Preto no Branco

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VIII Semana do Bebê será realizada de 14 a 18 de maio em Juazeiro

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VIII Semana do Bebê  será realizada de 14 a 18 de maio em Juazeiro

Débora Sousa/SESAU

Começa nesta segunda-feira (14), a VIII Semana do Bebê de Juazeiro, um evento intersetorial articulado pelas Secretarias de: Saúde (SESAU), Educação e Juventude (SEDUC) e a de Desenvolvimento Social, Mulher e Diversidade (SEDIS). A ação que segue até o dia 18 de maio, este ano tem o tema ‘Cuidando da primeira infância’.

De acordo com a superintendente de Gestão de Pessoas da SESAU Lorena Pesqueira, as ações da Semana iniciam na segunda-feira e como o tema é primeira infância será realizado em uma creche municipal. “Vamos até a EMEI Maria Hozana Nunes e lá vamos fazer a entrega simbólica da chave da cidade para as crianças. Logo em seguida realizaremos ações integradas de saúde e educação e contaremos com momentos lúdicos através de apresentações culturais”, conta.

A secretária da Seduc Lucinete Alves evidencia que a Semana do Bebê é um momento para realizar ações com os profissionais envolvidos no processo educativo da primeira infância. “Durante toda semana as Escolas de Educação Infantil – EMEI’s da Rede vão realizar uma extensa programação para os cinco dias do evento com palestras, mesas redondas, oficinas e inúmeras atividades para os alunos, pais e a comunidade. Contamos com a participação de todos”, convidou Lucinete.

As ações acontecem nas unidades escolares, unidades básicas de saúde, Hospital Materno infantil, CRAS e CREAS. Para Fátima Carvalho, Diretora de Proteção Especial da SEDES, a semana do bebê é um momento muito importante. “Conseguimos envolver grande parte do nosso público, CRAS e CREAS na temática do evento levando ações que trazem resultados efetivos no dia a dia”, constata.

A Semana do Bebê de Juazeiro ainda conta com a parceria da Câmera de Vereadores de Juazeiro, Universidade do Vale do São Francisco (Univasf), da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente (CMDCA).

Débora Sousa/SESAU

Projeto sobre profissões incentiva alunos da Rede Municipal de Ensino em Juazeiro

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O Projeto ‘Eu preciso sonhar: Uma escola que perpassa a função de ensinar’, vem incentivando os alunos do 9º ano, com idade entre 14 e 16 anos da Escola Municipal Terezinha Ferreira, localizada no bairro Tabuleiro em Juazeiro. Na sexta-feira (11), a secretária de Educação e Juventude (SEDUC) Lucinete Alves foi a professora convidada para participar do Talk Show (Bate Papo), uma das ações do projeto, juntamente com o médico Argos Azevedo, o jogador de Futebol de 5 da Seleção Brasileira Raimundo Nonato, o profissional de Comércio Exterior Willian de Souza, ex-aluno e o estudante de administração do IFBA Pedro Lima, que também é ex-aluno do Terezinha.

Durante três dias, os alunos tiveram oportunidade de conhecer as histórias de profissionais de várias áreas como: professor, médico, jogador de futebol, policial, nutricionista, advogado, entre outros. Willian de Souza, ex-aluno da Escola Terezinha contou um pouco da sua trajetória como profissional de Comércio Exterior e da força de vontade, determinação e dos desafios para entrar na universidade e conseguir realizar um dos seus sonhos.

“Estou muito feliz em retornar ao Terezinha onde estudei há muitos anos e encontrar essa escola estruturada, com ares-condicionados nas salas. Na minha época não era assim. E ainda ter oportunidade de passar para os alunos um pouco da minha experiência, o que faz o profissional de comércio exterior, além das vantagens e dificuldades da área e como é possível alcançarmos nossos sonhos. Quero parabenizar ao professor e a escola pela iniciativa”, disse Willian.

“É um projeto interessante que nos motiva a estudar ainda mais para conseguir realizar os nossos sonhos profissionais. Para mim foi muito importante, tinha muitas dúvidas a respeito da profissão que quero seguir, mas depois da entrevista de ontem, decidi que vou ser policial”, contou o aluno Leanderson Soares.

O idealizador do projeto, professor Elionaldo Bringel contou que a ideia surgiu após avaliar que muito alunos da escola não conseguem ingressar na universidade, muitas vezes por não acreditarem no seu potencial para realização dos sonhos. “Estou muito feliz com o resultado e aceitação dos alunos, e isso nos motiva a continuar realizando este trabalho. O projeto além de envolver os alunos do 9°, também trabalha outras ações das turmas do 1° ao 8° ano, e o EJA. Vamos também realizar visitas com eles nas universidades e no IFBA”, informou.

O deficiente visual e medalhista de ouro nas Olimpíadas 2016 no futebol de 5, Raimundo Nonato contou a sua história de luta e superação, quando saiu do interior de Pernambuco para buscar o seu sonho que era ser jogador de futebol da seleção brasileira. “Fico muito feliz em compartilhar com essa juventude a minha história e também aprender com as experiências de outros profissionais que foram enriquecedoras. Agradeço e parabenizo o professor pelo projeto”, ressaltou o jogador.

A secretária Lucinete falou da importância de escolher uma profissão que traga alegrias e satisfação diárias, e também contou um pouco da sua história como professora alfabetizadora. “Quero parabenizar e agradecer ao professor Elionaldo pelo projeto, a gestora Cátia pelo trabalho que desenvolve no Terezinha e dizer da alegria de ter a oportunidade de falar com esses jovens, dando orientações e motivações para que eles acreditem sempre nos seus sonhos”, finalizou. A gestora Cátia Dias agradeceu aos profissionais que participaram do evento e parabenizou o professor pelo projeto e o excelente trabalho que desenvolve com os alunos.

Por Emanuelle Lustosa/SEDUC

Pré-candidatos podem iniciar financiamento coletivo a partir desta terça-feira (15)

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A partir da próxima terça-feira (15), os pré-candidatos das eleições de 2018 poderão iniciar a propaganda para financiamento coletivo de campanha, conhecido crowdfunding eleitoral. No entanto, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estabeleceu que eles estão proibidos de pedir votos durante a divulgação dessa modalidade de arrecadação de recursos.

O tribunal decidiu a data após responder uma consulta feita pelo senador Paulo Paim (PT-RS). O parlamentar questionou o tribunal sobre como o financiamento coletivo poderia ser divulgado e a data a partir da qual seria permitida a propaganda.

De acordo com o TSE, a liberação e o repasse dos valores arrecadados aos pré-candidatos só poderão ocorrer se eles tiverem cumprido os requisitos definidos na norma: o requerimento do registro de candidatura, inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e abertura de conta bancária específica para registro da movimentação financeira de campanha.

A possibilidade de os pré-candidatos iniciarem a campanha para o financiamento coletivo é uma das mudanças trazidas pela reforma eleitoral de 2015. Até a eleição de 2014, a legislação não admitia menção à futura candidatura antes do registro oficial da candidatura e do início da propaganda eleitoral, com previsão de penas.

Para a professora da FGV Direito Rio, Silvana Batini, a alteração na lei, que inclui a figura da pré-campanha, passou a regular um cenário que já ocorria nas campanhas eleitorais no país.

“A gente sabe que o processo de escolha de um candidato é também um processo de muito debate e exposição. É muito comum os partidos testarem determinadas figuras, expô-las ao debate público. Algumas delas crescem, outras já são queimadas logo de cara. Então, ignorar a realidade, que esse processo faz parte do processo eleitoral como um todo, era uma certa ingenuidade e até um tratamento meio hipócrita e mais do que isso, ele era ‘criminógeno’ porque como a lei proibia muito, e como esse processo era inevitável de acontecer, você tinha uma série de procedimentos que eram empurrados para a ilegalidade”, disse a professora.

Na avaliação de Silvana Batini, a legislação foi extremamente ampliada, porém não estipula o limites de gastos para a pré-campanha.

“O problema de fixar como critério único o pedido expresso de voto é que se deixa passar uma série de atividades de pré-campanha que custam caro e que não vão integrar a prestação de contas posterior do candidato e isso retira grande parte do poder de fiscalização”.

A professora alerta que os tribunais eleitorais devem impedir que pré-candidatos com mais recursos tenham vantagem em detrimento dos demais. “Estamos em um momento muito grave, de enxergar o quanto o financiamento espúrio de campanha compromete a democracia, então é preciso encontrar um ponto de equilíbrio em que nem se coíba a pré-candidatura – que é uma realidade e precisa acontecer – mas ao mesmo tempo restrinja determinados atos, como caravanas pelo país todo, comícios com discursos”.

Regras para os pré-candidatos
Segundo a Lei Eleitoral nº 9504/97, é permitido aos pré-candidatos:

– Participação em entrevistas, programas, encontros ou debates no rádio, na televisão e na internet, inclusive com a exposição de plataformas e projetos políticos. As emissoras devem garantir tratamento isonômico;

–  Realização de encontros, seminários ou congressos, em ambiente fechado e custeados pelos partidos políticos, para tratar da organização dos processos eleitorais, discussão de políticas públicas, planos de governo ou alianças partidárias;

– Divulgar atos de parlamentares e debates legislativos, desde que não se faça pedido de votos;

– Divulgar posicionamento pessoal sobre questões políticas, inclusive nas redes sociais;

– Realizar reuniões com a sociedade civil, veículo de comunicação ou do próprio partido, em qualquer localidade, para divulgar ideias, objetivos e propostas partidárias. As despesas devem ser arcadas pelo partido;

– Fazer campanha de arrecadação prévia de recursos na modalidade de financiamento coletivo (crownfunding eleitoral);

– Pedir apoio político e divulgar a pré-candidatura. A lei não se aplica aos profissionais de comunicação social no exercício da profissão.

Vedações
A lei também estabelece proibições aos pré-candidatos. São elas:

– Veicular propaganda em desacordo com a legislação, passível de multa no valor de R$ 2 mil a R$ 8 mil;

– Fazer pedido explícito de voto;

– Fazer transmissão ao vivo por emissoras de rádio e de televisão das prévias partidárias;

– Presidente da República, os presidentes da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e do Supremo Tribunal Federal estão impedidos de convocar redes de radiodifusão para divulgação de atos que denotem propaganda política ou ataques a partidos políticos e seus filiados ou instituições;

– Nos casos permitidos de convocação das redes de radiodifusão, é vedada a utilização de símbolos ou imagens.

– A partir de 30 de junho, é vedado às emissoras transmitir programa apresentado ou comentado por pré-candidato.

Agência Brasil

Pré-candidatos buscam consultores de imagem para palanque ‘fashion’

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Tira óculos, gravata e sapato social. Põe camisa branca, polo, tênis e calça jeans. Há menos de um mês começou a ser desenhada a corrida que acontecerá concomitante à eleitoral de outubro: a do palanque “fashion”.

Consultores e produtores de imagem passaram a ser procurados, alguns há menos de 15 dias, para construir a imagem dos candidatos e afinar o corte, a cor e o tecido de suas posições políticas.

Entre os discursos de quebra do sistema vigente dos neófitos e o de reciclagem dos caciques, a Folha procurou especialistas para esboçar como cada um estará vestido na largada e o porquê.

LOOKS À ESQUERDA
Com a prisão de sua principal liderança, a esquerda ficou nua. Nos últimos dias de liberdade, o ex-presidente Lula (PT) sacou do guarda-roupa a jaqueta de alpaca dada de presente pelo presidente boliviano Evo Morales e expôs uma esquerda rachada não só nas alianças, mas também no guarda-roupa.

Ao estender para a moda o discurso de que não representa um partido, mas uma ideia —a peça de roupa remete a toda esquerda latino-americana—, ele desfez o Lula de paletó vinculado ao suposto enriquecimento pós-Presidência para aderir ao visual neutro, de camiseta azul esportiva, em meio ao público vermelho.

Os presidenciáveis Guilherme Boulos (PSOL) e Manuela D’Ávila (PC do B), acariciados pelo ex-presidente no derradeiro palanque de São Bernardo do Campo, terão como desafio atrair quem não se identifica com o discurso esquerdista e o look boné e camiseta.

“Eleitores mais velhos não votam em candidato moderno, porque ainda querem ver a camisa social. São muito diferentes da geração jovem, atraída pela ideia de novo. Tanto Boulos quando Manuela terão de lidar com eleitores que ainda questionam de qual família o candidato é”, diz a consultora Bruna di Paolo.

Uma das cabeças da produtora Supernova, que tem na carteira de clientes o atual governador da Bahia, Rui Costa (PT), e já teve o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB), di Paolo diz que o candidato psolista usa a estratégia de vincular sua imagem à do Lula sindicalista, com barba, cabelo e camiseta.

O vermelho partidário, porém, deverá ser deixado de lado nos comícios para não atrelar um partido ao outro. “A cor [vermelha] não é uma questão na esquerda. Diferentemente da direita, que exige o verde e o azul nas gravatas, ela é mais aberta a mudar de cor”, afirma.

Manuela, por sua vez, teria em seu favor a causa feminista, expressa nas camisetas com escritos do tipo “lute como uma garota”. Com a proximidade do pleito no qual tentará a Presidência, ela já aparece com blazers de lapela geométrica e calças de alfaiataria.

Um visual parecido, embora mais colorido, com o de Marina Silva (Rede). Os especialistas acreditam que os tons terrosos e a imagem neutralizada pode prejudicá-la.

Para a especialista em cor Luciana Ulrich, os marrons e beges de Marina transmitem envelhecimento, e, para a consultora Marcia Rocha, as roupas folgadas e os comprimentos longos remetem ao conservadorismo da bancada neopentecostal que ela diz não interferir em seu plano de governo.

Mas para a coordenadora do curso de comunicação da Faculdade Belas Artes e consultora de imagem, Jô Souza, o que valerá tanto para a esquerda quanto para a direita é o banimento da ostentação nesse período de descrédito da população com a classe política.

“Marcas sem valor agregado ou propósito social estarão de fora. Precisamos lembrar que em um cenário onde a direita tenta imprimir empatia com eleitores indecisos e a esquerda permanece no voto franciscano que não convence mais, é primordial a roupa ser coerente com as propostas.”

 

LOOKS À DIREITA
De camisa branca, jeans e tênis de corrida, o empresário anunciou sua candidatura ao governo de São Paulo.

A frase caberia ao pré-candidato fashionista do PSDB ao governo do estado, João Doria, mas foi um de seus principais adversários, Paulo Skaf (MDB), 62, quem se aventurou em códigos de vestimenta inexplorados por ele em eleições passadas.

Essa tentativa de se descolar da imagem de político tradicional, de costume, gravata e sapato, será o maior desafio dos candidatos à direita do espectro político segundo consultores ouvidos pela reportagem.

A especialista em imagem masculina Marcia Rocha, conhecida nos corredores do funcionalismo público de Brasília, afirma que os tucanos hoje têm como mantra “parecer jovens, confiáveis e competentes”.

Táticas como dobrar a camisa para encarnar o “trabalhador com a mão na massa, e não um administrador que fique atrás da cadeira”, são ferramentas que possivelmente serão exploradas na campanha.

“Será uma eleição diferente. Ao mesmo tempo que a imagem tradicional, vinculada hoje a um presidente [Michel Temer] que é reprovado pela maioria, deve ser abolida, a de líder comunista com boné e camiseta não colará mais. Os candidatos devem procurar um meio-termo”, diz Marcia Rocha.

O artifício nem lá, nem cá, já é adotado por dois nomes fortes para a vaga de presidente. Enquanto Geraldo Alckmin (PSDB) tira a gravata e se aproxima do visual do aliado João Doria, Ciro Gomes (PDT) equaliza o discurso à esquerda com um look à direita, composto por costume e gravata.

Movimentos encabeçados por jovens do MBL (Movimento Brasil Livre) e Vem Pra Rua, que ganharam estofo em 2015 durante as manifestações a favor do impeachment de Dilma Rousseff (PT), foram decisivos na reformulação do look dos candidatos de meia idade.

Doria foi pioneiro nesse “extreme makeover” do tucanato, com combo de suéter de cashmere, camisa polo e calça justa, lançando tendência em outros partidos de direita.

Pré-candidato do PRB, o empresário Flavio Rocha foi um dos que aderiu ao tal “visual top” batizado pelas redes sociais.

Especialista em coloração e imagem pessoal, Luciana Ulrich alerta que os candidatos devem tomar cuidado com o branco, porque a aparente leveza que transmite está sendo substituída por sofisticação no imaginário das pessoas.

“Sempre foi uma cor vinculada à democracia, mas nos últimos tempos ela traz uma percepção de poder. Além disso, muitos personagens vilões da cultura pop estão sendo caracterizados de branco”, diz.

O vermelho, segundo ela, é a única cor que está em baixa em Brasília e causaria impressão similar à do branco.

Ulrich acredita que marinhos e cinzas serão as melhores opções, porque não causam ruído de comunicação de imagem e transmitem “a credibilidade e a confiança que os brasileiros querem”.

 

O que dizem as especialistas Bruna di Paolo, Jô Souza, Luciana Ulrich e Marcia Rocha:

|1| Mudar a roupa de Lula é estratégia do PT para proteger ex-presidente da imagem manchada por escândalos

|2| e |3|  Alckmin (PSDB) precisa ter cuidado ao se aproximar do visual de Doria para não ser contaminado por sua rejeição entre eleitores desiludidos

|4| Ciro Gomes (PDT) terá de convencer empresários e movimentos sociais equalizando tom do discurso de esquerda com a roupa do executivo

|5| Manuela D’Ávila (PC do B) tem de ter cuidado para não glamorizar o estilo, descaracterizando a imagem do partido comunista

|6| Boulos (PSOL) tenta colar imagem à do Lula dos anos 80, mas terá de usar roupa mais formal porque boné e camiseta não ganham eleição presidencial

|7| Bolsonaro (PSL)  deveria dosar melhor o tamanho das ombreiras e o penteado antiquado

|8| Paulo Skaf (MDB) terá o desafio de atrair eleitores de Doria e mostrar jovialidade, por isso, usou tênis no anúncio de sua candidatura

|9| Flavio Rocha (PRB) surfa no look Doria e quer colar imagem de empresário moderno

|10| Líderes do MBL, como Kim Kataguiri, influenciaram mudança de look de candidatos de meia idade

|11| Marina Silva (Rede) deve usar mais cor e tons menos neutros, que envelhecem a imagem

Folhapress

Ninguém acerta as seis dezenas da Mega-Sena e prêmio vai a R$ 60 milhões

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Ninguém acertou os números do concurso 2.040 da Mega-Sena, sorteados neste sábado (12), na cidade de Maravilha (SC), e o prêmio ficou acumulado.

Veja as dezenas sorteadas: 06 – 09 – 41 – 54 – 56 – 58.

A quina teve 67 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 52.696,38. A quadra teve 5680 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 887,99.

O próximo sorteio, referente ao concurso 2.041, será realizado na quarta-feira (16) e a previsão é de que o prêmio seja de R$ 60 milhões.

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

BN

Casa Nova é destaque no Programa Bioma Caatinga

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Com o maior rebanho de caprinos e ovinos do Brasil (468.258 caprinos, ou 4,8% do total nacional, e 408.526 ovinos, ou 2,2% do total nacional), de acordo com o levantamento do IBGE em setembro de 2017, Casa Nova, a partir do Programa Bioma Caatinga, começa a agregar valor aos produtos da caprinovinocultura, integrando e estabelecendo uma relação de  parcerias entre Micro e Pequenas Empresas (MPEs) e produtores rurais, envolvendo quem produz, quem disponibiliza os insumos, quem processa, quem vende e quem compra, fortalecendo-os e tornando-os mais competitivos para o mercado.

Na última sexta-feira (11/05), aconteceu a solenidade de lançamento do terceiro ciclo do Programa Bioma Caatinga, no Grande Hotel de Juazeiro, com as presenças do Superintendente do Sebrae-BA, Jorge Khoury, do Ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte, o gerente regional do Sebrae/Juazeiro, Carlos Rafael Cointeiro, prefeitos e representantes dos municípios de Curaçá, Uauá, Remanso, Casa Nova e Juazeiro.

Para José Carlos Borges, Secretário de Governo da Prefeitura de Casa Nova, representando o prefeito Wilker Torres, a importância do programa “é agregar valor ao produto da caprinovinocultura, rompendo um círculo que se repete há 500 anos. O produtor, o fornecedor de insumo e o supermercado se integram em uma cadeia produtiva, onde todos ganham. A qualidade melhora e quem ganha é o consumidor. O prefeito Wilker Torres apoia e incentiva o Programa Bioma Caatinga”.

Do município de Casa Nova, foram homenageados o produtor rural Gilberto Silva Xavier, os ADRs Veranildo Eleno Costa de Castro e Cátia Cilene, e Regivânia Dias da Silva, representando o supermercado Cestão do Povo. O Secretário de Governo, José Carlos Borges, em nome do prefeito Wilker Torres, entregou as placas.

O que é o Programa Bioma Caatinga

Durante a primeira etapa, de um ano, mais de mil produtores rurais de 325 comunidades e quase 200 micro e pequenas empresas foram acompanhadas por 44 profissionais, entre técnicos e engenheiros agrícolas, zootecnistas, e veterinários contratados para atuar nas áreas rurais e urbanas dos municípios de Curaçá, Uauá, Remanso, Casa Nova e Juazeiro, levando boas práticas de gestão, assistência técnica e ambiental, além de orientações sobre o manejo de rebanho, comercialização dos produtos e acesso a novos mercados consumidores.

Na segunda etapa, executada no período de abril/2016 a março/2017, o Programa atendeu 1.054 Produtores Rurais, 186 Micro e Pequenas Empresas (MPEs) e ainda foi possível estabelecer uma relação de parcerias entres produtores e MPES, envolvendo quem produz, quem disponibiliza os insumos, quem processa, quem vende e quem compra, fortalecendo-as e tornando-as mais competitivas para o mercado.

Nesta terceira etapa o objetivo é exercitar a forma mais competitiva de comercialização, colocando os produtores diretamente comercializando com açougues, mercadinhos e supermercados que comercializam os produtos de caprinos e ovinos.

“Com a efetivação do Programa Bioma Caatinga, através dessa parceria entre Sebrae, Banco do Brasil e Fundação Banco do Brasil, o caprino e ovino passaram a ser um produto de qualidade com sua carne sendo vendida nos pontos comerciais dos municípios atendidos pelo o programa. A expectativa nossa do momento é que a gente possa aumentar isso, fazendo com que a gente avança mais e diminua por exemplo, o tempo de cada processo desse, a ponto de poder, evidentemente, servir um produto aceitável a nível de qualidade e preço”, enfatizou o Superintendente do Sebrae-BA, Jorge Khoury.

O ciclo 3 do Bioma Caatinga terá um investimento de R$ 1.570.043,96 (Um milhão, quinhentos e setenta mil, quarenta e três reais e noventa e seis centavos), sendo que R$ 791.795,96 (Setecentos e noventa e um mil, setecentos e noventa e cinco reais e noventa e seis centavos) serão investimentos do Sebrae e R$ 778.248,00 (Setecentos e setenta e oito mil, duzentos e quarenta e oito reais) oriundos da Fundação Banco do Brasil.

ASCOM PMCN/Manoel Leão

Vício em celular é semelhante a crack ou heroína, afirma autor

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Li “Irresistível” em busca de ajuda. Como três quartos da população, passo mais de três horas por dia ao celular, e a parte desse tempo em redes sociais é maior do que gostaria de admitir.

Após algumas horas, porém, senti que quem estava sequestrando meu tempo era Adam Alter, autor do livro, com divagações sobre séries viciantes do Netflix, detalhes irrelevantes sobre seus entrevistados e dezenas de exemplos de joguinhos no estilo Candy Crush.

Por sorte, após 200 páginas, ele apresenta a solução. Um vício comportamental se resolve com uma mudança gradual de hábito para se afastar das tentações, e não com punições extremas ou mera força de vontade. É uma paráfrase do que diz o best-seller “O Poder do Hábito”, de Charles Duhigg, mas podemos perdoar a falta de originalidade.

A chave é descobrir o que torna o vício compensador e, então, substituí-lo por outra coisa, diz o professor da Universidade de Nova York. É como usar um chiclete de nicotina, mas compreendendo que, enquanto o fumante acreditar que o cigarro aplaca sua ansiedade e não tratar esse problema de outras formas, ele vai desejar fumar.

A comparação entre vícios induzidos por comportamentos e por substâncias químicas pode parecer extrema à primeira vista, e até hoje não é consenso. Foi após décadas de debate que, na quinta edição do manual de distúrbios mentais DSM, em 2013, foram incluídos vícios “não relacionados a substâncias”.

Para quem acha que não há diferença, um vício se instala quando a mente associa um hábito ao alívio para o sofrimento psicológico. Checar o Instagram, usar crack, roer as unhas ou apostar no caça-níqueis são muletas para problemas externos mal resolvidos e só diferem em intensidade.

Para Adam Alter, o vício é um problema social e somos todos viciados. Repetidas pesquisas demonstram que o uso de smartphone nos deixa infelizes, mas não conseguimos deixar de ceder à tentação.

Até as empresas que dependem dos nossos excessos compulsivos, como o Google, admitem que o público está de ressaca do uso de celular.

No I/O, conferência anual da empresa nesta semana, foi anunciado que o novo Android terá recursos para ajudar o usuário a se afastar de seu dispositivo na hora de dormir e de se concentrar em uma tarefa no trabalho.

Não deixa de ser um equivalente digital ao cigarro com filtro ou vaporizador. O celular que te diz a hora de parar é bom, mas ainda é um celular.

É o mesmo raciocínio que levou o Facebook a cortar o alcance das notícias no início de 2018, argumentando que elas deixam as pessoas infelizes.

“O tempo que os usuários gastam no Facebook vai diminuir, mas é a coisa certa a fazer”, disse Mark Zuckerberg, presidente da companhia.

Segundo o Nielsen, o tempo gasto no Facebook diminuiu 24% por pessoa na virada do ano passado para 2018, mas o lucro da empresa cresceu 63% no primeiro trimestre.

Mas o problema é mais coletivo do que livros como o de Alter podem levar a crer. Em um momento em que a empolgação com as redes parece ter passado e nos damos conta de que estávamos viciados, cabe pensar coletivamente como o espaço público da internet pode ser retomado, para resolver as causas estruturais da nossa fissura por likes e compartilhamentos.

Ao contrário do que prega Zuckerberg, a solução talvez não seja prescindir do jornalismo, e sim investir nele e nas discussões qualificadas. Também não precisamos demonizar a tecnologia, como não seria certo botar fogo na banca de jornal porque a qualidade dos tabloides é questionável.

A dica de ouro para evitar vício em celular, que é desligar qualquer notificação que não seja um contato direto com outra pessoa, continua valendo, apesar de “Irresistível” parecer discordar até disso. Em alguns momentos, o livro questiona se amizades virtuais seriam “válidas”, o que não faz mais sentido algum.

O livro de Alter sugere que menos tecnologia significa mais interação social, mas já não é bem assim que o mundo funciona. O importante é manter a qualidade das nossas relações, seja com um grupo de WhatsApp ou almoçando sem checar um smartphone.

Folhapress

Prefeitura de Sobradinho reforma o PAM para melhor atender a comunidade

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A Prefeitura de Sobradinho, através da Secretaria de Saúde, iniciou a reforma da Unidade de Pronto Atendimento, para melhor atender aos usuários da unidade, proporcionando maior conforto.

Estão sendo reformadas as salas de exames e diagnósticos e ampliada a sala de emergência. Dentre os reparos, estão sendo feitas a pintura do prédio, a troca do piso, restauração dos banheiros, telhado e revitalização das estações hidráulicas e elétricas.

Apesar das obras, o atendimento na unidade está ocorrendo normalmente.

A reforma está sendo realizada através de uma emenda do Deputado José Carlos Araújo, atendendo ao pleito do vereador Jose de Ribamar Barbosa Barros.

Ascom PMS

Bahia é um dos últimos estados a emitir CNH digital

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Poucos estados brasileiros ainda não emitem a Carteira Nacional de Habilitação digital, e entre eles figura a Bahia, além do Amapá, Ceará e Pará. Em fevereiro deste ano o diretor de habilitação do Detran Bahia, Mário Galrão, afirmou que o órgão de trânsito iria começar a emitir o documento digital em, no máximo, 15 dias. Não aconteceu.

Agora, passados três meses do prazo dado, tudo indica que o projeto vai literalmente sair do papel e os motoristas baianos não vão ter mais a necessidade de ter o documento impresso. Isso porque de acordo com Lúcio Gomes, diretor do Detran-BA, a emissão do documento digital passará a acontecer em no máximo “duas semanas”.

Questionado sobre a demora, o diretor justificou ao A Tarde que “diferente do que acontece nos outros estados, que há uma vinculação da CNH digital com a impressa, na Bahia, o cidadão vai ter a possibilidade de escolher, na habilitação ou renovação, ter uma versão eletrônica ou impressa”.

O Detran já definiu que a CNH digital não será cobrada de quem já tem o documento impresso no modelo atual (com QR code). Já quem for tirar a primeira habilitação, vai ser cobrada a taxa de R$ 95 para a digital e R$ 190 para a impressa.

BN