Preto no Branco

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Opinião: “Juazeiro das Muriçocas – Do estrume de gado às raquetes” por Sibelle Fonseca

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Nasci e fui criada em Juazeiro. Uma cena comum na minha infância era ver esterco de gado ser queimado nas casas dos meus avós, no centro da cidade. Por lá também eram comuns o espiral “Sentinela”, fumaça de óleo queimado e o caro Baygon.

Em Juazeiro as muriçocas sempre existiram. Mas nunca como de uns tempos pra cá. Antes, as muriçocas apareciam de época em época e somente à noite. Agora não. De janeiro a janeiro, nós moradores somos obrigados a conviver com elas todas as noites, e até mesmo de dia elas estão atacando. Repelente virou gênero de primeira necessidade (custa 13 reais, o frasco médio e de marca inferior, considerando o último que comprei). Os “baygons” fazem parte da cesta básica também.

Esterco é fichinha para as super-muriçocas de agora.

Eu sei que a cidade cresceu em número de habitantes, mas é lamentável que não tenha crescido em saneamento. Os canais continuam cortando a cidade, sujos pela comunidade e esquecidos pelo poder público. A limpeza é insuficiente e a revitalização deles está só no papel, de onde eu sei que nem tão cedo vai sair.

As muriçocas, livres, sem controle, atazanam a vida da gente. Não nos deixam ter um sono reparador, não podemos mais ter o costume de sentar nas nossas portas, e ver televisão só ser for muito bem paramentado, o que no calor de Juazeiro é uma tortura. Nem uma visita mais podemos receber, porque a vergonha é grande.

Outro dia meu amigo Gilberto, professor em Senhor do Bonfim, se hospedou em um hotel da orla e passou a noite na UPA. Poucas horas de hospedagem as muriçocas lhe causaram um processo alérgico que só corticóide pra salvar. Fiquei envergonhada quando ele me contou no outro dia. E sei que não foi exagero, nem picuinha política, porque eu também sou alérgica. E ele? Ele não volta aqui.

Como leiga, mas muito atenta, tenho a impressão que a prefeitura perdeu o controle para as muriçocas, jogou a tolha se julgando incompetente para solucionar o problema. Uma judiação com a comunidade. Um descaso. O setor competente faz de conta que está trabalhando no combate ao inseto, mas a população não ver resultados e sequer ver mais o carro fumacê.

Se os focos estão sendo combatidos, o trabalho está sendo inócuo, porque a coisa só piora.

Falando em carro Fumacê, não o vejo passando mais. Nem tenho notícia do cronograma que antes era divulgado na imprensa.

Desconfiada de que tem algo muito errado neste trabalho, procurei do professor e biólogo Djalma Amorim, alguma explicação para esta invasão das muriçocas, um problema que só se agrava e parece sem fim, para desespero dos moradores e desconforto de quem visita a cidade. Ele, que tem experiência e já comandou este trabalho noutra gestão, disse que o município não vem fazendo a tarefa de casa corretamente.

Segundo o professor, o Ministério da Saúde preconiza seis ciclos de combate ao mosquito da dengue, o Aedes Aegypti e, por tabela, este serviço também combate a muriçoca e outros mosquitos, porque os criadouros são os mesmos. Mas Juazeiro, no ano passado, por exemplo, realizou três ciclos e iniciou o quarto. Não concluiu.

Um trabalho pela metade. O foco combatido hoje com larvicida deve ser visitado novamente pelo agente em um prazo de dois meses, que é o período do ciclo. Se ele não retornar, a área vai ficar descoberta e cria-se ali um potencial criadouro do mosquito”, me disse o professor Djalma.

O biólogo também recomendou a limpeza e monitoramento permanente de canais e o saneamento básico, ” o que não vem acontecendo em Juazeiro de forma sistemática, mas com ações pontuais”, disse o professor.

Enfático, ele concluiu que “é um problema de saúde pública e que precisa de intervenção do Ministério Público”.

O que eu sei é que o problema é geral. Sofre quem mora no centro, sofre mais quem mora na periferia, à beira dos canais. O zumbido intermitente e a picada dolorosa só não atingem ao gestor e aos responsáveis pelo setor. Nem também ao representante do MP ligado a área de saúde. Ou eles são inatingíveis nos seus ares condicionados ou são insensíveis mesmo. Porque não é possível que durmam e acordem bem, estes senhorxs.

Se não sente o problema na pele, convido-os para uma visita à rodoviária da cidade ou a Upa, umas horas na sala de aula do Colégio Modelo, uma noite de plantão no complexo policial ou mesmo para um café das 18 horas aqui na minha casa.

O Ministério Público diz que precisa ser provocado para agir. Ora, as reclamações públicas dos moradores e os incômodos causados pelo inseto não são suficientes para que órgão haja? A Prefeitura jura que vem realizado o trabalho de combate direitinho, mas não sei não … efeito deste trabalho que é bom, ninguém sente.

Tem alguma coisa errada. Fato. E mais errados ainda estamos nós, que fechamos nossas portas e janelas, compramos inseticidas e nos acostumamos com o inseto, assim, bem pacientes, silentes, sem chiar, bem acomodados neste inferno que se transformou Juazeiro das muriçocas.

E vamos brincar de raquetes!

Por Sibelle Fonseca

Foto: Blog Geraldo José

Casa Nova: ACEs apresentam reivindicações ao prefeito

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O Prefeito Wilker Torres e a Secretária de Saúde, Maria de Lourdes Silva Santos reuniram-se na manhã desta segunda-feira (26/02) com representantes dos ACEs – Agentes de Combate às Endemias, que lhe apresentaram uma pauta de discussão com diversos pontos específicos de interesse da categoria.

Entre os pontos apresentados; fardamento, melhores condições de trabalho, reajuste e a efetivação de servidores que, apesar de atuarem como ACEs, não são reconhecidos por serem concursados em outras áreas e o retroativo que a categoria reivindica na Justiça desde 2015.

De acordo com a Secretária de Saúde o prefeito assumiu o compromisso de resolver o problema com uma lei específica: “É uma reivindicação justa e o prefeito tem todo interesse em resolver” – garante Maria de Lourdes.

Wilker reafirma sua disposição manter aberto o diálogo e o entendimento com todos os servidores municipais: “Entendo que a melhoria das condições de trabalho dos servidores públicos é essencial para que prestem um melhor serviço à população” – diz, lembrando os trabalhadores do SAAE e outras categorias “com quem conversamos e estabelecemos acordo vantajosos”: “Não será diferente com os Agentes de Endemias. Têm uma função importante e essa administração vai valorizá-los”.

Nova Diretora no Hospital Municipal

Também nesta segunda-feira o Prefeito Wilker Torres assinou ato de nomeação da nova Diretora do Hospital Municipal.

A nova diretora, Viviane dos Santos Brito Tupiná, é nutricionista e assume no lugar de Leidjane Andrade, que deixa a direção para assumir uma nova tarefa em favor de Casa Nova e da atual administração.

“Temos a certeza que Viviane corresponderá às expectativas da administração e da comunidade” – afirma a Secretária Maria de Lourdes –“Assim como temos o dever de agradecer publicamente à Leidjane por sua dedicação, empenho e esforço neste ano de muitos desafios vencidos. Que ela tenha sucesso na sua nova caminhada”.

Manoel Leão/ ASCOM PMCN

Oficina da FIEPE em Petrolina discute as mudanças na reforma trabalhista

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As novas regras da reforma trabalhista já estão sendo praticadas, mas ainda geram muitas dúvidas. Ontem (26), o tema foi discutido em Petrolina (PE) em uma oficina promovida pela unidade regional da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), com o advogado e professor de Direito da Faculdade Joaquim Nabuco, Alisson Tavares.

Com o título ‘Entendendo a Reforma Trabalhista’, o evento abordou mudanças como redução da jornada de trabalho, horas extras, novos contratos, férias e descontos na folha de pagamento. Alisson, que também é professor de cursos preparatórios para concursos, atuante no Tribunal Regional Federal da 5ª Região e palestrante da mesma oficina, no Recife (PE), diz que muitas pessoas estão resistentes à reforma e por causa disso dificultam o próprio entendimento sobre as novas regras.

“Muitas vezes nos deparamos com situações em que elas [as pessoas] não olham a reforma em si, mas quem a efetivou. Isso dificulta, às vezes, a absorção de informações técnicas que estão sendo passadas.  A reforma foi aprovada, está aí, e é indispensável que nos debrucemos sobre ela para analisar”, explica.

A estudante de Ciências Contábeis, Geisa Andrade, trabalha no Departamento de Pessoal de uma empresa. Uma das que mais interagiu na oficina, ela afirma que resolveu participar por motivos de qualificação profissional. “É uma forma de chegar na frente. O mercado de trabalho valoriza muito o conhecimento. Não é quem sabe há mais tempo, mas quem sabe mais e em primeiro. Por essa necessidade, vim procurar o curso”, conta.

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) subseção Juazeiro (BA), Aderbal Vargas, também assistiu à oficina. Segundo ele, há muita discussão a ser realizada sobre a reforma trabalhista e a unidade regional da FIEPE cumpre um papel socioeducacional importante com essa iniciativa. “Tem muita coisa mudando e muita coisa para ser mudada, então a gente precisa buscar a cada dia estar mais informado. E essa proposta da FIEPE contribui muito no sentido de informar e esclarecer as pessoas”, ressalta.

Gestor regional da entidade, Flávio Guimarães conta que a expectativa inicial da FIEPE era atrair cerca de 30 pessoas para a oficina, mas a procura mais que dobrou o número de participantes. “Tivemos uma grande adesão de empresários, gestores, advogados, contabilistas, colaboradores de RH e autônomos, que tiraram dúvidas e interagiram bastante com o Alisson. O que nos leva a sair desta oficina com a sensação de dever cumprido e incentivados a promover outras”, conclui.

CLAS Comunicação & Marketing

Secretaria de Gestão de Pessoas de Juazeiro acolhe novos servidores da CSTT

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A secretária de Gestão de Pessoas de Juazeiro (SEGESP) Angelita Carvalho recebeu, na tarde desta segunda-feira, os 24 novos servidores contratados da Companhia de Segurança Trânsito e Transporte (CSTT) que foram aprovados no Processo Seletivo Público Simplificado. Durante o encontro, realizado no auditório da Secretaria Municipal de Saúde, os servidores participaram de uma palestra de acolhimento ministrada pela psicóloga do Núcleo de Segurança e Saúde do Trabalhador, Karíntia Abrantes.

“É um prazer receber aqui esses novos servidores, aos quais damos boas vindas, mas também pedimos compromisso com o serviço público, para realizar o seu trabalho com carinho, responsabilidade e ética”, disse a secretária Angelita Carvalho durante o evento, organizado pela Escola de Gestão Pública de Juazeiro (EGESP).

Satisfeito pela aprovação no processo seletivo, o motorista de viatura leve, José Cândido Neves, falou sobre a expectativa para o novo trabalho. “Eu espero aprender  muito e também ajudar a fortalecer a instituição, servir bem à população e contribuir com a equipe”, revelou o servidor que já está pronto para iniciar suas atividades.

De acordo com a psicóloga, Karíntia Abrantes, o acolhimento é uma maneira de apresentar a estrutura da SEGESP aos novos servidores e integrá-los. “Esse é um momento de cuidado. Nós recebemos esses novos servidores, damos boas-vindas, apresentamos a estrutura dos nossos serviços e realizamos algumas dinâmicas para motivá-los e sensibilizá-los para a importância do serviço público”.

O encontro ainda contou com a presença da equipe da SEGESP e do diretor operacional da CSTT Marcos Cardoso.

Eneida Trindade/SEGESP

“Passo a integrar a galeria dos injustiçados”, diz Wagner em ato de apoio do PT

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Acusado de ter recebido 82 milhões de propina no processo de licitação da Arena Fonte Nova, o ex-governador da Bahia, Jaques Wagner refutou as acusações da Polícia Federal e disse ser injustiçado.

O Partido dos Trabalhadores convocou a base aliada e lideranças políticas para um ato em solidariedade ao atual secretário de Desenvolvimento Econômico, ocorrido na noite desta segunda feira. Alvo da Operação Cartão Vermelho, Wagner passou uma mensagem de tranquilidade aos “companheiros presentes”.

“Passo a integrar a galeria dos injustiçados”, disse durante o discurso, citando o ex presidente da Petrobras, Sergio Gabrielle, que também é investigado e teve seus bens bloqueados.

BN

Fiscalização municipal autua estabelecimentos por poluição sonora

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A Secretaria de Meio Ambiente e Ordenamento Urbano (SEMAURB) e a Guarda Civil Municipal (GCM) autuaram quatro estabelecimentos e apreenderam um equipamento de som em plantão realizado neste final de semana.

Um estabelecimento foi autuado no bairro Piranga I por realizar evento sem autorização. Uma petiscaria, localizada na Avenida Flaviano Guimarães, foi autuada por realizar um evento em praça pública sem autorização. Um bar, localizado no Parque Residencial, foi autuado por poluição sonora.

Através de denúncia, realizada pelo 153, a equipe autuou uma distribuidora de bebidas, localizada na Avenida Mestre Lula, por poluição sonora. E um equipamento de som foi apreendido no bairro Alto do Alencar.

O Secretário da SEMAURB Agenor Souza ressalta que a prefeitura, através da Guarda Municipal, vem realizando um intenso trabalho de ordenamento urbano. “As denúncias por perturbação ocasionadas por som seja ele automotivo ou de festas podem ser realizadas através do 153 da Guarda, que é gratuito e funciona 24h”, salientou Agenor.

Irislane Pacheco/SEMAURB

Alunos selecionados no Aprova Juazeiro participam da Aula Inaugural

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Nesta terça-feira (27), os 120 alunos selecionados no Processo Seletivo de Bolsas do Programa Aprova Juazeiro, que tem o objetivo de viabilizar o acesso aos cursos pré-vestibulares e pré-ENEM, vão participar da Aula Inaugural, às 19h, no Cursinho BioS, localizado na Rua José Petitinga, 5A, bairro Santo Antônio.

O Governo Municipal, através da SEDUC lançou o edital no dia 25 de janeiro de 2018, disponibilizando vagas para estudantes juazeirenses, que estão cursando o último ano do ensino médio ou que já tenham concluído em escolas da Rede Pública de Juazeiro. Foram selecionados 60 candidatos do GRUPO 1 (estudantes que já concluíram o ensino médio) e 60 do GRUPO 2 (estudantes que estão cursando o último ano do ensino médio), que tiveram a maior pontuação. As matrículas dos aprovados estão sendo realizadas até esta segunda-feira (26), no Cursinho BioS, até às 21h.

O evento contará com a participação da secretária de Educação e Juventude, Lucinete Alves, a representante do Cursinho BioS, Mary Saraiva e autoridades.

Por Emanuelle Lustosa/SEDUC

Dodge rescinde delação de Wesley Batista por omitir participação de ex-procurador

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A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, decidiu rescindir os acordos de delação premiada de Wesley Batista, um dos donos da JBS, e Francisco de Assis e Silva, diretor jurídico da empresa. A decisão de Dodge, no procedimento administrativo aberto para analisar o caso dos dois, é do último dia 16 e foi divulgada nesta segunda-feira (26).

No ano passado, o ex-procurador-geral Rodrigo Janot já havia se manifestado pela rescisão dos acordos de Joesley Batista e Ricardo Saud, ex-diretor da J&F, que controla a JBS.

A rescisão dos acordos dos quatro depende agora de homologação do ministro Edson Fachin, relator do caso no STF (Supremo Tribunal Federal). Rescisão não é o mesmo que anulação. Segundo a PGR, provas obtidas a partir do acordo poderão continuar sendo usadas em processos. Os executivos, porém, perdem o direito aos benefícios que tinham sido acordados com Janot.

Dodge afirmou, no procedimento administrativo, que todos -​Joesley, Wesley, Saud e Silva-​ omitiram a participação do ex-procurador Marcello Miller na elaboração dos acordos de leniência (da empresa) e de colaboração premiada (dos executivos) ​​da JBS.

Segundo a PGR, mensagens em um grupo de WhatsApp mostram que os executivos tinham conhecimento da situação de Miller, que, segundo a apuração, agiu dos dois lados do balcão -era membro do Ministério Público Federal e, ao mesmo tempo, advogava para o grupo. Segundo a PGR, a assessoria técnica prestada por Miller aos executivos da J&F lhe renderia R$ 700 mil.

“Os elementos, vistos em conjunto, deixam claro que Marcello Miller, ao mesmo tempo que era membro do MPF, prestou relevante auxílio ao grupo J&F para auxiliá-lo a celebrar acordo de leniência, que firmou com o MPF; e aos colaboradores Joesley Batista, Ricardo Saud, Wesley Batista e Francisco de Assis e Silva para auxiliá-los a celebrar o acordo de colaboração premiada que viria a ser firmado com a PGR”, escreveu Dodge.

No grupo de WhatsApp, do qual faziam parte, além dos quatro executivos, a advogada Fernanda Tórtima e Miller, havia uma troca de mensagens de 4 de abril de 2017 em que Joesley pergunta a Miller: “Amanhã vc trabalha, ou hoje foi seu último dia?”. Miller responde: “Hoje foi o último. Amanhã eu tenho de ir à OAB de manhã e só. Mas vai ser corrido”.

A exoneração de Miller do cargo de procurador da República passou a valer a partir de 5 de abril.

“Essa mensagem torna evidente que todos do grupo sabiam que Marcello Miller ainda era procurador da República no período em que ele assessorava os colaboradores e a empresa J&F na condução da colaboração premiada e do acordo de leniência”, considerou Dodge.

“Sabiam, pois, que Miller não podia atuar simultaneamente dos dois lados do balcão, pois por sua função pública não podia sequer tratar do assunto, ainda que não estivesse diretamente encarregado da negociação de qualquer destes dois assuntos.”

Para a procuradora-geral, os delatores tinham “obrigação” de ter reportado a conduta de Miller à PGR, ainda que não a considerassem ilícita. As mensagens de WhatsApp foram obtidas com a apreensão de um celular de Wesley em uma operação da Polícia Federal.

Dodge fundamenta a rescisão dos acordos de delação por entender que houve omissão de má-fé dos executivos por não terem entregado à PGR esse celular de Wesley e não terem contado sobre a participação de Miller e “pelo possível crime de corrupção ativa praticado por eles (cooptação de funcionário público, mediante vantagem indevida, para praticar ato de ofício a seu favor)”.

As defesas dos executivos e do ex-procurador têm negado a prática de ilícitos na elaboração dos acordos de delação premiada.

Folha press

Última semana de inscrições para o concurso público da Polícia Civil da Bahia

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Serão encerradas na próxima sexta-feira (2) as inscrições para o concurso público da Polícia Civil da Bahia, que vai oferecer mil vagas, sendo 880 para investigador, 82 de delegado e 38 para escrivães.

As inscrições estão sendo feitas, exclusivamente, pela internet, através do site da Fundação Vunesp.

Para a vaga de delegado, os candidatos precisam ter diploma de conclusão do curso de bacharelado em Direito, devidamente registrado e reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC).

Os interessados em disputar os cargos de investigador ou de escrivão, devem ter diploma de conclusão de curso superior (em qualquer área), registrado no MEC.

Os investigadores também devem possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) válida, categoria B.

A remuneração inicial para os delegados, 40 horas semanais, chegará a R$ 11.389,96. Os investigadores e escrivães terão remuneração inicial de R$ 3.915,85, também para 40 horas semanais de trabalho.

Das 880 vagas para o cargo de investigador, 264 serão destinadas para candidatos negros, conforme a lei que  garante 30% do total para a para cota racial. Outras 44 vagas de investigador serão reservadas para pessoas com deficiência, de acordo com a Lei Estadual 12.209/2011.

Para delegados, vão ser 25 para negros e quatro para pessoas com deficiência. Já para escrivães serão 11 para negros e duas para pessoas com deficiência.

Confira edital publicado no Diário Oficial do Estado.

Da Redação