Preto no Branco

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Preços dos produtos comercializados no Mercado do Produtor oscilam nesta segunda-feira (28)

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Quem pretende fazer as compras nesta segunda-feira (28) no Mercado do Produtor em Juazeiro, vai encontrar o quilo da abóbora comum por R$ 1,00; o quilo da beterraba sai por R$ 2,00; já o molho da alface está custando R$6,00 e o jiló está sendo vendido por R$2,50.

Confira a cotação completa dos produtos comercializados no Mercado do Produtor no site da Prefeitura de Juazeiro. Os preços são resultado de uma pesquisa diária feita no comércio atacadista do entreposto município.

Clique aqui e veja a cotação completa

 

Por Daniela Duarte/AMA

Morre em Juazeiro a professora Joana Ramos

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Morre em Juazeiro-BA, a educadora Joana Ramos  dos Santos Neta, conhecida carinhosamente como “Tia Joaninha”. Ela tinha 81 anos e sofria com a doença degenerativa “Mal de Parkinson”.

Segundo informações de familiares, a educadora morreu na madrugada desta segunda-feira (28), enquanto dormia. O velório está acontecendo no SAF de Juazeiro, e o sepultamento está previsto para às 17 horas desta segunda-feira.

A professora Joana Ramos deixa um legado na educação de Juazeiro, participando da formação de centenas de jovens, quando atuou no magistério em escolas da cidade e dirigiu o Educandário São Francisco, instituição de sua propriedade.

O PNB lamenta a morte da professora e se solidariza com sua família neste momento de dor.

 

Da Redação

Militares israelenses começam hoje resgate de vítimas em Brumadinho

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Um grupo de cerca de 130 militares médicos, engenheiros, bombeiros e técnicos de Israel começa a trabalhar nas primeiras horas de hoje (28) nas operações de resgate na região de Brumadinho, nos arredores de Belo Horizonte (MG). Os israelenses trouxeram equipamentos modernos para rastreamento, com capacidade de captação de imagens e detectores de vozes e ecos.

Os homens e mulheres israelenses chegaram por volta das 21h30 a Belo Horizonte e foram recebidos pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), na pista do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, na região metropolitana da capital.

Os militares israelenses vão ajudar nas buscas por vítimas do rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, da empresa Vale, em Brumadinho.

Na conta das Forças Armadas de Israel, no Twitter, há um vídeo em que relatam o trabalho que será feito no Brasil, semelhante a outros realizados em distintos países, como Estados Unidos, Sri Lanka, Índia, Cambodja, Congo, Argentina e Colômbia. O vídeo mostra as bandeiras do Brasil e da Índia.

Em sua conta pessoal no Twitter, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, postou ontem (27) imagens dos militares enviados para o Brasil e destacou a importância da operação. “A delegação israelense está a caminho do Brasil para ajudar as vítimas do desastre do desabamento da barragem. Nós ajudamos nossos amigos.”

 

Fonte Agência Brasil

Criança de 4 anos baleada em operação policial, em Juazeiro, morre após mais de um mês internada

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(Foto: WhatsApp)

 

O menino de apenas 4 anos, que foi baleado durante uma operação policial em Juazeiro-BA, morreu nesse domingo (27) no Hospital Universitário de Petrolina, onde estava internado há mais de um mês. A criança foi atingida por um disparo de arma de fogo no dia 21 de dezembro do ano passado.

Segundo informações de testemunhas, o disparo teria sido efetuado por um Policial Militar, durante uma perseguição à um homem que estava em uma motocicleta, no distrito de Maniçoba. O menino que passava com a mãe pelo local, acabou atingido na barriga.

A criança foi socorrida às presas por populares, que pediram ajuda dos policias, que até o momento não haviam percebido o ocorrido. O menino foi levado pelos PM’s para o HU-Univasf, onde passou por alguns procedimentos cirúrgicos.

Na época, o PNB entrou em contato com o Comandante da CPRN (Comando de Policiamento Regional Norte), Coronel Anselmo Bispo. De acordo com ele, o Major Irlan, responsável pela área, estava apurando a situação, mas que independente da versão dos policiais, seria aberto um inquérito Policial para apurar o fato.

Ontem, em nota,  a 74ª CIPM Rural se manifestou sobre a morte do menino.

NOTA 74ª CIPM RURAL

“É com sentimento de profundo pesar que o Comandante da septuagésima quarta (74ª) Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) RURAL, o major Irlam Gouveia e todos Policiais Militares da companhia, neste momento de dor, se solidarizam e informam que o menino Gustavo Henrique faleceu na manhã deste domingo (27). É importante salientar que todos os Procedimentos Administrativos e o Inquérito Policial Militar já foram iniciados desde da ocorrência do fato e que estão em andamento. “Polícia Comunitária: dignidade e respeito ao cidadão””.

 

Da Redação

 

Cirurgia de Bolsonaro deve durar de três a quatro horas

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A cirurgia do presidente Jair Bolsonaro para retirada da bolsa de colostomia e  reconstrução do trânsito intestinal começou por volta das 7h de hoje (28) e deve durar de três a quatro horas. Será a terceira cirurgia em quatro meses, desde o ataque a facada em Juiz de Fora, Minas Gerais.

A previsão da assessoria de imprensa do Palácio do Planalto é que o porta-voz da Presidência da República, general Otávio Santana do Rêgo Barros, conceda um briefing no final da manhã desta segunda-feira.

O presidente deverá ficar no Hospital Albert Einstein por cerca de 10 dias. Nesse período, ele pretende trabalhar normalmente, despachando com ministros e assessores, além de transmitir orientações para a equipe ministerial.

O Hospital Albert Einstein organizou um espaço para o presidente despachar. Segundo o porta-voz, existe um dispositivo montado pelo gabinete de Segurança Institucional com equipamentos, possibilidades técnicas para Bolsonaro orientar seus ministros e seus órgãos e despachar.

Ontem (27), os exames laboratoriais e de imagem pré-operatórios indicaram normalidade, segundo boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein, na capital paulista. A estimativa é que após as primeiras 48 horas da cirurgia, o presidente volte ao trabalho no próprio hospital.

 

Fonte Agência Brasil

Após tragédia de Brumadinho, monitoramento das barragens de rejeitos de Jacobina e outras na Bahia será intensificado

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A house is seen in an area next to a dam owned by Brazilian miner Vale SA that burst, in Brumadinho, Brazil January 25, 2019. REUTERS/Washington Alves

 

O monitoramento das barragens de rejeitos que existem na Bahia será intensificado, devido ao alerta provocado pela tragédia de Brumadinho (MG), ocorrido na sexta-feira (25), segundo informou a gerência da Agência Nacional de Mineração na Bahia (ANM).

Conforme Cláudio da Cruz Lima, gerente regional da ANM na Bahia, o estado tem um número muito menor de barragens de rejeitos, em relação a Minas Gerais. No estado baiano são 14, sendo que quatro delas podem representar algum risco.

“Enquanto Minas tem mais de 400 barragens no Plano Nacional de Segurança de Barragens, a Bahia possui apenas 14. Isso nos permite monitorar as barragens, no mínimo, uma vez por ano. Algumas são monitoradas até duas vezes por ano”, disse Lima.

A Bahia não tem registro de acidentes com barragens de rejeitos. A intensificação do monitoramento das unidades é uma medida preventiva, afirmou o gerente da ANM no estado.

“As barragens que têm mais alto potencial de dano são as localizadas em Jacobina (2), Santa Luz (1) e Itagibá (1), mas elas estão sendo monitoradas, inclusive presencialmente, e as empresas estão cumprindo os condicionantes impostos pela ANM. Apesar disso, a gente vai intensificar o monitoramento das barragens, e, a partir da semana que vem, já vamos fazer uma reunião para retraçar os planos de monitoramento das barragens aqui na Bahia”, completou Lima.

Especialistas afirmam que a chance dos rejeitos de Brumadinho chegarem a rios ou praias da Bahia são remotas, por conta do volume, que não é tão grande quanto Mariana, tragédia ocorrida também em Minas Gerais, em 2015.

Na ocasião, as águas da Bahia, embora o Ibama tenha chegado a fazer um alerta, também não foram atingidas pelos rejeitos da barragem.

G1 Bahia

Candidatos à presidência do Senado têm afastado a possibilidade de investigar na Casa o Senador eleito Flávio Bolsonaro

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De olho em uma disputa em que os eleitores são seus pares, candidatos à presidência do Senado têm afastado a possibilidade de investigar na Casa o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), alvo de suspeitas envolvendo movimentações financeiras e integrantes de seu gabinete na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).

Partidos de oposição, como o PT, defendem a instalação de uma CPI (comissão parlamentar de inquérito) para investigar o senador eleito.

“Esta questão do Flávio Bolsonaro é algo anterior à sua posse no Senado, não é um crime que cometeu enquanto senador. Mas é muito grave o que está acontecendo. Precisamos investigar isso. Se o Judiciário, o Ministério Público não derem conta, nós queremos conversar com parlamentares, com outros partidos, a instalação de uma CPI. Não podemos deixar a população sem retorno”, disse a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PR), que tem mandato de senadora até 31 de janeiro e, no dia seguinte, assume como deputada federal.

O Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) apontou que o filho do presidente Jair Bolsonaro recebeu em sua conta bancária 48 depósitos, em dinheiro, em junho e julho de 2017, sempre no valor de R$ 2.000, totalizando R$ 96 mil.

De acordo com reportagem do Jornal Nacional, os depósitos foram feitos no autoatendimento da agência bancária que fica dentro da Alerj, e os remetentes não foram identificados. Flávio alega que recebeu dinheiro em espécie pela venda de um imóvel e que depositou R$ 2.000 por ser o limite no caixa eletrônico.

Além disso, há investigações sobre funcionários do gabinete de Flávio na Alerj.

O Coaf diz que Fabrício Queiroz, que era policial militar e motorista do filho de Bolsonaro, movimentou R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017.

Além do valor, considerado incompatível com o patrimônio de Queiroz, chamaram a atenção o volume de saques —que chegaram a cinco em um mesmo dia— e o fato de ele ter recebido repasses de oito funcionários do gabinete de Flávio.

Soma-se a isso o fato de que uma operação deflagrada no Rio de Janeiro nesta semana tinha como um dos alvos de mandado de prisão o ex-capitão da PM Adriano Nóbrega, suspeito de chefiar milícias na cidade. A mãe e a mulher dele foram funcionárias comissionadas no gabinete de Flávio até 2018. Flávio atribui as indicações a Queiroz.

A Folha ouviu seis dos nove pré-candidatos ao comando do Senado: Renan Calheiros (MDB-AL), Simone Tebet (MDB-MS), Angelo Coronel (PSD-BA), Alvaro Dias (PODE-PR), Esperidião Amin (PP-SC) e Major Olímpio (PSL-SP).

A maioria dos entrevistados disse que não se deve pré-julgar Flávio e que ele já está sendo alvo de investigação do Ministério Público.

“Tenho uma tese de que ninguém deve pré-julgar ninguém. Acho que o senador Flávio Bolsonaro vai ter a oportunidade de externar e fazer a sua defesa. Se lá na frente ele cometer algum delito, cabe à Justiça apreciar e julgar. Mas não será Angelo Coronel, presidente do Senado, se for, que vou ser o algoz de nenhum parlamentar”, disse o próprio senador eleito pelo PSD da Bahia.

Para Renan Calheiros, Flávio não pode ser investigado no Rio de Janeiro, já que é senador eleito, nem no Senado.

“A investigação no Senado só acontece em circunstâncias especialíssimas. Temos com relação a ele as melhores expectativas, de que é um moço que quer trabalhar, que quer fazer um bom mandato, que tem posições e defende-as. O que nós queremos é o melhor dele neste momento complexo da vida nacional. A expectativa que nós temos é a melhor possível”, disse Renan.

Concorrente de Renan na bancada do MDB, Simone Tebet disse que é prematuro avançar nesta pauta porque é necessário haver algo concreto para se analisar.

“Acima de tudo, é importante ter os fatos. Os fatos têm que estar claros. Tenho que ter algo concreto no que me debruçar. Lembrando que tudo que foi feito antes da posse, a princípio, não cabe investigação por parte da Casa. Isso fica por conta do Ministério Público, do Poder Judiciário. A não ser que queira fazer barulho, pré-julgamento ou fazer com o partido do outro o que não quis que se fizesse com o próprio partido, fora isso, é muito prematuro você avançar nesta pauta. Não somos Ministério Público, muito menos Judiciário”, disse a senadora.

Pré-candidato pelo PSL, partido dos Bolsonaro, Major Olímpio (SP) disse que as investigações sobre Flávio não afetam o governo e que não acredita no avanço de investigações no Senado.

“A oposição tem que fazer o papel dela, é da democracia. Não creio que vá prosperar nenhuma iniciativa destas”, afirmou nesta semana.

Esperidião Amin disse não ter opinião formada e defendeu a atuação do Ministério Público.

“Não tenho a menor ideia ainda porque não conheço o teor da investigação que está em curso. Acho que as instituições estão funcionando corretamente. Não tenho reparos ao que as instituições que estão atuando têm feito. Portanto, não acho que devo opinar sobre o que não conheço”, afirmou o senador eleito.

Alvaro Dias, que teve o combate à corrupção como sua principal bandeira na disputa pela Presidência da República, no ano passado, diz que o Senado não deve interferir.

“Já há uma investigação em curso que diz respeito à Assembleia do Rio de Janeiro e não ao Senado Federal. Temos que aguardar as investigações, sempre valorizando o Ministério Público, Polícia Federal, todos esses órgãos da investigação. Mas sem interferência da nossa parte. Sem pré-julgar, temos que aguardar.

“O Congresso Nacional é foro sim para fazer investigação”, insiste Gleisi Hoffmann. “Tem muita coisa para ele explicar. É muito grave o que aconteceu. Acho muito difícil eles afastarem do Palácio do Planalto este tipo de crise. É uma crise que envolve o centro familiar.”

Os senadores Tasso Jereissati (PSDB-CE), Davi Alcolumbre (DEM-AP) e Fernando Collor (PTC-AL), cujos nomes também figuram como pré-candidatos à presidência do Senado, foram procurados diretamente ou por meio de suas assessorias, mas não responderam até a publicação da reportagem.

Folhapress

Governo inaugura trecho recuperado da BA-220, em Campo Formoso

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Também conhecido como ‘Cidade das Esmeraldas’, o município de Campo Formoso recebeu visita o governador Rui Costa na manhã desta sexta-feira (25). Na ocasião, foram realizadas inaugurações e assinaturas de ordens de serviço e convênios que beneficiam moradores da sede e de diversos povoados.

“Hoje são mais de R$ 22 milhões de investimentos, entre aqueles já realizados e outros em andamento. Também anunciamos novos investimentos nas áreas de cultura, educação, infraestrutura e saneamento para melhorar a vida do povo de Campo Formoso”, afirmou Rui.

O primeiro compromisso do governador foi a inauguração do trecho de oito quilômetros da BA-220, que liga Campo Formoso ao distrito de Poços, beneficiando 72 mil habitantes. A intervenção foi executada pela Secretaria de Infraestrutura de Transporte, Energia e Comunicação do Estado (Seinfra), com o uso da técnica do Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) e investimento de R$ 3 milhões. Pelo local, circulam cerca de 120 veículos diariamente.

Segundo o titular da Seinfra, Marcus Cavalcanti, trata-se de “uma rodovia importante, que escoa a produção mineral da região. Por conta disso, colocamos um pavimento que suporta esse tráfego intenso dessas carretas e faremos constante fiscalização, a fim de evitar que esses transportadores passem com cargas acima do peso permitido”.

O governador também entregou obra de pavimentação na sede e nos distritos de São Tomé Brejão da Caatinga e Tiquara, com recursos de cerca de R$ 2 milhões. São quase sete mil metros quadrados de pavimentação, 1,5 mil metros quadrados de passeios (calçadas) e 1,2 metros de meio-fio, todos dotados de rampas de acessibilidade e sinalização.

A visita ao município incluiu ainda a entrega de duas motocicletas para a 54ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), para reforçar o policiamento da região.

Sistemas de abastecimento

Outra inauguração realizada nesta sexta (25) foi a de sistemas simplificados de abastecimento de água nas localidades de Curralinho, Barrocas, Fazenda Nova, Rego do Adão e Mocambo, que beneficiam 462 moradores, com um investimento total de R$ 720 mil.

Implantados pela Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento (Cerb), empresa da Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS), os sistemas são compostos de captação através de poços tubulares; adutoras; tratamento de água com equipamentos de dessalinização; reservatórios; distribuição através de chafarizes eletrônicos; dessedentação de animais com bebedouros instalados; e tanques de evaporação para tratamento do concentrado.

Autorizações

Na oportunidade, Rui também assinou ordem de serviço para o início das obras de ampliação do sistema de abastecimento de água da sede municipal. A intervenção vai levar água tratada para 32 mil moradores e está orçada em R$ 4 milhões.

Ainda em Campo Formoso, a Secretaria de Desenvolvimento Rural do Estado (SDR) foi autorizada a celebrar três convênios do projeto Bahia Produtiva, no valor aproximado de R$ 900 mil. Os documentos asseguram consultoria e implantação de quintais produtivos e agroecológicos que auxiliam associações de pequenos produtores quilombolas.

Secom Bahia Foto: Camila Souza/GOVBA

Mourão assume novamente à Presidência

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Mais uma vez, Mourão na presidência. O vice-presidente, Hamilton Mourão, assumirá nesta segunda-feira (28) o exercício da Presidência da República, pelo período em que Jair Bolsonaro ficará em repouso da cirurgia para a retirada da bolsa de colostomia.

Bolsonaro será submetido à cirurgia de retirada da bolsa de colostomia, que usa desde setembro do ano passado após ter sofrido uma facada, em Juiz de Fora, Minas Gerais, durante a campanha eleitoral.

Mourão deverá comandar na terça-feira (29) a reunião ministerial.

A previsão é a de que Bolsonaro passe um período de dez dias, em recuperação, mas segundo o porta-voz da Presidência ele irá despachar do Hospital Albert Einstein.

Da Redação