Redação

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HU-Univasf emite notificação de superlotação e pede apoio a órgãos de saúde da Bahia e Pernambuco

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O Hospital Universitário da Univasf (HU-Univasf/EBSERH), localizado em Petrolina, no sertão de Pernambuco, emitiu nesta segunda-feira (20) uma notificação de superlotação, comunicando às autoridades estaduais e municipais de saúde da Bahia e Pernambuco a grave situação enfrentada pela unidade.

De acordo com o documento, assinado pelo chefe de Divisão Médica, Pedro Carvalho Diniz, o hospital está operando acima de sua capacidade instalada, com 192% de ocupação total, o que equivale a 296 pacientes internados, sendo 111 em macas de corredor.

A notificação detalha que a sala de emergência abriga atualmente 16 pacientes, dos quais 5 estão intubados, embora o espaço tenha capacidade para apenas 8 pessoas. O HU também aponta a ausência de pontos de oxigênio disponíveis na sala, o que agrava ainda mais a situação.

Outros setores do hospital também enfrentam colapso:

A UTI está com 100% de ocupação;

A sala de recuperação pós-anestésica tem 5 pacientes, sendo 4 intubados;

Há falta de espaço físico em todos os setores da unidade.

Diante desse cenário, a direção do HU-Univasf solicitou o apoio das Secretarias Estaduais de Saúde da Bahia e de Pernambuco, das Secretarias Municipais, dos Conselhos Regionais de Medicina e dos SAMUs de Petrolina e Juazeiro, pedindo regulação imediata de pacientes para outros serviços de saúde e o compartilhamento de informações com as redes da região.

O hospital reafirmou ainda o compromisso em “prover cuidados em saúde com competência e zelo pela vida humana para os pacientes do Vale do São Francisco”, mas destacou a urgência de medidas para reduzir a sobrecarga e garantir condições seguras de atendimento.

Notificação

NOTIFICACAO_HU-Univasf_20-10_assinado

Redação PNB

Trabalhador é assassinado em fazenda no distrito do Salitre, em Juazeiro e família acusa outro funcionário da empresa; direção se manifesta

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Um homem identificado como Dário Monteiro Lopes, de 40 anos, foi assassinado com disparos de espingarda, no município de Juazeiro, na região Norte da Bahia. O crime ocorreu na manhã do último sábado (18), em uma fazenda localizada no distrito do Salitre, onde a vítima trabalhava.

Ao Portal Preto no Branco, a Polícia Civil informou que “a Delegacia de Homicídios (DH/Juazeiro) já tem os indícios de autoria da morte de Dário. Diligências estão sendo realizadas para localizar o suspeito e esclarecer as circunstâncias que levaram à prática criminosa”.

Em contato com o PNB, familiares de Dário relataram que ele exercia a função de chefe de setor na fazenda, e acusam um funcionário da empresa de ser o autor do homicídio.

“Ele saiu de casa para mais um dia de trabalho na Fazenda Aroeira, no Junco/Salitre, onde exercia com dedicação e responsabilidade a função de chefe de setor. Mas, no exercício do seu dever, foi covardemente assassinado por outro funcionário, simplesmente por cumprir seu papel de gestor, com honestidade e coragem. Darinho era um homem do bem, trabalhador desde menino, que vendia pic-nic para ajudar seus pais nas despesas de casa.
Um pai exemplar, filho dedicado e amoroso, que cuidava com todo carinho da mãe idosa — sua maior companheira, agora devastada pela dor, sem forças até para abrir os olhos”, descreveram os familiares.

Ainda conforme a família da vítima, o autor do crime já respondia por outros homicídios e possuía um mandado de prisão em aberto desde 2018, mas seguia em liberdade.

“Enquanto Darinho está preso em uma sepultura, o assassino segue solto, mesmo já tendo mandado de prisão expedido desde 2018 e outros homicídios nas costas. Até quando a impunidade vai continuar vencendo? Até quando pessoas de bem pagarão com a vida, enquanto criminosos andam livres pelas ruas? Darinho era alegria, generosidade e luz. Ele não merecia esse fim. A família, os amigos e toda Juazeiro clamam por Justiça! Que a voz de quem amava Darinho ecoe até que a verdade seja feita e o culpado responda por mais essa barbaridade”.

Em nota oficial, Fazenda Aroeira manifestou pesar pela morte do colaborador, ocorrida nas dependências da propriedade. A empresa negou que o autor do crime seja funcionário da fazenda, afirmando que o homem que a família acusa “não mantinha qualquer vínculo empregatício com a Fazenda Aroeira” e que o ocorrido “não guarda relação com o ambiente de trabalho, tratando-se de uma tragédia de natureza estritamente pessoal”.

Confira a nota na íntegra:

A Fazenda Aroeira vem, por meio desta, manifestar profundo pesar pelo trágico falecimento de um de seus colaboradores, ocorrido em suas dependências. Neste momento de dor, a direção da empresa se solidariza sinceramente com os familiares e amigos da vítima, prestando todo o apoio necessário e colocando-se à disposição para colaborar com as autoridades competentes. Em respeito à verdade dos fatos e diante de informações inverídicas que vêm sendo divulgadas, cumpre esclarecer que o suposto autor do crime não mantinha qualquer vínculo empregatício com esta Fazenda. Ressaltamos ainda que o lamentável episódio não guarda qualquer relação com o ambiente de trabalho, tratando-se de uma tragédia de natureza estritamente pessoal, motivada por questões alheias às atividades profissionais desenvolvidas na propriedade. A Fazenda Aroeira reafirma seu compromisso com a transparência, com o respeito à memória do colaborador e com a manutenção da ordem e da segurança em suas instalações. Ademais, não tem medido esforços para colaborar com as investigações e para que o responsável seja encontrado e responsabilizado na forma da lei. Por fim, reiteramos nossos sentimentos à família enlutada e rogamos a Deus que conceda conforto a todos neste momento de profunda tristeza.

Redação PNB

Juazeiro: moradores do povoado Jazida 7, em Maniçoba, cobram iluminação pública: “Pagamos a taxa, mas vivemos no escuro”

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Um morador do povoado Jazida 7, no distrito de Maniçoba, zona rural de Juazeiro, na região Norte da Bahia, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para reclamar da falta de iluminação pública na principal rua da comunidade. Segundo ele, a situação é antiga e o problema persiste mesmo após várias solicitações ao serviço responsável.

“Nossa pista principal, que é a rua da escola, a rua onde tem mais moradia, está com mais de cinco postes sem lâmpadas funcionando. A gente liga para o Disk Luz, eles dizem que vão vir corrigir, mas nunca vieram.”

O morador contou ainda que a única iluminação da rua vem do próprio estabelecimento que ele mantém no local.

“Antes o poste que ficava em frente ao meu comércio funcionava, mas faz cerca de uma semana que queimou. Agora, a única luz da rua é a do meu estabelecimento, que fica acesa até mais tarde, até umas 23 horas, quando eu fecho.”

Aloysio relata que a falta de iluminação causa insegurança e revolta entre os moradores, que continuam pagando pela taxa de iluminação pública sem receber o serviço.

“É uma vergonha um povoado com mais de duas mil pessoas precisar reivindicar iluminação na pista principal. Nós somos cobrados pela taxa de iluminação pública nas contas e não temos iluminação. É um absurdo os moradores daqui terem de passar por isso.”

Encaminhamos a reclamação para a Secretaria de Serviços Públicos de Juazeiro e aguardamos uma resposta.

Redação PNB

Família procura por jovem de 19 anos desaparecido em Juazeiro

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A família de Murilo Gabriel, de 19 anos, está em busca de informações que possam ajudar a encontrá-lo. O jovem foi visto pela última vez na tarde desse domingo (19), e desde então não deu mais notícias.

Em contato com o Portal Preto no Branco, familiares contaram que Murilo apresenta problemas psicológicos. Eles relatam que é a primeira vez que o jovem desaparece.

“Clamamos por ajuda. Ele é um excelente menino, que não ingere bebidas alcoólicas nem drogas. Ele nunca saiu de casa sem avisar para onde iria e nem deu trabalho ou dor de cabeça aos pais. Por favor, nos ajudem com a divulgação”, declarou uma familiar.

Quem tiver qualquer informação que possa ajudar a encontrar Murilo deve entrar em contato pelo número (74) 99969-8621.

Redação PNB

Moradores do bairro Centenário, em Juazeiro, questionam retirada de postes de iluminação na Praça Américo Tanuri: “Ficaremos no escuro até quando?”; SESP esclarece

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Moradores do bairro Centenário, em Juazeiro, na região Norte da Bahia, procuraram o Portal Preto no Branco para questionar uma ação, que segundo eles, foi realizada por equipes da Secretaria de Serviços Públicos (SESP). Conforme relatos, parte das torres de iluminação da Praça Américo Tanuri foi removida, deixando o espaço e as áreas ao redor completamente às escuras.

“No final da manhã dessa sexta-feira, 17/10, equipes da SESP estiveram aqui na Praça Américo Tanuri, no bairro Centenário, e recolheram parte dos postes que iluminavam a referida praça. Infelizmente, ficaremos durante todo o fim de semana no escuro, ou melhor, não sabemos até quando vamos ficar nessa situação”, lamentou uma moradora.

De acordo com os relatos enviados ao Preto no Branco, a ação teria ocorrido sem aviso prévio à comunidade. “Acredito eu que, se essa ação tivesse sido bem programada, não começaria em uma sexta-feira”, criticou outro morador.

A população afirma que apenas alguns pontos da praça continuam parcialmente iluminados graças a refletores instalados por iniciativa dos próprios moradores. “Só não está mais escuro porque minha vizinha tem um refletor. Aqui na minha porta tem um poste com uma lâmpada amarela, daquelas que apagam e acendem o tempo todo”, descreveu uma moradora.

Além da escuridão, os moradores reclamam de uma série de problemas que vêm afetando o Centenário, como falta de segurança, sujeira nas ruas, água fraca nas torneiras e a interdição do principal acesso ao bairro.

“Realmente, esses descasos chegam a ser revoltantes. Acreditamos que essas ações desordenadas sejam reflexos de mau planejamento de principiantes ou de servidores amadores. Estamos vivendo situações sem ter a quem recorrer”, afirmou uma moradora.

Encaminhamos a situação para a Secretaria de Serviços Públicos de Juazeiro. Em nota, a SESP informou que “está realizando serviços de manutenção e requalificação da iluminação pública na Praça Américo Tanuri, bem como em outras praças do município. A ação tem como objetivo garantir mais eficiência e segurança no sistema de iluminação, com substituição de postes e modernização das luminárias. A SESP informa que os trabalhos estão em andamento e que a conclusão do serviço está prevista para esta segunda-feira (20)”.

Redação PNB

Polícia Militar apreende plantas de maconha e prende mulher no bairro Parque Residencial, em Juazeiro (BA)

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Na manhã desta sexta-feira (17), por volta das 6h50, uma mulher foi presa por suspeita de cultivar plantas de maconha em casa, no bairro Parque Residencial, em Juazeiro (BA). A ação foi realizada por uma equipe da 75ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM).

De acordo com informações da corporação, os policiais realizavam patrulhamento ostensivo quando foram informados por populares sobre uma possível ocorrência de violência doméstica na localidade. Ao chegarem ao endereço indicado, os militares encontraram a suspeita e visualizaram diversas plantas semelhantes à cannabis (maconha) em processo de cultivo.

O material apreendido e a mulher foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Juazeiro, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis.

Redação PNB

Barroso vota por descriminalizar aborto até 12ª semana de gestação

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso votou nesta sexta-feira (17) a favor da descriminalização do aborto até a 12ª semana de gravidez. Com o voto do ministro, o placar do julgamento está 2 votos a 0 pela descriminalização.

O voto de Barroso sobre a questão é o último posicionamento do ministro no Supremo. A partir deste sábado (18), Barroso deixará a Corte após anunciar aposentadoria antecipada do cargo.

O voto foi proferido no julgamento de uma ação protocolada pelo PSOL, em 2017. O partido defende que a interrupção da gravidez até a 12ª semana deixe de ser crime. A legenda alega que a criminalização afeta a dignidade da pessoa humana, principalmente de mulheres negras e pobres.

De acordo com a legislação brasileira, o aborto só é permitido no caso estupro, risco à saúde da gestante e de fetos anencéfalos.

Segundo o ministro, a interrupção da gestação deve ser tratada como uma “questão de saúde pública”, e não pelo direito penal.

“A discussão real não está em ser contra ou a favor do aborto. É definir se a mulher que passa por esse infortúnio deve ser presa. Vale dizer: se o Estado deve ter o poder de mandar a polícia, o Ministério Público ou o juiz obrigar uma mulher a ter o filho que ela não quer ou não pode ter, por motivos que só ela deve decidir. E, se ela não concordar, mandá-la para o sistema prisional”, disse.

Barroso acrescentou ainda que a proibição do aborto penaliza mulheres pobres.

“A criminalização penaliza, sobretudo, as meninas e mulheres pobres, que não podem recorrer ao sistema público de saúde para obter informações, medicação ou procedimentos adequados. As pessoas com melhores condições financeiras podem atravessar a fronteira com o Uruguai, Colômbia, ir para a Europa ou valer-se de outros meios aos quais as classes média e alta têm acesso”, disse.

O ministro disse ainda que não é favorável ao aborto.

“O papel do Estado e da sociedade é o de evitar que ele aconteça, dando educação sexual, distribuindo contraceptivos e amparando a mulher que deseje ter o filho e esteja em circunstâncias adversas. Deixo isso bem claro para quem queira, em boa-fé, entender do que se trata verdadeiramente”, disse.

Religião

Por fim, o ministro disse que respeita as tradições religiosas que não concordam com a interrupção da gravidez, mas questionou se as mulheres devem ser presas pela prática da conduta.

“A tradição judaico-cristã condena o aborto. Deve-se ter profundo respeito pelo sentimento religioso das pessoas. Mas será que a regra de ouro, subjacente a ambas as tradições – tratar o próximo como desejaria ser tratado –, é mais bem cumprida atirando ao cárcere a mulher que passe por esse drama?”, completou.

Suspensão

O caso começou a ser julgado em setembro de 2023, quando a então ministra Rosa Weber apresentou voto favorável à interrupção da gravidez. Em seguida, Barroso pediu vista do processo.

Mais cedo, o ministro pediu a convocação de uma sessão virtual para votar sobre a questão.

A sessão começou às 20h, mas foi logo interrompida por um pedido de destaque feito pelo ministro Gilmar Mendes, medida que suspendeu o julgamento.

Agência Brasil

Partidas deste domingo (19) definem finalistas dos Jogos Interdistritais de Juazeiro

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A 33ª edição do Campeonato Interdistrital de Futebol de Juazeiro já tem os quatro semifinalistas definidos. Após a primeira fase, em que nove equipes disputaram por uma vaga na fase final, seguiram na competição os times de Itamotinga, Junco, Maniçoba e Carnaíba.

As equipes já se enfrentaram nos jogos de ida da semifinal e, neste domingo (19), competem nas partidas de volta, que irão definir os grandes finalistas.

Os dois primeiros jogos da seminal terminaram empatados: Carnaíba 1×1 Itamotinga e Maniçoba 1×1 Junco. Agora, com mando invertido, no distrito de Junco, a equipe local recebe Maniçoba, enquanto Itamotinga encara o Carnaíba em seu território.

Em caso de empate nos confrontos de ida e volta, os times avançam com base no desempenho da etapa inicial. Entre eles, Itamotinga chegou às semifinais com a melhor campanha da primeira fase, seguido pelo Junco.

A expectativa é de duelos equilibrados, já que todas as equipes chegam embaladas pelas boas atuações. A finalíssima está prevista para o dia 26 de outubro e deve coroar mais uma vez a tradição do Interdistrital, considerado o maior campeonato amador da região.

O campeonato interdistrital de futebol encerrou a fase de classificação no dia 28 de setembro, somando 36 jogos realizados. “Agora, caminhamos para uma final emocionante, conscientes de que cada partida deste importante campeonato é uma oportunidade de celebrar e valorizar o esporte da nossa cidade”, reforça o superintendente de esportes Gilberto Pacheco.

 

Ascom

Prefeitura de Juazeiro realiza oficina sobre uso de dados do IBGE para fortalecer políticas públicas

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Gestores, conselheiros e servidores municipais participaram, nesta sexta-feira (17), de uma oficina promovida pela Prefeitura de Juazeiro, por meio da Casa dos Conselhos, sobre o uso dos dados do IBGE na construção de políticas públicas. A atividade foi conduzida por Saulo Alves de Almeida, chefe da Agência do IBGE em Juazeiro, e apresentou de forma prática como as informações do Instituto podem ajudar na tomada de decisões e no planejamento das ações do município.

Durante o encontro, Saulo mostrou o passo a passo para acessar e interpretar os dados disponíveis nas plataformas do IBGE. “Estamos aqui apresentando aos representantes de várias secretarias e conselhos como utilizar essas ferramentas para levantar informações que ajudem na elaboração de políticas públicas. Conhecer os números e indicadores do território é essencial para planejar melhor”, explicou.

Para Clara Santana, coordenadora do programa Juazeiro Participativo, o momento foi de aprendizado e reflexão. “Essa oficina é essencial para que as secretarias aprendam a lidar com as ferramentas do IBGE. A gente precisa conhecer o chão que pisa e tratar os dados com consciência e transparência, formando uma ponte entre ciência, população e gestão”, destacou.

A assessora técnica da Casa dos Conselhos, Adla Fernandes, também celebrou o engajamento dos participantes. “Essa oficina tem uma importância enorme porque ajuda na construção de políticas públicas junto com os conselheiros e as secretarias do município. Nosso objetivo é fortalecer a gestão com base em informações seguras e no conhecimento da nossa realidade local”, comentou.

A oficina integra o Programa Municipal de Formação de Conselheiros de Políticas Públicas (PMFCPP) e faz parte de um ciclo de formações promovidas pela Casa dos Conselhos, que segue com novas atividades no mês de novembro.

Ascom