Preto no Branco

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Prefeito de Curaçá se reúne com a Coordenadoria da APLB Sindicato

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Na última sexta-feira (08/06), conforme anteriormente agendado, o prefeito municipal, Pedro Oliveira, reuniu-se com a coordenação da APLB em Curaçá para discutir pontos de reinvindicação da categoria e expor os rumos que pretende dar a educação do município.

Na reunião, o prefeito se comprometeu em discutir com a categoria e a comunidade escolar, as mudanças e adequações que serão feitas nas unidades escolares, bem como, como serão investidos os recursos dos “Precatórios do Fundef”.

Estiverem presentes em representação da categoria, Jenilda Bahia, Coordenadora do Núcleo, Cléber Ferreira, Iracema Martins, o advogado Dr Rafael e o Diretor/Presidente do Sindicato da APLB, Gilmar Nery.

Além do prefeito, participaram da reunião o Secretário Municipal de Educação, Daniel Torres e a Procuradora Geral do Município, Silvana Rodrigues. Como encaminhamento, ficou agendada uma nova discussão no dia 01 de agosto de 2018.

Ascom/PMC

Bolsonaro defendeu esterilização de pobres para combater miséria e crime

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O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) apresentou projetos e defendeu em discursos nas últimas décadas a esterilização dos pobres como meio de combater a criminalidade e a miséria.

No último dia 23, ele afirmou na marcha dos prefeitos a Brasília que estuda colocar no seu plano de governo uma proposta de planejamento familiar, mas não a detalhou.

“Não estou autorizado a falar isso, que botei na mesa, mas eu gostaria que o Brasil tivesse um programa de planejamento familiar. Um homem e uma mulher com educação dificilmente vão querer ter um filho a mais para engordar um programa social.”

Nas dezenas de discursos que ele proferiu sobre o assunto, na Câmara, nos últimos 25 anos, defendeu a adoção pelo Estado de um rígido programa de controle de natalidade, com foco nos pobres.

Segundo o pensamento que manifestou nesse período, seria o caminho para a redução da criminalidade e da miséria.

No passado, Bolsonaro manifestou que programas como Bolsa Escola e Bolsa Família serviriam apenas para incentivar os pobres a ter mais filhos e, com isso, aumentar a fatia que recebem de benefícios.

“Só tem uma utilidade o pobre no nosso país: votar. Título de eleitor na mão e diploma de burro no bolso, para votar no governo que está aí. Só para isso e mais nada serve, então, essa nefasta política de bolsas do governo”, afirmou em novembro de 2013 no plenário da Câmara.

Em 1992, seu terceiro ano como deputado, ele já falava sobre o tema. “Devemos adotar uma rígida política de controle da natalidade. Não podemos mais fazer discursos demagógicos, apenas cobrando recursos e meios do governo para atender a esses miseráveis que proliferam cada vez mais por toda esta nação.”

No ano seguinte, voltou à carga, também na Câmara: “Defendo a pena de morte e o rígido controle de natalidade, porque vejo a violência e a miséria cada vez mais se espalhando neste país. Quem não tem condições de ter filhos não deve tê-los. É o que defendo, e não estou preocupado com votos para o futuro”.

Bolsonaro afirmava em seus discursos não acreditar que a educação pudesse solucionar os problemas do país.

“Não adianta nem falar em educação porque a maioria do povo não está preparada para receber educação e não vai se educar. Só o controle da natalidade pode nos salvar do caos”, disse em julho de 2008.

Segundo ele, a discussão sobre o auxílio governamental à população mais pobre entulharia o Congresso de projetos. “Já está mais do que na hora de discutirmos uma política que venha a conter essa explosão demográfica, caso contrário ficaremos apenas votando nesta Casa matérias do tipo Bolsa Família, empréstimos para pobres, vale-gás etc”, disse em 2003.

Em algumas das vezes que abordou o assunto, opinou que os pobres, por ignorância ou na expectativa de receber ajuda do governo, não controlam o número de filhos como os mais ricos.

“Tem que dar meios para quem, lamentavelmente, é ignorante e não tem meios controlar a sua prole. Porque nós aqui controlamos a nossa. O pessoal pobre não controla [a dele]”, afirmou em 2013.

A lei 9.263/96, que trata do planejamento familiar, proíbe qualquer ação com o objetivo de controle demográfico ou a indução individual ou coletiva à prática de esterilização. Ela estabelece como diretrizes ações preventivas e educativas para o livre exercício do planejamento familiar.

A esterilização cirúrgica voluntária —vasectomia ou laqueadura— é permitida apenas aos maiores de 25 anos ou, pelo menos, com dois filhos vivos, observados critérios como prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação da vontade e a cirurgia, informação sobre a irreversibilidade do ato e não realização de laqueadura no período de parto.

Bolsonaro apresentou três projetos retirando praticamente todas essas restrições e reduzindo a idade mínima de esterilização para 21 anos. Dois foram arquivados e um está parado desde 2009.

Um de seus filhos, o vereador Carlos Bolsonaro, manifestou em rede social, em 2014, proposta de dar Bolsa Família só a quem se submetesse a vasectomia ou laqueadura.

A Folha enviou perguntas sobre o tema à assessoria do presidenciável, mas não houve resposta. O vereador Carlos Bolsonaro também não se manifestou.

Folhapress

Reprovação ao governo Temer é de 82%, aponta pesquisa Datafolha

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Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (10) pelo site do jornal “Folha de S.Paulo” indica que o governo do presidente Michel Temer é reprovado por 82% dos entrevistados.

O índice é ainda maior (12 pontos percentuais) que o registrado no levantamento anterior, em abril, e corresponde à soma dos que classificam o governo como “ruim” ou “péssimo”.

O Datafolha ouviu 2.824 pessoas em 174 municípios entre os últimos dias 6 e 7 de junho.

O resultado da pesquisa, de acordo com o site, é o seguinte:

  • Ótimo ou bom: 3%
  • Regular: 14%
  • Ruim ou péssimo: 82%

Veja índice de confiança no STF, Militares e Imprensa:

Confiança no STF:

  • 14% confiam muito
  • 43% confiam um pouco
  • 39% não confiam

Confiança nas Forças Armadas:

  • 37% confiam
  • 41% confiam um pouco
  • 20% não confiam

Confiança na imprensa:

  • 16% confiam
  • 45% confiam um pouco
  • 37% não confiam

Mais índices de credibilidade baixa:

  • Partidos políticos: 68% não confiam
  • Congresso: 67% não confiam
  • Presidência: 64 não confiam

G1

Pela 1ª vez, campanha eleitoral não terá financiamento de empresas

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Este ano, o eleitor brasileiro vai acompanhar uma campanha diferente, pois, pela primeira vez, está proibida a doação de empresas para os candidatos, conforme determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).

Sem o dinheiro das empresas, a saída encontrada por deputados e senadores foi definir novas regras para o financiamento da propaganda eleitoral. Depois de muita polêmica e poucos dias antes do prazo final para a proibição valer em 2018, Câmara dos Deputados e Senado aprovaram a criação do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, por meio da Lei 13.487/2017, que soma R$ 1,716 bilhão de recursos públicos. Além desse fundo, as legendas apostam em doações de pessoas físicas e vaquinhas virtuais para aumentar o montante de recursos.

Distribuição
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu como os recursos do fundo serão distribuídos. Uma pequena parcela (2%) será dividida igualitariamente entre todos os partidos. O restante será distribuído conforme a votação do partido e a representação no Congresso. Quanto maior a bancada, mais dinheiro a legenda receberá. A referência é o número de titulares nas duas Casas – Câmara e Senado – apurado em 28 de agosto de 2017.

O partido que mais receberá recursos será o MDB com R$ 234,19 milhões (13,64%), seguido pelo PT, R$ 212,2 milhões (12,36%); e pelo PSDB, com R$ 185,8 milhões (10,83%). O PP (7,63%) ficará com R$ 130,9 milhões e o PSB (6,92%), com R$ 118,7 milhões. Já o Partido Novo, PMB, PCO e PCB (0,57%) serão as legendas com a menor fatia do fundo eleitoral, tendo direito a R$ 980 mil cada.

Os partidos poderão definir internamente os critérios da distribuição dos recursos para os candidatos, desde que com a aprovação da maioria absoluta dos integrantes da Executiva Nacional da legenda. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisará se os requisitos foram cumpridos ou poderá pedir esclarecimentos.

A partir dos critérios estabelecidos, a verba ficará à disposição dos partidos, que devem respeitar o entendimento do TSE de que, no mínimo, 30% serão aplicados para o custeio de campanhas eleitorais de mulheres. As decisões das legendas sobre a distribuição também devem ser divulgadas em suas páginas na internet.

Fundo Partidário
Por decisão da Justiça eleitoral, um outro fundo, o partidário, poderá ser utilizado nas campanhas dos candidatos deste ano. Composto por dinheiro público, o fundo é destinado originalmente ao financiamento de despesas que garantem a sobrevivência das legendas, como a manutenção de diretórios e o pagamento de pessoal. O orçamento aprovado pelo Congresso, no fim do ano passado, garantiu R$ 888,7 milhões a todas as 35 legendas registradas no TSE.

A distribuição segue a proporcionalidade do tamanho da bancada de cada legenda na Câmara dos Deputados.

Outras fontes
Mas nem só com dinheiro público serão bancadas as campanhas em 2018. Doações de pessoas físicas, limitadas a 10% do rendimento bruto do ano anterior ao das eleições, também serão permitidas. Cada pessoa não poderá doar mais que 10 salários mínimos para cada cargo ou chapa majoritária.

A internet também ganhou mais espaço nas eleições de 2018, com a liberação da arrecadação por ferramentas de financiamento coletivo, o crowndfunding ou vaquinhas virtuais, e a legalização do chamado impulsionamento de conteúdo, praticado por meio das redes sociais com empresas especializadas.

Se a internet ganhou espaço, a propaganda no rádio e na televisão foi diminuída para permitir uma campanha mais barata. No segundo turno, em vez de se iniciar 48 horas após a votação, a propaganda só retorna à TV e rádio na sexta-feira seguinte ao resultado, com um tempo menor. Além disso, parte da propaganda partidária em rádio e TV foi extinta para que o dinheiro da renúncia fiscal seja incorporado ao orçamento do fundo de financiamento de campanhas.

Agência Brasil

Bolsonaro avalia participar de debates apenas no segundo turno

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O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), pré-candidato ao Palácio do Planalto, avalia participar dos debates apenas no segundo turno. A informação é do blog Radar, da revista Veja.

Nesta semana, o presidenciável recusou-se a participar de sabatina realizada pelo UOL, pela Folha de S.Paulo e pelo SBT.

BN

Com apresentações da prata da casa, Rio Corrente encerra São João dos Bairros de Petrolina

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Após um mês de muito forró em quatro polos de Petrolina, a comunidade do Rio Corrente finalizou o São João dos Bairros, neste sábado (9), com atrações locais e o pátio lotado. O espaço ficou pequeno para a animação das cerca de 5 mil pessoas que dançaram forró ao som de Banda New Bis, Ricardinho & Gláucia; Adenys Vaqueiro e Lenno.

Com forró e o estilo vaquejada  Adenys Vaqueiro abriu a noite junina na comunidade. Em seguida, Ricardinho & Gláucia deram um show junto com a Banda New Bis, trazendo canções autorais como ‘Solteirinho’ e ‘Você me faz mal’. Encerrando o São João dos Bairros, o cantor Lenno arrastou a multidão relembrando grandes sucessos como ‘Coração de osso’ e ‘Beber de balde’.

O São João dos Bairros passou nos últimos quatro finais de semana pelo José e Maria; Avenida dos Tropeiros; Areia Branca e Rio Corrente.

O secretário de Cultura Turismo e Esportes, Emicio Junior, avaliou de forma positiva a festa. “Foram quatro finais de semana de muita paz, onde famílias puderam se divertir e curtir muito forró. Agora, é recarregar as energias e levar esse mesmo espírito de tranquilidade e lazer para o Pátio Ana Das Carrancas, já nesta sexta”, convida.

O São João dos Bairros é uma realização da Prefeitura de Petrolina, através da Secretaria de Cultura Turismo e Esportes (SECULTE), em parceria com a Central Única dos Bairros (CUBAPE).

ASCOM/PMP
Fotos: Alexandre Justino

Raquel Dodge planeja nova denúncia contra Michel Temer

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Tudo indica que a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, prepara uma nova denúncia contra o presidente Michel Temer (MDB). A informação é da coluna Radar, da revista Veja.

O procurador anterior, Rodrigo Janot, denunciou o emedebista duas vezes. Até o ano passado, uma eventual denúncia por parte de Dodge era era encarada com descrença.

Bocão News

Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 14 milhões na 4ª feira

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Ninguém acertou as seis dezenas – 10, 19, 26, 35, 38 e 39 – do concurso 2048 da Mega-Sena, sorteadas neste sábado (9), em Goiás.

O próximo concurso, o de número 2049, a ser realizado dia 13 próximo, quarta-feira, pode pagar R$ 14 milhões.

As informações são do site da Caixa Econômica Federal.

A Quina teve 36 apostas ganhadoras com R$ 57.189,69 para cada uma.

A Quadra registrou 3.611 apostas ganhadoras com R$ 814,50 para cada uma delas.

Da Redação

“O Amor Próprio diante a pressão social do Dia dos Namorados”, por Marco Loureiro

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“Amar a si mesmo é o começo de um romance para toda a vida.”
(Oscar Wilde)

Festa no mercado, Dia dos Namorados vem aí. Nessa época em qualquer lugar que se vá existe alguma lembrança do quanto é bom estar com alguém, como amar e ser amado é fundamental para ser feliz. Corações com flechas e clichês para todo lado.

Não sou contra essas manifestações, há quem se alegre com elas. O que me faz pensar são as consequências da imposição desse padrão de felicidade: a suposta necessidade de estar com outra pessoa para se considerar feliz.

Como deve estar a cabeça de quem não está namorando, por opção ou falta dela? Tempos gelados para os solteiros.

Isso porque começou a temporada da celebração de que é preciso estar com alguém para a alegria transbordar. Nada mais longe da verdade. Para ser feliz uma pessoa precisa estar de bem com sua própria vida, com seus caminhos e suas escolhas.

Certamente estar com alguém não é sinônimo de felicidade. Você conhece alguém que namora e é infeliz? O fato é que existem pessoas tristes e felizes tanto entre os solteiros, quanto entre os acompanhados.

Além disso, depositar a responsabilidade da sua felicidade em alguém é algo pesado e injusto. A própria pessoa é a responsável pelo que sente. Não é possível terceirizar os sentimentos.

Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você, dizia Sartre. Não controlamos o mundo, mas temos a chance de buscarmos controlar a nós mesmos. Temos todos os recursos necessários para pegarmos as rédeas de nossas emoções, olharmos para dentro e escolhermos o que queremos para nossas vidas.

É importante não cairmos na armadilha de tentarmos encontrar no mundo a fórmula da felicidade. Como somos diferentes, o que alegra alguém, naturalmente pode não alegrar outra pessoa.

Somos livres. Se para ela estar com alguém significa ser feliz, tudo certo. E se para outra a felicidade quer dizer curtir a existência sem esse compromisso, está tudo bem também. O que importa é não deixarmos de lado quem realmente somos e o que de verdade nos faz bem.

Que tal aproveitar esse Dia dos Namorados e cuidar bem de si?

Conquiste-se. Apaixone-se pelas suas virtudes e o que faz de você uma pessoa única. Cuide de seu jardim interior, cultive bons sentimentos e perceba a sensação de que você já tem a pessoa mais importante do mundo: você.

Marco Loureiro é educador, palestrante de autoconhecimento e integração de pessoas, desenvolvedor humano, escritor, terapeuta corporal ayurvédico, matemático e violonista clássico. E-mail: marco@institutoloureiro.com.br. Visite:www.institutoloureiro.com.br e www.professorloureiro.com