Redação

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Após reinvindicação de responsáveis, Seduc de Juazeiro afirma que Escola 2 de Julho recebe manutenção enquanto reforma definitiva está em licitação

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Após mobilização de pais e responsáveis por alunos da Escola Municipal 2 de Julho, no distrito de Maniçoba, em Juazeiro, na região Norte da Bahia, que reivindicam melhorias na estrutura da instituição de ensino, a Secretaria de Educação se manifestou. Segundo relatos que chegaram ao PNB, o prédio escolar precisa urgente de uma reforma.

Em nota, a Seduc informou que está realizando serviços de manutenção e pintura na instituição, enquanto os trâmites legais para a reforma completa da unidade seguem em andamento.

Veja a nota na íntegra:

A Secretaria de Educação de Juazeiro (Seduc) informa que o município está vivendo, atualmente, o maior seu ciclo de investimentos em infraestrutura educacional. Em apenas um ano, a gestão municipal iniciou a construção de 9 creches, conseguiu concluir a reforma da Escola Municipal Paulo VI em 8 meses (de março a novembro), reformou quatro quadras poliesportivas escolares, está montando o projeto para ampliação de mais 15 creches, requalificando várias escolas e realizando manutenção em todas as unidades escolares, inclusive na Escola Dois de Julho. A unidade está sendo pintada, para que os estudantes iniciem as aulas em uma escola organizada, enquanto o processo de licitação para a reforma acontece.

Contudo, a situação estrutural das unidades escolares vem se deteriorando há muitos anos e não é possível requalificar todas as escolas em apenas 12 meses. Para a reforma e ampliação faz-se necessário cumprir os trâmites legais que implicam na elaboração de projeto e licitação, sem isso não é possível executar a obra.

Na comunidade de Maniçoba, a Seduc está construindo uma creche e vem elaborando projeto de reforma não somente da Escola Municipal Dois de Julho, mas também da Escola 15 de Julho e para a construção de mais uma creche, além da que está em obras.

Reinvindicação

 

 

Redação PNB 

“Não sabemos o que fazer”: mães relatam suposta retirada de ônibus escolar para alunos matriculados na Fundação Lar Feliz em Juazeiro; Seduc responde

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Mães de alunos da Fundação Lar Feliz, localizada no bairro Malhada da Areia, em Juazeiro, na região Norte da Bahia, procuraram o Portal Preto no Branco para criticar a suposta retirada do transporte escolar que atendia crianças matriculadas na instituição. Segundo os relatos, a decisão tem gerado preocupação entre os responsáveis que dependem do serviço para garantir a permanência dos filhos na creche e na escola em tempo integral.

“Eu moro no Alto da Aliança. Meus filhos estudam na Lar Feliz e precisam de transporte para ir para a creche, porque eu trabalho e no bairro onde eu moro não tem creche o dia todo. A prefeitura quer cortar o ônibus dos alunos, mas tem que fazer melhorias para os alunos, não cortar o serviço, porque eles dependem do transporte para ir para a creche.”

Outra mãe, também do Alto da Aliança, afirma que a retirada do ônibus pegou as famílias de surpresa e ignora a realidade das crianças que já estão há anos na instituição.

“A prefeitura simplesmente  retirou os ônibus escolares que atendem aos alunos da Fundação Lar Feliz este ano. Nós, mães, estamos muito preocupadas porque não sabemos o que fazer. Disseram que nós temos que tirar nossos filhos da Fundação Lar Feliz e matriculá-los em uma escola do nosso bairro. Nossos filhos estudam lá desde o berçário e  podem ficar até o quinto ano. Eu acho que a prefeitura não tem que tirar benefícios que as escolas já têm, ela tem que implantar mais projetos para as escolas.”

A situação também afeta moradores de outros bairros. Uma mãe do bairro Maíri relata que a decisão prejudica principalmente quem depende do ensino em tempo integral:

“A prefeitura de Juazeiro tomou uma atitude que prejudicou muito as mães e pais que têm alunos na Fundação Lar Feliz. Sou mãe solo e matriculei minha filha lá porque ela fica em tempo integral enquanto eu trabalho. No meu bairro não tem escola em tempo integral e agora não sei o que vou fazer, pois não tenho condições de pagar uma pessoa para ficar com ela se eu matricular em uma escola de um único turno e também não tenho como deixá-la lá na Fundação Lar Feliz.”

Encaminhamos os relatos para a Secretaria de Educação de Juazeiro em busca de esclarecimentos. Em nota, a Seduc informou que “tanto a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB/Lei nº 9.394/96), quanto o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), estabelecem o direito do estudante a matricular-se na escola pública mais próxima da sua residência. Quando não é possível atender essa determinação, o que acontece em locais de difícil acesso, o Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (PNATE/Lei nº 10.880/04) e o programa Caminho da Escola facilitam o acesso à escola, viabilizando o transporte escolar para alunos da educação básica pública exclusivamente na área rural dos municípios. A Lei Municipal de Transporte Escolar (Lei n° 3095/2022) amplia esse benefício em seu Capítulo III, Artigo 7º, para que seja concedido, com custeio da gestão municipal, excepcionalmente, aos estudantes da Rede Pública Municipal Urbana que residam em locais de difícil acesso ao transporte coletivo e onde não haja escola próxima (a uma distância mínima de 2 KM), observada a idade mínima de quatro anos. Crianças com idade igual ou inferior a quatro anos não podem ser conduzidas no transporte escolar”.

 

Redação PNB 

SINDILIMP ameaça paralisação da limpeza urbana durante o Carnaval de Juazeiro após demissão de trabalhadores

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Após denunciar a demissão de cerca de 51 funcionários da limpeza urbana de Juazeiro, na região Norte da Bahia, o Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza Pública (SINDILIMP)  afirmou ao Portal Preto no Branco que poderá deflagrar uma paralisação dos serviços caso a Prefeitura não recontrate os trabalhadores. Segundo o sindicato, se a situação não for revertida, o município poderá ficar sem coleta de lixo e limpeza urbana durante o Carnaval de Juazeiro, que acontece entre os dias 29 de janeiro e 1º de fevereiro.

De acordo com o SINDILIMP, as demissões teriam sido realizadas pela empresa Limp City, responsável pelo serviço, sob a justificativa de falta de recursos financeiros para manter o contrato. A entidade sindical considera a medida incoerente, especialmente por ocorrer às vésperas do Carnaval, período em que a demanda por limpeza urbana aumenta significativamente devido ao grande fluxo de foliões.

Em nota, o sindicato afirma que os trabalhadores estão sendo mantidos em atividade durante todo o período carnavalesco e, em seguida, seriam dispensados, o que, segundo a entidade, representa desrespeito aos direitos da categoria e aos pais e mães de família que dependem do emprego.

Diante do impasse, o SINDILIMP informou que poderá iniciar uma paralisação da coleta e da limpeza urbana como forma de pressão, caso a Prefeitura de Juazeiro não recontrate os 51 funcionários demitidos e não esclareça os reais motivos das dispensas. A entidade cobra explicações tanto da gestão municipal quanto da empresa Limp City e afirma que a população precisa ser informada sobre a situação.

O PNB já entrou em contato com a Secretaria de Serviços Públicos de Juazeiro em busca de esclarecimentos e aguardamos uma resposta.

Confira a nota 

Em nota, SINDILIMP repudia demissão de cerca de 51 trabalhadores da limpeza urbana às vésperas do Carnaval de Juazeiro

Redação PNB 

Em nota, SINDILIMP repudia demissão de cerca de 51 trabalhadores da limpeza urbana às vésperas do Carnaval de Juazeiro

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A direção do Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza Pública (SINDILIMP) divulgou nota de repúdio denunciando a demissão de cerca de 51 trabalhadores da limpeza urbana de Juazeiro, atribuída à Prefeitura e à empresa Limp City.

Segundo o sindicato, os desligamentos ocorreriam às vésperas do Carnaval, período de maior demanda por serviços de limpeza, o que tem gerado indignação entre os trabalhadores e motivado a promessa de paralisação das atividades a partir da próxima semana, caso não haja esclarecimentos sobre os reais motivos das demissões.

Confira a nota na íntegra 

NOTA DE REPÚDIO – SINDILIMP

A Direção do SINDILIMP vem a público denunciar a Prefeitura de Juazeiro e a empresa Limp City pela decisão de demitir cerca de 51 trabalhadores às vésperas do Carnaval de Juazeiro, sob a alegação de falta de recursos financeiros para manter o contrato. É inadmissível que uma cidade do porte de Juazeiro, que divulga campanhas como “Juazeiro limpa, eu limpo, você limpa”, esteja, na prática, demitindo pais e mães de família em pleno período de Carnaval, quando a demanda por limpeza é ainda maior. O que está acontecendo é que esses trabalhadores estão sendo obrigados a trabalhar durante todo o Carnaval e, logo em seguida, no dia 23 de fevereiro, serão simplesmente descartados. Diante dessa situação absurda, o SINDILIMP informa que, a partir de segunda-feira, estará na porta da empresa em solidariedade aos trabalhadores, promovendo paralisação da coleta e da limpeza urbana, até que seja esclarecido o real motivo dessas demissões em massa. Não aceitaremos justificativas frágeis. Isso não pode acontecer em uma cidade como Juazeiro. O prefeito Andrei e a empresa Limp City precisam se responsabilizar e explicar à população a verdade. A cidade de Juazeiro precisa saber o que está acontecendo. Os trabalhadores merecem respeito. O SINDILIMP não permitirá esse ataque aos direitos da categoria.

 

Foto: ilustrativa 

Redação PNB 

Moradores questionam AMTT sobre acesso a ruas do centro da cidade durante interdições do Carnaval de Juazeiro 2026

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Com a proximidade do Carnaval de Juazeiro 2026, moradores do centro da cidade têm manifestado dúvidas em relação à interdição de algumas ruas para a realização da festa. Em contato com o Portal Preto no Branco, um morador questionou como ficará o acesso nas vias durante os dias da folia, que acontece entre os próximos dias 29 de janeiro e 01 de fevereiro.

“Gostaria de fazer um questionamento sobre a interdição de algumas ruas do centro de Juazeiro para o Carnaval 2026, medida necessária para garantir a segurança dos foliões. A AMTT pretende disponibilizar credenciais para os moradores das vias que serão interditadas, a fim de facilitar o acesso às residências durante o período da festa?”, questiona.

Encaminhamos o questionamento do morador para a Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte e aguardamos uma resposta.

 

Redação PNB 

Prefeitura de Juazeiro inicia formação de gestores e coordenadores para implantação de novo modelo de educação integral

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Os gestores, vice-gestores e coordenadores pedagógicos de escolas de tempo integral de Juazeiro iniciaram, nesta quinta-feira (22), o primeiro encontro formativo que marca a implantação de um novo modelo pedagógico para a modalidade de ensino. A formação, realizada na Escola Municipal Judite Leal, acontece até segunda-feira (26).

O encontro faz parte de um processo de formação continuada que terá duração de três anos. “Estamos inaugurando a primeira formação das equipes gestoras das escolas de tempo integral e ela visa preparar a equipe para essa nova metodologia. Então, serão três dias de formação para tratarmos sobre os novos modelos pedagógico e de gestão. Vai ser um processo de três anos, com a formação da equipe gestora, dos professores e visitas às escolas”, contou a supervisora de projetos do Instituto Escola da Escolha, Érica Rodrigues.

Coordenador pedagógico da Escola Municipal Rural de Tempo Integral Professora Valdete Bispo Gama Serafim (ERUM), Emanuel Patrício Ribeiro Nascimento, falou sobre a sua expectativa para a implantação do novo modelo pedagógico. “Eu estou muito esperançoso e curioso sobre essa nova proposta. A minha expectativa é que ela dê um direcionamento para a educação de tempo integral, pensando, principalmente, as escolas que estão no contexto rural, para dar ainda mais qualidade ao trabalho que já desenvolvemos”, disse o coordenador

Educação de Tempo Integral

Atualmente, Juazeiro conta com 22 escolas de tempo integral e a implantação do novo modelo pedagógico está acontecendo progressivamente, com 12 escolas em 2026 e 10 em 2027. “Esse novo modelo já é aplicado em todo o Brasil e, na Bahia, Juazeiro será pioneira. O objetivo é trazer para o estudante o protagonismo juvenil, estudantil e os pilares da educação de tempo integral”, pontuou a superintendente Pedagógica da Secretaria de Educação, Nilmara Mércia.

De acordo com a superintendente, nos próximos dias o município também vai lançar a Política Municipal de Educação de Tempo Integral. “Com direcionamento, nós vamos trazer mudanças significativas não só na estrutura física da nossa rede como na estrutura curricular, do ponto de vista da BNCC e do próprio DCRJ, que é o currículo da nossa rede. Nós estamos muito entusiasmados com a mudança e acreditamos que a Educação de Tempo Integral do nosso município vai tomar novos rumos a partir de agora”, acrescentou.

A Política, construída em parceria com o Ministério Público, Conselho Municipal de Educação e Vara da Infância e Juventude, vai garantir aos estudantes das escolas de tempo integral, independente da localidade da sua escola, uma formação curricular padrão, respeitando as particularidades do território, valorizando as especificidades e diferenciando a matriz curricular da sede e do campo.

 

Ascom

Funcionários terceirizados do Conjunto Penal de Juazeiro denunciam supostas condições precárias de descanso: “retiraram nossos colchões e lençóis”

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Funcionários terceirizados que atuam na cozinha do Conjunto Penal de Juazeiro, na região Norte da Bahia, entraram em contato com o Portal Preto no Branco para denunciar supostas condições precárias de trabalho. Conforme os relatos, os trabalhadores estão sendo obrigados a dormir no chão, sobre papelões, após a retirada de colchões e lençóis que eram utilizados no período de repouso.

“Nós, funcionários da cozinha, não estamos tendo direito a um descanso digno, principalmente os que trabalham no plantão da noite. Estamos dormindo no chão, em cima de papelão. Antes nós tínhamos colchões, mas a regência tirou, com uns lençóis. A informação que saiu foi que tocaram fogo nos colchões e nos lençóis dos funcionários. Agora estamos nessa humilhação”, relatam.

Os trabalhadores também denunciam tratamento desigual em relação a outros setores da unidade prisional.

“Estão mandando a gente ir tirar hora de descanso com os monitores, sendo que lá não tem lugar nem para eles. Já na ala feminina, todos os funcionários tiram hora de descanso, porque lá tem colchão para elas. Na enfermaria também tem colchões para as enfermeiras tirarem hora. Só tiraram os nossos colchões e lençóis”, acrescentam.

Além da falta de condições mínimas de descanso, os funcionários da cozinha relatam sobrecarga extrema de trabalho, especialmente durante o período noturno.

“À noite somos só quatro funcionários para dar conta de quase 1.500 internos e ainda dos funcionários. Fazemos feijão, carne, café, leite, cortamos frutas, passamos manteiga em quase 3 mil pães, porque são dois pães para cada interno”, relata um denunciante.

Os funcionários afirmam ainda que realizam tarefas que não fazem parte da função de auxiliar de cozinha, acumulando atividades de outros cargos.

“Lavamos marmitas dos internos, limpamos chão, fazemos serviço de ASG, de auxiliar de cozinha e de cozinheiro. Fazemos três funções”, completa outro trabalhador.

Os relatos também apontam um ambiente de trabalho marcado por humilhações e perseguições, especialmente contra os funcionários da cozinha.

“Quem mais trabalha ali somos nós, e estamos sofrendo perseguições só porque somos da cozinha. Isso é desumano. Cadê a ressocialização que dizem que existe lá?”, questionam.

Estamos encaminhando os relatos para o Conjunto Penal de Juazeiro em busca de esclarecimentos.

 

Redação PNB 

Produtores alertam para seca no riacho do Salitre e captação irregular de água na região do Mulungu, em Juazeiro

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Moradores e pequenos produtores rurais da região do Mulungu, no interior de Juazeiro, na região Norte da Bahia, entraram em contato com o Portal Preto no Branco para relatar a grave situação do Riacho do Salitre, especialmente no trecho próximo à ponte da localidade. Segundo os relatos, o riacho está completamente seco, comprometendo a produção agrícola e a subsistência de dezenas de famílias que dependem da água para irrigar suas plantações.

“O riacho está seco, e muitos pequenos produtores estão sentindo na pele o drama de não ter água para molhar suas plantações. Muitos pais de família colocam uma semente no solo, mas não sabem se vão colher nos próximos meses”, relata um morador da comunidade.

De acordo com os produtores, os associados à entidade Águas do Salitrinho precisam seguir normas rígidas de uso da água, entre elas a proibição de ligar bombas de captação às quartas-feiras e aos sábados. No entanto, a população afirma que essa regra não estaria sendo respeitada por empresas de grande porte.

“Justamente em uma quarta-feira, um caminhão-pipa de uma empresa terceirizada que presta serviços para a Enerva abasteceu mais de uma vez, com ordens que ninguém sabe de quem partiu”, denuncia outro agricultor.

Ainda segundo os moradores, essa prática ocorre desde o início do empreendimento conhecido como Parque de Produção de Energia Solar Futura. Para viabilizar a captação de água pelo caminhão-pipa, a empresa teria realizado aterros nas margens do riacho, agravando o assoreamento de um curso d’água já bastante degradado.

“Se essa empresa é associada, precisa seguir as mesmas normas que o pequeno produtor. Não é justo quem tem menos sofrer mais”, reforça o relato.

Outro ponto crítico denunciado pela comunidade é a situação da ponte localizada no Mulungu, que dá acesso à região.

Já colocando um ponto muito importante, fica também a ponte já citada anteriormente, que se encontra sem condições nenhuma de passar veiculos pesados. Foi realizada vistoria da Defesa Cívil,.mas só ficou na visita mesmo. Até o exato momento não chegou ninguém pra resolver a situação”, relata um morador.

Diante da escassez de água, um grupo de moradores afirma estar buscando apoio junto a vereadores da região e dialogando sobre a possibilidade de uma intervenção da Codevasf, que poderia viabilizar o fornecimento emergencial de água para o riacho. No entanto, segundo eles, nenhuma resposta efetiva foi dada até agora.

“Se tiver algum retorno, que deem ao menos uma esperança para a população. Estamos sem esperança. É triste ver nossa plantação sem futuro”, desabafa um agricultor.

Os moradores classificam a situação como contraditória, uma vez que o riacho do Salitre é ligado ao Rio São Francisco.

“É difícil ver, em 2026, um riacho ligado ao Velho Chico completamente seco. Temos muitos vereadores da região que conhecem os problemas, mas parece que depois de eleitos ficam cegos e com amnésia”, criticou outro denunciante.

Encaminhamos os relatos para a CODEVASF em busca de esclarecimentos e aguardamos respostas.

Redação PNB 

Prejuízo de mais de 1 milhão e meio: SAAE de Juazeiro comunica ao MPBA que não foram localizados cerca de 751 móveis e equipamentos da autarquia adquiridos por gestões anteriores

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O Serviço de Água e Saneamento Ambiental do município de Juazeiro, na região Norte da Bahia, comunicou oficialmente ao Ministério Público (MP-BA) a não localização de 751 bens móveis pertencentes ao patrimônio da autarquia, adquiridos em exercícios financeiros anteriores à atual gestão. O caso envolve um prejuízo estimado em R$ 1.503.425,69.

A informação consta em ofício encaminhado à 8ª Promotoria de Justiça da Moralidade Pública de Juazeiro, datado de 22 de janeiro de 2026, no qual o Portal Preto no Branco teve acesso. Conforme as informações, os bens não localizados são vinculados a gestões anteriores, o que motivou a comunicação formal aos órgãos de controle externo e ao MPBA.

Ainda segundo o documento, as inconsistências foram identificadas pela Comissão de Inventário de Bens Móveis e Imóveis, durante o fechamento patrimonial do exercício de 2025, realizado no último dia 15 de janeiro de 2026, conforme as diretrizes do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA). O inventário aponta ainda que os bens do exercício de 2025, sob a nova gestão, estão assegurados no patrimônio da autarquia.

No ofício, o SAAE reforçou seu compromisso com a transparência, legalidade e correta aplicação dos recursos públicos, colocando-se à disposição para prestar esclarecimentos adicionais e colaborar com as investigações que venham a ser instauradas. A Autarquia destacou ainda que a comunicação ao MP-BA tem como objetivo garantir a responsabilização adequada, caso sejam confirmadas irregularidades, e assegurar a proteção do patrimônio público do município de Juazeiro.

 

Redação PNB