Preto no Branco

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“Não procede”: CPR-N da Polícia Militar esclarece que é falsa a informação de que policiais que vão atuar no carnaval de Juazeiro estejam proibidos de usar o colete balístico

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Após circular uma informação da Aspra Bahia sobre uma suposta proibição do uso do colete balístico para os policiais militares que vão prestar serviço no carnaval de Juazeiro, feita pelo CPR-N da PM, a corporação enviou ao PNB uma nota esclarecendo que não existe essa determinação.

“Trata-se de uma informação inverídica”, disse a nota da PM, que ainda esclareceu: “Em nenhum momento ocorreu essa proibição, e conforme foi avisado aos Comandantes de Unidades, com bastante antecedência, o PM de serviço nos Carnavais do Norte do Estado, pode utilizar tanto o padrão de colete balístico marrom quanto o caqui, pois a segurança e bem-estar do efetivo é nossa maior PRIORIDADE!”

O PNB também conversou com o Comandante Coronel Valter Araújo. Ele disse que “após tomar conhecimento da circulação desse falso informe, entrou em contato com os Representantes da ASPRA ESTADUAL e ASPRA LOCAL, os quais foram informados da situação e parabenizaram o trabalho da PM durante as festividades”.

 

Redação PNB

“Venham na paz, aproveitem, brinquem, tudo com muita harmonia e sentimentos positivos”: Prefeita Suzana Ramos convida para o Carnaval de Juazeiro, que começa nesta sexta-feira (3)

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O carnaval antecipado mais aguardado do interior da Bahia começa nesta sexta-feira (03) em Juazeiro. Com o tema ‘Carnaval de Todos’, a festa traz mais de 30 atrações locais e nacionais para fazer a alegria dos foliões, até o dia 05 de fevereiro, nos circuitos, palcos e polo do evento. A abertura oficial da festa será feita pela prefeita Suzana Ramos com a entrega da chave da cidade ao Rei Momo, às 20h30 desta sexta, no circuito Manuca Almeida (Orla I), nas imediações dos camarotes, no pranchão comandado pelo cantor Dudu Almeida.

A prefeita Suzana Ramos destaca que o objetivo da gestão municipal é realizar uma festa inclusiva e democrática. “Hoje vamos abrir oficialmente a festa mais tradicional de Juazeiro, entregando a chave da cidade ao Rei Momo e sua corte. Como o próprio tema escolhido para a festa já diz, será um Carnaval para todos, uma festa democrática, cheia de alegria e com a cara do nosso povo. Estamos devolvendo aos juazeirenses a sua festa mais tradicional, sem privatizações. Com certeza será uma festa linda, com espaços para todos os públicos e idades. Venham na paz, aproveitem, brinquem, tudo com muita harmonia e sentimentos positivos”, destaca a gestora.

Estrutura

A festa vai acontecer em dois circuitos: Ivete Sangalo (Av. Adolfo Viana) e Manuca Almeida (Orla I), circuitos que recebem os trios elétricos, pranchões e blocos, sendo que o circuito Manuca Almeida vai contar com o palco intitulado Dennes Caffé, em homenagem ao cantor juazeirense que faleceu de forma precoce recentemente, onde atrações regionais e locais vão se apresentar entre a passagem dos trios elétricos.

Além dos dois circuitos, o ‘Carnaval de Todos’ vai contar ainda com o Polo João Gilberto (Orla II), que terá uma programação voltada para as famílias, nos três dias de festa, a partir das 17h, com foco no resgate cultural da festa, dos blocos tradicionais, onde os foliões podem se fantasiar e viver a magia completa dos antigos Carnavais.

Integram a programação do Polo os seguintes eventos: na sexta-feira (03) um tributo ao Axé Music, no sábado (04) o Baile da Saudade para a melhor idade, e no domingo (05) um dia voltado para a criançada, com palhaços e muita brincadeira. O Polo João Gilberto também contará com um palco que recebe o nome do renomado artista plástico e juazeirense, Parlim; um grande parque de diversões que já esteve presente em grandes eventos nacionais; a Tenda da Educação e ainda uma feira de empreendedorismo feminino.

Atrações

O Carnaval de Juazeiro vai trazer atrações consagradas do Axé Music, como: Luiz Caldas, Timbalada, Psirico, Araketu, Cheiro de Amor, Chiclete com Banana, Edcity, Lincoln e Duas Medidas, Robyssão, La Fúria, Alexandre Peixe, Ricardo Chaves, além é claro dos artistas locais e regionais, prata da casa: Alan Cleber, Dan Jamaica, Fabiana Santiago, Matheus Torres, Banda Mirage, Mari Ribeiro, Patuka e Banda, e muitos outros. Serão mais de 10 atrações por noite de festa.

Blocos

O Carnaval de Todos vai trazer de volta também a alegria dos blocos, batucadas e escolas de samba que prometem levar muita alegria por onde passarem. Eles começam a desfilar nesta sexta-feira e seguem até o domingo.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

SEXTA-FEIRA (03-02)

19h – Alan Cleber

19h30min – Dudu Almeida

20h30min – Xandão

21h – Cheiro de Amor

21h30min- Timbalada

22h – Raissa Barcelar

22h30h – Alexandre Peixe

23h – Dan Jamaica

00h – Edcity

00h30min – Matheus Torres

SÁBADO (04-02)

19h – Pagode 874

20h – Chiclete com Banana

20h30min – Robyssão

21h30min – Banda Mirage

22h30min – Luiz Caldas

23h30min – Mari Ribeiro

00h30min – Pedro Cavalcanti

01h – La Fúria

DOMINGO: (05-02)

19h – Voa Voa

20h – Tributo a Dennes Caffé

21h – Araketu

21h30min – Lincoln Senna

22h30min – Cristian Marques

23h – Ricardo Chaves

23h30min – Patuka e banda

00h – Rodrigão

01h – Psirico

PALCO DENNES CAFFÉ (ORLA I)

SEXTA-FEIRA (03-02)

20h – Oz Bonitinhos do Pagode

22h – Pagode do Nego

00h – Mel Rios

02h – Donna do Groove

SÁBADO (04-02)

18h – Banda Pimenta Elétrica

20h – Rubinho Alteração

22h – Dali Samba

00h – Tom Bahia

02h – Banda Senegal

DOMINGO (05-02)

20h – Peu Lucas

22h – Trio Granah

00h – Precep’s Samba

02h – Samba de Mesa

PALCO PARLIM (ORLA II)

SEXTA-FEIRA (03-02)

18:30h – Manassés e Banda

20:00h – Fabiana Santiago

21:30h – Soda Solta

SÁBADO (04-02)

17:00h – Banda Sapupara

18:30h – Orquestra do Bolinha

20:00h – Fernando Junior

21:30h – Banda Erva Doce

22h30min – Jefferson Miranda

DOMINGO (05-02)

17h – Dó Ré Mi

19h – Banda Pirulito com Joana Souza

20h30min – Banda Unidunitê com Andrezza Santos

22h – Brenda Miranda

Ascom/PM

Defesa Civil de Roraima alertou Damares sobre a situação Yanomami, mas ex-ministra ignorou pedidos

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Documentos obtidos pela Agência Brasil confirmam que, ao menos desde 2021, o governo federal sabia que índios yanomami estavam sofrendo com a falta de alimentos. Mesmo assim, deixou de atender a pedidos da Defesa Civil de Roraima que, à época, manifestou a intenção de colaborar na assistência às comunidades da Terra Indígena Yanomami, que é de responsabilidade federal.

“O governo estadual pediu o apoio federal para que pudéssemos reforçar a ação humanitária em comunidades indígenas isoladas pelas chuvas intensas de 2021 e também às da área yanomami”, contou à reportagem o coordenador da Defesa Civil de Roraima, coronel Cleudiomar Alves Ferreira, referindo-se ao pedido feito em junho de 2021, por meio de ofícios encaminhados aos extintos ministérios da Mulher, Família e Direitos Humanos e Desenvolvimento Regional (MDR) que estavam, à época, sob o comando de Damares Alves e Rogério Marinho.

Nos documentos a que a Agência Brasil teve acesso, o governo estadual pede ao Poder Executivo federal 8 mil cestas básicas além das que receberia para distribuir para famílias de cidades que decretaram situação de emergência devido às consequências das chuvas “atípicas” que atingiram parte do estado em 2021. Na ocasião, o governo estadual já tinha reconhecido a emergência em nove cidades (Bonfim, Cantá, Caracaraí, Caroebe, Normandia, Rorainópolis, São João da Baliza, São Luiz do Anauá e Uiramutã).

Veja os ofícios recebidos pelo governo de Roraima:

Ofício de 14 de julho

Ofício de 23 julho

“Com isso, o Ministério do Desenvolvimento Regional, por intermédio da Secretaria Nacional de Defesa Civil, nos mandou recursos [financeiros] para adquirirmos cestas básicas e alugarmos as aeronaves que usamos para levar mantimentos às comunidades isoladas”, acrescentou Ferreira.

Ainda segundo o coordenador da Defesa Civil estadual, a intenção era obter 8 mil cestas adicionais e entregá-las às comunidades indígenas de várias localidades, incluindo as da terra yanomami onde, estima-se, cerca de 40 mil índios da etnia vivem em área de difícil acesso. Para atender às comunidades indígenas “atingidas pela grave situação humanitária”, o governo estadual também pediu o apoio logístico das Forças Armadas.

“O ministério [da Mulher, Família e dos Direitos Humanos] respondeu que não tinha como nos ajudar. Informou que tinha direcionado nossos pedidos ao Ministério da Defesa, à Funai [Fundação Nacional dos Povos Indígenas, então vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública] e a outros órgãos. Depois, nos disse que a fundação indígena atenderia aos índios isolados de todo o estado [incluindo os yanomami], distribuindo cerca de 70 mil cestas de alimentos a pouco mais de 11,6 mil famílias. Não sei dizer o que aconteceu depois, mas avalio que se tivéssemos recebido o apoio solicitado, se a ajuda humanitária tivesse chegado em caráter emergencial, teríamos conseguido atender também aos yanomami, o que não conseguimos fazer devido, principalmente, à falta de apoio logístico [de transporte]”, resumiu o coordenador da Defesa Civil estadual.

Garimpos

Nos ofícios a que a Agência Brasil teve acesso e que podem ser acessados na íntegra nesta matéria, o governo de Roraima e o Ministério da Mulher, Família e dos Direitos Humanos se referem à “grave situação humanitária” que as comunidades indígenas em geral enfrentavam e também à “falta de alimentação e desnutrição infantil vivenciada pelos yanomami” já em 2021. Os problemas, no entanto, são mencionados como “decorrentes da alta pluviometria”, ou seja, das fortes chuvas, que atingiram o estado naquele ano.

Para organizações indígenas e órgãos públicos, como o Ministério Público Federal (MPF), que há tempos denunciam a crise humanitária no território yanomami, tanto os efeitos das chuvas, como os da pandemia da covid-19, foram agravados pelas consequências nefastas da presença ilegal de cerca de 40 mil garimpeiros no interior da terra indígena, a maior do país, com quase 9,6 milhões de hectares. Cada hectare corresponde às medidas aproximadas de um campo de futebol oficial.

De acordo com a Hutukara Associação Yanomami, a área florestal destruída por garimpeiros no interior da reserva yanomami vem crescendo exponencialmente, tendo saltado de 1.236 hectares devastados em 2018, para os 5.053 hectares desmatados em dezembro de 2022, desestruturando o modo de vida indígena.

Segundo a organização não governamental (ONG) Instituto Socioambiental (ISA), a crise humanitária que os yanomami enfrentam, com consequências sanitárias, ambientais, socioculturais e econômicas, também é reflexo da desestruturação da assistência à saúde indígena nos últimos cinco anos. Segundo a atual gestão federal, ao menos 570 crianças yanomami morreram por causas evitáveis nos últimos quatro anos.

“É inequívoca a associação entre a devastação que a mineração ilegal provoca e a propagação da malária, facilitada pela multiplicação de invasores e pelas crateras com água parada, fruto da atividade e propícias à proliferação de mosquitos transmissores da enfermidade”, destaca o ISA.

Difamação

Consultada pela reportagem, a ex-ministra da Mulher, Família e dos Direitos Humanos e atual senadora, Damares Alves, afirmou que a pasta fez exatamente o que lhe cabia fazer: pedir auxílio às instâncias do governo federal responsáveis por prestar a ajuda solicitada pelo governo estadual.

“Foram enviados inúmeros ofícios aos demais ministérios e as respostas recebidas foram positivas quanto ao atendimento das demandas. Órgãos como Sesai [Secretaria Especial de Saúde Indígena] e Funai informaram ter distribuído cestas básicas e realizado ações emergenciais de atendimento aos indígenas”, sustenta a senadora na nota enviada por sua assessoria.

A reportagem entrou em contato com a Funai na segunda-feira (30), mas ainda não recebeu informações sobre o que se passou na gestão anterior.

“Nenhuma campanha difamatória, como a que tem sido realizada desde o último mês, irá apagar todo o trabalho feito por toda uma vida pela senadora em favor dos povos indígenas. Damares Alves é, efetivamente, uma indigenista. E vai continuar trabalhando e dedicando seu mandato para que todos eles tenham direito a uma vida digna e plena”, acrescentou a senadora, que já tinha usado as redes sociais para assegurar que o governo Bolsonaro distribuiu as cestas básicas necessárias diretamente aos yanomami.

Também em nota, o governo de Roraima confirma que, após as fortes chuvas de 2021, identificou a necessidade de apoio federal para socorrer as populações atingidas e atribuiu a atual situação do povo yanomami à “desassistência por parte do governo federal”.

“Sempre estive muito atento aos problemas do estado e sei da fragilidade que temos por ser uma unidade federativa pequena e ainda muito dependente dos recursos vindos do governo federal. Por esse motivo, é regra em nosso governo a atenção a tudo, o pedido de auxílio quando necessário, o atendimento de todos os pedidos dentro das nossas possibilidades e a coerência com as nossas ações”, afirmou o governador Antonio Denarium em resposta enviada pela Secretaria Estadual de Comunicação na qual detalha uma série de ações desenvolvidas nos últimos anos

Leia aqui a nota na íntegra

“No caso específico dos povos indígenas, o governo estadual sempre buscou atuar com alternativas de inclusão nas etnias onde essa inclusão era permitida, mas dentro dos limites, respeito a cultura e aos hábitos de cada povo”, acrescenta o governo roraimense, destacando que no caso da saúde, o atendimento inicial é de responsabilidade da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), subordinada ao Ministério da Saúde, e, mesmo assim, em quatro anos, 27.650 indígenas foram atendidos em um dos cinco hospitais públicos da capital, Boa Vista.

Denarium também comentou as críticas que recebeu em função de recentes afirmações. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o governador negou, em entrevista, a gravidade da crise sanitária exposta com a divulgação de imagens de adultos e crianças visivelmente subnutridos, muitos com as barrigas inchadas, em um claro sinal de verminoses, e com as unidades de saúde de Boa Vista lotadas de yanomamis transferidos às pressas para receber suporte médico devido à malária, infecção respiratória aguda e outras doenças para as quais não há remédios nos polos base. Além de mobilizar a opinião pública, o impacto das imagens motivou o governo federal a declarar Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional para combater a crise sanitária e humanitária.

“Com relação às críticas feitas em veículos nacionais, o governador se diz tranquilo, pois acredita que muita coisa foi tirada de contexto. Esquecem que essa desassistência por parte do governo federal é que causou essa situação dos povos yanomami”, aponta Denarium na nota enviada à Agência Brasil. “Reafirmo ser contrário ao garimpo em área indígena e que não quero ver indígenas ou não [indígenas] vivendo e passando por privações. Principalmente, não quero soluções paliativas como as feitas até hoje. Precisamos, juntos, unidos, governo do estado e governo federal, dar soluções definitivas para todo e qualquer problema que aflige a nossa gente, sejam eles indígenas ou não”.

Agência Brasil

“Há um ano sofremos com este problema”: moradores do reclamam de um buraco que vem causando transtornos à comunidade

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Moradores da Rua Padre José Carlos de Oliveira, no bairro Palmares, em Juazeiro, enfrentam um problema recorrente há mais de um ano: um ‘buraco’ que vem causando transtornos e apesar das inúmeras queixas da comunidade o poder público não adotou providências, segundo um morador que procurou o PNB.

“Quando chove, o buraco se enche de água parada, causando um mau cheiro insuportável e uma série de problemas de saúde. Inclusive, recentemente, houve surtos de dengue e chikungunya no bairro. A situação é ainda pior para as crianças que já caíram dentro do buraco e para os animais que atolam na lama. Os moradores têm tentado entupir o buraco com entulhos, mas a solução ainda não foi encontrada. Tentamos a com a prefeitura, mas sem sucesso”, disse o morador.

De acordo com informações do morador, a proprietária do terreno onde o buraco se encontra seria de uma funcionária pública, “que aparentemente não está se importando com a situação. E o pior, o buraco foi aberto por máquinas de um serviço público, prestando um serviço pessoal para a proprietária”, relatou.

Os moradores exigem uma solução para o problema, “que afeta diretamente a saúde e a qualidade de vida da comunidade. A população espera que a proprietária do terreno e as autoridades públicas responsáveis pela manutenção das ruas, tomem as medidas necessárias para solucionar esse problema o mais rápido possível,” finalizou.

Enviamos a reclamação para a Prefeitura de Juazeiro.

Redação PNB

Sobradinho 34 anos: Prefeitura anuncia Culto de Gratidão nos dias 24 e 25 de fevereiro em alusão ao aniversário da cidade

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O município de Sobradinho comemora o seu 34º aniversário no próximo dia 24 de fevereiro, e para festejar esta data, a gestão preparou uma programação especial para os sobradinhenses e visitantes.

Como forma de agradecimento pelas conquistas nestes dois anos de administração, a gestão municipal vai promover nos dias 24 e 25 de fevereiro o “Culto de Gratidão” com a participação dos Cantores Nani Azevedo e Gerson Rufino. O evento acontecerá no Paço Municipal, em frente a Prefeitura, partir das 19h e irá reunir as Igrejas de todas as denominações da cidade, com participação de cantores locais.

O Prefeito Cleivynho Sampaio ressaltou a importância do evento e convidou a todos os sobradinhenses para participarem.

“Precisamos ser gratos a Deus por tudo o que Ele tem feito em nossa cidade. Por isso estamos promovendo este Culto de Gratidão, com a participação de dois cantores conhecidos nacionalmente. Convido a todos os evangélicos, católicos e pessoas de outras religiões para juntos cantarmos louvores a Deus com Nani Azevedo no dia 24 e Gerson Rufino no dia 25, tenho certeza que serão duas noites abençoadas”, convidou o gestor.

Na programação de aniversário da cidade constam também eventos esportivos e culturais previstos para o domingo dia 26, uma promoção da Secretaria de Turismo, Cultura e Esportes, que em breve estará divulgando o cronograma festivo.

Ascom/PMS

Carnaval de Juazeiro: confira o que pode e o que não pode no percurso da festa

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A um dia de começar o carnaval, a Prefeitura de Juazeiro, seguindo o Decreto nº065/2023, reforça o que pode e o que não pode na festa mais aguardada dos últimos tempos. O objetivo é assegurar antecipadamente a proteção e a segurança dos foliões.

– Ficam proibidos: a comercialização, a posse ou a circulação de bebidas alcoólicas, ou não, em recipientes ou vasilhames de vidros (garrafas, copos e similares), bem como a venda e a posse de bebidas em recipientes ou vasilhames de vidro por vendedores ambulantes ou transeuntes.

– A proibição vale também para a comercialização, a posse ou a circulação de espetinhos de carne com pontas, ainda que seja de madeira. A utilização de talheres de metal, mesmo de alumínio, bem como é vedada a reutilização de utensílios descartáveis.

– Também não será permitida a utilização do som automotivo de alta potência, paredão de som.

Penalidades

A multa pelo não atendimento às proibições elencadas no Decreto acarretará na apreensão dos vasilhames, recipientes ou instrumentos nele citados. Cabe ao Setor de Fiscalização da Secretaria de Meio Ambiente e Ordenamento Urbano (Semaurb), o cumprimento das proibições mencionadas, bem como da Guarda Civil Municipal, competentes para a manutenção da ordem pública no Município, inclusive com o apoio das Polícias Civil e Militar do Estado da Bahia.

Ascom/ Semaurb

Sindsemp realiza assembleia geral para apresentar e votar contrapropostas da campanha salarial apresentadas pelo poder executivo

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Nesta quinta-feira (2) o Sindicato do Servidores Públicos Municipais de Petrolina (Sindsemp) realizou uma assembleia geral para apresentar e votar as contrapropostas da campanha salarial, apresentadas pelo Poder Executivo. A reunião contou com a presença dos integrantes de diversos setores, sendo eles educação, saúde, segurança e administração.Ao todo, foram discutidas três pautas da mesa de negociação, dentre elas o reajuste de 7,5% para as categorias elementares de nível fundamental, médio e superior; o reajuste de 6% para as categorias com leis específicas, onde os servidores votaram pela aprovação. Por último, foi votada a contraproposta do Executivo que fixa em 8% o reajuste do piso salarial do magistério, onde a pauta não foi acatada pelos servidores.A proposta oferecida pela Secretaria Municipal de Educação não foi aprovada pelo Sindsemp, nem pelos servidores e, de acordo com a vice-presidente do Sindicato, Maria Inês Silva, o momento é de luta através das negociações para que seja conquistado o reajuste real para a categoria.“A gente precisa conquistar o reajuste que foi dado pelo Ministério da Educação esse ano, no percentual de 14.95%. Para isso, vamos novamente para a mesa de negociação. Hoje à tarde já vamos saber o dia e a hora desta nova etapa da mesa de negociação e saindo de lá já vamos convocar a categoria. Vamos decidir isso junto com todos os professores”, assegurou.A professora e diretora de Assuntos Extraordinários do Sindsemp, Katiane Santos, também reforçou o apoio aos servidores da educação e destacou que a luta continua em busca do reajuste do piso salarial do magistério.“Nós estamos aqui na luta pelos 14.95%. Em momento nenhum a gente pensou o contrário. Nós somos categoria, nós somos professores e estamos na luta pelos nossos direitos”, completou.Diante dos avanços da campanha salarial, o diretor de Assuntos Jurídicos do Sindsemp, Edson dos Santos, destacou que a mesa de negociações continua aberta para as discussões das demais pautas que são extensas e necessitam de atenção. Edson ainda relembra que, a cada nova conquista, o Sindsemp estará convocando e informando os servidores.“Um dos pontos chave da nossa proposta com o Executivo é a questão de manter a mesa de negociação para que possamos avançar em outros quesitos no que diz respeito não só a questão salarial, mas também a condição de trabalho para que os servidores possam servir melhor a nossa população de Petrolina”.

Alerta: confira determinação sobre os níveis máximos de emissão sonora permitidos nos percursos oficiais do Carnaval de Juazeiro

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Conforme Decreto nº 064/2023, a Prefeitura de Juazeiro decreta os níveis máximos de emissão sonora admitidos nos percursos e locais onde acontecerão os festejos e emitidos por entidades carnavalescas – blocos, cordões, trios elétricos móveis ou fixos e similares, no período de 3 a 5 de fevereiro.

Para espaços fechados, medidos à distância de 5,00 m (cinco metros) do limite do imóvel onde se encontra a fonte emissora, o nível máximo permitido é de 85 dB. O mesmo serve para barracas, medidos no limite da barraca. Já para palcos, medidos na casa de som (House Mix), o permitido é de 100 (cem decibéis) dB.

Trios elétricos e carros de som, medidos nas laterais a 5,00 m (cinco metros) de distância e à altura de 1,50 m (um metro e meio) do solo.

Vale ressaltar que as entidades carnavalescas que utilizem aparelhagem sonora, carros de som e/ou trios elétricos deverão indicar seus prepostos para acompanharem os trabalhos dos Fiscais de Postura, quando da ação fiscal que irá verificar se as normas estão sendo obedecidas.

Outro ponto importante a ser destacado, é que carros de som e trios elétricos deverão afixar em suas laterais mensagens de advertência aos foliões, para que não fiquem naquela área.

Para a garantia da proteção auditiva de todos os que trabalham nos blocos de trio e/ou carros de som, e também dos seguranças de corda, a entidade correspondente fica obrigada a oferecer protetores auriculares internos do tipo plug de cordão ou afim. É de responsabilidade da Comissão Organizadora do Evento fornecer o equipamento de proteção auricular para os servidores que estiverem trabalhando nas pistas e nos palcos do carnaval.

Barracas situadas nas proximidades de clínicas, hospitais, casas de saúde e clínicas veterinárias, não poderão usar qualquer tipo de equipamento sonoro.

Penalidades

O descumprimento do que está determinado em Decreto, implicará em multas estabelecidas nos seguintes parâmetros: emissão sonora acima dos níveis permitidos R$1.500,00, inexistência de equipamento de proteção auricular R$100,00 (por pessoa). Quem utilizar equipamento em local não permitido, a multa será de R$1.000,00.

Em casos de reincidência, a infração implicará no pagamento do valor em dobro, e uma terceira autuação implicará na remoção do equipamento e/ou interdição do veículo ou imóvel.

Ascom Semaurb/PMJ

Escolas já podem inscrever alunos para a Olimpíada de Matemática

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Criança levanta a mão ao lado de outros alunos em sala de aula da escola Thomaz Rodrigues Alckmin, no primeiro dia de retorno das escolas do estado de São Paulo para atividades extracurriculares em meio ao surto de coronavírus (COVID-19) em São Paulo, Brasil Outubro 7, 2020. REUTERS / Amanda Perobelli

 

Escolas públicas municipais, estaduais e federais e escolas particulares de todo o país têm até o dia 17 de março para inscrever alunos para a 18ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP).

Considerada a maior competição científica do Brasil, ela é promovida pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e reúne, todos os anos, mais de 18 milhões de estudantes do 6º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio. No ano passado, foram 18,1 milhões de alunos de 54 mil escolas, atingindo 99,78% dos municípios brasileiros.

Em entrevista hoje (2) à Agência Brasil, o diretor adjunto do IMPA e coordenador-geral da OBMEP, Claudio Landim, disse que a grande novidade do certame este ano é a criação de medalhas regionais.

“A gente sabe da importância dessas medalhas no estímulo ao ensino da matemática. Assim, resolvemos aumentar o número de medalhas concedidas aos estados”, revelou. Dessa forma, o aluno estará concorrendo a medalhas nacionais mas, ao mesmo tempo, vai participar de uma disputa interna no seu estado. Cada estado vai distribuir um certo número de medalhas de ouro, prata e bronze para os seus alunos.

Landim estimou que isso vai aumentar o número de medalhas distribuídas de cerca de 8,4 mil para perto de 30 mil, além de 51 mil menções honrosas. O objetivo da medida é estimular o ensino da matemática. “Com isso, a gente espera ter um número cada vez maior de alunos participando e tentando conquistar uma medalha”, afirmou.

Outra novidade é que o IMPA está duplicando o número de medalhas destinadas a escolas privadas. “Eram 75 medalhas de ouro e passarão a ser 150. Isso também visa aumentar o número de premiados para tentar estimular a participação”, informou.

Desafios

Segundo o diretor informou, uma coisa que ocorre apenas com as escolas privadas é que elas inscrevem somente estudantes interessados em matemática.

Ele deixou claro que a prova não mede conhecimento e que os problemas apresentados envolvem criatividade. “São desafios à inteligência”, contou.

Durante a prova, muitos alunos que não gostam de matemática acabam percebendo que a matéria consegue ser algo divertido e desafiador. Por isso, o diretor adjunto do IMPA reforçou que é uma pena que alunos que não têm boas notas ou que não manifestem interesse em matemática não sejam inscritos.

“Porque é uma oportunidade única que eles têm de descobrir que a matemática é bem diferente do que é ensinado em sala de aula. Isso desperta vocações. O meu apelo às escolas privadas é que inscrevam todos os seus alunos” externou. É cobrada na inscrição uma taxa simbólica de R$ 4 por aluno.

Um dos desafios da prova da olimpíada é despertar o interesse pela matéria. “E a gente consegue isso”, disse. Ele relatou casos de alguns alunos que eram péssimos em matemática e, após participarem da Olimpíada, despertaram o interesse pela matéria e seguiram carreira na área de exatas, como engenharia, entre outras, onde se usa bastante matemática.

A nível nacional, serão distribuídas 650 medalhas de ouro, 1.950 de prata e 5.850 bronzes aos participantes de unidades públicas e particulares. Os alunos que conquistarem medalhas nacionais são convidados a participar do Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC) como incentivo e promoção do desenvolvimento acadêmico. Já a premiação regional será de responsabilidade de cada coordenação e não permite acesso ao PIC.

Inscrições

A inscrição é feita pelas escolas, que devem preencher a ficha disponível no site da OBMEP, informar o código no Ministério da Educação e no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (MEC/INEP) e criar uma senha.

No regulamento, os representantes das escolas vão encontrar informações sobre condições, prazos, datas e regras previstas para participação na olimpíada. O regulamento pode ser encontrado aqui.

A primeira fase da olimpíada é composta por uma prova objetiva de 20 questões e, a segunda, por uma prova discursiva de seis questões. A primeira fase será no dia 30 de maio. A divulgação dos aprovados para a segunda etapa será feita em 2 de agosto, com a prova ocorrendo no dia 7 de outubro.

As provas são preparadas de acordo com o grau de escolaridade do aluno: nível 1 (6º e 7º anos), nível 2 (8º e 9º anos) e nível 3 (ensino médio). A divulgação dos premiados está prevista para 20 de dezembro.

Landim disse, ainda, que os pais que quiserem que seus filhos participem da olimpíada precisam pedir à direção das escolas que sejam feitas as inscrições e que não deixem para o último dia, porque as inscrições são feitas pela internet “e, muitas vezes, as condições não são boas”.