Preto no Branco

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Acompanhe a cotação diária de todos os produtos comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro

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O preço da cebola roxa nesta segunda-feira, 18 de dezembro está cotada por R$0,90 o quilo; o tomate está custando R$ 2,02 o quilo; já a batatinha está sendo vendida a R$88,00 o saco com 50 quilos e o melão Orange R$1,00 o quilo.

A cotação completa dos produtos comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro está disponível no site da prefeitura (http://www5.juazeiro.ba.gov.br/). Os preços são resultado de uma pesquisa diária no comércio atacadista do entreposto municipal.

Acompanhe a cotação completa.

Daniela Duarte/AMA

Aposentados e pensionistas podem ter pagamento suspenso caso não façam recadastramento do Igeprev

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(foto: divulgação)

Os aposentados e pensionistas do Instituto de Gestão Previdenciária do Município de Petrolina (Igeprev) devem se recadastrar para continuar a receber o benefício. O procedimento é obrigatório. O prazo segue até o dia 29 de dezembro (sexta-feira).

Segundo o diretor-presidente do Igeprev, Wíllames Barbosa, “o objetivo é manter os dados atualizados e evitar fraudes na previdência municipal”.

Para fazer o recadastramento é preciso comparecer no órgão com RG, CPF, comprovante de escolaridade, Título de Eleitor, comprovante de residência atual, Certidão de Nascimento/Casamento ou Divórcio, 2 fotos 3X4, Carteira de Registro Profissional, além de Certidão de Nascimento dos dependentes. No caso dos pensionistas, levar também o Atestado de Óbito. O Igeprev funciona de 7h às 13h.

Ascom/Prefeitura de Petrolina

Cidade Mais Limpa: mutirão de limpeza percorre mais de 10 ruas e avenidas do centro de Petrolina

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(foto: divulgação)

Enquanto que para muita gente o domingo é de descanso, para as equipes de limpeza da Prefeitura de Petrolina o dia foi de muito trabalho. Cerca de 30 homens e mulheres promoveram uma faxina geral no centro da cidade. A ideia é aproveitar a menor circulação de pessoas e veículos para minimizar qualquer possível transtorno que poderia ser causado à população com a realização das atividades nos outros dias da semana.

Mais de 10 ruas e avenidas receberam o serviços de manutenção e limpeza, como poda de árvores, capina, varrição e pintura de meio-fio. Entre as principais estão as avenidas Cardoso de Sá e Souza Filho, além das ruas Ouricuri, Dom Vital e Valério Pereira. É o segundo final de semana seguido do mutirão coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade (SEDURBS).

A SEMANA

A programação desta semana do Programa Cidade Mais Limpa também vai levar os serviços de manutenção e limpeza para as avenidas Ulisses Guimarães e Monsenhor Ângelo Sampaio e o Parque Municipal Josepha Coelho. Além da atenção ao centro da cidade, o bairro Cacheado também será contemplado. Enquanto isso a Prefeitura segue realizando a limpeza dos canais da cidade nos bairros Vila dos Ingás, Palhinhas e ainda na lagoa do São Joaquim.

Ascom/Prefeitura de Petrolina

Laudo mostra digital do dedo mindinho de Geddel em dinheiro no caso dos R$ 51 milhões

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(foto: reprodução/PF)

Laudos da Polícia Federal identificaram quem colocou as mãos no dinheiro apreendido em Salvador, no bairro da Graça, em endereço atribuído ao ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB). De acordo com informações do programa Fantástico, da Rede Globo, em um dos plásticos que envolviam os pacotes de dinheiro, estava a digital do dedo mindinho do ex-ministro baiano.

(foto: reprodução/PF)

A denúncia do paradeiro dos R$ 51 milhões chegou à Polícia Federal no dia 14 de julho deste ano após o peemedebista ser preso na operação Cui Bono, que investigava um esquema de desevio de recursos na Caixa Econômica Federal.

No telefonema para a PF em Salvador, o denunciante informou que o político Geddel Vieira Lima estava “colocando caixas em um apartamento, no segundo andar do Edíficio José Silva Azi, na Rua Barão de Loreto, nº 360, no bairro da Graça”. O informante também contou à Polícia Federal que o procedimento de levar as caixas ocorria por volta de 6h da manhã.

Além das digitais de Geddel, a PF também identificou digitais de Gustavo Ferraz e de Job Ribeiro Brandão, ambos ex-auxiliares do peemedebista.

Mais de 63 mil presos farão exame para completar ensinos fundamental e médio

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(foto: reprodução)

Nos dias 19 e 20, 63,7 mil presos farão o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos Privados de Liberdade (Encceja PPL). A avaliação é aplicada para permitir a pessoas em unidades prisionais que não completaram os ensinos fundamental e médio a possibilidade de obtenção do título. Entre os inscritos também há adolescentes em unidades de medidas socioeducativas. As informações são da Agência Brasil.

Presos aprovados no exame do ensino médio podem pleitear a participação no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), mecanismo de seleção para entrada em universidades federais ou em outras formas de acesso ao ensino superior. O procedimento é coordenado pelo responsável pedagógico da unidade do candidato.

O exame para o ensino médio é composto de questões das áreas de Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Linguagens e Códigos e Matemática. Já o exame do ensino fundamental apresenta perguntas de disciplinas como Língua Portuguesa, Língua Inglesa, História, Geografia, Artes, Matemática, Ciências Naturais, Artes, Educação Física e Redação. Além das questões, os candidatos devem escrever uma redação.

Segundo informações do Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen) -feito com 70% da população carcerária do país- 51% têm ensino fundamental incompleto, 29% não concluíram o ensino médio, 9% já terminaram essa fase, 6% são alfabetizados mas sem cursos regulares e 4% são analfabetos.

O Enceja será realizado este ano após dois anos de interrupção. Em 2016 e em 2015 a prova não foi aplicada por falta de orçamento. Em 2014, fizeram o exame 23 mil pessoas, total maior que o de 2013: 18 mil encarcerados.

Folha Press

Desastre com barragem acordou “monstro” de poluentes no Rio Doce, diz perito

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(foto: divulgação)

O desastre ambiental com a Barragem de Fundão, explorada pela Samarco em Mariana (MG), que completou dois anos em novembro, fez com que poluentes que estavam estabilizados no fundo do Rio Doce subissem, piorando ainda mais as condições da água. Metais como arsênio, chumbo, manganês, níquel, cromo e alumínio (substâncias danosas à saúde humana) passaram a ser encontrados nas coletas de pesquisadores. Esses elementos não faziam parte do que foi encontrado originalmente no rejeito da barragem.

“Com a passagem da lama, que veio de uma vez com muita energia e grande volume, o movimento revolveu o fundo do leito do rio. É como se tivesse acordado um monstro”, explica o perito criminal federal Marcus Vinícius Andrade, que chefiou a equipe que fez a coleta de provas e coordenou os laudos da investigação. “Até hoje, em vários pontos, temos um nível alto de poluentes”.

O “monstro acordado” pode ser um dos responsáveis pela piora na qualidade da água dois anos depois do desastre, conforme constatou a Fundação SOS Mata Atlântica. Segundo estudo da entidade, as condições estão ruins ou péssimas em 88,9% dos 18 pontos de coleta analisados. Em apenas dois pontos, a qualidade foi apontada como regular (11,1%). A fundação informou que a água apresenta concentrações “elevadas de sólidos em suspensão e metais pesados” como manganês, cobre, alumínio e zinco.

O relatório dos peritos criminais federais explicou que “a onda liberada pelo rompimento da barragem, com elevado volume e energia, carreou parte do solo às margens e revolveu sedimentos do fundo do Rio Doce e seus afluentes, suspendendo elementos até então retidos para esses corpos d’água”. Foram mais de 330 mil análises de água em laboratórios brasileiros. Os peritos realizaram ainda, na época, 26 coletas em Fundão, com o lançamento de sondas por helicóptero, quando foram encontrados minérios de ferro e manganês. Ao longo do rio, a coleta é feita com equipes em barcos.

Desde o ciclo do ouro

Segundo Marcus Andrade, esses poluentes que foram suspensos, e que estavam estáveis no fundo do rio, hoje em quantidade muito acima do nível esperado, são o resultado de uma história longa de deposição que vem desde a exploração do ciclo do ouro na região. Não houve elementos para avaliar se alguma parte dessas substâncias é de outras empresas, que também jogam materiais no Rio Doce, antes, durante ou depois do desastre. O perito aponta que, antes do desastre, a maioria dos pontos dos rios tinha qualidade média ou boa e utilizável para tratamento de água. “Esse relatório da SOS Mata Atlântica afirma, inclusive, que a maioria dos pontos estava em situação ruim ou péssima, o que impede a captação de água em todas aquelas cidades ao longo do rio”.

Para a especialista em água da SOS Mata Atlântica, Malu Ribeiro, condições naturais também têm influenciado a situação do rio. “A seca extrema e o baixo volume de água causaram uma concentração dos poluentes, o que fez com que a poluição, apesar de imperceptível a olho nu, esteja em concentração bem maior do que no ano passado”. Para Marcus Andrade, a recuperação do rio deve demorar muito tempo. “Não é só a toxicidade do rejeito, mas a própria característica de os compostos ficarem suspensos e manter a turbidez, com a pouca transparência da água. Até hoje, isso prejudica muito a proliferação da vida aquática ou a utilização do rio”.

O perito criminal federal Rodrigo Mayrink, que é veterinário e fez exames nos peixes mortos no Rio Doce, concorda que metais pesados que aparecem nas coletas são resultado do desastre que teria revirado o fundo do leito. Ele lembra que o rio atravessa polo industrial importante em Minas Gerais, o que contribui historicamente para a poluição. “No Vale do Aço, há uma série de pequenas e médias indústrias, como de papel e celulose, que acabam jogando rejeitos no rio, que são tratados de uma forma ou de outra”.

Valor do prejuízo

O oceanógrafo e professor gaúcho Antonio Philamena, que realiza perícia independente em Mariana, faz um estudo para apontar o valor monetário do prejuízo do desastre para a sociedade. Ele utiliza duas metodologias, uma para avaliar o dano na bacia e outra para avaliar os danos indiretos. Philamena defende a valoração para subsidiar políticas públicas e legislações, a fim de coibir instalações de empresas sem aporte financeiro para lidar com cenários como esse em Minas Gerais.

“Nossa questão é entender como uma indústria de determinado valor acaba com um rio. Eu vou fazer um cálculo para avaliar qual seria o valor de um rio. Estou melhorando o modelo para servir de base. Multa é diferente de reparação. O rio virou um canal. Como uma barragem pode fazer uma destruição tão grande? Se a empresa não tem dinheiro para cobrir um desastre, não deveria funcionar”. Alguns gastos são mensuráveis, outros não. “A parte tecnológica é até mais simples, mas o impacto social não tem como calcular”.

Agência Brasil

UNEB realiza 1º dia de provas do Vestibular 2018 com participação de 82% dos inscritos

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(foto: Cindi Rios/Ascom)

Na manhã deste domingo (17), candidatos participaram do primeiro dia de provas do Vestibular UNEB 2018. O clima registrado pela universidade foi de tranquilidade e segurança na capital e no interior do estado. Hoje foram aplicados os exames de língua portuguesa (incluindo literatura brasileira), língua estrangeira (inglês, espanhol ou francês) e ciências humanas (história, geografia e atualidades), além da redação.

Participaram deste primeiro dia 34.338 candidatos. O índice de abstenção registrado foi de 17,8% (7.457), significativamente inferior ao verificado em igual dia dos vestibulares anteriores: 2017.2 (29,7%) e 2016 (25,3%). Os candidatos tiveram 4h30 para concluir as provas e só puderam deixar os locais após 2h de exame. Aproximadamente 2.700 profissionais estão trabalhando para garantir a realização do certame.

As provas estão sendo aplicadas em 24 estabelecimentos da capital e 66 do interior do estado, contemplando as 24 cidades onde a universidade possui campus.

O reitor reeleito da UNEB, José Bites de Carvalho, e o pró-reitor de Administração (Proad) e vice-reitor eleito (2018 – 2021), Marcelo Ávila, desejaram êxito aos candidatos e acompanharam de perto a aplicação dos exames durante visitas aos Colégios Estaduais Luiz Viana (Brotas), Raphael Serravalle (Pituba), Vale dos Lagos (São Marcos) e Governador Lomanto Júnior (Itapuã), nesta manhã.

(foto: Cindi Rios/Ascom)

Concorrência

No Vestibular UNEB 2018, as graduações mais concorridas em Salvador foram Medicina – 1º semestre (475 candidatos/vaga), Medicina – 2º semestre (164 candidatos/vaga), Direito (107 candidatos/vaga), Nutrição (64 candidatos/vaga) e Fisioterapia (59 candidatos/vaga).

Já no interior, houve maior procura pelos cursos de Medicina Veterinária, em Barreiras (41 candidatos/vaga), de Direito nos campi de Paulo Afonso (24 candidatos/vaga), Juazeiro (24 candidatos/vaga) e Jacobina (21 candidatos/vaga), e de Enfermagem, em Guanambi (22 candidatos/vaga).

Nesta edição do vestibular, constam duas novas opções de cursos: Teatro (Senhor do Bonfim) e Engenharia de Minas (Caetité).

Provas seguem nesta segunda (18)

Amanhã (18), serão aplicadas as provas de matemática e ciências da natureza (física, química e biologia), com duração máxima de 4h, conforme estabelece o edital de convocação para os exames.

No Vestibular UNEB 2018, os candidatos concorrem a 4.069 vagas distribuídas em 145 opções de cursos de graduação presenciais, oferecidas nos campi de Salvador e outras 23 cidades baianas, com entrada para os semestres 2018.1 e 2018.2.

Por motivo de segurança, os gabaritos das provas dos dois dias do concurso só serão divulgados na próxima quarta-feira (20). O resultado final deverá ser publicado a partir do dia 18 de janeiro.

Ascom/UNEB

Encontro discute potencialidades turísticas no Vale do São Francisco

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(foto: divulgação)

O Rio São Francisco, vinícolas, agricultura irrigada, as ilhas e dunas são alguns dos atrativos dos municípios que integram o Território Sertão do São Francisco, no Norte da Bahia. E no I Encontro de Turismo do Vale do São Francisco, realizado nesta quarta-feira, 14, em Juazeiro, o foco foi discutir ações para dar mais visibilidade às potencialidades turísticas das cidades de Juazeiro, Sobradinho, Casa Nova, Curaçá, Sento Sé, Remanso e Campo Alegre de Lourdes.

Com o tema “A municipalização do turismo, oportunidade para o desenvolvimento municipal”, o evento foi realizado pela Câmara de Turismo do Vale do São Francisco Norte, em parceria com o Sebrae em Juazeiro e a Secretaria Estadual de Turismo. O presidente da Câmara, Luciano Correia, disse que a ideia é construir um diagnóstico de oferta, promoção e demanda turística, envolvendo o Ministério do Turismo, Estado e municípios. “A partir de 2018 vamos implementar ações focadas na regionalização do turismo. O primeiro passo é a formação do conselho municipal de turismo e, logo depois, a criação do plano municipal, que vai habilitar as cidades a serem beneficiadas pelos programas de turismo dos governos federal e estadual”, adiantou.

O gerente regional do Sebrae em Juazeiro, Carlos Cointeiro, destacou que a meta do encontro foi sensibilizar os gestores municipais e representantes, além de empresários, para criar ações de fortalecimento da atividade turística em cada cidade, levando em consideração suas particularidades, como história, cultura, culinária, religiosidade e belezas naturais.

“O Sebrae, em parceria com a Câmara, vai atuar junto aos empresários de micro e pequenas empresas do segmento, como restaurantes, hotéis e agências de turismo, a fim de qualificar esses empreendedores para que possam desempenhar suas atividades e melhor atender e servir aos consumidores, além de elevar o nível da oferta de produtos e serviços nos municípios”, explicou Cointeiro.

Ascom/Sebrae

Cesta básica tem variação de até 150% nos valores dos itens em Juazeiro e Petrolina

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(foto: divulgação)

O Colegiado de Economia da Facape divulgou, nesta quinta (14), o boletim mensal com a análise do valor da cesta básica de alimentação. Na comparação do mês de novembro com outubro, houve um aumento de 1,67% no custo dos itens, em Petrolina (PE). Já em Juazeiro (BA), o preço média da cesta básica caiu 1,6%. De acordo com o Colegiado, durante a pesquisa foi possível observar que os valores dos itens da cesta nos mercados de Petrolina e Juazeiro podem variar em até 150%.

Em média, a cesta básica em Petrolina apresentou um custo total de R$ 284,19, enquanto em Juazeiro, o valor ficou em R$ 294,43. Os produtos que tiveram preços mais elevados em relação ao boletim do mês de outubro foram o tomate, o açúcar e a banana; essa última apresentando alta há dois meses seguidos. O Colegiado analisa, ainda, que o volume de tomate no mercado está aumentando, apesar da baixa qualidade. No caso do açúcar, mesmo com a safra da região, em outros locais do país os preços nas usinas estão subindo, devido a expectativa de maior entressafra e fatores climáticos.

No ano de 2017, os cálculos indicam queda de 6,06% do valor da cesta básica em Juazeiro e de 12,06% em Petrolina. Segundo o relatório do Colegiado de Economia, “os esforços realizados para conter os aumentos de preços e o elevado número de desempregados devido à crise econômica nacional fazem com que os preços dos alimentos reduzam no ano”. O boletim aponta ainda que a crise e as políticas implementadas pelo Banco Central têm gerado efeito de reduzir os preços mas que, por outro lado, o aumento da oferta também contribui para o resultado atual.

De acordo com os cálculos do Colegiado, um trabalhador que recebe o sálario mínimo de R$ 937 gasta, em média, 31% de sua renda na compra dos produtos no Vale do São Francisco. O boletim conclui que, mesmo com algumas quedas nos valores, o consumidor ainda pode economizar realizando pesquisas de preços nos mercados. “Existem grandes diferenças entre o menor e o maior preço encontrado para todos os produtos, podendo superar os 150%”.

Confira a análise completa.

Ascom/Facape