Preto no Branco

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Jogador da Juazeirense morre após passar mal em treino

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(Foto: reprodução/redes sociais)

Um jogador da Sociedade Desportiva Juazeirense faleceu na tarde desta terça-feira (13).

Segundo informações da assessoria do time, o jogador ‘Danilinho’, que tinha 32 anos, passou mal durante o treino do clube juazeirense. Ele já havia treinado e estava agachado no campo observando os colegas de clube quando de repente caiu no gramado.

O jogador chegou a ser socorrido para um hospital da região, mas o óbito foi confirmado por volta das 17h30. Ainda de acordo com as informações, Danilinho sofreu uma arritmia seguida de parada cardíaca, mas a causa da morte ainda não foi divulgada oficialmente.

O atleta deixa um filho de 10 anos. A esposa do jogador já está em Juazeiro, mas ainda não há informações sobre o sepultamento.

Danilinho foi contratado em novembro de 2017 para a temporada 2018 da Sociedade Desportiva. O jogador era natural de Bauru-SP e tinha passagem por clubes como Chapecoense, Figueirense e Atlético-Go.

 

Da Redação

Distrito de Ouricuri em Casa Nova: Fé, festa, inaugurações e máquinas

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(foto: divulgação)

Os dois dias da festa do Ouricuri neste ano de 2018, antecedidos pela chuva esperada, foram de marcar a lembrança por muito tempo.

Todos na praça, lotada na sexta e no sábado até de manhã, dançaram e cantaram com o Trio Granah e Gilmar Silva, a Banda Brega e Vinho, Leno e Sérgio do Forró.

No sábado (10/02) o Prefeito Wilker Torres, acompanhado do Deputado Federal Bebeto Galvão (PSB), do vice-prefeito Dr. Carlos, do Presidente da Câmara Paulo Cesar, vereadores e secretários, inaugurou o calçamento, recebeu três retroescavadeiras e abriu oficialmente a festa, após a procissão e a missa festiva.

(foto: divulgação)

Ascom/PMCS

Polícia Federal apura elo entre bunker e desvios na Caixa Econômica

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(foto: Policia Federal/Divulgação)

A Polícia Federal investiga, no âmbito da Operação Tesouro Perdido, o elo entre o bunker dos R$ 51 milhões atribuídos aos irmãos Lúcio e Geddel Vieira Lima e supostos esquemas de corrupção na Caixa Econômica Federal. Os investigadores apreenderam atas da instituição na casa da mãe do ex-ministro, de acordo com relatório a que o Estado teve acesso.

O documento mostra que a Caixa liberou R$ 5,8 bilhões em créditos a empresas investigadas. Do total, R$ 4,4 bilhões foram destinados a empresas da holding J&F. A mãe do ex-ministro, Marluce Quadros Vieira Lima, também é uma das denunciadas na investigação.

A denúncia foi feita em dezembro de 2017 pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, no âmbito da Tesouro Perdido. Geddel, o deputado federal Lúcio Vieira Lima e o empresário Luiz Fernando Machado Costa Filho são acusados de associação criminosa e lavagem de dinheiro. Deles, a Procuradoria cobra R$ 51 milhões. A PF ainda investiga a origem do dinheiro. Um dos caminhos apontados pelos investigadores é o doleiro Lúcio Funaro, que revelou ter levado malas de dinheiro ao emedebista em voos a Salvador, que totalizaram R$ 20 milhões.

De acordo com as investigações, Funaro reconheceu, entre os R$ 51 milhões, maços de dinheiro de um banco ligado à J&F. “Lúcio Funaro informou que os valores envoltos em ligas, com um pedaço de papel onde havia impresso o valor constante do maço de dinheiro, era exatamente como retirava o dinheiro dos seus doleiros e repassava para Geddel”, afirmou a PF no relatório.

Funaro reconheceu ainda ter operado propinas a emedebistas relativas a negócios da Caixa Econômica Federal. Para a PF, Geddel agia na instituição financeira “para beneficiar empresas com liberações de créditos dentro de sua área de alçada e fornecia informações privilegiadas para os outros membros da organização criminosa que integrava”.

Atas
Para a PF, as atas da Caixa apreendidas na casa da mãe de Geddel apresentam “informações relevantes à investigação” sobre o bunker em Salvador. O relatório, assinado pelo agente Arnold Mascarenhas, destaca que foi feita uma análise sobre os documentos que levou em consideração investigações anteriores contra o emedebista. “Apesar de ocupar o cargo de vice-presidente de Pessoas Jurídicas da CEF entre abril de 2011 e agosto de 2013, o ex-ministro catalogou também as atas em que foram aprovadas operações com as empresas investigadas nos anos que sucederam a sua gestão”, concluiu.

Em uma das pastas encontradas, há a anotação: “Para a defesa”. Os agentes dizem entender que, apesar de encontrada na casa de Marluce, é “nítido” que os documentos são de Geddel. A PF destaca ainda que “dentre empréstimos, repactuações, e substituição de garantias, o valor global dos valores constantes nas atas encontradas” soma o montante de R$ 28,7 bilhões.

Beneficiada
O relatório identifica que a maior beneficiada entre as empresas encontradas nas atas apreendidas foi a empresa J&F Investimentos “Lembrando que este foi tão somente o valor aprovado no período em que Geddel Vieira Lima ocupava o cargo de vice-presidente”.

Em nota, a Caixa Econômica informou que está em “contato permanente com as autoridades, prestando irrestrita colaboração com os trabalhos”. Procurado, o advogado da família Vieira Lima, Gamil Föppel, não se manifestou. A J&F, através de sua assessoria, informou que vai se manifestar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão

Carnaval de Petrolina: do frevo ao samba, orquestras de chão fazem a folia no Polo 21 de Setembro

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(foto: divulgação/Jonas Santos)

No terceiro dia de Folia de Momo da Capital do Sertão pernambucano, as orquestras de chão trouxeram do frevo ao samba. Na noite desta segunda-feira (12), as troças, bloco e escola de samba, ditaram o passo pelas ruas da Petrolina Antiga até a Praça 21 de Setembro.

Partindo do Polo Matingueiros, a Bandinha do Chicão iniciou a folia em direção ao Polo 21 de Setembro. Em seguida, a orquestra de frevo Levanta a Poeira e a escola de samba Unidos da Ponte animaram os foliões de todas as idades.

A estudante baiana, Alana Brito, veio aproveitar com toda a família e se encantou com o que viu. “Eu estou gostando, achando tudo massa. Nunca tinha visto uma escola de samba antes. Achei bacana e diferente”, comenta.

Finalizando a programação das troças e blocos do dia, Os Brucutus e a orquestra A Rebarba trouxeram irreverência e animação ao Polo 21 de Setembro.

Programação desta terça-feira (13):
Polo Orla:
Samba de Mezza
Alan Cleber
Voa Voa
Jonathan Araújo

Polo Matingueiros:
Sambabtingo
Antony Sandey
Jam do Velho Chico
Sóda Solta
Dj Matinga

Coreto:
Orquestra de Frevo Aquarela
Ana Costa

Orquestras de Chão:
Orquestra de frevo Bandinha do Chicão
Orquestra de frevo A Rebarba
Orquestra Herói ou Malandro
Bloco Num Sei Pra Quê
Bloco A Rebarba

Ascom/PMP

Não adianta ser rico em país pobre, diz novo chefe do Bradesco

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(foto: reprodução)

O próximo presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Junior, disse que o banco terá de conviver com juros baixos daqui para frente. A informação foi publicada neste domingo em uma entrevista dada pelo executivo ao jornal Folha de S. Paulo.

“É lógico que os bancos têm um ganho importante com taxas de juros altas, mas não adianta ser uma empresa rica num país pobre”, afirmou Lazari Junior. “O sistema bancário dos países desenvolvidos opera com juros baixos. Os resultados são bons, dão retorno aos acionistas. Como eles fazem isso? O segredo é ampliar a base da pirâmide”, acrescentou o executivo.

Lazari Junior também enxerga que haverá em breve uma redução das taxas de juros cobras pelos bancos em várias modalidades de crédito. “Não tenho nenhuma dúvida de que vamos ver uma redução nos juros do crédito imobiliário e de outras modalidades no primeiro trimestre deste ano”, disse.

As declarações do próximo presidente do Bradesco contrastam com o recente balanço divulgado neste mês pelo banco. Apesar do lucro líquido recorrente de 19 bilhões de reais no ano passado, um aumento de 11% em relação a 2016, a carteira de crédito do banco em 2017 deu uma encolhida.

Em um ano, os empréstimos somaram 514,9 bilhões de reais, uma queda de 4,3%. A baixa, segundo o banco, foi motivada pela tomada de crédito por parte das empresas. Os empréstimos para esse público tiveram uma queda de 7,4% em um ano.

“Estamos prontos para emprestar e temos caixa para isso, mas precisa haver demanda”, afirmou Lazari Junior, ainda em entrevista a Folha de S. Paulo. “A recuperação é recente. As pessoas conseguiram emprego, mas ainda têm medo do que possa acontecer”, acrescentou o executivo do Bradesco, que projeta um crescimento de até 7% no crédito neste ano.

Lazari Junior foi apontado no dia 5 de fevereiro como o próximo presidente do Bradesco. O vice-presidente do banco sucederá no dia 12 de março a Luiz Carlos Trabuco, que permanecerá no Conselho de Administração da instituição financeira.

Dois dias depois de o Bradesco apontar o sucessor de Trabuco, o banco fez um aumento de capital de 8 bilhões de reais, com reservas de lucros e bonificações em ações. O capital total do banco saiu de 59,1 bilhões para 67,1 bilhões de reais. A proposta, que vista aumentar a liquidez das ações no mercado, ainda precisa ser aprovada em assembleia de acionistas.

Exame

TSE publica resolução que libera autofinanciamento de campanhas

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O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) publicou no início deste mês a íntegra da resolução que permite aos candidatos financiarem 100% de suas próprias campanhas.

Caso o tribunal não reveja essa decisão até 5 de março, data limite para que publique todas as regras definitivas das eleições de 2018, candidatos com renda e patrimônio elevados levarão grande vantagem sobre os demais.

Um político rico que queira disputar a Câmara dos Deputados, por exemplo, poderá bancar do próprio bolso todo o limite que pode gastar, que é de R$ 2,5 milhões.

Concorrentes que não tenham essa condição contarão apenas com o dinheiro público para campanhas -cuja divisão será definida pelas cúpulas partidárias- e com doações de pessoas físicas, limitadas a 10% do rendimento.

Em 2016, por exemplo, João Doria (PSDB), cujo patrimônio declarado era de R$ 180 milhões, injetou R$ 4,44 milhões do próprio bolso em sua campanha (36% do total de suas receitas) à Prefeitura de São Paulo. Ele foi eleito em primeiro turno.

Nas eleições de 2014, os 513 deputados federais eleitos declararam patrimônio médio de R$ 2,5 milhões, exatamente o teto de gastos definido para as eleições de outubro.

Pelo texto completo da resolução aprovada em dezembro, mas só agora publicada, “o candidato poderá usar recursos próprios em sua campanha até o limite de gastos estabelecido para o cargo ao qual concorre.”

Para 2018, os limites de gasto por cargo vão de R$ 1 milhão (candidatos a deputado estadual ou distrital) a R$ 70 milhões (candidatos à Presidência da República). Essas serão as primeiras eleições gerais sem a possibilidade de financiamento das empresas, até então as maiores financiadoras do mundo político.

CONTROVÉRSIA

O autofinanciamento é tema polêmico e pode não ser definido nem mesmo no dia 5, já que qualquer que seja a posição do TSE, há tendência de que o Supremo Tribunal Federal seja acionado para dar a palavra final.

Isso porque a definição sobre o assunto foi fruto de muita controvérsia no Congresso durante a votação da reforma política, em 2017, e no Executivo, o que resultou na atual indefinição.

Em um primeiro momento, o relator da reforma política, o deputado federal Vicente Cândido (PT-SP), apresentou texto proibindo completamente o autofinanciamento.

Diante das residências, tentou-se impor limites, que variaram muito durante as discussões. No final da tramitação acabou sendo aprovada regra que proibia os candidatos de injetar mais do que 10% de seus rendimentos na campanha ?a mesma aplicada às doações de pessoas físicas.

O presidente Michel Temer vetou, entretanto, a medida. Tudo isso ocorreu no prazo limite para que as regras valessem nas eleições de outubro -um ano antes da disputa.

Meses depois o Congresso derrubou o veto de Temer, retomando a limitação de 10% da renda. Como isso ocorreu a menos de um ano da disputa, criou-se a dúvida jurídica sobre o que valerá de fato, se o limite mais restrito ou se a possibilidade de financiamento de 100% das campanhas.

O desequilíbrio na disputa foi o principal argumento usado pelos STF em 2015 para acabar com a possibilidade de empresas doarem a políticos.

No ano anterior, 70% de todo o dinheiro gasto na campanha tinha como origem grandes bancos, empreiteiras e assemelhados, com destaque para a campeã JBS -R$ 391 milhões, em valores da época. Em 2017, a empresa fechou delação premiada em que afirma ter subornado 1.828 políticos eleitos.

Folha Press

Barroso suspende pagamento de auxílio-saúde e auxílio aperfeiçoamento a membros do MP

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(foto: reprodução)

O pagamento de auxilio-saúde e auxilio aperfeiçoamento profissional, concedido aos membros do Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG), foi suspenso por uma liminar do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido foi feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em uma ação direta de inconstitucionalidade.

A PGR sustenta que a norma que garante o pagamento dos benefícios é inconstitucional, uma vez que não há caráter indenizatório nos pagamentos. Somente o auxílio-saúde corresponde a 10% do salário do promotor. Em sua decisão, o ministro Luís Roberto Barroso conclui que os auxílios, criados pelo Estado de Minas Gerais em 2014, não se enquadram nas regras constitucionais de fixação do subsídio, no qual são incluídos todos os valores pagos ao servidor com natureza remuneratória, excetuados aqueles enquadrados como verbas indenizatórias.

“Tanto no que diz respeito ao ‘auxílio ao aperfeiçoamento profissional’, como no que se relaciona ao ‘auxílio saúde’, não há qualquer nexo causal direto entre o cargo e a vantagem, na medida em que tais gastos assumem caráter indireto e subsidiário ao exercício da função”, diz Barroso. A liminar ainda deve ser analisada pelo plenário do STF.

O ministro entendeu que a manutenção dos pagamentos podem causar danos aos cofres públicos e que os auxílios são um “descrédito ao modelo constitucional de remuneração por meio de subsídio”, e sua existência representaria a continuidade de um sistema indevido de vantagens inconstitucionais.

Bahia Notícias

Brasil não irá proibir o ingresso de venezuelanos, garante Temer

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(foto: reprodução/G1)

Durante viagem a Roraima nesta segunda-feira, 12, o presidente Michel Temer mencionou a possibilidade de enviar venezuelanos que entraram no Estado para o restante do Brasil. Segundo ele, a chamada “interiorização” poderia “diluir a entrada” dos imigrantes.

Embora não tenha mencionado no discurso desta segunda, o governo avalia desde a semana passada realocar cerca de mil venezuelanos pelos Estados de São Paulo, Paraná, Amazonas e Mato Grosso.

No discurso, Temer lembrou ainda que sempre falou, inclusive em discurso na ONU, que não vai proibir a entrada de estrangeiros refugiados no País. Ele afirmou que o governo vai trabalhar para “ordenar” a entrada dos imigrantes. Para isso, o presidente anunciou nesta segunda que criará uma coordenação federal em conjunto com o Estado para tentar resolver a situação.

Estadão

Protocolo de intenções pelo Rio São Francisco é assinado pela SEMA e CBHSF

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Vista do Rio São Francisco da cidade de Casa Nova. Foto: Elói Corrêa/GOVBA

(foto: reprodução/GovBA)

A Secretaria Estadual do Meio Ambiente e o Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco (CBHSF) assinaram um protocolo de intenções para a implantação de ações de interface entre o Plano de Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (PRH-SF) 2016-2025, elaborado pelo Comitê, e o Plano Novo Chico (PNC-Bahia), elaborado pelo Governo da Bahia.

O secretário do Meio Ambiente, Geraldo Reis, afirmou que a ação significa o início de um “pacto das águas”, que é compatibilizar o plano de dimensão nacional com as ações planejadas pelo Estado. “A assinatura simboliza o grande esforço do Governo da Bahia, sob a coordenação da Casa Civil, e a disposição para avançar na parceria para que, de fato, o gerenciamento dos recursos hídricos do Rio São Francisco seja racional, com diálogo e debate na interface com outros Estados. Somente a convergência de esforços e recursos podem tornar reais os planos de gestão”, afirmou o gestor estadual.

O presidente do CBHSF, Anivaldo Miranda, completou que o protocolo abre portas para ações concretas conjuntas do Comitê e do Governo da Bahia. “Os demais Estados brasileiros que integram a Bacia do São Francisco olham para a Bahia, que é o primeiro Estado a assinar o protocolo e será exemplo para o Brasil. A partir desse documento, criamos as condições jurídicas e práticas para a cooperação e a parceria”.

A promotora Luciana Khoury, da Promotoria Regional Ambiental de Paulo Afonso (MP-BA) e do Núcleo de Defesa da Bacia do São Francisco (NUSF/MP), comemorou a assinatura do documento: “Com muita confiança nos atores aqui presentes e no novo secretário do Meio Ambiente, acredito que esse protocolo resultará em muitas parcerias para ações práticas na bacia”.

Bahia.Ba