Após protesto realizado nesta quarta feira (3), por mães de alunos que moram no Residencial Dr. Humberto, em Juazeiro, contra a falta do transporte escolar para os alunos do CEMAS-Colégio Estadual Misael Aguilar Silva, a Secretaria de Educação e Juventude (Seduc), procurada pelo PNB, deu novo prazo para restabelecer o serviço.
A Seduc disse que “todas as providências necessárias para viabilização do transporte escolar na localidade já foram tomadas, e a partir desta quinta-feira (04), a oferta do serviço será normalizada, incluindo a substituição do micro ônibus que realizava o serviço de deslocamento, por um ônibus, ampliando a capacidade de passageiros da rota em questão.”
No último dia 26 de abril, quando Railene Oliveira, mãe de 2 alunos do CEMAS, procurou o PNB para reivindicar a regularização do transporte, a Seduc deu uma resposta semelhante a de hoje (3).
O órgão garantiu que “todas as providências necessárias para viabilização do transporte escolar na localidade já foram tomadas e a partir da quinta-feira (27) a oferta do serviço será normalizada”.
Uma semana após, a situação não foi resolvida.
Protesto
Nesta quarta feira (3), mães de alunos que moram no Residencial Dr. Humberto, em Juazeiro, fizeram uma manifestação no horário de saída do transporte escolar, em protesto à falta de ônibus para levar os alunos do CEMAS-Colégio Estadual Misael Aguilar Silva.
Elas impediram que alunos de outras instituições fossem transportados, como forma de pressionar a Secretaria de Educação de Juazeiro a garantir a condução dos estudantes até o CEMAS.
” Hoje, dia 03/05, fizemos uma manifestação para assim chamar a atenção da prefeita pelo o que está acontecendo com os alunos do CEMAS, que estão perdendo aulas por conta do ônibus. Disseram que o ônibus estaria no residencial para pegar os alunos e até hoje nada foi resolvido. Então, nós mães dos alunos, resolvemos que, já que os alunos do CEMAS não têm ônibus para ir a escola, então o ônibus também não levaria os alunos do Antonílio e demais escolas. E assim aconteceu, até que se resolva essa situação. Os ônibus não irão sair do residencial com os alunos. Ou vão todos ou nenhum”, contou Railene Oliveira, mãe de alunos do CEMAS.
Redação PNB








