Preto no Branco

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Policial que matou George Floyd é preso nos EUA

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O policial Derek Chauvin, demitido após ser flagrado asfixiando até a morte George Floyd em Minneapolis (Estados Unidos), foi detido nesta sexta-feira (29). As informações são do G1.

A morte de Floyd, que é negro, por um policial branco gerou revolta em partes do Estado Unidos. Em Minneapolis, local onde ocorreu a morte, manifestantes revoltados incendiaram prédios e carros.

De acordo com a emissora CBS, Chauvin atuava na polícia de Minneapolis há 19 anos. Ele ainda não foi formalmente acusado. Segundo a emissora norte-americana CNN, o policial tinha 18 denúncias contra ele na corporação.

Governo Bolsonaro quer modelo Trump de regras para redes sociais, diz assessor do Planalto

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Auxiliares do presidente Jair Bolsonaro dizem que o governo estuda editar normas nos moldes do ato publicado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta quinta-feira (28), equivalente a um decreto no Brasil, que reduz proteções legais de empresas de tecnologia, como Twitter, Google e Facebook.

O assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Filipe Martins, afirmou em mensagem nas redes sociais que o ato assinado por Trump é uma “medida executiva contra a censura nas redes sociais” e por isso é “tão importante”.

“O governo brasileiro está estudando essa medida e buscará implementar, pelas vias cabíveis, normas similares para garantir a liberdade nas redes”, escreveu Martins na noite desta quinta.

A medida é defendida por integrantes do governo e parlamentares da ala considerada ideológica. Nesta quinta, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, também compartilhou nas suas redes sociais a notícia sobre o ato de Trump e escreveu: “inspiração para o Brasil”.

De acordo com integrantes do governo, na reunião ministerial de quarta (27), Bolsonaro mencionou que o presidente norte-americano estudava alterar regras sobre as empresas de mídias sociais e que os ministros deveriam observar o desenrolar do processo nos EUA para que servisse de molde para o Brasil.

A medida assinada por Trump altera a Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações, que oferece às empresas imunidade sobre o conteúdo veiculado por seus usuários e as protege de ações judiciais. Essa norma dá o poder de moderação às empresas e estipula que elas não são responsáveis por comentários que as pessoas publicam em suas plataformas.

O decreto desta quinta instrui o Departamento de Comércio a solicitar à FCC (Comissão Federal de Comunicações) que estabeleça um processo de elaboração de regras para esclarecer o escopo da Seção 230.

Também possibilita a criação de uma ferramenta para que usuários registrem conteúdos que julguem ter sido censurados por viés político nas plataformas. De acordo com o jornal The Wall Street Journal, especialistas dizem que a FCC não tem autoridade legal para fazer cumprir a Seção 230. Ajit Pai, que preside a comissão, disse que ela “analisará cuidadosamente qualquer petição por regulamentação apresentada pelo Departamento de Comércio”.

“Estamos aqui hoje para defender a liberdade de expressão de um dos maiores perigos”, disse Trump a repórteres antes de assinar o documento, de acordo com a imprensa americana. Na quarta-feira, o presidente norte-americano havia ameaçado regulamentar ou fechar as companhias de mídia social por supostamente sufocarem as vozes conservadoras.

A reação veio um dia após o Twitter advertir os usuários sobre a veracidade de publicações do presidente. Pela primeira vez, a empresa anexou um rótulo de verificação nos tuítes de Trump, recomendando que os leitores verificassem a procedência das afirmações.

A prática -intensificada durante a pandemia de coronavírus- foi adotada para conter o espalhamento de desinformação na plataforma. A advertência em tuítes encaminha os usuários a páginas com notícias e artigos de checagem de fatos.

No tuíte questionado, Trump escreveu que as cédulas por correio resultariam em “eleições fraudadas” e citou o governador da Califórnia, o democrata Gavin Newsom, para criticar o método, embora outros estados também tenham utilizado votos por correio em suas prévias.

No Twitter, o assessor de Bolsonaro Filipe Martins escreveu que as empresas devem pautar “sua atuação de acordo com os imperativos da responsabilidade contraída”. “As redes sociais são serviços de utilidade pública e, desta forma, devem pautar sua atuação no respeito às liberdades fundamentais, à privacidade de seus usuários e, sobretudo, à não-interferência no debate político doméstico de cada país, que deve ser livre e espontâneo”, escreveu Martins.

Aliados de Bolsonaro reclamam de serem perseguidos nas redes sociais por suas visões ideológicas. O debate se ampliou com o avanço do inquérito relatado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que mira a disseminação de notícias falsas contra integrantes da corte.

Nesta semana, por ordem de Moraes, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão contra políticos, blogueiros e empresários bolsonaristas suspeitos de financiar ou de disseminar fake news. Aliados do presidente e ele próprio condenaram a atitude, que, para eles, afronta a liberdade de expressão.

Como Trump, Bolsonaro também já esteve na mira de companhias de mídias sociais.
Em 29 de março, o Twitter apagou duas publicações da conta de Bolsonaro por violarem regras da empresa. Nas mensagens, o presidente conversava com ambulantes e estimulava a reabertura de comércios, indo contra a orientação da OMS (Organização Mundial de Saúde).

Presidente da Safernet, entidade que visa promover os direitos humanos na internet, Thiago Tavares, diz que uma medida nos moldes da de Trump não seria cabível no Brasil. “Seria flagrantemente inconstitucional”, avalia.

Segundo Tavares, seria necessário alterar o marco civil da internet, que estabelece as condições para responsabilização das plataformas. “O Marco Civil da Internet só pode ser modificado pelo Congresso Nacional, ou por meio de alguma decisão do STF que venha declarar a inconstitucionalidade de alguns artigos”, explica.

Para o presidente da Safernet, o decreto de Trump tenta impedir que as empresas de mídias sociais apliquem suas políticas de combate à desinformação. “Ou seja: o decreto do Trump promove um faroeste digital, uma guerrilha eletrônica em pleno ano eleitoral”, diz.

Folhapress

Trump anuncia rompimento de relações com a OMS

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Um anúncio que surpreendeu o mundo. Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, anunciou nesta sexta-feira (29),que rompeu relações com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

De acordo com Trump, a verba que o país destinava para a entidade será voltada para outras fundações.

O EUA é o epicentro da pandemia do novo coronavírus. O país se tornou  nesta semana o primeiro no mundo a anunciar mais de 100 mil mortes por infecções. Já foram diagnosticados mais de 1,7 milhão de casos até o momento.

Da Redação

Aras é nome forte para eventual terceira vaga no Supremo, diz Bolsonaro

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou na noite desta quinta (28) que o procurador-geral da República, Augusto Aras, hoje responsável por investigações que atingem o chefe do Executivo, é um nome forte a ser indicado por ele para disputar uma possível terceira vaga no STF (Supremo Tribunal Federal).

“Se aparecer uma terceira vaga -espero que ninguém desapareça-, mas o Augusto Aras entra fortemente na terceira vaga”, afirmou Bolsonaro, que emendou sua live semanal com uma entrevista à Rádio Jovem Pan, também transmitida em suas redes sociais.

Os ministros Celso de Mello e Marco Aurélio terão aposentadoria compulsória do atual mandato de Bolsonaro e devem ser substituídos por nomes indicados pelo atual presidente -em novembro deste ano e em 2021, respectivamente. Uma terceira vaga surgiria no caso de reeleição ou de saída não programada de algum integrante da corte hoje, por exemplo.

Bolsonaro descartou a indicação de Aras para uma das duas primeiras vagas, mas acenou para ele como uma possibilidade futura. Aras foi escolhido para a PGR por Bolsonaro e tem adotado posicionamentos favoráveis ao presidente.

“O senhor Augusto Aras, nestas duas [primeiras] vagas, não está previsto o nome dele. Eu costumo dizer que tenho três nomes e não vou revelar quem eu namoro para indicar para o STF”, disse Bolsonaro.

Ele reafirmou que um deles será evangélico. “É um compromisso que tenho com a bancada evangélica. Alguns criticam dizendo que está confundindo aí com religião. Não tem nada a ver”, afirmou o presidente. “Agora, uma pitada de religiosidade é muito bem-vinda. Tem pauta lá que faltou, no meu entender, um ministro defender à luz da sua crença. Por que não?”

Bolsonaro citou, então, seu atual ministro da Justiça, André Mendonça, que é evangélico e já vinha sendo cotado. O presidente já havia encerrado sua resposta, e voltou ao tema para falar de Aras. “Se aparecer uma terceira vaga -espero que ninguém desapareça-, mas o Augusto Aras entra fortemente na terceira vaga”, completou Bolsonaro.

Na transmissão, o presidente também falou pela primeira vez da negociação de cargos que passou a fazer com o centrão, contrariando o toma lá, dá cá que condenou na campanha de 2018. Bolsonaro disse que “a imprensa sempre reclamou de mim que eu não tinha diálogo, eu não conseguia atingir a governabilidade” e que, por isso, procurou o centrão, grupo conhecido por dar apoio ao presidente de ocasião em troca de cargos.

“Sim, alguns querem cargos. Não vou negar isso daí. Alguns, não são todos. Agora, em nenhum momento nós oferecemos ou eles pediram ministérios, estatais ou bancos oficiais”, afirmou o presidente. Bolsonaro admitiu ainda que as negociações envolvem as eleições de 2022.

“Nós trocamos algum cargo neste sentido, atendemos, sim, alguns partidos neste sentido, conversamos sobre eleições de 2022. Se eu estiver bem em 2022, há interesse de alguns parlamentares desses estados em ter o seu respectivo candidato a governo, se eu poderia entrar neste acordo em alguns estados do Brasil”, disse Bolsonaro.

O presidente justificou o acordo eleitoral afirmando que, em estados da região Nordeste, o PT é forte e candidatos precisarão de sua ajuda. “Há estados que, nós sabemos aqui, eu não vou ter poder para eleger uma pessoa indicada por nós lá e conversamos: ‘olha, eu apoio, neste estado aqui, qual o perfil do seu governador? É este’. Tudo bem. Se eu estiver bem, se eu vier candidato à reeleição, tudo bem”, disse Bolsonaro.

“Tem estado do Nordeste, em especial, que o PT está forte. Você pega quase todos os estados, o PT é muito forte e para derrotá-los você tem que somar todas as forças do outro lado. E, para mim, com todo respeito que eu tenho ao Parlamento brasileiro, eu prefiro deputados destes outros partidos do que do PT”, afirmou.

Ministros que se aposentam no Governo Bolsonaro

Celso de Mello
Decano do Supremo, foi indicado por Sarney em 1989. Sua aposentadoria compulsória ocorre em 1°.nov.2020, quando completa 75 anos

Marco Aurélio
Indicado por Collor em 1990, aposenta-se em 12.jul.2021, se mantidos os 75 anos como idade compulsória para aposentadoria no serviço público

Folhapress

Senado aprova projeto que abre crédito de até R$ 100 mil para profissionais liberais

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Em sessão remota nesta quinta-feira (28), o Plenário do Senado aprovou o projeto que abre linha de crédito especial para profissionais liberais durante a pandemia do coronavírus (PL 2.424/2020). Do senador Eduardo Girão (Podemos-CE), o projeto foi aprovado na forma do substitutivo apresentado pelo relator, senador Omar Aziz (PSD-AM), e segue agora para a análise da Câmara dos Deputados.

Segundo Eduardo Girão, o mundo inteiro já sente os enormes estragos sanitários e econômicos que têm sido propagados em virtude da pandemia do coronavírus. Ele disse que o cenário atual torna especialmente vulneráveis os profissionais liberais, que não têm salários fixos e que, “com a paralisação da economia e incapazes de exercer suas atividades, veem-se subitamente sem quaisquer receitas”. Por isso, acrescentou o autor, o projeto se mostra tão importante.

“É extremamente importante uma deliberação rápida dessa matéria. Muitos desses profissionais não estão tendo uma condição mínima de sustentação”, afirmou o autor.

O relator elogiou a iniciativa de Girão e destacou que uma infinidade de pequenos consultórios, principalmente de dentistas, foi obrigada a cancelar consultas, cirurgias e procedimentos diversos, em muitos casos reduzindo drasticamente a única fonte de renda desses profissionais. Omar Aziz ressaltou que o texto abarca tanto profissionais liberais de nível técnico como de nível superior.

“É urgente que o Estado propicie recursos específicos para atender essa parcela relevante da população brasileira”, argumentou.

Substitutivo
Foram apresentadas 20 emendas, das quais o relator acatou sete de forma parcial. Conforme o substitutivo, o programa de crédito previsto no projeto passa a incorporar o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). Com isso, a linha de crédito passa a contar com a garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO).

“As instituições financeiras aderentes ao programa efetuarão empréstimos a partir de recursos próprios, que entendemos ser mais viável politicamente para concretizar o direcionamento emergencial de crédito a profissionais liberais”, declarou Omar Aziz.

O substitutivo define o limite de financiamento em R$ 100 mil por beneficiário, contra os R$ 50 mil previstos no texto original. O relator acatou emenda para ampliar o prazo de reembolso, que passou de 24 para 36 meses, sendo 8 meses para carência. A linha de crédito estará disponível por até seis meses depois da publicação da lei. Pelo substitutivo, a taxa de juros anual máxima será igual à taxa do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic), acrescida de 5%. O texto original previa taxa efetiva de juros de 2,5% ao ano.

Omar Aziz ainda incluiu no texto final a criação de um conselho de participação em operações de crédito educativo, que terá sua composição e competências estabelecidas em ato do Executivo. Ele acrescentou que o governo já sinalizou que poderá fazer um aporte extra de R$ 3 bilhões para viabilizar as linhas de crédito para os profissionais liberais, sem prejudicar as operações para pequenas empresas.

Elogios
O líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), elogiou a atuação do autor e do relator na “construção coletiva” do texto do substitutivo. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) classificou o projeto como fundamental para os profissionais liberais, enquanto Eduardo Braga (MDB-AM) destacou o trabalho “em defesa dos trabalhadores”. O senador Ângelo Coronel (PSD-BA) lembrou que o Senado já atendeu as pequenas empresas e não poderia deixar de dar atenção aos profissionais liberais.

Os senadores Alvaro Dias (Podemos-PR), Izalci Lucas (PSDB-DF), Kátia Abreu (PP-TO), Jean Paulo Prates (PT-RN) e Rodrigo Pacheco (DEM-MG) também elogiaram o trabalho do autor e do relator da matéria.

“É disto que o Brasil precisa: de pacificação e de boas ideias. É um projeto importante e de grande alcance”, afirmou Rodrigo Pacheco.
Agência Senado

Rui sanciona lei que pune fake news relacionada a pandemias

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O governador Rui Costa (PT) sancionou, na noite desta quinta-feira (28), a lei aprovada na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) na última sexta-feira (22), que pune com multa a criação e disseminação de fake news (notícia falsa) sobre epidemias, endemias e pandemias. A multa poderá variar entre R$ 5 mil e R$ 20 mil.

Durante transmissão nas redes sociais nesta noite, o petista aproveitou a oportunidade do anúncio da sanção da lei para parabenizar o Supremo Tribunal Federal (STF), pelo inquérito que investiga fake news. Nesta quarta-feira (27), personalidades bolsonaristas foram alvo da operação.

“Parabéns ao Supremo Tribunal Federal por ter tido cuidado de investigar quem fabrica notícia falsa. Notícia falsa mata”, disse o governador.

De acordo com a lei, a punição poderá ser aplicada para quem elaborar, divulgar e utilizar softwares ou outros mecanismos para compartilhamento em massa de fake news. Os valores da multa serão usados no combate à pandemia.

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) receberá as denúncias, e os responsáveis poderão responder, além das ações indenizatórias, pelo crime de criação e compartilhamento de calúnias e mentiras.

BNews

Sobradinho: sobe para 24 o número de casos confirmados de covid 19; são dois óbitos

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A Prefeitura de Sobradinho, através da Secretaria de Saúde, divulgou nesta quinta-feira (28), a atualização do Boletim Epidemiológico, com mais 06 casos confirmados de covid 19, e um óbito. Com o novo registro, o município totaliza 24 casos confirmados do novo Coronavírus, e dois óbitos.

Os seis novos casos confirmados são de um homem de 50 anos, uma idosa de 75 anos, dois idosos de 76 e 86 anos e uma mulher de 51 anos, todos diagnosticados através de teste rápido domiciliar.

O sexto caso é de um homem, de 33 anos, que realizou o teste rápido em um laboratório particular.

Já declarada a transmissão comunitária no município, pela Vigilância epidemiológica, os bairros e quadras com casos da doença, são: Bairro Santana, Portelinha, Quadras S19, S21, S13, S09, N18, N16, do bairro São Joaquim, Loteamento Paulo Pacheco e Quadras 1 e 2 do Bairro São Francisco.

A Secretaria de Saúde alerta a comunidade para manter todas as medidas preventivas, como o distanciamento social, o uso de máscaras e a higienização das mãos.

Ascom PMS

Prefeitura realiza mais de 500 testes rápidos e confirma 4 casos positivos da covid-19

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Em mais um dia de intensificação de testes rápidos, a Prefeitura de Petrolina testou 519 pessoas para o novo coronavírus (covid-19) e confirmou 4 novos casos da doença, nesta quinta-feira (28).

Do Laboratório Central de Pernambuco (Lacen-PE), o município recebeu apenas um exame positivo. Foram confirmados por testes rápidos 2 homens de 41 e 49 anos e 2 mulheres  de 41 e 45 anos, enquanto o paciente positivado após análise laboratorial é um homem de 32 anos, que está em isolamento domiciliar.

Com isso, o total de casos subiu para 233. São 168 casos confirmados através de testes rápidos feitos pela prefeitura e 65 diagnosticados através de exame laboratorial. As curas clínicas aumentaram para 94. Sete mortes foram registradas.

Hospital de campanha

Também nesta quinta-feira, o hospital de campanha da prefeitura recebeu mais dois pacientes: duas mulheres – de 78 e 88 anos. De acordo com a direção médica da unidade, elas ainda são suspeitas de contágio pelo novo coronavírus e aguardam o resultado de exames. A paciente de 78 anos foi atendida numa Unidades Básicas de Saúde (UBS) com quadro de tosse seca associada a calafrios, enquanto a mulher de 88 anos passou pelo posto de saúde com tosse seca associada a calafrios e dores no corpo.  O estado de saúde delas é estável.

O primeiro paciente que deu entrada no hospital de campanha na última terça-feira (26) segue com manutenção da estabilidade clínica, em bom estado de saúde.

SRAG

O boletim com casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) segue sem alterações nas últimas 24 horas. São 60 casos em investigação, enquanto 30 já foram descartados. Confirmados somam 9 casos, além de 1 óbito.

Ascom Prefeitura de Petrolina

Compras com auxílio emergencial poderão ser pagas via celular

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A partir de amanhã (29), os beneficiários do auxílio emergencial de R$ 600 – R$ 1,2 mil para mães solteiras – poderão pagar compras em cerca de 3 milhões de estabelecimentos comerciais em todo o país por meio do celular. A Caixa Econômica Federal está liberando uma atualização do aplicativo Caixa Tem que permite o pagamento por meio de código QR (uma forma mais avançada do código de barras que pode ser lido por câmeras de celulares).

Segundo o vice-presidente de tecnologia do banco, Cláudio Salituro, a ferramenta foi desenvolvida em dez dias. A novidade estará disponível nos estabelecimentos com maquininhas da bandeira Elo. O banco informou que maquininhas de outras bandeiras poderão aderir livremente à novidade.

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que a grande vantagem da ferramenta consiste em diminuir a necessidade de saques em espécie do auxílio emergencial, reduzindo as filas nas agências. “Não precisa sacar. Basta movimentar o dinheiro de forma digital para fazer as compras”, declarou.

Passo a passo

Primeiramente, o usuário poderá acessar o aplicativo Caixa Tem, usado para movimentar as contas poupança digitais criadas pelo banco, e escolher a opção pagar na maquininha. Em seguida, a câmera do celular automaticamente abrirá. O usuário deverá apontá-la para o código QR que aparecerá na maquininha, conferir o valor da compra a apertar o botão confirmar na tela do celular.

Em seguida, a maquininha do cartão imprimirá o recibo dizendo que a compra foi efetuada. Uma via ficará com o estabelecimento. O cliente só pega a via dele se quiser. Isso porque o aplicativo Caixa Tem armazenará cada compra, permitindo a conferência do saldo.

“É muito simples e muito fácil de fazer”, disse Salituro. Ele acrescentou que o processo ajudará no combate à pandemia de coronavírus, à medida que o beneficiário do auxílio emergencial não precisará tocar na maquininha nem digitar senhas. “O processo é seguro e sem contato físico com a maquininha”, destacou.

A Caixa começa a liberar hoje a atualização do aplicativo Caixa Tem para celulares com o sistema Android. Para celulares da Apple, com o sistema iOS, a atualização que permite o pagamento com código QR será liberada até sábado (30).

Balanço

O banco apresentou um balanço da movimentação das contas poupança digitais. Ontem (27), o aplicativo Caixa Tem registrou 2,1 milhões de transações digitais, num total de R$ 647,4 milhões. Até agora, o aplicativo permitia o pagamento de boletos bancários, de contas domésticas (água, luz, telefone e gás) e de compras em sites parceiros. Com a nova ferramenta, será possível usar o aplicativo para compras nos próprios estabelecimentos.

Agência Brasil