Preto no Branco

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Acidente na BR 407 deixa três mortos

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No início da tarde de hoje (23), houve um acidente na BR 407, Km 90, em Jaguarari, resultando na morte de três pessoas:  Moisés Pereira Lima, 47 anos; Diego Conceição Gonçalves, 32 anos e Jonas Gabriel Gonçalves Lima, 19 anos. Eles morreram no local do acidente e uma quarta pessoa, Eric Carvalho, que também estava no veículo, sobreviveu.

Segundo informações da Policia Rodoviária Federal, o motorista perdeu o controle da direção e capotou várias vezes.

As vítimas moravam em Jaguarari. Eric Carvalho foi transferido para um hospital em Petrolina.

Da Redação 

Multas por uso de celular ao volante crescem 33% em 2018

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Apenas nos primeiros sete meses deste ano, o número de multas aplicadas a quem usa o celular enquanto dirige já é 33% maior do que em todo o ano passado. Os dados são do Registro Nacional de Infrações de Trânsito (Renainf), mantido pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

De janeiro a julho, segundo o órgão, esse tipo de infração resultou na aplicação de 759,7 mil multas em todo o país. Ao longo de 2017, as multas impostas pelo uso de celular ao volante somaram um total de 571,6 mil.

O alerta sobre os riscos e ameaças no uso de celular ao volante foi reforçado durante a Semana Nacional de Trânsito, que começou no último dia 18 e vai até a próxima terça-feira (25).

Especialista em trânsito e gerente técnico do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), o advogado Renato Campestrini, ressaltou que não há nada no celular que se sobreponha à segurança no trânsito. “É preciso maior conscientização. Nenhuma ligação ou mensagem é mais importante do que você arriscar a tua vida e a de outros no trânsito.”

Gravíssima

Classificada como “gravíssima” pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a infração por uso de celular ao volante pesa no bolso. São R$ 283,47, além de sete pontos anotados na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

A multa pode ainda ser combinada com outro tipo de infração, a condução de veículo sem as duas mãos ao voltante, que custa R$ 130,16 e rende mais cinco pontos na carteira.

O acúmulo de 20 pontos ou mais, em um período de até 12 meses, implica na suspensão da CNH. Mesmo com o carro parado no semáforo ou no engarrafamento, o manuseio de aparelhos eletrônicos continua sendo infração passível de multa.

Riscos

Os  riscos vão além do bolso e da possibilidade de ter o direito de dirigir suspenso. De acordo com a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, o uso de celular ao volante já é a terceira maior causa de fatalidades no trânsito do Brasil. Anualmente, o trânsito tira a vida de mais de 37 mil pessoas no país.

Estudos internacionais indicam que manusear o celular durante a direção é tão perigoso quanto dirigir sob o efeito de álcool. Estima-se que teclar ou atender uma ligação ao volante amplia em 400 vezes a chance de provocar um acidente.

“Usar o celular ao volante tira completamente a atenção do motorista. A uma velocidade de 100 km/h, se percorre uma enorme distância em apenas poucos segundos, por isso uma distração pode ser fatal”, afirmou Renato Campestrini, advogado, especialista em trânsito e gerente técnico do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV).

Campestrini informou que aumentou “de forma significativa” o número de pequenas colisões no trânsito relacionadas ao uso do celular. “O motorista, às vezes, está parado atrás de outro veículo, fica olhando o celular, e quando arranca acaba colidindo com o carro da frente, porque perdeu a noção da distância. Isso é muito comum hoje em dia”, exemplifica.

Mudanças

Até 2016, o uso de celular ao volante era uma infração média. O crescente número de acidentes fez com que uma alteração no CTB a transformasse em infração gravíssima. Mesmo com maior rigor, os números sugerem que a prática segue ocorrendo.

De acordo com uma pesquisa do Instituto Datafolha, para 72% dos brasileiros entrevistados, o uso do celular enquanto se está dirigindo, seja escrevendo ou lendo mensagens, é a infração que mais cresceu nos últimos dois anos.

O levantamento, realizado em junho deste ano, foi contratado pela Seguradora Líder, responsável pela administração do Seguro de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (Seguro DPVAT). O mesmo percentual de entrevistados (72%) admitiu que faz manuseia o celular ao volante.

Omissão

Uma possibilidade para tornar ainda mais grave esse tipo de infração seria impor o chamado “fator multiplicador” na aplicação da multa. É o que ocorre, por exemplo, para quem é multado por dirigir sob o efeito de álcool. Também classificada como gravíssima, o valor da multa é multiplicado por 10, atingindo o patamar de R$ 2.834,70.

“Uma opção seria aplicar um fator multiplicador de três ou de cinco para quem usa celular ao voltante”, apontou Campestrini, gerente técnico do Observatório Nacional de Segurança Viária.

Apesar de punir o manuseio do celular, a legislação brasileira ainda é omissa sobre o uso do telefone por meio da tecnologia bluetooth, que permite a conexão sem fio do aparelho com o sistema do som do carro. A ferramenta permite ao motorista falar ao telefone enquanto dirige sem precisar segurar o aparelho.

“Mesmo no bluetooth, a concentração do motorista é menor. Há correntes que defendem essa proibição, mas isso ainda não vingou no Brasil”, afirma Campestrini.

Pedestres

O uso de celular no trânsito também é um risco para os pedestres. É cada vez mais comum o registro de atropelamentos de pessoas que estavam distraídos com o seu smartphone no momento de atravessar uma rua ou um cruzamento.

Ler, digitar, falar e usar o fone de ouvido pode aumentar pode tirar completamente a atenção do pedestre na rua. Há estimativas que indicam um aumento em até 80% na chance de um acidente nessas circunstâncias.

Agência Brasil

Marina pede ao TSE que investigue Bolsonaro por ataque a grupo de Facebook

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A candidata à Presidência da República Marina Silva (Rede) ingressou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra Jair Bolsonaro (PSL). Segundo a Folha, a candidata pede que Bolsonaro seja investigado por “orquestração” de ataque hacker a uma página de mulheres contra o candidato no Facebook.

Marina alega na ação que, ainda que não se confirme a participação de Bolsonaro e de aliados no ataque, o candidato do PSL obteve vantagem eleitoral com o caso.

A candidata pede, ainda, para a Justiça Eleitoral investigar possíveis atos de abusos dos meios de comunicação e do poder político por Bolsonaro, seu filho Eduardo e o general Hamilton Mourão.

BN

A visita do presidenciável petista Haddad a Juazeiro(BA) e Petrolina(PE)

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Milhares de pessoas compareceram ao ato político que trouxe a Juazeiro, o candidato à Presidência da República pelo PT, Fernando Haddad, na manhã deste domingo(23).

O Governador do Estado e candidato à reeleição ao Governo da Bahia, Rui Costa, recebeu o presidenciável no aeroporto de Petrolina, em Pernambuco, juntamente com o Prefeito Paulo Bomfim e comitiva da coligação “Mais Trabalho por Toda a Bahia”, formada pelos candidatos a vice-governador, João Leão (PP), e a senador, Jaques Wagner (PT) e Ângelo Coronel (PSD).

No Vaporzinho, Orla II da cidade baiana, houve um rápido ato, quando falaram o Governador Rui Costa e o presidenciável petista.

Haddad lembrou uma visita que fez com Lula, então presidente, à região do Vale do São Francisco para tratar da implantação da Univasf – Universidade Federal do São Francisco.

Em caminhada pela Ponte Presidente Dutra, que liga Juazeiro a Petrolina, em Pernambuco, Haddad foi levado a vizinha cidade por uma multidão de petistas e apoiadores de sua candidatura.

Em Petrolina aconteceu mais um ato, com discursos dos majoritários da Bahia e Pernambuco.

Da Redação

Apostador leva R$ 21,7 milhões na Mega-Sena

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Um apostador de Itaguara (MG) acertou sozinho os números sorteados ontem (21) na Mega-Sena. O prêmio é de R$ 21.763.750,54.

O sorteio foi realizado no município de Oliveira (MG). As dezenas sorteadas foram: 13 – 18 – 35 – 40 – 41 – 42.

A quina teve 128 ganhadores, e cada um receberá R$ 15.918,03. Outras 4.287 pessoas acertaram a quadra, com prêmio de R$ 678,96 cada.

O próximo sorteio da Mega-Sena será realizado na quarta-feira (26), com prêmio estimado em R$ 2,5 milhões.

Agência Brasil

Colecionador brasileiro oferece R$ 120 milhões por ‘Abaporu’, de Tarsila do Amaral

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Na tentativa de trazer ao Brasil o quadro Abaporu, de Tarsila do Amaral, um colecionador brasileiro ofereceu US$ 30 milhões (aproximadamente R$ 120 milhões) para comprar o quadro “Abaporu”, de Tarsila do Amaral. A tela é considerada uma das obras de arte brasileira mais caras do mundo.

De acordo com a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, o objetivo do comprador é trazer o quadro de volta ao país. Atualmente, o “Abaporu” está exposto no Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires (Malba), na Argentina. A obra pertence a Eduardo Constantini, empresário argentino, fundador e presidente da instituição.

No entanto, a transação não prosperou. A negociação foi feita pela galeria brasileira Bergamin & Gomide, mas Constantini não aceitou a oferta. O “Abaporu” é uma das obras mais importantes em exposição no Malba.

BN

Facebook anuncia medidas para combater contas falsas e desinformação

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O Facebook divulgou nesta semana nota com novas medidas para evitar abusos na plataforma relacionados ao debate eleitoral. Ao longo do ano, a empresa já havia anunciado diversas iniciativas para o pleito de outubro relacionadas à propaganda eleitoral paga, a contas “não autênticas” e à disseminação de desinformação, como as chamadas notícias falsas.

Segundo comunicado divulgado pela companhia, foram removidas páginas inicialmente criadas para reunir pessoas com interesses diversos (como esportes e música) e que tiveram seus nomes e propósitos alterados para apoiar um candidato ou tomar partido na disputa eleitoral.

“Removemos essas páginas porque nossas políticas não permitem mudanças de nome de páginas que resultem em conexões falsas ou não intencionais, e que alterem substancialmente o assunto das páginas”, justificou o informe. A empresa, contudo, não divulgou o nome das páginas.

A plataforma também derrubou o que chamou de contas impostoras. Perfis que se faziam passar por candidatos disputando as eleições. Essa violação foi enquadrada no que a companhia chama de “comportamento não autêntico”, conduta que foi usada para remover 186 páginas e 97 perfis ligados ao Movimento Brasil Livre em julho.

Aplicativos e santinhos

No comunicado, o Facebook relatou ter retirado aplicativos que convidavam pessoas a votar pela internet. Esses programas “poderiam levar eleitores a acreditar que tinham efetivamente votado, ferindo nossas políticas que impedem apoio a fraude”, pontuou a nota. Pessoas que usaram esses aplicativos estão sendo notificadas.

A companhia está removendo também fotos nas quais o número não corresponde ao candidato, bem como molduras com números trocados. “Nossas políticas não permitem declarações de intenção ou apoio a fraude, por isso a remoção dessas imagens”, reiterou a empresa no comunicado divulgado.

Verificação de fotos e vídeos

No dia 13 de setembro, em outro comunicado,  o Facebook anunciou ter iniciado a verificação de desinformação também em fotos e vídeos. Até então, o monitoramento era focado apenas em textos. A partir deste mês, os sistemas automatizados da plataforma passarão a fiscalizar fotos e vídeos em busca de indícios de problemas, como manipulações.

Essa análise é complementada pela realizada por agências de checagem parcerias do Facebook. No Brasil, realizam este trabalho Lupa, Aos Fatos e Agência France Press. Conteúdos identificados como enganosos por essas agências têm seu alcance reduzido na plataforma.

BN

“O ataque a Bolsonaro e a laicidade do Estado”, por Delmar Bertuol

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sujeito que atacou o candidato Jair Bolsonaro disse que agiu por questões religiosas. Membros da sua igreja, que fiz questão de não pesquisar qual é, teriam, inclusive, ajudado a pagar advogados para a sua defesa.

Bolsonaro, além de defender medidas extremas contra a criminalidade (contra os criminosos pobres), adotando o mantra “bandido bom é bandido morto”, encontrou outro nicho eleitoral, os evangélicos, grupo religioso que é um dos que mais cresce no Brasil. Para isso, evoca nos seus discursos a Bíblia e, equivocadamente, dogmas cristãos.

No início da civilização, os reis eram representantes dos deuses na Terra, quando não tinham eles próprios características divinas. Em homenagem e/ou em nome dos panteões, inclusive sob a proteção das divindades, eram empregadas guerras contra povos estrangeiros e pessoas eram tornadas escravas. Na Idade Antiga, uma época extremamente teocêntrica, um povo virtuoso era aquele que mais pessoas e territórios conquistava. E isso, é claro, se dava pela violência. E, repito, com o aval dos deuses.

Na Idade Média ocidental, nos feudos europeus, quando já então nossos ancestrais haviam adotado o monoteísmo e os preceitos cristãos (desde então equivocados), o poder político era uma vontade Divina e era a própria Igreja Católica, que fazia parte do governo, quem aplicava as mais severas penas aos hereges, inclusive como forma de purificação.

Foi essa mesma Igreja que, de certa forma, legitimou a escravidão negra na Europa e nos lugares por ela colonizados, Brasil por exemplo. E ainda antes da Revolução Francesa o Rei tinha legitimidade divina.

Vivemos tempos de mudanças comportamentais como de paradigmas. Ao mesmo tempo, questões relativas a direitos humanos ocupam larga discussão enquanto tem-se a impressão que a violência social só aumenta. Pra somar, temos no Brasil uma efervescência política pelo menos desde as eleições de 2014.

Junta-se a isso a propagação das redes sociais, em que todos têm possibilidade de compartilhar suas ideias e opiniões, por mais esdrúxulas e anacrônicas que sejam. Maior prova é que há grupos que deliberadamente pregam a volta da Ditadura Militar e, num reflexo da pós-verdade, tentam convencer de que ela foi um período democrático.

São tempos de opiniões. Todos têm direito a tê-la e a pronunciá-la. E a religiosidade, que é íntima, subjetiva e, como intrínseca ao ser humano, automaticamente de impossível desvinculação de qualquer ação pessoal, inclusive política, vai direta ou indiretamente se manifestar nos argumentos pois, repito, presente no indivíduo.

Misturar, contudo, religião e política por conceito e premissa é um equívoco que remete aos primórdios tempos civilizacionais e que, no imaginário popular, legitima ações violentas, pois, em última instância, feitas em nome da sacralidade.

Apesar de eu não ter ouvido falar do caráter individual do atentado contra o candidato e partindo do pressuposto que ele fez o que muitos não tiveram coragem, refuto a ideia de que Bolsonaro foi vítima do que pregou. De novo, ele não inventou a violência e a intolerância. Ele apenas espertamente fez delas o seu produto. Bolsonaro foi vítima do imaginário social histórico brasileiro.

Delmar Bertuo, colaborador Pragmatismo Político

Haddad cresce em pesquisa e está empatado tecnicamente com Bolsonaro no 1º turno

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A pesquisa DataPoder360, realizada nos dias 19 e 20 de setembro de 2018 e divulgada na noite desta sexta-feira (21) pelo site Poder 360, indica um crescimento considerável do candidato petista Fernando Haddad, que está empatado tecnicamente com Jair Bolsonaro (PSL). No cenário com todos os candidatos, Bolsonaro tem 26% e Haddad registra 22% das intenções de votos para presidente, o que configura empate técnico considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.

Ciro (PDT) aparece com 14%, Alckmin (PSDB) com 6%, Marina (Rede) com 4%, Alvaro (podemos) com 3%, Meirelles (MDB) com 3% e Boulos (Psol) com 2%. Darciolo (Patriota), Eymael (DC), Amoêdo (Novo) e Goulart (PPL) estão com 1%. Vera (PSTU) não pontuou. Brancos e nulos representam 12% e não sabem ou não responderam contam 3%.

O DataPoder360 fez 4 testes de 2º turno. A opção foi simular o 1º colocado (Bolsonaro) contra os outros mais competitivos neste momento. O militar fica à frente numericamente de Alckmin e de Marina, mas empatado na margem de erro da pesquisa com Haddad. Contra Haddad, o placar é de 43% para o petista e 40% para Bolsonaro. Há aí também uma situação de empate estatístico – a margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Já Ciro Gomes é o único, de acordo com o DataPoder360 que hoje venceria Bolsonaro num confronto direto de 2º turno: 42% a 36%. Não há empate nesse caso. O pedetista ganharia de maneira clara se a disputa fosse hoje.

A pesquisa foi realizada com 4.000 entrevistas em todas as unidades da Federação. É o termômetro mais preciso e atual da corrida pelo Planalto. O registro na Justiça Eleitoral é BR-02039/2018.

BN