Preto no Branco

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Petrolina ganha o primeiro Centro de Referência em Energia Solar

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A cidade de Petrolina, no sertão pernambucano, ganhou na tarde desta quinta-feira (29) a primeira etapa do seu Centro de Referência em Energia Solar (Cresp). A unidade, que foi inaugurada pelo prefeito Miguel Coelho (PSB) e pelo ministro de Minas e Energia, Fernando Filho (MDB), é a primeira em funcionamento no Brasil com este formato e servirá para pesquisas e desenvolvimento de matrizes energéticas renováveis. A estrutura também será utilizada para geração de energia para abastecimento interno da Chesf, reduzindo os custos da companhia.

O Centro fica situado na região do Pontal, zona rural de Petrolina. A estrutura tem área total de 45 hectares. Nessa fase, o ministro e o prefeito entregaram uma planta fotovoltaica com 7.600 módulos de geração de energia solar de 2,5 megawatts – o volume é suficiente, a grosso modo, para atender 60 mil famílias. Além da estrutura energética, foi inaugurado o prédio administrativo do Cresp, com ambientes para debates da evolução tecnológica, salas de monitoramento e laboratórios de pesquisa.

A primeira etapa do empreendimento já recebeu R$ 30 milhões em investimentos do Ministério de Minas e Energia e começa a produzir energia (em caráter de pesquisa) em abril.

“No total, deixamos garantidos cerca de R$ 200 milhões para concluir esse Centro. Petrolina sai na frente dando um passo fundamental para o desenvolvimento da energia solar em nosso País”, disse o ministro.

Segundo o prefeito, a unidade de pesquisa também vai ajudar a cidade no processo de implantação de projetos pioneiros para energia renovável. Uma dessas ações é a criação de uma Parceria Público-Privada para produzir energia solar em todos prédios da Prefeitura de Petrolina. “Estamos escrevendo o nome na história da pesquisa e do desenvolvimento de energia sustentável do Brasil. Vamos ser, portanto, a primeira cidade do Brasil na geração de energia renovável na rede municipal”, adiantou Miguel Coelho.

A conclusão de todo o projeto do Cresp está prevista para o próximo ano. A unidade de pesquisa e tecnologia será gerenciada pela Chesf e contará com parcerias de universidades, institutos de pesquisa e da Prefeitura para o desenvolvimento de matrizes energéticas no Sertão do Estado.

Ascom/PMP
Foto: Jonas Santos

Entenda quem foram os alvos da operação que prendeu aliados de Temer

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Uma operação da Polícia Federal fechou o cerco a Michel Temer com a prisão, nesta quinta (29), de dois amigos do círculo mais próximo do presidente, entre outras pessoas ligadas a ele.

Detidos em São Paulo, o coronel João Baptista Lima Filho e o advogado José Yunes são suspeitos de receber propinas e de atuar como “laranjas” do emedebista em suposto esquema de favorecimento a empresas do setor portuário.

A ação foi autorizada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso, relator do inquérito que investiga se Temer recebeu vantagens em troca da edição do decreto que renovou concessões portuárias em 2017. Ele expediu mandados de prisão temporária (até cinco dias, prorrogáveis) contra outras 11 pessoas, incluindo antigos aliados de Temer, como o ex-ministro da Agricultura Wagner Rossi (MDB-SP), e empresários.

Em sua decisão, assinada na terça (27), Barroso disse haver indícios de “um esquema contínuo de concessão de benefícios públicos, em troca de recursos privados, para fins pessoais e eleitorais, que persistiria por mais de 20 anos no setor de portos, vindo até os dias de hoje”.

O Palácio do Planalto já esperava uma nova investida da PF no inquérito, mas não dessa magnitude. Para aliados, uma ação contra tantos alvos, e tão próximos do presidente, sinaliza que a investigação poderá extrapolar a questão dos portos e apurar agora possíveis crimes em outras áreas da administração, como o setor elétrico e a Agricultura. Além disso, cristalizou-se o temor de que o emedebista seja alvo de uma nova denúncia, a terceira, o que compromete ainda mais seus planos de reeleição.

Escalado pelo Planalto para defender Temer, o ministro Carlos Marun (Secretaria de Governo) disse que o presidente tornou-se alvo de “canhões da conspiração”. Já Temer afirmou que seu cargo é alvo de bombardeios. A operação, batizada de Skala, teve como alvos atores de pontas distintas da investigação sobre Temer. Ex-presidente da Codesp (Companhia Docas de São Paulo) entre 2000 e 2001, Rossi foi citado pelo empresário Joesley Batista, delator da JBS, como beneficiário de um mensalinho solicitado pelo presidente. Amigo e ex-assessor do emedebista, Yunes foi mencionado por colaboradores da Odebrecht como intermediário de repasses ilegais de campanha ao MDB, supostamente acertados com o então vice-presidente em 2014.

Ao justificar a ação, Barroso citou planilha de 1998, em que aparecem como recebedores de recursos das empresas Libra, Rodrimar e Multicargo siglas que, para o ministro, permitem “supor que se trate de Temer, Marcelo Azeredo, presidente da Codesp entre 1995 e 1998, indicado por ele, e o amigo pessoal do senhor presidente João Baptista Lima Filho”. O documento consta de inquérito que foi desarquivado e juntado aos autos da operação (leia mais abaixo).

REFORMA

A operação também se baseou nos negócios de Lima com o governo e com o próprio Temer. Barroso escreveu que uma das empresas do coronel, a Argeplan, teve um crescimento exponencial nos últimos 20 anos, recebendo R$ 160 milhões de um contrato com a Eletronuclear para obras na usina de Angra 3.

Mulher do coronel e sócia dele na LDA Projeção e Direção, a arquiteta Maria Rita Fratezi foi intimada a depor. A empresa foi a responsável por reforma na casa de uma das filhas do presidente, Maristela Temer.”Há informações sobre pagamentos de alvos valores em espécie”, justificou a PF.

Também houve mandados de prisão contra os empresários Antônio Celso Grecco, do grupo Rodrimar, suspeito de pagar propina a Temer pela edição do decreto que renovou concessões portuárias; e três integrantes da família Torrealba, dona do grupo Libra, que fizeram doações eleitorais ao MDB.

A PF apura possível vínculo entre essas contribuições e a inclusão de uma regra, na medida provisória dos portos, que beneficiou a empresa. O ex-ministro da Secretaria de Portos Edinho Araújo foi intimado a explicar por que renovou contrato de concessão do grupo mesmo com os débitos de R$ 1 bilhão.

A PF havia requisitado conduções coercitivas dos envolvidos –essas medidas, no entanto, estão proibidas desde dezembro por uma liminar do ministro Gilmar Mendes. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, entendeu que cabia, então, determinar as prisões temporárias dos envolvidos, para viabilizar a coleta simultânea de depoimentos, e impedir a destruição de provas.

OS ENVOLVIDOS

João Baptista Lima Filho

Motivo: Suspeita de ser responsável pela captação de recursos irregulares para o excelentíssimo senhor presidente da República, por meio de suas empresas, em especial a Argeplan. Tem justificado o reiterado não comparecimento [a prestar depoimento] em razão de restrições de saúde.
Pedido do STF: Busca e apreensão + Prisão temporária

Maria Rita Fratezi

Motivo: Mulher de João Baptista Lima Filho e sócia do marido na PDA Projeção e Direção Arquitetônico Ltda. Trata-se de empresa que realizou reforma de alto custo em imóvel da senhora Maristela Temer, filha do excelentíssimo senhor presidente da República. Há informações sobre pagamentos de altos valores em espécie.
Pedido do STF: Intimação simultânea

Almir Martins Ferreira

Motivo: Contador da empresa Argeplan. Sua oitiva visa esclarecer a real capacidade operacional da empresa, bem como se de fato prestou ou ainda presta serviços para empresas concessionárias de terminais portuários.
Pedido do STF: Intimação simultânea

José Yunes

Motivo: Deve ser ouvido novamente, uma vez que na primeira oitiva o investigado teria se utilizado de subterfúgios para não responder claramente os questionamentos –em especial os relacionados a transferência de bens para investigados e pessoas próximas.
Pedido do STF: Busca e apreensão + Prisão temporária

Wagner Rossi

Motivo: Presidente da Codesp entre 2000 e 2001. Ministro da Agricultura entre 2010 e 2011. Em ambos os cargos foi indicado pelo presidente Michel Temer. Após exoneração pode ter continuado a receber “mensalinho” de R$ 100 mil pagos por Joesley batista a pedido do presidente.
Pedido do STF: Busca e apreensão + Prisão temporária

Milton Hortolan

Motivo: Ligado a Wagner Rossi. Foi seu chefe de gabinete no Ministério da Agricultura entre 2010 e 2011. Suspeita-se que também tenha recebido “mensalinho” pago por Joesley Batista a pedido do presidente Michel Temer. Foi acionado por Ricardo Saud para tentar resolver questões no Porto de Santos (SP).
Pedido do STF: Busca e apreensão + Prisão temporária

Eduardo Luiz de Brito Neves

Motivo: Suposto responsável por apresentar Celso Grecco, da Rodrimar, para o coronel Lima, da Argeplan. Participou do Conselho Administrativo da Rodrimar e possui a empresa MHA Engenharia, que teria prestado serviços à Argeplan.
Pedido do STF: Busca e apreensão + Prisão temporária.

Carlos Alberto Costa

Motivo: Sócio-fundador da Argeplan e ex-sócio da AF Consult Brasil, juntamente com o coronel Lima. pode esclarecer sobre condições do ingresso do coronel Lima na Argeplan e prestar informações relevantes sobre capacidade operacional da empresa, contratos com empresas no Porto de Santos, reais sócios formais e até mesmo sobre eventuais sócios ocultos.
Pedido do STF: Busca e apreensão + Prisão temporária.

Carlos Alberto Costa Filho

Motivo: Filho do sócio-fundador da Argeplan. Ingressou em sociedade da AF Consult do Brasil com coronel Lima após a saída de seu pai. A AF Consult obteve contratos que somam mais de R$ 200 milhões com suspeita defavorecimento em função da proximidade do coronel Lima com o excelentíssimo senhor presidente da República.
Pedido do STF: Busca e apreensão + Prisão temporária.

Maria Eloisa Adensohn Brito Neves

Motivo: Sócia-fundadora da Argeplan. Deixou a empresa quando do ingresso formal do coronel Lima em 2011. Pode esclarecer sobre as condições do ingresso do coronel Lima na Argeplan — inclusive pagamento pelas cotas da sociedade, prestar informações relevantes sobre capacidade operacional da empresa, contratos com empresas no Porto de Santos desde 1998 e reais sócios formais e Taté mesmo eventuais sócios ocultos da empresa.

Rodrigo Borges Torrealba

Motivo: Esclarecer os motivos para doação eleitoral pessoal e do Grupo Libra, de onde partiram os pedidos e possível solicitação indevida de valores em troca de renovação de contratos de concessão em Santos (SP).
Pedido do STF: Busca e apreensão + Prisão temporária.

Ana Carolina Borges Torrealba Affonso

Motivo: Esclarecer os motivos para doação eleitoral pessoal e do Grupo Libra, de onde partiram os pedidos e possível solicitação indevida de valores em troca de renovação de contratos de concessão em Santos (SP).
Pedido do STF: Busca e apreensão + Prisão temporária.

Zuleika Borges Torrealba

Motivo: Esclarecer os motivos para doação eleitoral pessoal e do Grupo Libra, de onde partiram os pedidos e possível solicitação indevida de valores em troca de renovação de contratos de concessão em Santos (SP).
Pedido do STF: Intimação simultânea

Gonçalo Borges Torrealba

Motivo: Esclarecer os motivos para doação eleitoral pessoal e do Grupo Libra, de onde partiram os pedidos e possível solicitação indevida de valores em troca de renovação de contratos de concessão em Santos (SP).
Pedido do STF: Busca e apreensão + Prisão temporária.

Celina Borges Torrealba Carpi

Motivo: Esclarecer os motivos para doação eleitoral pessoal e do Grupo Libra, de onde partiram os pedidos e possível solicitação indevida de valores em troca de renovação de contratos de concessão em Santos (SP).
Pedido do STF: Busca e apreensão + Prisão temporária.

Edson Coelho Araújo

Motivo: Esclarecer os motivos que levaram a renovar contrato de concessão do Grupo Libra, mesmo com dívidas de aproximadamente R$ 1 bilhão.
Pedido do STF: Intimação simultânea

Antônio Celso Grecco

Motivo: Presidente do Grupo Rodrimar. Há suspeitas que seja o principal articulador entre empresários do setor portuário de Santos (SP) no interesse de sua empresa e agentes públicos envolvidos nos crimes investigados, inclusive proximidade com o presidente Michel Temer.
Pedido do STF: Busca e apreensão + Prisão temporária.

Detran suspende CNH de 12 deputados baianos

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Doze deputados baianos estão com a CNH suspensa. Os nomes dos parlamentares constam lista divulgada pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran), que suspendeu o direito de dirigir de ao menos 27 mil pessoas. Do total, nove são deputados estaduais e três são federais.

Estão sem a permissão de dirigir os deputados estaduais: Angelo Coronel (PSD), Luiz Augusto (PP), Alan Sanches (DEM), Marcelino Galo (PT), Nelson Leal (PSL), Paulo Rangel (PT), Roberto Carlos (PDT), Reinaldo Braga (PSL) e a deputada estadual Maria del Carmen (PT).

Entre os deputados federais baianos, caíram no pente fino do Detran: José Nunes (PSD), Luciano Braga (PRB) e Roberto Britto (PP). O levantamento foi feito pela coluna Satélite, do jornal Correio.

Os condutores que tiveram o documento suspenso deverão passar por um curso de reciclagem para ter o direito de dirigir de volta.

Em novembro, o Detran também suspendeu a CNH de outros dois deputados. Carlos Ubaldino (PSD) e Adolfo Menezes (PSD) tiveram as permissões para dirigir suspensas.

Maluf deixa hospital em Brasília e vai cumprir prisão domiciliar em SP

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O deputado federal afastado Paulo Maluf (PP-SP) viajou, no final da manhã desta sexta-feira (30), para São Paulo, onde vai cumprir prisão domiciliar.

Maluf deixou o hospital em que se encontrava em Brasília após acordar apresentando melhora “significativa do quadro álgico lombar irradiado”, conforme consta no boletim médico. De acordo com informações da Globo News, o parlamentar afastado foi diagnosticado com “um processo infeccioso no pulmão esquerdo”.

“O paciente no momento encontra estável, porém tem indicação de continuidade do tratamento e realização de novos exames”, diz o boletim assinado pelo diretor técnico do Hospital Home, Cícero Dantas Neto.

Maluf foi preso em dezembro do ano passado após ser condenado a 7 anos e 9 meses de prisão, pelo crime de lavagem de dinheiro referente a atos praticados durante sua gestão à frente da prefeitura de São Paulo, entre 1993 e 1996.

BN

“Sou pecador como vocês”, diz o Papa Francisco durante lava pés de presos

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Nesta quinta-feira (30) o papa Francisco celebrou a tradicional missa de Lava-Pés em uma penitenciária de Roma e se ajoelhou perante 12 detentos, entre eles muçulmanos, e disse ser tão “pecador” quanto eles.

Quatro italianos, dois filipinos, dois marroquinos, um moldavo, um colombiano, um nigeriano e um leonês participaram do ritual. Eram oito católicos, dois muçulmanos, um ortodoxo e um budista.

“Eu sou pecador como vocês, mas hoje represento Jesus, sou embaixador de Jesus. Quando eu me ajoelhar perante cada um de vocês, pensem: ‘Jesus se arriscou neste homem, um pecador, para vir até mim e dizer que me ama'”, afirmou Francisco, durante a missa na penitenciária Regina Coeli, e maior de Roma e situada a dois quilômetros do Vaticano.

Todos podem mudar de vida

“Quem comanda deve servir, o seu líder deve ser seu servidor”, acrescentou o Pontífice. Além disso, ele afirmou que “todos têm a oportunidade de mudar de vida”. “É necessário sempre um olhar que abra à esperança. Não se pode conceber uma penitenciária como essa sem esperança. Os hóspedes estão aqui para aprender, para fazer crescer a esperança”, disse.

Francisco, de 81 anos, também confessou que em 2019 deve fazer uma cirurgia de catarata. “Na minha idade, por exemplo, chegam as cataratas, e não se vê bem a realidade”, brincou. A missa de Lava-Pés faz parte do calendário de rituais da Semana Santa, que prosseguirá nesta sexta-feira (30), com a Via Crucis no Coliseu.

Fieis participam das celebrações da sexta-feira santa; Confira programação da Diocese de Juazeiro

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Fieis católicos estão participando ativamente da programação da semana santa da Diocese de Juazeiro. As celebrações tiveram início no último dia 23, com uma grande Via Sacra que saiu da Catedral e culminou na Igreja de Cosme e Damião.
Nesta sexta-feira santa a programação teve início às 6 da manhã, com uma Via Sacra pelas ruas do centro da cidade. No domingo de Páscoa, duas missas encerram a festa santa.
Confira a programação:

Confira a programação da Semana Santa:

Câmara de Vereadores de Jaguarari cassa mandato do Prefeito Everton Rocha e empossa nova gestor

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Por 10 votos contra 3, a câmara de vereadores de Jaguarari cassou o mandato do prefeito Everton Rocha na tarde desta quinta-feira, 29. O vice prefeito doutor Fabrício foi empossado em sessão. O prefeito, agora cassado Everton Rocha, vem enfrentando diversas acusações. No início deste mês a Justiça determinou a indisponibilidade de bens e bloqueio de contas bancárias do prefeito da cidade de Jaguarari, Everton Rocha (PSDB), por conta de contratações de atrações para o São João da Cidade, que segundo o Ministério Público foram feitas de forma irregular. A decisão judicial foi publicada do Diário Oficial da Justiça dia 13.

Na última quarta-feira (28), uma operação de combate a fraudes em licitações foi deflagrada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). Além de Jaguarari outros dois municípios, foram alvos da Operação Fallitur Visio. Na oportunidade vários mandados de busca e apreensão foram cumpridos. Computadores, documentos, telefones celulares e um cofre foram apreendidos durante a ação. De acordo com as investigações, diversas fraudes foram efetivadas em processos licitatórios e contratações da Prefeitura de Jaguarari.

Após sessão que cassou o mandato, os vereadores empossaram Fabrício Santana, como novo prefeito municipal. A solenidade de posse aconteceu no plenário do Legislativo.

O prefeito empossado declarou que vai anunciar a nova equipe de governo nas próximas horas.

Contratos firmados para execução de serviços de locação de veículos, de hospedagem e alimentação de pacientes que fazem tratamento fora do domicílio, são algumas das licitações que teriam sido fraudadas. Em nota, Prefeitura de Jaguarari classifica os acontecimentos como “denúncias infundadas” que culminaram na ação do MPE e concluídas com a decisão dos vereadores.

Confiram na integra a nota:

O que se tem visto no município de Jaguarari nos últimos tempos configura uma grande perseguição política, que acaba usando o Ministério Publico com denuncias infundadas e irresponsáveis contra a administração municipal. Esse respeitado órgão por sua vez, têm a obrigação de abrir procedimentos e averiguar.

A Prefeitura Municipal de Jaguarari vem a publico esclarecer a ação “FALLITUR VISIO” que ocorreu no município na manhã de quarta feira (28) promovida pelo Ministério Público do Estado da Bahia, com o intuito de apurar supostas fraudes em processos licitatórios. Entretanto as supostas fraudes não possuem quaisquer fundamentos, pois os processos licitatórios foram realizados nos termos definidos e exigidos por Lei.

Ação foi considerada exagerada e desnecessária, uma vez que o prefeito municipal sempre atendeu as solicitações do Ministério Público com rapidez e transparência. Ademais, nesta operação, só foram apreendidos documentos, que já se encontravam disponíveis no site do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia. E que são de acesso a toda a população.

A Administração Pública Municipal não compactua com qualquer violação as normas legais, velando sempre pela boa aplicação dos recursos públicos.

Com informações Jaguarari Online

“Começou? Acho que sim”, diz Janot após prisão de amigo de Temer

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Em curta publicação no Twitter, o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, comentou nesta quinta-feira (29) a prisão do ex-assessor do presidente Michel Temer José Yunes. “Começou? Acho que sim”, disse Janot, ao compartilhar uma reportagem que informa a prisão do amigo de Temer pela Polícia Federal no início do dia.

Além de Yunes, foram presos o coronel João Batista Lima Filho, o ex-ministro da Agricultura Wagner Rossi (MDB), aliados de Temer, e o empresário Antônio Celso Grecco, dono da Rodrimar, empresa que atua no Porto de Santos. As detenções foram autorizadas pelo ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), relator do inquérito que investiga Temer por suposto recebimento de propina em troca de benefícios a empresas do setor portuário via decreto.

Barroso apontou indícios de corrupção, lavagem e organização criminosa no inquérito que envolve o presidente da República. Em 2017, ainda à frente da Procuradoria-Geral da República, Janot apresentou duas denúncias contra Temer ao Supremo Tribunal Federal. Ele foi acusado pelos crimes de corrupção passiva, organização criminosa e obstrução de justiça.

As duas denúncias acabaram rejeitadas pela Câmara dos Deputados, o que livrou o presidente de responder aos processos enquanto ocupar o Palácio do Planalto.

Folhapress

Barroso desmente palestra de R$ 46 mil em Rondônia

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O Ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), desmente informação que circula em grupos de WhatsApp de que ele estaria cobrando R$ 46,8 mil para dar uma aula de uma hora em Rondônia.

O contratante seria o TCE-RO (Tribunal de Contas do Estado de Rondônia), conforme publicação oficial do próprio órgão.

A palestra está marcada para o dia 18 de maio.

O magistrado confirma que aceitou um convite para falar na cidade, mas desmente tanto que tenha sido contratado pelo tribunal de contas quanto o valor anunciado por sua participação.

“Não tenho a menor ideia de que valor é este” diz. “É um valor completamente fora do padrão, fora do que eu cobro.”

Segundo Barroso, ele foi convidado para dar uma aula em Rondônia pela editora Fórum, responsável pelo lançamento de seus livros e por organizar eventos de divulgação aos quais ele às vezes comparece.
“Eu não tinha a menor ideia de que poderia haver o envolvimento de algum órgão público, do tribunal de contas ou de qualquer outro. E, se tivesse, não aceitaria”, afirma ele. “Meu contrato é com a editora.”

O ministro diz que não firma contratos com órgãos públicos.

Folhapress