Preto no Branco

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Em feirinha de adoção, prefeitura garante novos lares para cães e gatos abandonados em Petrolina

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O domingo foi marcado por momentos de emoção e alegria na Feira de Adoção de cães e gatos, promovida pela Prefeitura de Petrolina, através do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), em parceria com a ONG Proteger. Em menos de duas horas, grande parte dos animais já haviam sido adotados.

Os 16 cachorros disponíveis, entre filhotes e adultos, ganharam lares e famílias. Dos 12 gatinhos, 8 foram adotados. E quem pensa que só os bichinhos foram beneficiados, se engana. Prova disso foram os irmãos Rian, de 10 anos, Luan de 8 e Júlia, de 5, que adotaram dois filhotes de cachorro, e estavam encantados pelos animaizinhos, que já saíram de lá até com nome escolhido. “A fêmea se chamará Belinha e o macho, Luke. A gente veio adotar um só, mas não quisemos separar os irmãozinhos. Mamãe e papai deixaram e agora nossa família vai estar completa”, disse Rian, o mais velho, que  não desgrudou de  Luke um só minuto.

Para Graziella Correia, coordenadora do CCZ, essas adoções são importantes, pois diminuem o índice de animais abandonados nas ruas. “Aqui em Petrolina há um grande número de animais abandonados, e, através dessas ações, conseguimos demonstrar a importância da adoção responsável. É preciso lembrar que o animal precisa de cuidados, carinho e responsabilidade”, destaca.

ADOÇÃO

As adoções acontecem durante o ano todo no Centro de Controle de Zoonoses, que fica na Avenida Jatobá, n° 01, Bairro Pedra do Bode. Os animais disponíveis para adoção são entregues vacinados, castrados, microchipados e vermifugados. Para adotar é necessário ser maior de 18 anos e apresentar RG, CPF e comprovante de residência. O interessado passa por uma entrevista e preenche um formulário com dados pessoais.

 

Ascom

Evento em Juazeiro comemora Dia da Visibilidade Trans

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O ‘II Entardecer Trans – Corpos que Transcendem’ realizado no último domingo (27) em Juazeiro comemorou o Dia da Visibilidade Trans, festejado em 29 de janeiro em todo país. O evento realizado através da Secretaria de Desenvolvimento Social, Mulher e Diversidade (SEDES) reuniu dezenas de pessoas na área verde do Vaporzinho.

A programação trouxe shows musicais, rodas de conversas, relatos de experiências pessoais e a apresentação do grupo terapêutico ‘Colorir’, idealizado pela SEDES e SESAU. A psicóloga Rebeca Santana explicou o funcionamento do grupo. “O Colorir se reúne quinzenalmente com o objetivo de trazer mais qualidade de vida para esta parcela da população. Com esse trabalho desenvolvido, nosso desejo é que todos possam entender que juntos somos mais fortes e que estamos à disposição para ajudar”, disse.

Para o supervisor de Políticas LGBTs, Eduardo Rocha, o momento é de comemoração. “A população trans é a mais marginalizada e as estatísticas comprovam isto. É uma parcela da população que vive na invisibilidade e merece uma ocasião como esta”, comentou.

Além do público LGBT presente ao evento, várias outras famílias que apreciavam o pôr do sol na orla, também aproveitaram para prestigiar o evento. A recepcionista Marlene Alves parou para ouvir os relatos. “Acho importante termos momentos como este em nossa cidade, pois ajuda a mostrar que todos são iguais e merecem o mesmo tratamento”, afirmou.

A 2ª edição do evento em Juazeiro teve mais uma vez a parceria da Associação Sertão LGBT, movimentos sociais, Conselho Municipal de Direitos Humanos e Secretaria de Saúde. “A população LGBT esteve presente, principalmente a juventude para celebrar, conhecer os serviços e também mostrar resistência. Vivenciamos um momento de união, de celebração e de conhecimento sobre a importância das políticas públicas. Foi também uma ocasião para lembrar que a população LGBT é talentosa e pode ocupar qualquer lugar na sociedade”, completou Luana Rodrigues, diretora de Diversidade.

 

Por Fabiana Diniz/SEDES

Petrolina: Operação policial apreende 60 kg de maconha em uma residência

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Uma operação conjunta da Guarda Civil Municipal e Polícia Civil, em Petrolina, resultou na apreensão de 60Kg de maconha que estavam escondidos numa casa no bairro Quati II.

Após denúncia anônima, a ação foi deflagrada e os policiais chegaram até o imóvel que servia  como ponto de distribuição da droga.

No local ainda foram encontradas pequenas quantidades de crack e cocaína.

Ao avistarem as viaturas, dois homens que seriam os autores da ação criminosa, tentaram fugir em uma moto e descartar uma quantidade da maconha, mas foram detidos e apresentados na Delegacia do Departamento de Repreensão ao Narcotráfico (DENARC), juntamente com a droga apreendida.

Da redação, com informações da Ascom PMP 

Jacobina: após inspeção em barragens, MP recomenda plano de emergência e simulado com funcionários e população

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Segundo a Agência Nacional de Mineração na Bahia (ANM), será intensificado o monitoramento das barragens de rejeitos existentes no estado baiano, após o alerta provocado pela tragédia de Brumadinho, em Minas Gerais.
Até esta segunda-feira (28), 60 mortes foram contabilizadas e, ao menos, 292 pessoas estão desaparecidas, na cidade mineira.
O estado, tem um pequeno número de barragens de rejeitos, em relação a Minas Gerais. Ao todo, são 14, entre elas, as que têm mais alto potencial de dano estão em Jacobina (duas), Santa Luz (uma) e Itagibá (uma). A intensificação do monitoramento das unidades é uma medida preventiva.
Em Jacobina, no Centro-Norte Baiano, as atividades da Jacobina Mineração e Comércio Ltda., controlada pela multinacional canadense Yamana Gold Inc, têm sido constantemente fiscalizadas pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), através da Promotoria de Justiça especializada em meio ambiente de âmbito regional, representada pelo promotor Pablo Almeida. Na cidade, estão duas barragens de rejeitos de mineração, uma ao lado da outra, denominadas de BI e BII, a primeira em processo de fechamento e a segunda em atividade. A B1 foi utilizada de 1982 a 2012, sendo que o processo de fechamento vem se desenvolvendo desde então, sem novas disposições de rejeitos. Na última terça-feira (22), elas foram inspecionadas pela equipe técnica da Central de Apoio Técnico do Ministério Público da Bahia (Ceat), no bojo de inquérito civil em tramitação.
Ao BNews, o promotor Pablo Almeida lembra que, em 1992, o Ministério Público Estadual já havia ingressado com ação civil pública ambiental, questionando diversos aspectos da atividade de mineração, incluindo o funcionamento da Barragem 1. Nesta ação, foram designados dois peritos pelo juiz, os quais afirmaram, em laudo, que “a barragem de rejeitos não é capaz de fornecer adequada proteção ao lençol freático (água subterrânea) que alimenta a bacia hidrográfica do Rio Itapicuru”, e que “a impermeabilização natural (barragem de maciço ciclonado) utilizada pela Jacobina Mineração não propicia adequada impermeabilização do solo, conforme exigências mundialmente aceitas”. A ação não foi definitivamente julgada no primeiro grau de jurisdição.
No último dia 10, a empresa e o Ministério Público discutiram a possibilidade de um acordo judicial para a resoluções de questões apontadas na ação civil pública e outras quatro ações já propostas pela promotoria de Jacobina contra a JMC – Yamana Gold. As conversas devem durar 90 dias.
“Nas ações, foram formulados pedidos de paralisação das atividades, para a realização de adequações ambientais, pleitos não acolhidos ou analisados pela Justiça. Atualmente, a B1 é monitorada por 15 piezômetros, que analisam o comportamento do subsolo, bem como através de poços de monitoramento, que analisam a qualidade do líquido existente no interior da barragem. Em razão do processo de fechamento da B1, e ante a não disposição de novos rejeitos, houve uma redução de quase 70% do material líquido lá existente. Todavia, como a barragem não é impermeabilizada, este material drena para as águas subterrâneas, sendo carreado aos recursos hídricos da região, processo que pode ser agravado durante as chuvas”, conta o promotor.
De acordo com Almeida, para aumentar a segurança da barragem 1, “é fundamental a melhoria do sistema de drenagem das águas superficiais da barragem, drenagem de águas pluviais, estudos da influência da drenagem natural subterrânea, à montante da B1, no rejeito saturado no interior da barragem, bem como medidas que impeçam que essa drenagem, de característica ácida, atinja os recursos hídricos vizinhos ao empreendimento”.
O promotor detalha que, a barragem de rejeitos 2 será utilizada, segundo previsão da empresa, até o ano de 2036, quando atingirá a altura de 92 metros e volume armazenado de mais de 42 milhões de metros cúbicos. “Trata-se de estrutura mais moderna, com impermeabilização do solo, através de mantas termoplásticas de polietileno de alta densidade (PEAD), o que oferece uma maior segurança e melhor adequação ambiental. A barragem II é acompanhada diariamente por técnicos da empresa, que fazem dois relatórios quinzenais e encaminham os dados mensalmente à Agência Nacional de Mineração. Ainda sob a perspectiva de controle interno, são realizadas análises de performance uma vez por mês, através de auditoria interna, em nível de diretoria internacional”, detalha.
Almeida destaca também a auditoria externa feita por empresa contratada, na qual são apontados problemas e cobradas soluções. Além disso, a JMC possui auditor internacional independente para segurança de barragem, e também é controlada e acompanhada pela ANM e pelo Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado da Bahia (Inema).
“Entretanto, o Ministério Público Estadual avalia que a JMC – Yamana Gold, diante do seu porte e considerando os riscos envolvidos, é fiscalizada poucas vezes por ano pelo Inema e ANM. Assim, aquela que é hoje a maior empresa de mineração em atividade no estado da Bahia, foi fiscalizada 10 vezes em oito anos. Uma média de fiscalização a cada 292 dias. O DNPM [Departamento Nacional de Produção Mineral] informou que nem sempre fazia relatórios das inspeções na planta, o que mais se assemelha a uma visita de cortesia do que a uma inspeção, mesmo porque a Administração Pública se orienta pelo princípio da oficialidade. Não bastasse tudo isso, o próprio DNPM informa que a empresa descumpriu notificações e cumpriu outras intempestivamente”, diz o promotor.
Ao MP, o Inema informou que, não consta no órgão qualquer registro de fiscalização em galerias subterrâneas da empresa Jacobina Mineração e Comércio. “Em todas essas décadas de atividade, o Inema nunca fiscalizou os impactos da mineração em subsolo. Por tal razão, o Ministério Público recomendou ao órgão, por exemplo, que proceda fiscalizações ambientais no interior e nos arredores da empresa, para identificação de danos ambientais, bem como estabeleça cronograma de fiscalização, pelo menos mensal, do empreendimento da JMC – Yamana Gold”, explica.

Entre as recomendações do MP ao Inema, está a coleta de amostras de solo, água, efluentes, nas galerias subterrâneas, em pelo menos 30 pontos georreferenciados, com encaminhamento destas amostras para análises técnicas públicas, com produção de relatórios e encaminhamento a ANM, Secretaria Municipal de Meio Ambiente e ao Ministério Público, com os parâmetros Resolução CONAMA 357/05 e da Portaria MS n. 518/2004;

O promotor revela também que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) também foi oficiado, para que intensificasse as fiscalizações. “Em relação a Jacobina, o Ibama se manteve inerte, apesar de após a tragédia de Brumadinho, em Minas Gerais, divulgou ter aplicado multa de R$ 250 milhões em razão do rompimento da barragem. Assim, atua na tragédia de Brumadinho, mas não exerce atividade preventiva em Jacobina, o que é fato digno de nota”, salienta.

O promotor argumenta que apesar de todos esses controles, é preciso ter plano de emergência e promover simulado com funcionários e população. “No dia 22 de janeiro de 2019, o MP e a empresa discutiram a necessidade de instalação das sirenes de emergência, já adquiridas ao custo de 1 milhão de dólares, em continuidade ao trabalho de sinalização das áreas de risco e pontos de encontro”, diz.

As áreas de maior risco, de acordo com o MP-BA, se localizam até sete quilômetros das barragens de rejeitos, com maior ênfase nos quatro quilômetros iniciais. A empresa já efetuou o cadastramento de todas as famílias localizadas nessa região, um total de mais de 200 unidades familiares, as quais receberam orientações e foram convocadas a participar dos simulados e treinamentos.

“O Ministério Público avalia ser necessária a retomada das negociações para a realocação das famílias em zonas de maior risco, processo que foi interrompido em 2013, bem como que a empresa JMC – Yamana Gold atribua maior transparência ao Plano de Emergência, rotas de fugas, divulgue amplamente os dados de monitoramento das barragens, para população em geral, explicando onde estão as áreas de maior risco, rotas de fugas, dentre outras medidas”, pondera o promotor.

Por fim, Almeida avalia que que após a audiência pública, “a empresa JMC – Yamana Gold tem adotado postura mais colaborativa, resolutiva e transparente”.
BN

Eures Ribeiro faz alerta sobre a mineração na Bahia e risco de rejeitos atingir o São Francisco

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O presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Eures Ribeiro, demonstrou preocupação nesta segunda-feira (28) sobre os impactos ambientais causados pelo rompimento da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais, na última sexta-feira (25). O risco dos rejeitos atingirem o Rio São Francisco, por meio de afluentes como o Rio Paraopeba, leva as autoridades a ficarem em alerta. De acordo com o gestor que também é prefeito de Bom Jesus da Lapa, no Oeste baiano, município que é banhado pelo Rio São Francisco, a proximidade da lama e a possibilidade de contaminação das águas da maior bacia hidrográfica do Brasil é “extremamente preocupante”. Ele também pede que as autoridades dediquem atenção à exploração de minérios na Bahia.

“É uma tragédia que precisa ser contida. Estão jogando com vidas humanas, com um ecossistema que levará décadas para se recompor, se é que será possível”, argumenta.

O presidente da UPB acrescenta ainda a necessidade de ampliar o monitoramento no estado, tendo em vista que a Bahia possui 14 barragens de rejeitos. Elas estão distribuídas nos municípios de Itagibá, Jacobina, Simões Filhos, Guanambi, Maiquinique, Brumado, Barrocas, Santa Luz, Jaguarari, Andorinhas, Campo Formoso e Irecê.

“Vamos cobrar dos órgãos competentes, a exemplo da Agência Nacional de Mineração, o reforço no monitoramento e na fiscalização da segurança dispensada por essas empresas na exploração do minério”, reforçou Ribeiro. A União dos Municípios da Bahia (UPB) planeja fazer um levantamento com os prefeitos dessas cidades para abrir o diálogo com o governo federal na busca por mais segurança e prevenção para as populações dos municípios onde as barragens estão construídas.

 

Ascom UPB

 
 
Atenciosamente,

Prefeito Paulo Bomfim entrega kits de combate ao Aedes aegypti aos Agentes de Combates as Endemias em Juazeiro

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Nesta segunda-feira (28), o Prefeito Paulo Bomfim entregou aos Agentes de Combates as Endemias de Juazeiro os 77 kits encaminhados pelo Governo do Estado da Bahia para a intensificação dos trabalhos no combate ao mosquito Aedes Aegipty, Zika, Chikugunya e febre amarela.

O  kit dengue para os agentes de endemias é composto por material pessoal para auxiliar o agente na coleta, identificação do local e registro do dado, como também por materiais essenciais para a identificação da larva. Os componentes do kit dengue são: uma bolsa, lápis, cola, borracha, caixa de giz de cera, caderno capa dura, uma prancheta, lixas, uma escala métrica, duas pescas lavas de água limpa e água suja, lã de aço, algodão, três conexões, uma concha, uma lanterna, uma picadeira, uma bacia, além de tubitos, tampas de tubitos, pipetas e peras.

O prefeito Paulo Bomfim, acompanhado da Secretária de Saúde Fabíola Ribeiro, do Coordenador do Núcleo Regional de Saúde da Região Norte Pedro Alcântara e dos vereadores Agnaldo Meira e Florêncio Galdino agradeceu a parceira e relatou a importância do trabalho desenvolvido pelos ACE’s. “Através de parcerias com o nosso Governador Rui Costa, aqui representado por Pedro Alcântara, recebemos estes kits e entregamos aos agentes com muita satisfação. Em nossa gestão, a saúde do povo está em primeiro lugar e o foco é capacitar, aperfeiçoar e equipar nossos profissionais e também os seus locais de trabalho. Estes 77 kits irão auxiliar ainda mais os profissionais que atuam na linha de frente no combate ao Aedes Aegipty em Juazeiro”, expressou Paulo Bomfim.

O Coordenador do Núcleo Regional de Saúde da Região Norte, Pedro Alcântara, falou sobre o trabalho desenvolvido pelo Governo do Estado para prevenção do mosquito. “A preocupação para com a proliferação do mosquito Aedes aegipty é grande e o Governador Rui Costa, através da Secretaria da Saúde do Estado, encaminhou aos municípios pertencentes à Região Norte, os kits para auxiliar os ACEs no trabalho de verificação, confirmação e descarte do mosquito, além de enviar repelentes, caderneta e fichas para as gestantes. O trabalho de visita e prevenção deve ser feito por todo e qualquer morador. É cuidado individual que torna uma segurança coletiva”, concluiu.

Segundo o ACE Paulo da Silva, o kit representa o reforço e auxílio para com os trabalhos desenvolvidos no dia a dia. “Hoje é um dia muito importante para nós agentes que trabalhamos direto no combate ao mosquito Aedes Aegipty. O kit vem repleto de instrumentos essenciais para que possamos detalhar e precisar a presença do mosquito nas casas e outros locais da cidade”, pontuou.

Outra Agente que demonstrou satisfação com o kit foi Claudia Regina Costa da Silva. “Com certeza hoje é um marco para nós. Trabalhamos a parte educativa com os moradores, informamos sobre os cuidados e modos de prevenção. Mas, além da conversa, precisávamos desses equipamentos que são indispensáveis para a comprovação ou descarte da presença do Aedes aegipty”, explicou.

O vereador Agnaldo Meira reforçou a parceira da Câmara de Vereadores com os trabalhos desenvolvidos pela gestão no que tange à saúde pública em Juazeiro. “Reforço nosso compromisso junto à gestão municipal que vem trabalhando incansavelmente para assegurar aos munícipes uma saúde pública mais acessível e de qualidade. Os agentes têm a missão de visitar e junto a cada morador livrar-se de possíveis focos, e com esse kit tenho certeza que os trabalhos serão mais eficazes”, expôs.

Finalizando as entregas, a Secretária de Saúde de Juazeiro Fabíola Ribeiro, ratificou a importância dos kits e demais itens enviados pelo Governo do Estado. “É com imensa alegria que recebemos estes kits enviados pelo Governador Rui Costa através da SESAB. Sabemos da importância de trabalhar a prevenção e os itens irão ajudar a intensificar os trabalhos dos nossos agentes. Também solicitamos aos moradores que abram suas residências ao identificarem o nosso agente para que possam ajudar a eliminar os possíveis focos do mosquito”, completou.

 

Por Débora Sousa/SESAU

Ações da Vale caem 16% na Bolsa de Valores

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(Foto: Por: Bruno Rocha /Fotoarena/Folhapress)
(Foto: Por: Bruno Rocha /Fotoarena/Folhapress)

 

O índice Ibovespa, principal indicador de desempenho das ações negociadas na B3 (Bolsa de Valores), opera nesta segunda-feira (28), em queda de 1,60% ao atingir 96.111 pontos. As ações mais negociadas são as da empresa Vale que apresentam queda de mais de 16%.

Na última sexta (25), os papéis da companhia caíram 8,08%, a US$ 13,66, na Bolsa de Nova York. No pior momento da sessão as ações cairam 14%. Em São Paulo, devido ao feriado de aniversário da cidade, não houve pregão.

Na B3, os papéis da mineradora acumulavam alta de 10,1% desde o início do ano até o dia 24. Na bolsa de valores americana, os papéis subiram 12,7% no mesmo período.

A queda ocorre após a divulgação do rompimento de uma das barragens da companhia, na Mina do Feijão, próxima ao Córrego do Feijão, na cidade de Brumadinho, na região metropolitana de Minas Gerais.
Dólar

A moeda americana é negociada neste momento a R$ 3,76 (R$ 3,7626), com variação de positiva 0,02% em relação ao pregão anterior.

 

Fonte Bocão News

Moradores denunciam: Uma caixa com filhotes de gato é abandonada na praça do Tancredo Neves, em Juazeiro

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A leitora Joseanne Lima, moradora do Bairro Tancredo Neves, em Juazeiro, em contato com nossa redação, relatou uma situação de abandono de animais.

De acordo com ela, na manhã de hoje (28), os moradores se depararam com uma caixa contendo  três filhotes de gato, que foram abandonados na praça do bairro.

Ela lembrou que o presidente e o vice presidente da Associação de Moradores cuidam da praça,  uma das poucas da cidade que tem manutenção e é conservada pela comunidade, e lamentou a irresponsabilidade de quem abandonou os animais.

” Um absurdo isso! Um descaso! A pessoa tem o animal e se acha no direito de abandonar os filhos quando dá cria. Irresponsabilidade e falta de sensibilidade. Deve haver alguma punição para quem comete esse crime!”, desabafou a moradora.

Otávio Fernandes da Rocha Filho,Vice-presidente da associação de moradores do bairro, também se manifestou sobre o fato.

“Depois dos moradores receberem um elogio, mais que merecido, sobre a praça,venho fazer uma denúncia que infelizmente cada dia que passa, vem ficando mais comum. Até quando vamos ter que conviver com situações como essa? A pessoa tem um animal de estimação e simplesmente quando não quer mais, abandona, como se fosse um simples objeto, como se esses seres não tivessem sentimento. Sem falar que, são com essas atitudes, que os animais na rua, sem cuidados, acabam adquirindo doenças e atingindo a população”, disse Otávio Fernandes.

O PNB alerta que, além de cruel e desumano, abandonar animais em logradouros públicos é crime e quem cometê-lo pode ser punido com prisão, multa e perda da guarda do animal, de acordo as leis vigentes.

Os filhotes continuam no local.

Da Redação

 

Leitor do Itaberaba, em Juazeiro, alerta: Envergado e com rachaduras na base, poste oferece risco aos moradores

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O leitor Marilson Souza, morador do bairro Itaberaba, em Juazeiro, enviou fotos para nossa redação, com um alerta: Um poste, que fica na esquina entre as ruas Zero e Marquesa, oferece risco para a comunidade.

De acordo com ele, o que pode ser comprovado também pelas fotos, a estrutura do poste está totalmente comprometida, com rachaduras, na iminência de cair.

Envergado, o poste dá impressão de que pode cair a qualquer momento, gerando o risco de atingir alguém.

Os moradores estão assustados com a situação e pedem providências aos órgãos responsáveis.

” A base apresenta rachaduras e o poste está envergado. A sensação que temos é que ele pode cair a qualquer momento. Com a chuva de caiu agora a tarde, e se chover mais, o risco aumenta e nós estamos expostos com esta situação. Alertamos e pedimos providências, antes que o pior aconteça”, alertou o morador.

Estamos encaminhando o alerta para os órgãos responsáveis.

Da Redação