Dois suspeitos pelos homicídios das jovens Bruna Souza Torres e Taiane de Souza Costa, foram presos na madrugada desta quinta-feira (08). Segundo informações, um deles reside no mesmo bairro das vítimas, o Jardim Amazonas em Petrolina-PE. Todas as manhã quando iam para o trabalho, as vítimas passavam em frente à casa dele, por isso existe a suspeita de que foi um crime premeditado. Ainda de acordo com informações, há ainda uma terceira pessoa envolvida.
O crime aconteceu na manhã da última segunda-feira (05) no Distrito Industrial de Petrolina-PE. As jovens foram encontradas em um matagal mortas, nuas, amarradas e amordaçados com as próprias vestes, com marcas de violência sexual, em consequências de ferimentos causados por arma branca na altura do pescoço.
Em nota, a Polícia Civil confirmou a informação e informou que os detalhes serão repassados durante uma coletiva de imprensa.
NOTA
Em nota enviada pela Polícia Civil, através de Equipes Policiais Civis da 25° Delegacia de Homicidio e da 26° Delegacia Seccional da Diretoria do Interior-2/Sertão, em Petrolina, prenderam na madrugada desta quinta-feira (08), dois suspeitos de praticarem o duplo homicídio das jovens Taiane e Bruna no dia 05 de setembro em Petrolina.
Os presos são Lindolfo Nunes da Silva, 40 anos, e Lucas Conceição Santos, 38 anos. Um dos suspeitos já confessou o crime com riquezas de detalhes e as ouvidas continuam quanto ao segundo. Maiores detalhes e motivação do crime serão REPASSADAS APENAS durante coletiva de imprensa a ser realizada nesta sexta-feira (09), em hora e local a ser definidos até a tarde desta quinta;
Mulheres dão o tom na percussão durante o Grito dos Excluídos no Recife Sumaia Villela/Agência Brasil
O 7 de Setembro foi marcado por protestos em todo o país. O Grito dos Excluídos, manifestação tradicional da data, registrou, até agora, atos em 19 cidades, sendo 14 capitais. A estimativa da organização, antes dos atos, era protestos em 23 estados e no Distrito Federal. A coordenação nacional do Grito informou que ainda está recebendo informações dos organizadores locais para saber se a expectativa se concretizou.
Além da pauta habitual, de defesa dos direitos sociais, os pedidos de eleições diretas e de saída do presidente Michel Temer dominaram os protestos. Em algumas cidades, manifestações contrárias a Temer se juntaram às atividades programadas pelo Grito dos Excluídos – caso de Brasília.
A coordenação nacional do Grito confirma, por enquanto, protestos em 14 capitais: Belo Horizonte, Teresina, Belém, Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Aracaju, Maceió, Fortaleza, Recife, Curitiba, Salvador, Porto Alegre e Boa Vista. Segundo o movimento, no interior, houve manifestações nas cidades de Montes Claros e Governador Valadares, em Minas Gerais, Sorocaba, em São Paulo, Juazeiro do Norte, no Ceará, e Garanhuns, em Pernambuco.
Os repórteres e correspondentes da Agência Brasil acompanharam os protestos em sete capitais:
Brasília
Em Brasília, um protesto contra o presidente Michel Temer convocado pelas redes sociais uniu-se ao Grito dos Excluídos. O grupo marchou entoando palavras como “Eu já falei, vou repetir, é o povo que tem que decidir”, defendendo a escolha popular dos governantes.
Os manifestantes também criticaram a reforma da Previdência e a proposta de fixação de um teto para o reajuste orçamentário, contida na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016. De acordo com a Polícia Militar do Distrito Federal, no auge da manifestação, havia cerca de 2,7 mil participantes. Para os organizadores, eram 10 mil.
Rio de Janeiro
No Rio de Janeiro, o ato do Grito dos Excluídos ocupou cerca de 1 quilômetro de uma das pistas da Avenida Presidente Vargas, e a marcha percorreu cerca de 2 quilômetros até a Praça Mauá.
A manifestação, que tradicionalmente defende direitos sociais, ganhou novas bandeiras com a adesão de grupos contrários ao impeachment de Dilma Rousseff e favoráveis à saída do presidente Michel Temer.
São Paulo
Na capital paulista, o protesto chamou a atenção para os problemas do capitalismo, tema da edição do Grito dos Excluídos deste ano. A marcha foi pacífica e não houve incidentes. Em alguns momentos, os participantes gritaram palavras de ordem contra o governo Temer.
Belo Horizonte
Em Belo Horizonte, manifestantes foram da Praça Raul Soares até a Praça da EstaçãoLéo Rodrigues/Agência Brasil
O ato do Grito dos Excluídos no centro de Belo Horizonte converteu-se em um protesto contra o governo de Michel Temer. Contrários ao processo que levou ao afastamento definitivo da presidenta Dilma Rousseff, eles pediam a convocação de eleições diretas.
A organização estimou em 10 mil pessoas o número de participantes no ato. A Polícia Militar informou que não faz estimativa de participantes.
Porto Alegre
A marcha do Grito dos Excluídos na capital gaúcha partiu da sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que estava ocupada por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Após o protesto, o grupo desmobilizou a ocupação, que ocorria também no Ministério da Fazenda.
A maioria dos participantes era composta por integrantes do MST. Havia ainda membros da Central Única dos Trabalhadores (CUT), movimentos negros, feministas e LGBT. Representantes dos bancários, em greve nacional desde ontem (6), também acompanharam a caminhada.
Segundo os organizadores, mais de 15 mil pessoas participaram do ato de hoje. A Polícia Militar não divulgou estimativa do número de participantes.
Recife
No Recife, o Grito dos Excluídos também uniu a tradicional pauta de demandas por direitos sociais, respeito aos direitos humanos e reformas estruturais ao pedido pela saída do presidente Michel Temer do poder. O grupo criticou, ainda, mudanças defendidas publicamente pelo governo Temer.
A aposentada Ivone de Costa Melo tem 79 anos e é juazeirense ‘da gema’, como gosta de afirmar. Ela conta que todos os anos assiste o desfile cívico-militar de 7 de setembro no município. “Eu gosto de ver tudo, mas em especial os militares, pois sempre são muito bonitos e disciplinados”, conta Ivone. Para ela, este ano a infraestrutura do evento mereceu elogios. “Pela primeira vez colocaram essa proteção para o povo não invadir o desfile e ficou muito mais organizado”, ressaltou.
O casal Sandra Souza e Robério Damasceno conta que é tradição levar suas filhas, Ana Luísa e Ananda, para o evento. “As crianças se divertem muito e acho importante que elas sintam este espírito patriota”, diz a mãe. Para as meninas, a parte mais bonita do evento é o desfile das escolas. “Eu sinto orgulho dos estudantes”, afirma a pequena Ana Luísa, que tem apenas 8 anos.
Este ano, o desfile em comemoração à Independência do Brasil teve como tema “Educação, Direito e Cidadania: Uma mistura de Cores e Saberes”. A escolha visa pensar a educação enquanto direito, além de trabalhar a diversidade de raças, crenças e saberes culturais. A solenidade inicial aconteceu por voltas das 8h, em frente ao Paço Municipal.
O prefeito do município, Isaac Carvalho, destaca que o público que assiste ao desfile geralmente supera os números do público do carnaval. “O 7 de setembro pra Juazeiro é uma festa que transcende a própria festa cívica, porque o povo de Juazeiro faz do Dia da Independência não só uma grande festa da pátria, mas também do orgulho da sua própria cultura”, argumenta.
Para o secretário de Educação e Esportes do município, Clériston Andrade, o evento é grandioso porque conta com muitos colaboradores. “A organização é da secretaria com um conjunto enorme de parceiros, instituições militares e civis, além das outras secretarias de Governo no município”, destaca.
Participaram do desfile cívico-militar oficiais da: Marinha, Exército, Aeronáutica, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Guarda Municipal e Bombeiro Civil. Além disso, também desfilaram: estudantes de onze escolas municipais e estaduais; membros da Sociedade de Amigos da Polícia Militar (Soapom); o grupo Escoteiro Mirim em Defesa; o Clube Desbravadores da Igreja Adventista; as lojas maçônicas: ‘Harmonia e Amor’ e ‘Segredo Força e União’; o Grito dos Excluídos; e o Movimento LGBT.
A alegria da ‘Caravana 77’ tomou conta das pessoas que estavam presentes no tradicional desfile cívico, em comemoração aos 194 anos da independência do Brasil. O evento aconteceu nesta quarta-feira e contou com a presença do candidato à prefeito Joseph Bandeira (SD) e o seu vice Wank Medrado (PMDB).
A população pintou o rosto com o número 77 e vestiu a camisa laranja, como uma forma de apoio e carinho à Joseph Bandeira, que retribuiu com cumprimentos como uma forma de gratidão ao povo. Durante o percurso, uma multidão de pessoas acompanhou os candidatos, que vibrava com eles em cada parada.
O evento durou cerca de duas horas e percorreu pela orla de Juazeiro e pela Avenida Adolfo Viana. Nesta quinta, feira, 08 de setembro, o candidato participará da procissão em louvor a Nossa Senhora das Grotas. O cortejo sairá da Igreja Matriz da Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus – que fica localizada no bairro Piranga – a partir das 16h.
O papa Francisco acolheu, nesta quarta-feira, 7 de setembro, o pedido de renúncia ao governo pastoral da diocese de Juazeiro (BA) apresentado por dom José Geraldo da Cruz, em conformidade com o cânon 401, primeiro parágrafo do Código de Direito Canônico.
Dom José Geraldo da Cruz completou 75 anos, idade em que todo Bispo deve apresentar seu pedido de renúncia, de acordo com o Código de Direito Canônico da Igreja Católica. O mesmo agora torna-se Bispo Emérito da Diocese. Em 13 anos, Dom José Geraldo tem realizado um trabalho muito positivo na Diocese, na administração, na formação dos padres, no acompanhamento das comunidades, nas diversas pastorais, sendo um pastor que tem buscado doar sua vida e corresponder com a missão que lhe fora dada pela Igreja.
Em conseqüência, o governo pastoral da Diocese de Juazeiro será assumido por Dom Carlos Alberto Breis Pereira, que se torna o Bispo titular, a partir desta quarta-feira (7). Oficialmente, Dom José Geraldo da Cruz passará o báculo (cajado) durante Missa Solene às 19h30, na frente da Catedral-Santuário Nossa Senhora das Grotas.
Dom Carlos Alberto Breis Pereira, OFM, pertence à Província Franciscana de Santo Antônio do Brasil. Nasceu em São Francisco do Sul (SC), no dia 16 de setembro de 1965. Realizou a profissão religiosa no dia 31 de agosto de 1991, em Olinda (PE). Cursou Filosofia no Instituto Salesiano e Teologia, no Instituto Franciscano. É mestre em Teologia com especialização em Espiritualidade pela Pontifícia Universidade Antonianum de Roma. Foi ordenado presbítero em 20 de agosto de 1994, em Fortaleza (CE).
Na caminhada sacerdotal atuou em diferentes atividades. Foi mestre de frades professos temporários (1994 a 2002 e 2009 a 2011), secretário provincial para a formação e os estudos, delegado do Serviço para a Formação e os Estudos (Serfe) por dois mandatos. De 2012 a 2014, exerceu o cargo de vigário provincial. Foi presidente da Conferência dos Ministros Provinciais do Brasil (2015-2016).
Dom Carlos Alberto nomeado bispo coadjutor de Juazeiro em 17 de fevereiro de 2016. Sua ordenação episcopal aconteceu em 07 de maio de 2016, em Recife (PE).
Dos 39 deputados baianos na Câmara, apenas sete confirmaram até o momento presença na votação que pode determinar a cassação do mandado do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Segundo levantamento realizado pelo Congresso em Foco, Afonso Florence (PT), Alice Portugal (PCdoB), Benito Gama, (PTB), Cacá Leão (PP), Félix Mendonça Jr. (PDT), José Carlos Aleluia (DEM) e José Carlos Araújo (PR) se comprometeram a comparecer à sessão.
Araújo, inclusive, é o presidente do Conselho de Ética que coordenou os trabalhos do processo aberto contra o peemedebista por quebra de decoro parlamentar. A apreciação do processo foi marcada pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para a próxima segunda (12), às 19h. Cunha, no entanto, ainda não confirmou presença na sessão que vai decidir seu futuro político. Desde a última sexta, a Casa tenta notificá-lo, mas não conseguiu – e optou por divulgar a notificação no Diário Oficial da União. Uma dúvida que ainda paira na Câmara é se haverá quórum em plenário para abrir a sessão extraordinária de votação do processo.
Para que o Plenário aprove a recomendação do Conselho de Ética de cassar o mandato do deputado afastado, é necessário o apoio de ao menos 257 dos 513 parlamentares. O processo de cassação mais longo da história da Casa pode terminar com uma punição mais branda para o peemedebista, acossado por várias denúncias de corrupção no esquema criminoso investigado pela Operação Lava Jato. Aliados de Cunha articulam para que ele seja apenas suspenso por um período, não tendo o mandato cassado. Caso não seja possível, a “tropa de choque” do peemedebista, considerado um dos presidentes mais poderosos que já passou pelo Parlamento brasileiro, aventam a possibilidade de aplicar a ele o mesmo que foi feito no caso da ex-presidente Dilma Rousseff.
Na votação que culminou no impeachment da petista, ela, apesar de destituída, manteve a habilitação para ocupar cargos públicos. Aliados de Cunha querem estender o mesmo a ele. Um estudo feito pela área técnica da Casa, a pedido de Rodrigo Maia, examina a possibilidade da tese do “dois pesos e duas medidas” ser aplicada no caso do ex-presidente da Câmara.
O ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, anunciou nesta terça-feira (6) que o presidente Michel Temer decidiu, em reunião no Planalto, que vai mandar para o Congresso a reforma da Previdência antes da eleição. “O presidente Temer achou que, simbolicamente, por tudo que o Brasil atravessa neste momento e já que o governo não tem dúvida da necessidade de implementar, que nós mandemos antes de o processo de eleição findar”, declarou Geddel, em entrevista, sem dizer a data exata do envio.
O ministro salientou ainda que o governo vai “fazer todo o esforço” de aprovar o mais rápido possível a proposta, respeitando os prazos do Congresso. E acrescentou: “Nós vamos jogar todo o peso do governo junto a nossa base para que a tramitação seja breve”. Segundo Geddel, “não há divergência” entre o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o presidente do PSDB, senador Aécio Neves, em relação ao teor do projeto da Previdência. “Eu já conversei com os dois hoje. É mais uma questão de estratégia parlamentar e não de mérito”, justificou, acrescentando que o governo vai ainda amarrar a melhor data para o envio, mas “já está definido pelo presidente que será agora em setembro”. Lembrado que o DEM e partidos da base se queixam que isso pode atrapalhar os candidatos nas eleições municipais, Geddel respondeu: “Isso não é argumento. O argumento que vai valer é que o governo, que a base defende, tem a responsabilidade de apresentar a reforma necessária para botar o Brasil nos trilhos”.
E emendou: “A decisão de encaminhar a reforma da Previdência é irreversível. O governo acha que não tem condição de a Previdência manter-se do jeito que está e o nosso objetivo é criar condições de que aqueles que dependem da Previdência possam ter a certeza de que receberão seus benefícios e não viverão com a Previdência quebrada”. O ministro confirmou que a idade mínima de aposentadoria será de 65 anos mas que terá uma regra de transição, que ainda está sendo discutida com o presidente Temer. “Estamos em fase final de discussão para o presidente bater o martelo”, afirmou ele, lembrando que o governo está discutindo amplamente o tema com a sociedade e vai prosseguir fazendo isso.
Da mesma forma, o presidente Temer também vai fazer reuniões com bancadas para tratar do mérito da proposta. O Planalto rejeitou a ideia que esteja cedendo à pressão do PSDB e argumenta que Temer já tinha dito que pretendia encaminhar a proposta antes das eleições.
Na sessão ordinária da Câmara de Vereadores da última semana, o vereador Zé Carlos Medeiros (PSDB), candidato a reeleição, utilizou a tribuna da Câmara de Vereadores para propor que a instituição realize um espaço de debate entre os candidatos a prefeito da cidade.
O parlamentar argumentou que a Casa Legislativa tem a obrigação pública de promover o debate em favor da sociedade. “O futuro administrativo da nossa cidade está em jogo. A população está com a possibilidade de avaliar os projetos que estão postos para a prefeitura, não podemos ficar inertes, pensando, apenas, em nossos projetos e esquecer da nossa cidade. Temos a obrigação de colaborar mais nesse debate”, comentou.
Segundo Medeiros, o debate seria organizado pela Câmara com a participação dos vereadores, imprensa, entidades da sociedade civil organizada e aberto ao público. “Nossa proposta visa colaborar com à sociedade, com um debate de alto nível, onde nossas demandas sejam debatidas e refletidas”, pontuou.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou hoje (6) o cronograma para a adoção de preços diferentes de energia de acordo com o horário de consumo. Com a tarifa branca, o consumidor poderá pagar mais barato pela energia consumida fora do horário de pico.
A tarifa branca começará a valer a partir de 2018, quando deverá estar disponível para as novas ligações e com unidades que consomem mais de 500 quilowatts-hora (kWh) por mês. Em um prazo de 12 meses, será oferecido para unidades com média anual de consumo superior a 250 kWh por mês e, em até 24 meses, para as demais unidades consumidoras.
Atualmente, existe apenas a tarifa convencional, que tem um valor único cobrado pela energia consumida e é igual em todos os dias, em todas as horas. A tarifa diferenciada não valerá para os grandes consumidores, como as indústrias, nem para quem é incluído na tarifa social de energia elétrica.
Com as novas regras, nos dias úteis, o preço da energia poderá ter dividido em três horários: ponta, intermediário e fora de ponta. As faixas variam de acordo com a distribuidora. O horário de ponta, que terá a energia mais cara, terá duração de três horas, na parte da noite. A taxa intermediária será uma hora antes de uma depois do horário de ponta. Nos feriados nacionais e nos finais de semana, o valor é sempre fora de ponta.
Segundo a Aneel, se o consumidor adotar hábitos que priorizem o uso da energia fora do período de ponta, diminuindo fortemente o consumo no horário de ponta e no intermediário, a opção pela Tarifa Branca oferece a oportunidade de reduzir o valor pago pela energia consumida.
Para aderir à Tarifa Branca, os consumidores precisam formalizar sua opção na distribuidora, e quem não optar por essa modalidade continuará sendo cobrado pelo sistema atual.Também será preciso instalar um novo tipo de medidor de energia, e os custos da troca serão de responsabilidade da distribuidora. Segundo a Aneel, o Inmetro já aprovou um modelo de medidor, e deverá aprovar outros modelos no ano que vem, o que permitirá a fabricação em escala do equipamento no país.