste ano

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Cerca de 11% dos 1.125 candidatos baianos nas eleições declararam patrimônio superior a R$ 1 milhão à Justiça Eleitoral. Levantamento feito pela Satélite com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aponta que 126 milionários estão na disputa deste ano aos cargos de governador, senado, deputado estadual e federal. Deste total, a maioria busca uma vaga na Assembleia Legislativa, com 64 postulantes na faixa dos milhões em bens registrados – equivalente a 50% do universo de milionários na eleição. Depois estão os candidatos a deputado federal, com 54 casos – 43,2% do total. Três disputam o governo do estado e outros quatro, o Senado. Dentre os candidatos a vice-governador, somente João Leão (PP) integra o grupo, com patrimônio de R$ 2 milhões.

Conheça o candidato mais rico ao cargo de deputado estadual da Bahia

Princípios
Entre os partidos, quem tem mais representantes neste grupo é o PSD, com 15 candidatos. Logo depois aparece o PP, com 14 integrantes. Na lista há representantes de 20 partidos, entre os tradicionais e os nanicos.

Top five
O mais rico entre todos os postulantes do estado é Raimundinho da JR (PDT), que declarou patrimônio de R$ 20 milhões, conforme antecipado pela Satélite na semana passada. Atrás dele está Paulo Magalhães (PSD), que busca a reeleição na Câmara dos Deputados e registrou bens que equivalem a R$ 16,6 milhões. Reinaldo Braga (PR), que busca a reeleição na Assembleia, está na terceira posição, com R$ 13 milhões, enquanto Claudio Cajado (PP), que tenta se manter no Congresso, vem em seguida com R$ 11,1 milhões. O ranking dos cinco mais ricos nas eleições tem ainda o deputado federal e postulante à reeleição Lucio Vieira Lima (MDB), que declarou patrimônio de R$ 9,2 milhões.

Em busca da reeleição
Dos 126 milionários baianos que disputam a eleição este ano, 49 são candidatos à reeleição – correspondente a 38,8% do total. A proporção é maior entre os postulantes à Assembleia Legislativa. Dos 64 milionários que concorrem ao legislativo estadual, 29 buscam a reeleição (45,3%). Entre aqueles que disputam a Câmara dos Deputados, 35% dos 54 postulantes tentam manter uma cadeira no Congresso – são 19 casos, segundo dados do TSE.

Correio da Bahia

Anatel começa a notificar donos de celulares piratas em 10 estados

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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) começa neste domingo (23) mais uma etapa de bloqueios de celulares piratas. Usuários de 10 estados vão receber mensagens alertando, caso seus aparelhos não sejam certificados pela agência ou tenham IMEI (número de identificação única do aparelho) adulterado, clonado ou fraudado. A Bahia ainda não está nessa fase – com os demais estados do Nordeste, estará na próxima.

Começam a receber os alertas agora os seguintes estados:

Acre
Espírito Santo
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Rio de Janeiro
Rondônia
Tocantins
Todos os estados da Região Sul

Quem tiver com celular irregular vai receber uma mensagem do número 2828 alertando que existe um prazo para o aparelho parar de funcionar, seguindo o deliberado na Lei 9.472. O bloqueio deve acontecer a partir de 8 de dezembro. A Anatel identifica os celulares irregulares por conta de um sistema informatizado feito em parceria com as operadoras e fabricantes.

Os primeiros locais com o programa de bloqueio foram Goiás e Distrito Federal, onde 41.827 acessos de telefonia e internet móvel foram fechados em maio. O número representa apenas 0,3% do total das localidades. A próxima fase da operação inclui a Bahia e demais estados do Nordeste, além de São Paulo, Minas Gerais, Pará, Amazonas, Amapá e Roraima. As notificações vão começar a ser recebidas nestes locais em 7 de janeiro do ano que vem, com os bloqueios começando em 24 de março de 2019.

Veja como conferir se seu telefone está com IMEI irregular:

* Abra o discador do smartphone, digite: *#06# e anote o código de IMEI.

* Acesse a página http://www.anatel.gov.br/celularlegal/ e procure pelo selo de consulta de IMEI.

* Digite o código do telefone e aguarde o retorno da consulta. Celulares regularizados apresentam o aviso “Até o momento o IMEI informado não apresenta restrições de uso”.

Correio da Bahia

Após dez anos em cartaz, “A dona da história” se despede do público neste domingo (23), em Petrolina

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(foto: arquivo)

Vai acontecer neste domingo (23) em Petrolina, a última apresentação do espetáculo “A dona da história”. A peça, que esteve em cartaz por dez anos, já teve mais de 80 apresentações.

O enredo conta a história de uma mulher de 50 anos que tem um encontro com ela mesma, aos 20. No palco, elas conversam sobre suas vidas, trocam conselhos, discutem escolhas, traçam possibilidades para as suas histórias.

Com texto de João Falcão, e direção de Tom Galiano, o espetáculo é protagonizado pelas atrizes Cátia Cardoso e Raphaela de Paula.

Parceria entre as companhias de teatro Trup Errante e Pé no Palco, “A dona da História” foi apresentada nas cidades de Petrolina; Juazeiro e Salvador, na Bahia, além de ter participado de festivais regionais e nacionais. Em 2010, por exemplo, no 16º Janeiro de Grandes Espetáculos em Recife, a peça recebeu o prêmio de melhor espetáculo na categoria “júri popular & atriz revelação” para Raphaela de Paula.

Serviço:
Espetáculo A Dona da História
Local: Janela 353
Endereço: Rua Antônio Santana Filho, nº353, Centro, Petrolina
Data: 16 e 23 de setembro, às 18 horas
Ingresso: Inteira R$ 20 e meia R$10
Venda de ingressos: Café de Bule

Da Redação

Facebook anuncia medidas para combater contas falsas e desinformação

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O Facebook divulgou nesta semana nota com novas medidas para evitar abusos na plataforma relacionados ao debate eleitoral. Ao longo do ano, a empresa já havia anunciado diversas iniciativas para o pleito de outubro relacionadas à propaganda eleitoral paga, a contas “não autênticas” e à disseminação de desinformação, como as chamadas notícias falsas.

Segundo comunicado divulgado pela companhia, foram removidas páginas inicialmente criadas para reunir pessoas com interesses diversos (como esportes e música) e que tiveram seus nomes e propósitos alterados para apoiar um candidato ou tomar partido na disputa eleitoral.

“Removemos essas páginas porque nossas políticas não permitem mudanças de nome de páginas que resultem em conexões falsas ou não intencionais, e que alterem substancialmente o assunto das páginas”, justificou o informe. A empresa, contudo, não divulgou o nome das páginas.

A plataforma também derrubou o que chamou de contas impostoras. Perfis que se faziam passar por candidatos disputando as eleições. Essa violação foi enquadrada no que a companhia chama de “comportamento não autêntico”, conduta que foi usada para remover 186 páginas e 97 perfis ligados ao Movimento Brasil Livre em julho.

Aplicativos e santinhos

No comunicado, o Facebook relatou ter retirado aplicativos que convidavam pessoas a votar pela internet. Esses programas “poderiam levar eleitores a acreditar que tinham efetivamente votado, ferindo nossas políticas que impedem apoio a fraude”, pontuou a nota. Pessoas que usaram esses aplicativos estão sendo notificadas.

A companhia está removendo também fotos nas quais o número não corresponde ao candidato, bem como molduras com números trocados. “Nossas políticas não permitem declarações de intenção ou apoio a fraude, por isso a remoção dessas imagens”, reiterou a empresa no comunicado divulgado.

Verificação de fotos e vídeos

No dia 13 de setembro, em outro comunicado, o Facebook anunciou ter iniciado a verificação de desinformação também em fotos e vídeos. Até então, o monitoramento era focado apenas em textos. A partir deste mês, os sistemas automatizados da plataforma passarão a fiscalizar fotos e vídeos em busca de indícios de problemas, como manipulações.

Essa análise é complementada pela realizada por agências de checagem parcerias do Facebook. No Brasil, realizam este trabalho Lupa, Aos Fatos e Agência France Press. Conteúdos identificados como enganosos por essas agências têm seu alcance reduzido na plataforma.

Agência Brasil

PM promove palestra sobre noções de direção defensiva e regras de trânsito no distrito de Maniçoba

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(foto: divulgação)

A comunidade do distrito de Maniçoba, zona rural de Juazeiro, participou nesta sexta-feira (21) de uma palestra promovida por Policiais Militares da 75ª Companhia Independente de Polícia Militar. O projeto “Transito, Logo Existo” tem o propósito de levar às comunidades ribeirinhas de Juazeiro, noções de direção defensiva e regras de trânsito para os pedestres e condutores.

Levando informação e cidadania, a ação acontece durante o período de duas semanas. Segundo a PM, a escolha pelo distrito de Maniçoba se deve pela proximidade da localidade à outras comunidades, como os distritos de Mandacaru 1, 2; Itamotinga; Campos; Lagoa do Boi; Riacho da Massaroca e NH3.

A parceria foi desenvolvida em parceria com sindicados, escolas, entidades religiosas e outras organizações.

Da Redação

Mega-Sena especial: sorteio pode pagar R$ 22 milhões neste sábado (22)

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(foto: Marcelo Brandt/G1)

Acontece neste sábado (22) mais um sorteio da Mega-Sena, que de acordo com a Caixa Econômica Federal deve pagar R$ 22 milhões para quem acertar as seis dezenas do concurso 2.081. O sorteio vai ser realizado na cidade de Oliveira (MG), às 20h (horário de Brasília).

Excepcionalmente nesta semana foram três concursos como parte da “Mega-Sena especial”, que homenageia os apostadores. O primeiro foi na terça-feira (18) e o segundo na quinta-feira (20).

Não é tão fácil ser um dos milionários contemplados com a Mega Sena. A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Por exemplo, quem opta pela aposta simples com seis dezenas, tem a chance de 1 em 50.063.860. Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, segundo a Caixa Econômica Federal.

As apostas podem ser feitas até às 19h (horário de Brasília) pelo valor mínimo de R$ 3,50, em qualquer lotérica do país.

Da Redação

Homens são presos acusados de cometer assaltos com carro roubado; suspeitos foram alvejados durante ação policial

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(foto: divulgação)

Dois homens foram presos nesta sexta-feira (21), acusados de roubar um carro no bairro Jardim Flórida, em Juazeiro. A dupla também é acusada de cometer diversos assaltos na cidade de Petrolina. Durante a ação, os ocupantes do veículo foram atingidos por disparos de arma de fogo.

De acordo com as informações da 75ª Companhia Independente de Polícia Militar (75ª CIPM), os criminosos foram interceptados no bairro Tancredo Neves após denúncias anônimas. Quando foram abordados, os acusados teriam disparado contra os policiais, que revidaram e atingiram os homens, segundo a PM.

Eles foram socorridos por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levados para o Hospital de Traumas, em Petrolina. Após receberem alta, foram encaminhados à Delegacia de Juazeiro.

Além do veículo, as equipes da 74ª e 75ª CIPM’s recuperaram e apreenderam cinco aparelhos celulares, uma arma de fabricação caseira, e outros objetos supostamente roubados, como sapato, bota, fardamento, mochila e bolsa contendo objetos pessoais de possíveis vítimas.

As vítimas de roubos de celulares em Juazeiro e Petrolina devem comparecer, munidos de comprovantes e documentos, na Delegacia para recuperarem seus bens.

Da Redação

“Política é a suprema forma de caridade (Paulo VI)”, por Roberto Malvezzi (Gogó)

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(foto: reprodução)

Estamos às vésperas de uma importante eleição nacional (7 de outubro) e também às vésperas da canonização do Papa Paulo VI (14 de Outubro), juntamente com São Oscar Romero, o mártir de El Salvador e de toda América Latina, agora do mundo.

Na atual confusão do quadro político há muitos cristãos, inclusive católicos, preferindo o jogo de que todos estão interessados apenas em si mesmos, tanto fez como faz, são todos iguais.

É preciso toda cautela com esse discurso. A política é cheia de interesses cruzados e contraditórios, inclusive os de classe, de família, de pessoas, de igrejas, assim por diante. Entretanto, as imensas dificuldades de discernimento não anulam que “a política é suprema forma de caridade”, ou das supremas injustiças. Quem tem o poder nas mãos pode decidir sobre o futuro de milhões de pessoas, de sua educação, saúde, moradia, trabalho, renda, enfim, as condições mínimas para se viver em sociedade.

Não é preciso buscar os mais puros, os mais incorruptíveis, ou só quem fala contra o aborto. Isso é muito pouco. O principal é se o partido ou as pessoas se interessam pelo bem-estar dos mais pobres, o respeito pela natureza, a inclusão social e pelo futuro mais justo de todo nosso país.

Na Dimensão Socioambiental da Fé (Doutrina Social da Igreja) aprendemos os quatro pés que sustentam a ação dos cristãos na área: a dignidade da pessoa humana, o bem comum, a subsidiariedade e a solidariedade. Todo cristão pode, ao menos, olhar cada partido e cada candidato por esse viés.

Dom Paulo Evaristo Arns dizia que, nessas situações, no mínimo há sempre um “menos pior”. Então, se houver o péssimo e o ruim, votarei no ruim. Mas, pode haver o bom e o melhor. Nesse caso votarei no melhor.

Então, escolha bem seu deputado estadual e federal. Escolha bem seu senador. Escolha bem seu governador e presidente da república. Se as pessoas vão mudar uma vez no poder, nós nunca sabemos. Mas, ao menos teremos a consciência tranquila que buscamos o melhor para o nosso povo.

Roberto Malvezzi (Gogó)

Futuro presidente terá de enfrentar financiamento do SUS

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A revitalização do Sistema Único de Saúde (SUS), responsável pelo atendimento exclusivo de cerca de 75% da população brasileira, hoje estimada em 208,5 milhões de pessoas, está entre os principais desafios do próximo presidente da República, juntamente com a segurança pública e a geração de empregos. Segundo dados do Ministério da Saúde, o SUS é um dos maiores sistemas de saúde do mundo: em 2017 foram realizados 3,9 bilhões de atendimentos na rede credenciada.

Entre os procedimentos mais frequentes, ao longo do ano passado, estão, por exemplo, consulta médica em atenção básica e especializada, visita domiciliar, administração de medicamentos em atenção básica e especializada, aferição de pressão arterial e atendimento médico em UPA (Unidade de Pronto Atendimento). A estrutura do SUS em todo o Brasil envolve 42.606 unidades básicas de saúde e o mesmo número de equipes do programa Saúde da Família, 596 UPAs, 2.552 centros de atenção psicossocial (Caps), 1.355 hospitais psiquiátricos, 436.887 leitos, 3.307 ambulâncias, 219 bancos de leite humano e 4.705 hospitais conveniados (públicos, filantrópicos e privados).

Para financiar essa rede de atendimento, a pasta da Saúde tem o maior orçamento da Esplanada dos Ministérios. Em 2018, a previsão no Orçamento Geral da União é de R$ 130,2 bilhões, sendo R$ 119,3 bilhões para ações e serviços públicos. Quem está na ponta do sistema, no entanto, reclama de subfinanciamento da saúde pública.

Diagnóstico
Segundo o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Leonardo Vilela, as verbas federais são “absolutamente insuficientes” para custear o sistema público, o que vem obrigando os estados e os municípios a ampliarem sua participação. Isso, conforme Vilela, resulta em hospitais privados conveniados quebrando, filantrópicos endividados e atendimento precário nos hospitais públicos. “Se o próximo presidente não resolver a questão do financiamento, o sistema vai entrar em colapso”, afirmou.

O diagnóstico do presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Mauro Guimarães Junqueira, segue a mesma linha. “Os repasses federais vêm caindo nos últimos tempos. Não levam em conta aumento da população, nem o aumento do desemprego que joga mais pessoas no SUS, nem o envelhecimento da população, com consequente aumento das doenças crônicas. Também não considera os avanços tecnológicos, que custam caro”, argumentou.

Cálculos feitos pelos dois conselhos, com base em dados do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (Siops), do Ministério da Saúde, mostram uma linha decrescente no fluxo de recursos federais para financiamento da saúde pública. Em 1993, a participação da União era de 72%, dos municípios, 16%; e dos estados, 12%. Em 2002, a União entrou com 52,4% das verbas, os municípios, com 25,5%; e os estados, com 22,1%.

No ano passado, a União aplicou R$ 115,3 bilhões em saúde, o que representa 43,4% do total de recursos públicos investidos no SUS. Os municípios entraram com R$ 81,8 bilhões (30,8%), e os estados com R$ 68,3 bilhões (25,8%).

Os dois secretários reconhecem a necessidade de melhorar a gestão do sistema público, por meio do treinamento e capacitação de gestores dos hospitais e unidades de saúde, mas argumentam que, ainda assim, a verba é insuficiente para atender a demanda da população. Segundo Vilela, a crise econômica, além de reduzir a arrecadação de impostos, colocou no sistema os trabalhadores desempregados que perderam planos de saúde, sobrecarregando ainda mais a rede pública. “Até para melhorar a gestão precisamos de mais recursos, pois um dos caminhos, a informatização, custa dinheiro”, disse.

Para o Conasems, um dos caminhos para ampliar o financiamento da saúde pública é a revisão da política de isenções fiscais concedidas a setores produtivos. “As desonerações representam mais do que o dobro do orçamento do Ministério da Saúde”, afirmou. Além disso, os conselhos defendem revisão das competências dos três entes da Federação e da repartição da arrecadação, bem como de leis que engessam a administração pública, refletindo diretamente na gestão do sistema de saúde.

Referência
Apesar das dificuldades, o Ministério da Saúde vê no SUS áreas de referência mundial. São bons exemplos a terapia antirretroviral, o sistema público de transplantes, o programa de imunizações, o banco de leite materno e a assistência farmacêutica. O SUS fornece 22 antirretrovirais, em 38 apresentações farmacêuticas, para o tratamento de portadores do HIV em todo o país. A organização do banco de leite humano brasileiro é referência para 40 países, sendo que 23 têm cooperação internacional com o Brasil para utilização do modelo.

Segundo o Ministério da Saúde, o SUS mantém o maior sistema público de transplantes de órgãos do mundo, servindo de referência para outros países. No Brasil, 87% dos transplantes de órgãos sólidos são feitos no SUS, cujo paciente tem acesso à assistência integral – exames preparatórios, cirurgias, acompanhamento e medicamentos pós-transplantes.

A rede brasileira tem centrais de transplantes nas 27 unidades da Federação e conta com 13 câmaras técnicas nacionais, além de 494 estabelecimentos que realizam transplantes e 1.244 equipes habilitadas. Há também 70 organizações de busca de órgãos e 62 bancos de tecidos.

Agência Brasil