Preto no Branco

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Novas normas do Ministério da Agricultura para qualidade e identidade do presunto passam a valer nesta terça-feira (2); confira mudanças

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Passam a valer a partir desta terça-feira (2), as novas normas do Ministério da Agricultura de qualidade e identidade para o presunto, alimento bastante utilizado pelos brasileiros. A última mudança tinha sido há 20 anos.

O alimento deverá ter mais proteína e menos água. Os estabelecimentos registrados terão o prazo de um ano para se adequarem às mudanças.

Mudanças

Cada um dos tipos de presunto pode ser obtido de cortes diferentes do pernil de porco, seja curado, cozido, defumado ou não, desossado ou não, com adição de ingredientes ou não.

  • Presunto cozido: pode conter carne moída, que é usada para preencher o alimento quando, após fatiar, ficam buracos em sua forma; não pode ter pele;
  • Presunto cozido superior: não pode ter carne moída, mas pode ter pele;
  • Presunto cozido tenro: é obrigatoriamente defumado;
  • Presunto de ave: deve ser obtido exlusivamente de carnes do membro posterior (as pernas), desossadas, moídas ou não. Não há determinação de quais são as aves que podem dar origem ao produto.

Cade investigará se plataformas cometeram abuso de posição dominante; denúncias apontam para suposta campanha contra PL das Fake News

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Logotipo do Google é exibido dentro de um prédio de escritórios em Zurique, Suíça.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) instaurou, nesta terça-feira (2), procedimento preparatório de inquérito administrativo para apurar suposto abuso de posição dominante por parte do Google e da Meta, no âmbito das discussões relacionadas ao Projeto de Lei (PL) 2.630/20. Conhecido como PL das Fake News, o texto visa à regulamentação das redes sociais.

O Cade tomou a decisão depois de receber várias denúncias contra as plataformas Google e Meta apontando para a suposta realização de campanha contra o projeto nestas redes e também no YouTube, Facebook e Instagram. No documento, o Cade diz que as empresas estão sendo investigadas em outros inquéritos que apuram indícios de infração à ordem econômica.

“Este conselho está atento e buscando ativamente combater infrações à ordem econômica em mercados digitais, as quais, em virtude da dinamicidade característica de tais mercados, clamam pela adoção de medidas céleres e precisas das autoridades antitruste”, diz despacho do Cade.

De acordo com as denúncias, nos últimos dias, as plataformas Google e Meta usaram todos os recursos possíveis para impedir a aprovação do projeto, em discussão no Congresso Nacional. Entre as medidas, estariam a apresentação de resultados de busca enviesados para usuários que pesquisam por termos relacionados ao projeto de lei, privilegiando conteúdos críticos ao texto e impedindo a publicação em redes sociais de posicionamentos favoráveis à proposta.

Por isso, o Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP) expediu ofício à empresa Google solicitando informações sobre suposto favorecimento de resultados contrários PL 2.630/20.

O órgão cita um estudo de pesquisadores do Laboratório de Estudos de Internet e Mídias Sociais (NetLab), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), chamado A Guerra das Plataformas contra o PL 2.630, que mostra as diversas iniciativas das plataformas nesse sentido.

Quem também se manifestou foi a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) que determinou que a Google cumpra, imediatamente, uma série de medidas cautelares para corrigir os indícios de que estaria censurando o debate público sobre o projeto de lei.

Por já ter dado ampla divulgação às críticas à proposta de regulação das plataformas digitais, a Google também terá que começar a veicular, em até duas horas após ser notificada da decisão, as posições favoráveis ao projeto de lei. Se descumprir as determinações da Senacon, a empresa será multada em R$ 1 milhão por hora.

Agência Brasil

STF forma maioria de votos para manter ex-deputado Roberto Jefferson na prisão

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O Supremo Tribunal Federal formou maioria nesta terça-feira (2) para rejeitar recurso da defesa do ex-deputado Roberto Jefferson (PTB), preso em outubro de 2022, pela revogação de sua prisão preventiva.

Jefferson foi preso em outubro do ano passado após reagir com tiros de fuzil e granada, quando a PF foi até sua casa em Levy Gasparian, Rio de Janeiro, para cumprir um mandado de prisão.

O Ministro Alexandre de Moraes, relator, argumentou que “seu histórico de reiterado descumprimento das medidas cautelares e desrespeito ao Poder Judiciário e à força das decisões da SUPREMA CORTE, a extrema violência de sua reação diante da presença dos agentes públicos e o altíssimo poder de destruição das armas de fogo e munições que foram apreendidas em seu poder, evidenciando a necessidade de manutenção da prisão preventiva para garantia da ordem pública, dado o risco real e efetivo à sociedade caso posto em liberdade, e para aplicação da lei penal, consideradas as reiteradas violações às medidas a ele impostas”.

Concordaram com Moraes os ministros Fachin, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Rosa Weber e Luiz Roberto Barroso. A ministra Cármen Lúcia se declarou suspeita.

Redação PNB

Notificada, Google retira link para texto contra PL das Fake News; plataforma começa a cumprir medidas cautelares

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Logotipos de Facebook, Google e Twitter. REUTERS

 

A Google apagou, da página principal de seu mecanismo de busca na internet, a afirmação que “O PL das Fake News pode aumentar a confusão sobre o que é verdade ou mentira no Brasil”. A frase remetia os internautas para um artigo no qual o diretor de Relações Governamentais e Políticas Públicas da empresa no Brasil, Marcelo Lacerda, critica o Projeto de Lei (PL) 2630, que tramita no Congresso Nacional desde 2020. Se aprovado, o texto dará origem à chamada Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet.

A retirada do link da página inicial do mais popular mecanismo de buscas da internet foi feita pouco após a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça, determinar que a Google começasse a cumprir, tão logo notificada, a uma série de medidas cautelares para corrigir “indícios” de que está censurando o debate público sobre o PL 2630.

Além da obrigação de sinalizar o conteúdo publicitário deste e de outros conteúdos contrários à aprovação do PL que produzir e divulgar, a Senacon também determinou que a Google passe a informar os consumidores sobre eventual conflito de interesse na questão, já que a eventual aprovação do projeto vai impactar suas operações. Por já ter dado ampla divulgação às críticas à proposta de regulação das plataformas digitais, a Google também terá que começar a veicular, em até duas horas após ser notificada da decisão, as posições favoráveis ao projeto de lei. Se descumprir as determinações da Senacon, a empresa será multada em R$ 1 milhão por hora.

Em seu artigo, que segue disponível no blog da Google, Lacerda sustenta que é necessário “melhorar” o texto do projeto de lei que, segundo ele, “pode ir à votação antes mesmo que diversos setores da sociedade, incluindo parlamentares, tenham tido acesso” a ele. O executivo também incentiva os internautas a enviar uma mensagem aos parlamentares pedindo que “melhorem o texto do PL”.

Ao anunciar as medidas cautelares a serem cumpridas pela Google, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino,  afirmou que a Senacon encontrou inúmeros “indícios” de que Google e outras grandes empresas de tecnologia estão tentando manipular o debate público a fim de defender seus próprios interesses econômicos.

“É dever da Senacon garantir que ninguém manipule a liberdade de expressão no Brasil. Mas há uma tentativa iníqua, imoral, de inverter os termos do debate, como se nós [membros do governo federal] quiséssemos a censura. É o contrário. O que estamos evitando é uma censura privada e clandestina, disfarçada, não assumida”, disse  o ministro Flávio Dino, criticando o artigo divulgado pela Google.

“Juridicamente, [afirmar que a aprovação do PL pode aumentar a confusão na internet] é o quê? É um editorial? Quem faz editorial são as empresas de comunicação. Só que [as empresas de tecnologia] dizem que não são empresas de comunicação, mas sim plataformas de tecnologia? Se é assim, aquilo é publicidade. E, sendo assim, tem que estar sinalizada como tal”, ponderou o ministro.

Em nota, a Google classificou como “falsas” as alegações de que agiria de forma a ampliar o alcance de páginas com conteúdos contrários ao Projeto de Lei 2630, em detrimento das que veiculam informações favoráveis à regulação das plataformas digitais.

“Cada vez que uma pessoa faz uma busca, nossos sistemas trabalham para mostrar para ela os resultados mais relevantes entre milhares, às vezes milhões, de páginas de web. Não alteramos manualmente as listas de resultados para determinar a posição de uma página específica em nenhuma hipótese”, garantiu a empresa, reiterando que o debate sobre mudanças legislativas que impactem a vida de milhões de brasileiros e empresas precisa envolver toda a sociedade.

“Nas últimas semanas, temos nos manifestado em relação ao PL 2630 de forma pública e transparente, por meio de nosso blog oficial. Além disso, temos investido em campanhas de marketing para dar visibilidade mais ampla às nossas preocupações, por meio de anúncios em veículos de comunicação tradicionais, como jornais, e em mídia digital, incluindo nossas plataformas de publicidade e redes sociais”, acrescenta a empresa.

“Temos explicado os riscos, que consideramos legítimos, às pessoas que usam nossas plataformas e também aos diferentes participantes do ecossistema digital. Isso inclui criadores de conteúdo no YouTube, anunciantes de todos os tamanhos e sites de notícias”, continua a Google, confirmando os relatos de que, nas últimas semanas, a empresa enviou e-mails a produtores de conteúdo para o You Tube em que sustenta que a eventual aprovação do projeto de lei afetará a forma com que os youtubers são remunerados, ocasionando perdas financeiras.

“Às vésperas da votação do PL 2630, que não foi discutido tão amplamente e sofreu alterações significativas nas últimas semanas, é importante que os brasileiros estejam informados sobre os possíveis impactos para tomarem uma decisão sobre como participar dessa discussão”, conclui a empresa.

Agência Brasil

Reitor dá posse ao novo procurador-chefe da Procuradoria Federal junto à Univasf

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O reitor da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), Telio Nobre Leite, deu posse na manhã de hoje (2) ao novo procurador-chefe da Procuradoria Federal junto à Univasf, Flávio Pereira Gomes.

Também esteve presente à posse a vice-reitora Lucia Marisy Souza Ribeiro de Oliveira, nomeada por meio de portaria publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União (DOU). Flávio Pereira Gomes já ocupou o cargo de procurador-chefe da Procuradoria Federal junto à Univasf no período de 26 de abril de 2012 a 30 de dezembro de 2014, durante a gestão do reitor Julianeli Tolentino de Lima.

 

Ascom Univasf

“Com correção retroativa ao mês de março”: Governador Jerônimo Rodrigues garante enviar ainda hoje (2) PL do piso nacional aos professores

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O Governador Jerônimo Rodrigues (PT) garantiu que enviará ainda nesta terça-feira (2) para a Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) o Projeto de Lei que garante o pagamento do piso nacional aos professores da rede estadual. O anúncio foi feito durante entrevista ao portal Uol.

“Estou enviado hoje para a Assembleia uma nova proposta de reajuste não só para os professores, mas de todos os servidores. Inclusive com correção retroativa ao mês de março. Não vamos deixar de pagar o piso”, garantiu o governador.

O gestor disse ainda que o salário pago a categoria no Estado da Bahia passa dos atuais R$ 3.850,00 e vai para R$ 4.420,00 e que o pagamento inicialmente se dará de forma parcelada e em junho o valor será pago integralmente.

Redação PNB

Sem transporte, alunos de Guanhães, Itamotinga, em Juazeiro, estão perdendo aulas e provas, diz mãe: “Um problema que não tem fim nesta gestão”

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A mãe de um aluno que reside na comunidade de Guanhães, distrito de Itamotinga, em Juazeiro, fez contato com o PNB para cobrar da Secretaria de Educação de Juazeiro que normalize o transporte dos estudantes. Segundo a mãe, que pediu para não ser identificada, os alunos estão perdendo provas.

“Os ônibus que transportam os alunos de Guanhães para Itamotinga estão parados Os alunos estão tenho prova e os alunos não estão indo porque não tomam providencias. Alguns pais procuraram a direção da escola que disse não poder fazer nada e que nós pais e mães procurássemos a Secretaria de Educação. Os alunos estão sendo prejudicados. Este é um problema que não tem fim nesta gestão. Quando não pagam, não tem ônibus, quando quebra, não tem ônibus e os alunos que ficam no prejuízo. A Seduc recebe a verba e coloca péssimos ônibus. Tudo desmantelado”, contou a mãe.

Estamos encaminhando a reclamação para a Secretaria de Educação de Juazeiro.

Redação PNB

Até o dia 5 de maio, Secretaria da Educação realizará nas 1.065 escolas da rede estadual de ensino, avaliação diagnóstica de Português e Matemática

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Secretaria da Educação do Estado (SEC) realiza, até dia 5 de maio, nas 1.065 escolas da rede estadual de ensino, uma avaliação diagnóstica de Português e Matemática com estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental e da 3ª série do Ensino Médio.

A ação, iniciada no dia 24 de abril, visa fortalecer as aprendizagens dos estudantes, a partir do uso da plataforma Plurall. A ferramenta pode ser acessada através de dispositivos disponíveis nas escolas, como tablets, chromebooks, notebooks, computadores e até pelos celulares dos estudantes.

Nesta terça-feira (2), está  sendo realizado o Dia D de Avaliação da Plataforma Plurall, em diversas escolas estaduais de Salvador e Região Metropolitana. Dentre as unidades que farão a aplicação estão o Colégio Estadual Pinto de Aguiar, localizado no bairro de Mussurunga. A plataforma dispõe de vários conteúdos digitais educacionais, a exemplo de materiais didáticos; atividades; provas; e simulados, que podem ser acessados por estudantes, professores, coordenadores pedagógicos e gestores a qualquer hora e em qualquer lugar e está disponível no Portal da Educação (www.educacao.ba.gov.br) ou pelo endereço http://enova.educacao.ba.gov.br/plurall-2.

O superintendente de Gestão da Informação Educacional da SEC, Rainer Guimarães, fez um balanço da primeira semana de aplicação. “O balaço é muito positivo, pois uma boa parte da nossa rede já acessou a plataforma e realizou a avaliação. A primeira unidade letiva vai ser finalizada no início do mês de maio e, no dia 8, a gente inicia a segunda unidade já com resultados dessa avaliação diagnóstica. Isso é importante para que a SEC saiba qual o trabalho que está sendo desenvolvido nesse primeiro momento pelas escolas e possa corrigir a sua rota e ver onde precisa reforçar”.

Secom

PL das Fake News: Moraes determina retirada de anúncios online e dá prazo de 5 dias para PF tomar depoimento de presidentes de plataformas

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Brasília (DF) - Os veículos de comunicação do Senado lançam campanha contra as fake news. A intenção é conscientizar cada cidadão da importância de não divulgar notícias falsas. Foto: Pedro França/Agência Senado

 

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, nesta terça-feira (2), que presidentes de empresas que operaram redes sociais prestem depoimento, no prazo de cinco dias, na Polícia Federal (PF).

A decisão de Moraes foi proferida após a divulgação de denúncias sobre o suposto favorecimento de resultados contrários ao chamado Projeto de Lei das Fake News (PL 2.630/20), em discussão no Congresso Nacional. As plataformas deverão retirar do ar todos os anúncios que tratam o projeto como PL da Censura.

Pela decisão, deverão prestar depoimento os presidentes do Google, Meta (Facebook e Instagram), Sportfy e Brasil Paralelo.

Segundo Moraes, eles terão que esclarecer à PF as razões de terem autorizado o uso dos mecanismos de propaganda contra o projeto.

Na decisão, o ministro entendeu que a conduta pode configurar “abuso de poder econômico” e “ilícita contribuição com desinformação”.

Redação PNB, com informações Agência Brasil