Preto no Branco

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Olivia Santana sofre ataques fascistas; PCdoB repudia e presta solidariedade

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A dirigente nacional do PCdoB e Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte no Governo estadual, Olivia Santana, foi vítima de agressões neste sábado (03/02), no Hotel Catussaba, em Salvador.

Convidada pela vice-presidenta da Federação Nacional de Automobilismo, Selma Moraes, ela foi participar do “Folia do Batom”, uma confraternização das mulheres que fazem o Rallye do Batom, evento que sempre contou com o apoio da Setre-Sudesb. Uma senhora (foto em anexo) se dirigiu a ela como  se  fosse para cumprimentá-la. Neste momento, a agressora apertou fortemente a mão da secretária e não atendeu aos apelos para que a soltasse.

Disse em tom de provocação que Olivia é uma “comunista” e por isso não deveria estar no Hotel Catussaba. Gritava que ela tinha que voltar para a favela, que lá seria seu lugar aquedado.

A polícia foi chamada e a agressora foi levada para a Delegacia de Flagrantes. Olivia prestou depoimento ainda na noite de hoje quando formalizou a denúncia. Na Delegacia, pessoas com camisas que propagandeiam a volta da ditadura militar estavam lá prestando solidariedade ao ato covarde, uma demonstração de que grupos fascistas agem de maneira organizada.

As direções Municipal e Estadual do PCdoB manifestam irrestrita solidariedade a Olivia Santana, ao tempo em que exigem punição exemplar à agressora, para que fatos dessa natureza não se repitam.

A luta pelas liberdades democráticas sempre foi uma bandeira do PCdoB. Portanto, repudiamos a onda de ódio e intolerância que se alastra pelo país.

Comitês Municipal e Estadual do PCdoB

Especial: Especialista fala sobre os perigos da automedicação

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A automedicação é vista por muitas pessoas como uma solução rápida para aquela dor ou qualquer outro sintoma que as estão incomodando. Pode ser uma dor de cabeça, muscular, abdominal, e diversas outras perturbações como alergias, ansiedade, cansaço, dentre outros. Como já estão acostumadas a sempre tomar o mesmo remédio, então, quando pressentem o sintoma indesejado, vão até a farmácia e compram os medicamentos sem prescrição recente.

“O remédio que achamos que é o certo para nosso alívio pode até resolver no momento, mas também pode trazer uma série de outras complicações no futuro. Isso porque, se você não é um profissional da saúde, não conhece as especificidades de cada medicamento e as necessidades do organismo quando está com alguma dor ou doença” explica Dra. Patrícia Filgueiras dos Reis, que atende pelo Docway.

Para o especialista, quando fazemos uso frequente do mesmo medicamento, o organismo pode criar resistência ou dependência daquele determinado remédio. Além disso, nem sempre conhecemos a causa do sintoma. “Às vezes uma dor comum pode ser algo mais sério e precisar de um tratamento específico. Por isso a importância de consultar um médico antes de comprar qualquer medicamento”, comenta. É claro que devemos, se o soubermos tomar algumas medicações sintomáticas numa situação repentina. Por exemplo, se tivermos um pico febril ou uma dor de cabeça isolada, devemos tomar o analgésico/antitérmico que estamos habituados a usar nestes casos e observar a evolução do quadro. Se os sintomas persistirem, aí devemos buscar atendimento e avaliação médica adequada.

Outro problema são aqueles remédios que camuflam os sintomas, mas não curam a doença, como por exemplo, alguns fármacos usados para rinite E anti-inflamatórios em geral. Segundo o médico, é comum que as pessoas façam uso desses medicamentos achando que estão resolvendo o problema, quando na verdade ele pode estar piorando e tendo os seus sintomas atenuados.

E a lista de problemas quanto à automedicação não para por aí. Às vezes, um remédio pode cortar o efeito de outro. “Isso acontece com alguns tipos de antibióticos e anticoncepcionais. varia de caso para caso, mas pode acontecer do primeiro medicamento inibir o efeito do segundo, que é de uso contínuo”, analisa.

Por isso, é imprescindível consultar um médico quando sentir qualquer dor ou perturbação recorrente ou persistente, e não fazer uso de remédios continuamente sem orientação. As consequências podem ser mais sérias do que imaginamos.

Para conhecer todos os detalhes sobre o Docway, que está disponível para os sistemas Android e iOS, acesse o site www.docway.co.

Bruna Bozza/ P+G Comunicação Integrada

Acontece hoje (4) no teatro do Sesc show com a cantora carioca Ava Rocha

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Acontece hoje (4), às 20h, no Teatro Dona Amélia em Petrolina, show com a cantora carioca Ava Patrya Yndia Yracema.

Ava, vai apresentar um repertório fundamentado no seu primeiro álbum solo, que fez uma mistura MPB com grooves afros e amazônicos, distorções e improvisos.

A guitarra do show é de um dos principais músicos da nova cena carioca, Marcos Campello, para recriar no palco o disco lançado em 2015.

Além das canções do disco, o repertório do show inclui clássicos da música brasileira, como “Iracema”, de Adoniram Barbosa e “Canoa, Canoa”, de Milton Nascimento e Fernando Brandt.

Ava é filha do cineasta Glauber Rocha e da artista plástica Paula Gaitán e em 2008 formou a banda AVA, com Daniel Castanheira (percussão), Emiliano Sette (violão) e Nana Carneiro (violoncelo). O grupo lançou seu primeiro disco em 2011 e se dissolveu em 2014.

No ano seguinte, Ava lançou seu primeiro álbum solo, apontado como o quarto melhor de 2015 pelo crítico Ben Ratliff, do jornal New York Times. Venceu o Prêmio Multishow nas categorias Artista Revelação e Novo Hit (com a música Você Não Vai Passar).

Os valores são: R$ 10 (comerciário ou dependente), R$ 20 (antecipado), R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

Os ingressos para o primeiro show de Ava Rocha em Petrolina são limitados e já estão à venda.

Da Redação

Foto: Rafael Salim

 “Sempre Aos Domingos”, Por Sibelle Fonseca: “Alto Lá”, aqui não!”, já dizia meu pai  

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Ainda ontem, querendo que uma pessoa muito especial me conhecesse mais um pouco através das histórias que vivi com meu pai, lembrei de algumas palavras dele. Pude ouvi seu tom de voz quando me ensinou a dizer: “Alto Lá! Aqui não!”. Foi quando chegaram uns primos da capital, com mania de dar dois beijinhos nas meninas (moda nova por lá), e ele, meu pai, meu doce maldoso, ordenou que eu rejeitasse aquele cumprimento ousado, expondo assim minha insegurança, minha “tabaroice”.

Lembro do dilema que vivi na noite anterior a chegada deles. Lembro do medo que senti do dia seguinte. Era eu e minha irmã, também condenada ao vexame anunciado. Eles chegaram foi cedo. Antes mesmo que eu e ela chegássemos a um consenso sobre o que fazer para parecer sermos menos ridículas. Os meninos chegaram e já partiram para o nosso encontro com os tais dois beijinhos da capital. Lembro que meu sangue foi todo para a cabeça e a boca secou. Minha irmã sentiu o mesmo, depois ela me contou. Foi tudo tão rápido e nervoso que nós duas, sem combinarmos, demos o lado da cabeça para receber o beijo. Não demos a face. Foi meio constrangedor. Meu pai, com o olhar esperando nossa reação, calou-se para sempre. Nunca soube se nos aprovara ou não. Se fomos obedientes ou meio obedientes. Desobedientes sei que não fomos. Afinal, não oferecemos a face para os dois beijinhos, se era isso que ele queria. Viramos a cabeça e isso nos fazia, as suas meninas, de certa forma, diferentes das meninas tão permissivas da capital, talvez!. Também nunca soube o que meu pai tanto temia. Que mal via nos dois beijinhos. O que tinha de pecado naquele cumprimento. O que sei é que os primos foram embora e nos despedimos, eu e minha irmã, dando a cabeça para os dois beijinhos. E desta vez, já foi mais natural.

Virou um hábito entre nós, dar a cabeça para os dois beijinhos venham eles de onde vierem. Como um código secreto de irmãs. Uma herança, algo assim. Uma mania estranha que pulou geração. É, algumas de minhas filhas também dão a cabeça para os dois beijinhos e ouvem o “Alto Lá” de meu pai, de tanto eu contar.

Penso que ele, pai de 5 meninas, refém de uma sociedade machista e doente, queria nos proteger com suas ordens, muitas vezes, cravejadas de pudores malditos e limitantes. Crenças que carregamos até hoje, eu, e acho que também minhas irmãs. E que eu espero que não passem para minhas netas e tataranetas.

Mas não é sobre os impactos do machismo paternal na minha vida que eu quero falar não. Abstraí tudo isso, creio.

Quero falar é que, e não me perguntem como, re-signifiquei o “Alto Lá, aqui não!” do meu pai. Adotei como um mantra. Meu pai nunca soube que me ensinara o pé da letra da expressão.

“Opa, pera aí, comigo não!”. Coisa que digo ligeiro toda vez que estou sob alguma ameaça ou imposição. Toda vez que tenho que me sair de uma situação. Toda vez que preciso de força e auto-afirmação. Todas as vezes que preciso agir, reagir e poder existir. “Alto Lá, aqui não!”, aqui ninguém invade, nem oprime, nem ameaça, nem impõe. Daqui ninguém tira um pedaço, sem que eu queira. Aprendi a dar freio e voz onde preciso. A dizer que não quero, a dizer o que quero. E imprimir toda força no que desejo. A não me abater com rejeição e nem necessitar de aprovação. Aprendi a ser e agir de acordo com minha natureza, mandando as regras mais rasas, às favas. Aprendi a fazer minhas próprias regras e estou bem em paz com elas. Aprendi a me colocar, a me validar. Aprendi mesmo foi a me respeitar, o que alguns chamam de coragem.

Aprendi que coragem é isso – Mesmo tendo medo da hora dos dois bejinhos, não recuar. Não temer riscos e nem vexames. Não seguir à risca ordens que nem se sustentam. Dar o melhor jeito de “se sair”, de ressurgir, de superar. Chamam a isso de resiliência.

Talvez, com essa história toda, eu possa até dar um conselho, coisa que só dou a quem quero bem: Dê a face, dê a cabeça, dê o que puder, só não paralise!

E diga “Alto Lá, aqui não!”. Aqui existe gente e gente que se respeita! Gente que se garante!

Te digo mais, se é que isto sirva de exemplo: Meus primos foram embora, meu pai também foi embora. Minha irmã, antes dele um pouco. E eu ainda por aqui, ando pagando satisfeita, com juros e correções, por todas as vezes que digo “Alto Lá, aqui não!”

Sibelle Fonseca é radialista, militante do jornalismo, pedagoga, feminista, conselheira da mulher, mãe de quatro filhos, cantora nas horas mais prazerosas, defensora dos direitos humanos e uma amante da vida e de gente

Fachin autoriza abertura de novo inquérito contra Lúcio Vieira Lima

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin determinou nesta sexta-feira (2) abertura de inquérito para apurar supostas ameaças do deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB-BA) ao ex-ministro da Cultura Marcelo Calero. As ameaças teriam sido feitas em função do episódio que levou à renúncia do irmão de Lúcio, Geddel Vieira Lima, do cargo de ministro da Secretaria de Governo, em novembro de 2016.

Na época, Calero deixou o governo após reclamar de ingerências de Geddel, então ministro da Secretaria de Governo, que pressionava pela liberação, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), de obra do empreendimento La Vue, situado em um bairro histórico de Salvador, no qual teria um apartamento.

O pedido de investigação sobre as ameaças foi feito pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, dentro do inquérito sobre os R$ 51 milhões em dinheiro vivo apreendidos pela Polícia Federal em um apartamento em Salvador, posteriormente atribuídos à família Vieira Lima.

BN

Secretária Olívia Santana é vítima de injúria racial durante evento de Carnaval em resort

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A secretária de Trabalho, do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia, Olívia Santana (PCdoB), foi vítima de injúria racial na tarde deste sábado (3), durante evento carnavalesco no Catussaba Resort Hotel.

A secretária participava do evento Folia do Batom quando duas mulheres se aproximaram da mesa que a gestora estava. Segundo ela, as mulheres xingaram e usaram expressões racistas.

Olívia Santana chamou a Polícia Militar com o major Edmilton, da 35ª CIPM. Ele conduziu as mulheres a Central de Flagrantes. A secretária também está no local para prestar queixa.

Nas redes sociais, a secretária desabafou.

A reportagem tentou contato com a secretária, mas as ligações não foram atendidas.

Com informações do repórter Marcelo Castro.

BN

Resort em Costa do Sauípe é autuado por fornecer bebidas alcóolicas com prazos vencidos

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Resort Sauípe Premium, localizado na Costa do Sauípe, em Mata de São João, foi autuado pela Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-BA) por fornecer aos clientes bebidas alcóolicas com prazo de validade vencido.

Os fiscais do órgão inspecionaram os bares, cozinhas e quartos do estabelecimento para averiguar possíveis irregularidades. O estabelecimento responderá a um processo administrativo no Procon, recebendo prazo legal para apresentação de sua defesa, podendo sofrer multas administrativas.

A fiscalização faz parte da Operação Verão 2018 do órgão. A fase atual da operação visa fiscalizar os prestadores de serviços do ramo da hotelaria na capital baiana e região metropolitana. Para assegurar os direitos dos consumidores, o órgão visualizou a necessidade de aplicar a operação em hotéis, pousadas, supermercados, restaurantes e dentre outros comerciantes da capital e região metropolitana.

O BNews tentou contato com o grupo Rio Quente, atual administrador do complexo, mas não obteve sucesso até o fechamento desta matéria.

BN

Resoluções do CFM E COFEN proíbem exposição de pacientes nas redes sociais

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Com o crescente uso das redes sociais como forma não só de se comunicar com amigos e familiares, mas também como ferramenta de publicidade e divulgação do seu trabalho, surgiu também a preocupação com os limites dessa exposição.

No ano passado entrou em vigor a resolução nº 554 do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), que determina critérios sobre o uso e comportamento dos profissionais de Enfermagem nos meios de comunicação de massa e mídias sociais.

Em setembro de 2015, o Conselho Federal de Medicina (CFM) também endureceu as regras às publicações em redes sociais. O CFM proibiu a publicação de selfies de médicos visando evitar a exposição desnecessária de pacientes em redes sociais, assim como autopromoção de médicos.

O IMIP reforça as resoluções do CFM e do Cofen e orienta que os profisssionais não publiquem fotos com legenda escrito “autorizado pelo paciente”. Assim como foto do colaborador utilizando a logomarca da Instituição, impressos, roupa privativa ou outros.

Com base nas resoluções, os médicos e profissionais de enfermagem ficam proibidos de expor a imagem de pacientes em redes sociais. A exposição da imagem do paciente para divulgação somente é permitida com expressa autorização, e desde que não lhe traga consequências negativas. É vedada a violação do sigilo profissional e a exposição de imagens sensacionalistas de pacientes, profissionais e instituições.

Anna Monteiro / Assessoria de Comunicação UPAE Petrolina

Cristiane Brasil é investigada em inquérito por associação ao tráfico de drogas

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Denúncia afirma que assessores da deputada pagaram para ter ‘direito exclusivo’ de fazer campanha em bairro do Rio. Advogado de deputada disse que denúncia é ‘apócrifa’ e ‘sem fundamento’.

A deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) está sendo investigada em um inquérito sobre tráfico e associação para o tráfico de drogas. A informação foi publicada pelo jornal O Estado de São Paulo e confirmada pela TV Globo.

A investigação foi aberta pela Polícia Civil do Rio de Janeiro em 2010 a partir de denúncias de que assessores de Cristiane Brasil pagaram a traficantes para ter “direito exclusivo” de fazer campanha em Cavalcanti, bairro da Zona Norte da cidade.

Além disso, segundo os denunciantes, presidentes de associações de bairro foram levados para conversar com o chefe do tráfico na região por estarem se recusando a trabalhar para a deputada.

Procurada pelo G1, a assessoria de Cristiane Brasil disse que o inquérito foi aberto baseado em uma denúncia anônima durante a campanha de 2010. Ela afirma ainda que não foi ouvida no inquérito e nega veementemente que teve contato com qualquer criminoso. (Veja a íntegra da nota no fim da reportagem)

À época dos fatos, Cristiane era vereadora licenciada e ocupava uma secretaria da Prefeitura do Rio. Na eleição de 2010, ela não se candidatou, mas apoiou a candidatura do deputado estadual Marcus Vinicius (PTB), ex-cunhado da parlamentar.

Embora a deputada tenha tomado posse em 2015 e ganhado foro privilegiado, o inquérito foi enviado apenas na última quinta-feira (1) para a Procuradoria da República no Rio e deve ser encaminhado nesta segunda-feira (4) para a Procuradoria Geral da República (PGR). A Polícia Civil do RJ investiga o caso desde 2010.

Ao ser questionada sobre as investigações, a assessoria do deputado estadual Marcus Vinicius (PTB) disse que ele já prestou esclarecimentos sobre uma “denúncia anônima e alegou motivações políticas de algum adversário com a atuação do parlamentar nessa região”.

Ministério do Trabalho

Cristiane Brasil foi nomeada ministra do Trabalho pelo presidente Michel Temer em 4 de janeiro. Quatro dias depois, contudo, a Justiça Federal do Rio de Janeiro suspendeu a posse, atendendo a um pedido segundo o qual a deputada feriu o princípio da moralidade por já ter sido condenada por dívidas trabalhistas.

Após perder vários recursos, a Advocacia Geral da União (AGU) recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que liberou a posse.

Mas, dois dias depois, a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, suspendeu novamente a posse, de maneira liminar, até tomar uma decisão definitiva sobre o assunto. Não há data marcada para o julgamento do caso.

No processo, a parlamentar afirmou que o motorista “exercia tão somente trabalho eventual” e que “não era e nem nunca foi seu empregado”. Segundo Cristiane Brasil, ela o conheceu quando trabalhava na Câmara dos Vereadores e tinha relação meramente comercial, “sem exclusividade e subordinação”.

Veja a íntegra das notas

Cristiane Brasil

“Cristiane Brasil esclarece que o inquérito foi aberto baseado em uma denúncia anônima durante a campanha de 2010, ano em que sequer foi candidata. A deputada afirma que não foi ouvida no inquérito e nega veementemente que teve contato com qualquer criminoso. Cristiane Brasil afirma ainda estranhar o encaminhamento do processo 8 anos depois ao Ministério Público Federal , justo agora que foi nomeada para assumir o Ministério do Trabalho.”

Deputado Marcus Vinícius

“Durante o ano de 2010, o deputado Marcus Vinícius (PTB) prestou esclarecimentos acerca de uma denúncia anônima feita claramente por motivações políticas de algum adversário incomodado com a atuação do parlamentar na região (no ano em questão ocorria a campanha para deputado estadual). Logicamente sem nenhum fundamento, os fatos narrados na denúncia anônima não foram comprovados. O fato é que nunca houve nenhuma denúncia criminal contra o parlamentar, o que pode ser comprovado por qualquer cidadão por simples consulta ao site do TJ.”

G1