Redação

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Trabalhadores terceirizados da empresa EPIC, contratada da Secretaria de Educação de Juazeiro, reclamam de mais um atraso nos salários

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Funcionários terceirizados da empresa EPIC, contratada pela Secretaria de Educação de Juazeiro, na região Norte da Bahia, voltaram a reclamar de atraso dos salários. Em contato com o Portal Preto no Branco, eles relataram que o pagamento, que deveria ter sido feito até essa sexta-feira (05), não caiu na conta.

“Mais um mês que a empresa atrasa. Infelizmente, vamos passar o final de semana e o feriadão de 7 de setembro e da padroeira da cidade (08) sem salários e com as contas atrasadas”, contou uma trabalhadora.

Conforme os relatos, a situação já não é novidade. “Não é a primeira vez que acontece. Isso já virou rotina. A gente trabalha, cumpre com nossas obrigações, mas na hora do pagamento somos desrespeitados”, disse outro funcionário.

Os terceirizados afirmam que o atraso tem gerado dificuldades para manter despesas básicas, como aluguel e alimentação. “É humilhante. A gente sai de casa cedo, cumpre nossa jornada e ainda precisa implorar pelo que é nosso direito”, desabafou uma trabalhadora.

Estamos encaminhando a reclamação para a Secretaria de Educação de Juazeiro e para a empresa EPIC em busca de esclarecimentos.

Problema das terceirizadas

Trabalhadores da limpeza pública da empresa terceirizada Qamp, que presta serviço à Prefeitura de Juazeiro, também relatam não ter recebido o pagamento referente ao mês trabalhado. A situação repetitiva gera revolta entre os trabalhadores que passarão o feriadão sem seus salários, impossibilitados de desfrutar de momentos de lazer com suas famílias.

Além disso, muitos enfrentam contas atrasadas, cobradores à porta e dificuldades para honrar seus compromissos financeiros, segundo relatam.

“Até o momento, nada do nosso salário. Todo mês esta empresa nos maltrata e ninguém faz nada. Isso já vem da outra gestão e continua. Garantiram no mês passado que resolveriam e passariam a pagar a todos os trabalhadores em dia, mas não cumpriram. Pedimos ao prefeito que, por Deus, interceda por nós, agentes de limpeza”, apelou um profissional da limpeza.

“Trabalhamos para deixar a cidade limpa para o 7 de setembro, vamos limpar a cidade após a festa e não temos um tostão na nossa conta. Não teremos o prazer nem de levar nossa família para ver o desfile, pois sem dinheiro não se dá um passo. É muito revoltante. Já ganhamos tão pouco e somos maltratados desta forma”, protestou outro trabalhador.

“Mais um mês neste sofrimento. Vamos passar o feriadão sem nossos salários, depois de trabalhar duro o mês todinho, e ninguém se importa com isso”, desabafou um agente.

O Secretário de Serviços Públicos, Romário Varjão, confirmou ao PNB que o repasse para a empresa foi realizado dentro do prazo.

Nós procuramos também a direção da Qamp e o responsável disse que:”Em relação à informação divulgada sobre o pagamento de salários, é importante esclarecer que todos os salários foram efetivamente pagos. Aqueles que não receberam seus valores foi devido a problemas técnicos relacionados às contas de recebimento. Estamos trabalhando para resolver essas questões rapidamente e garantir que todos os colaboradores recebam o que é devido o mais breve possível.”

Segundo suspeito de assassinato em supermercado de Petrolina é preso em Juazeiro

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Um homem apontado como o segundo suspeito de participar da morte de uma mulher dentro de um supermercado no centro de Petrolina, Sertão de Pernambuco, foi preso nesta sexta-feira (5). O crime foi registrado na quinta-feira (4), na Avenida Souza Filho.

Segundo informações, o segundo acusado foi localizado na cidade vizinha de Juazeiro, na região Norte da Bahia. A prisão aconteceu após troca de informações entre policiais de Pernambuco e da Bahia, que uniram forças em uma ação integrada para chegar até o acusado. O suspeito foi levado para a Delegacia de Polícia Civil, onde ficará à disposição da Justiça.

Outro homem acusado de envolvimento foi preso ainda na quinta-feira, horas após o crime. De acordo com informações, após tomarem conhecimento sobre o crime, equipes da Polícia Militar de Pernambuco realizaram diligências e localizaram a motocicleta vermelha usada pelos criminosos no momento da execução.

O veículo teria sido alugado para facilitar a prática de homicídios na cidade. Os dois acusados foram localizados em um imóvel em Juazeiro, mas na ocasião, o homem preso ontem, ao perceber a chegada da polícia, conseguiu fugir, sendo capturado no dia seguinte.

Ainda conforme as informações, na casa foram apreendidos: um revólver calibre 38 com cinco munições intactas; a motocicleta vermelha utilizada no crime; uma motocicleta prata adulterada; e cinco aparelhos celulares.

O homem preso preso na quinta e o material apreendido foram levados para a Delegacia de Homicídios.

Crime

O crime aconteceu na tarde desta quinta-feira (04), em um supermercado na Avenida Souza Filho, em Petrolina. A vítima, uma mulher que ainda não teve a identidade divulgada, foi morta a tiros.

As imagens das câmeras de segurança registraram toda a dinâmica do assassinato, que provocou correria e pânico entre clientes e funcionários.

Redação PNB

“Estamos exaustos e adoecendo”: estudantes de Medicina da Faculdade Estácio, em Juazeiro, voltam a denunciar sobrecarga na instituição

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Alunos do curso de Medicina da Faculdade Estácio Juazeiro, na região Norte da Bahia, voltaram a entrar em contato com o Portal Preto no Branco, para relatar uma série de problemas graves no internato. Conforme os relatos, as principais irregularidades estão nas aplicações das provas práticas.

“Nós, estudantes de Medicina desta instituição, vimos, por meio desta, expor, de forma anônima, nossa profunda insatisfação e indignação diante da condução do internato e, principalmente, da forma como vêm sendo aplicadas as provas práticas. Mais uma vez, somos submetidos a, avaliações em condições extremamente desfavoráveis, sobrecarregados, exaustos física e mentalmente, em razão da intensa carga de atividades assistenciais, nas quais “tocamos serviço” sem o devido espaço para discussões e aprendizado estruturado. Tal realidade tem se repetido há muito tempo, e apesar de inúmeras tentativas de diálogo, solicitações e manifestações, a coordenação não adota nenhuma medida efetiva para corrigir esses problemas. A aplicação das provas práticas, em especial, escancara essa falta de preparo e organização. Trata-se de avaliações feitas em bonecos, sem que previamente tenhamos qualquer treinamento ou preparação adequada para esse formato, o que não condiz com a realidade da prática clínica, na qual atendemos pessoas diariamente. Se estamos no campo atendendo pessoas todos os dias, por que não podemos ser avaliados justamente nesse contexto real, que reflete nossa vivência e aprendizado? Avaliar em bonecos não apenas perde o sentido, como também desrespeita o esforço e a dedicação diária dos alunos no cuidado aos pacientes.”, desabafam os estudantes.

Os estudantes questionam também a justificativa da instituição de que a prova prática seria exigência da Estácio Nacional. “Em outras unidades da Estácio, como em Alagoinhas, no Rio de Janeiro e no Paraná, isso não acontece. Aqui, somos tratados de forma incoerente e sem respeito”, acrescentam.

Eles criticam a subjetividade das avaliações.

“Apesar de se apresentar como um exame objetivo, a forma como avaliadores interpretam desempenhos pode variar, influenciada por percepções individuais, o que levanta dúvidas sobre a real padronização dos critérios. Os estudantes também relatam o alto nível de estresse gerado pelo formato do exame. O tempo limitado em cada estação e a pressão da observação direta podem afetar o desempenho, sem necessariamente refletir o conhecimento ou a competência clínica adquirida. Por fim, alguns especialistas apontam que o OSCE, quando usado de maneira isolada, não consegue avaliar integralmente a formação médica, já que privilegia aspectos técnicos e comportamentais em situações específicas, deixando de lado dimensões como acompanhamento longitudinal de pacientes e tomada de decisão em cenários mais complexos.”

Ainda segundo os estudantes, a pressão e a sobrecarga são constantes. “Além disso, há a sobrecarga de atividades teóricas em pleno internato, como sessões clínicas obrigatórias e eventos acadêmicos, que retiram tempo valioso de estudo e descanso. Muitas vezes, nesses espaços, não encontramos acolhimento ou orientação, mas sim situações de constrangimento, sendo colocados ao ridículo diante de alguns preceptores, que claramente não demonstram interesse em ensinar e, em diversas ocasiões, chegam a desmerecer e desrespeitar os estudantes.”

Os relatos destacam ainda o impacto na saúde mental dos dos estudantes que estão finalizando a formação, os chamados internos. “Estamos chegando ao limite. É muito esforço físico e psicológico para pouco retorno. O internato deveria ser aprendizado, mas está nos adoecendo.”

Eles finalizam pedindo mudanças imediatas. “Solicitamos, portanto, providências urgentes, com revisão imediata do modelo de avaliação prática, abertura de canais efetivos de escuta e participação dos alunos, e adoção de medidas que priorizem a qualidade da formação médica e não apenas a imposição de provas desconexas da realidade prática. Seguiremos denunciando enquanto não houver mudanças concretas.”

Encaminhamos as reclamações para a Faculdade Estácio, em Juazeiro, e aguardamos uma resposta.

Relembre

Em junho deste anos, a trágica morte de uma estudante que estava no último ano do curso de medicina da Faculdade Estácio gerou forte comoção entre alunos, que na ocasião alertaram sobre as condições de saúde mental dos estudantes, principalmente dos que estão finalizando a formação, os chamados internos. Após o ocorrido, eles enviaram ao PNB uma série de relatos que denunciam um ambiente acadêmico adoecedor, supostamente marcado por pressão excessiva, silenciamento e negligência institucional.

“A formação médica da Estácio, em Juazeiro, está adoecendo os seus estudantes. A morte da estudante de medicina em internato que ocorreu ontem, por si só, já deveria ser motivo de luto coletivo, de reflexão profunda e de ação imediata. Mas, mais do que isso, é o retrato de um sistema que vem falhando repetidamente com seus alunos, empurrando-os para o limite da saúde mental e fingindo que isso é parte do processo formativo. Denunciamos aqui a cultura institucional que normaliza o sofrimento, ignora sinais de esgotamento, e silencia qualquer pedido de ajuda. Um sistema que exige presença total, desempenho impecável e resistência absoluta, mas que não oferece escuta, acolhimento ou suporte psicológico adequado. Denunciamos o fato de que estudantes têm adoecido em silêncio, enfrentando jornadas desumanas, abusos de autoridade, humilhações públicas, medo constante de represália — tudo isso sem qualquer rede efetiva de proteção. Denunciamos a naturalização da exaustão e do colapso psíquico como “parte da rotina médica”. Denunciamos, também, a ausência de políticas reais de saúde mental para alunos em formação, a inexistência de protocolos eficazes de acolhimento em situações de crise, e a negligência institucional diante de denúncias de abuso psicológico e moral no ambiente hospitalar”, declarou um grupo de estudantes. Temendo represálias, eles preferiram não se identificar.

Eles destacaram ainda que a situação vivenciada pelos estudantes não pode ser naturalizada e exige que medidas urgentes sejam adotadas para mudar o cenário.

“É urgente dizer: isso não é normal. Isso é violência. Não é normal chorar escondido no banheiro de um hospital. Não é normal ter medo de admitir sofrimento. Não é normal adoecer em silêncio com medo de parecer fraco. Não é normal que a formação médica custe a vida de quem sonha em salvar outras. Quantas mortes mais serão necessárias para que sejamos tratados com dignidade? Hoje, a dor tem nome. E o silêncio institucional não pode continuar sendo a resposta. Exigimos da universidade, dos hospitais e de todos os profissionais envolvidos compromisso real com a saúde mental dos alunos. Exigimos estruturas de escuta, acolhimento, canais de denúncia efetivos e mudanças concretas nas condições de formação. Não aceitaremos que mais uma vida seja apagada em silêncio. Hoje falamos em nome de todos que estão sofrendo, calados, dentro de um sistema que precisa mudar. Que essa morte não seja mais uma estatística. Que seja o fim do silêncio”, acrescentou.

O grupo classificou o ambiente da faculdade de medicina Estácio como “hostil”, de “medo” e “pressão constante”.

“O que ocorreu com a aluna não foi apenas uma tragédia individual, mas o reflexo de um ambiente hostil, de uma cultura acadêmica que adoece seus alunos. A faculdade se tornou um lugar em que o medo e a pressão constantes se sobrepõem ao cuidado e à empatia. Profissionais que deveriam nos orientar e nos formar como médicos e como seres humanos preferem humilhar, ignorar ou pressionar. Não há espaço para falar sobre sofrimento, para pedir ajuda ou para dizer que algo não está bem. Durante os rodízios, sequer podemos reclamar ou agradecer. Somos constantemente lembrados de que qualquer manifestação de insatisfação pode ser punida. Os coordenadores não gostam que a gente demonstre vulnerabilidade, é melhor ficar em silêncio do que arriscar a fúria de quem manda”.

Os universitários destacaram ainda que era necessário perceber a existência de um problema estrutural na faculdade, para que outros casos como a da aluna Cristina Carneiro voltem a acontecer.

“É revoltante que tenha sido necessário chegar ao ponto de uma vida ser perdida para que, talvez, alguém pare e perceba que existe um problema estrutural: a formação médica está matando seus alunos. Uma cultura de medo, de hierarquia tóxica e de desumanização que cobra sem ensinar, que pune sem escutar. Nós não podemos normalizar isso. Não podemos aceitar que seja assim. Uma vida perdida não pode ser apenas mais um número. É urgente que mudemos a forma como cuidamos de quem escolheu cuidar de vidas”, desabafaram.

Redação PNB

“Ordem judicial precisa ser cumprida!”: mãe atípica cobra entrega de fraldas e insumos para filhos com microcefalia, em Juazeiro; SESAU responde

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Uma mãe atípica procurou o Portal Preto no Branco para reclamar do descumprimento de uma decisão judicial por parte da Secretaria de Saúde de Juazeiro, na região Norte da Bahia. Glauciane conta que seus dois filhos com microcefalia estão há meses sem receber fraldas e outros insumos garantidos pela justiça.

“Meus filhos estão totalmente desassistidos pela Secretaria de Saúde. Só recebemos desculpas: primeiro disseram que era por causa de uma licitação que demorou meses, depois alegaram que a empresa não estava fornecendo e precisaram fazer o desacordo para segunda pegar a vaga”, relatou Glauciane.

Ela afirma que, desde outubro de 2024, os filhos não recebem os insumos, e que apenas em maio deste ano foram entregues fraldas para um mês, após uma denúncia anterior. “Estamos em setembro e continuamos sem receber. Até quando meus filhos vão esperar para receber as fraldas e os insumos de direito deles? É uma humilhação e uma falta de respeito com nossas crianças.”, acrescentou a mãe.

A situação, segundo Glauciane, afeta não apenas sua família, mas diversas crianças com necessidades especiais em Juazeiro.

“Queremos solução. Não estamos pedindo é direto deles. Ordem judicial precisa ser cumprida!”, finalizou.

Encaminhamos a reclamação para a Secretaria de Saúde. Em resposta, a SESAU informou que “está aguardando a finalização do processo jurídico para formalização do distrato com a empresa fornecedora, a fim de viabilizar, junto à Secretaria de Administração (Sead), a convocação da segunda colocada na licitação. A Sesau reforça que todos os trâmites estão sendo conduzidos dentro da legalidade e com a celeridade necessária, visando garantir a continuidade e a qualidade dos serviços prestados à população”.

Redação PNB

Em nota, o Sindicato dos Enfermeiros critica cogestão na saúde em Juazeiro

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O Sindicato dos Enfermeiros do Estado da Bahia (SEEB) emitiu um posicionamento sobre a adoção de contratos de cogestão da Atenção Primária, Urgência e Emergência por meio de Organizações da Sociedade Civil (OSCs). Segundo o sindicato, a medida representa um risco à estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS), à qualidade do atendimento e às condições de trabalho dos profissionais.

Na nota, a entidade destaca que a terceirização pode levar à precarização dos vínculos trabalhistas, enfraquecimento da política de concursos públicos, descontinuidade dos serviços, desigualdade salarial e descumprimento de direitos trabalhistas, entre outros problemas.

O sindicato informa ainda realizou uma petição pública contra a terceirização, que alcançou em uma semana 530 assinaturas.

Confirma a nota do SEEB na íntegra:

“Posicionamento do Sindicato dos Enfermeiros do Estado da Bahia – SEEB sobre a mercantilização do Sistema Único de Saúde – SUS

A saúde é um direito fundamental de todo cidadão e cidadã e um dever do Estado, conforme estabelece a Constituição Federal de 1988. O Sistema Único de Saúde (SUS) é uma das maiores conquistas da sociedade brasileira, construído sobre os princípios da universalidade, integralidade e equidade, garantindo acesso gratuito e igualitário à saúde para todos.

Atenção básica à saúde é a forma como SUS se organiza para responder às necessidades da população, oferecendo desde a prevenção e promoção da saúde até tratamentos mais complexos. É considerada a porta de entrada do sistema público de saúde.

Em Juazeiro-BA, a saúde pública encontra-se sob ameaça. A atual gestão do município, amparada pelo discurso de que os indicadores de qualidade estão insatisfatórios, resolveu realizar um contrato de cogestão com uma Organização da Sociedade Civil (OSC) para gerir os serviços da Atenção Primária, Urgência e Emergência por meio da contratação de uma Organização Social (OS), o que representa um sério risco à estrutura do SUS, aos trabalhadores e à garantia de um atendimento digno à população.

A adoção desse modelo pode acarretar diversos retrocessos, tais como:

1. Precarização dos vínculos trabalhistas dos profissionais de saúde, com contratações temporárias e instáveis;

2. Enfraquecimento da política de concursos públicos, comprometendo a continuidade, a qualificação e a valorização dos servidores;

3. Quebra de vínculos entre profissionais e território, essenciais para um atendimento resolutivo e humanizado;

4. Diminuição da qualidade do atendimento à população;

5. Redução da transparência na aplicação dos recursos públicos, dificultando o controle social;

6. Risco de descontinuidade dos serviços, com base em contratos temporários e interesses privados;

7. Descumprimento constante dos direitos trabalhistas por parte das empresas contratadas;

8. Não cumprimento dos acordos coletivos de Trabalho;

9. Desigualdade salarial e de carga horária em relação aos servidores públicos concursados.

A PETIÇÃO PÚBLICA CONTRA A TERCEIRIZAÇÃO DA SAÚDE EM JUAZEIRO/BA iniciada pelo Sindicato dos Enfermeiros do Estado da Bahia – SEEB, alcançou 530 assinaturas em apenas uma semana de circulação e isso mostra a desaprovação dos cidadãos e cidadãs juazeirenses, usuários do SUS, profissionais da saúde e defensores da saúde pública.

A saúde pública do município de Juazeiro-BA clama por:

1. Mais investimentos e financiamento adequado;

2. Gestão eficiente e transparente dos recursos públicos;

3. Valorização dos servidores da saúde com estabilidade e condições dignas de trabalho;

4. Realização de concursos públicos regulares;

5. Fortalecimento da rede própria, com planejamento territorial e vínculo das equipes com as comunidades.

O SUS é do povo, e não pode ser entregue à lógica do lucro do Capital!
Defender o SUS é defender a vida!”

Redação PNB

Após ser procurado pelo PNB, MPT diz que vai mediar problemas trabalhistas no Hospital Regional de Juazeiro

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Constantemente, o Portal Preto no Branco recebe denúncias de profissionais que atuam no Hospital Regional de Juazeiro, na região Norte da Bahia, sobre sobrecarga, assédio moral, perseguições internas no ambiente de trabalho. e atrasos salariais. Os relatos partem de trabalhadores de diversos setores da unidade hospitalar.

Diante da situação, o PNB encaminhou todas as denúncias para o Ministério Público do Trabalho, cobrando um posicionamento do órgão diante da situação. Em nota enviada a nossa redação, o MPT informou que tem atuado para mediar soluções junto à gestão da unidade, à Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), à Obras Social Irmã Dulce (Osid) e aos sindicatos da categoria.

O órgão afirmou ainda que uma nova audiência está prevista para os próximos dias, com o objetivo de avançar nas medidas pendentes e ouvir justificativas dos gestores sobre as ações ainda não implementadas.

Veja a nota na íntegra do MPT

MPT negocia soluções para problemas trabalhistas no Hospital de Juazeiro

O Ministério Público do Trabalho (MPT) está negociando soluções para os diversos problemas trabalhistas que vêm ocorrendo no Hospital Regional de Juazeiro. Os inquéritos civis instaurados na unidade do órgão no município identificaram situações que precisam ser imediatamente contornadas. A prioridade no momento tem sido dialogar, já que as maiores dificuldades apontadas em investigações envolvem a Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), as Obras Social Irmã Dulce (Osid), contratadas para administrar a unidade de saúde pública, e o SindSaúde, um dos sindicatos de trabalhadores. Em julho, por exemplo, questões diversas, como atrasos de salários, denúncias de assédio moral, não pagamento de pisos, falta de condições de saúde e segurança, entre outras questões, foram debatidas em uma audiência para facilitar uma solução global e integrada.

Uma nova audiência será realizada nos próximos dias para que os gestores da unidade possam apresentar informações solicitadas pelo MPT e justificativas para ainda não ter havido a ampliação da quantidade de profissionais para cada área e consequente redução da sobrecarga, medidas que já estão pactuadas com a Sesab e as Osid. Além do MPT, o Ministério do Trabalho e Emprego tem participado das negociações. Nesse novo encontro, também deverão estar presentes sindicatos de trabalhadores de outras bases, como o de enfermagem e o de fisioterapia. As imagens divulgadas são apontadas pelo MPT como graves e serão objeto de debate já neste próximo encontro com os gestores da unidade, que terão oportunidade de apresentar sua versão dos fatos.

No último encontro entre os representantes de todos os envolvidos na gestão e no trabalho no Hospital Regional de Juazeiro, o ponto principal em análise foi a pequena quantidade de profissionais frente à demanda da unidade. Isso teria sido enfrentado parcialmente com ao aumento da capacidade de atendimento em 100%, o que, entretanto, ainda não resolve a questão. Algumas medidas já vêm sendo adotadas, como a instalação de condicionadores de ar. Havia também a promessa de contratações para reforçar a equipe de enfermagem. Outros temas também foram discutidos, como a superlotação do hospital, os pagamentos de salários abaixo do piso das categorias representadas pelo SindSaúde, agressões a profissionais, falta de espaços para repouso e de pausas de descanso.

Comerciante critica falta de sinalização e mudanças no trânsito em Juazeiro após acidente na BR-407

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As mudanças provocadas no trânsito de Juazeiro, na região Norte da Bahia, em decorrência da obra da Travessia Urbana, voltaram a ser alvo de críticas após o grave acidente registrado nesta sexta-feira (05), na BR-407, nas proximidades do bairro Alto do Cruzeiro. Revoltado, um comerciante da região, em contato com o Portal Preto no Branco, fez um desabafo apontando falhas da engenharia de tráfego do município.

“A cidade foi isolada de forma equivocada, transformada apenas em passagem para Petrolina. Bastava manter o que já existia: as rotatórias que organizavam o trânsito e garantiam maior segurança. As vias foram liberadas sem redutores, sem radares, sem faixas claras de orientação, sem semáforos e sem lombadas”, disse.

O comerciante defendeu a manutenção de rotatórias em pontos estratégicos ao longo da Travessia Urbana.

“Era preciso manter rotatórias no Alto do Cruzeiro, no acesso ao João XXIII, nas imediações da Eskapalto, do João XXIII para a Piranga, nas proximidades do Chimarrão e da Igreja Alcance, ligando ao Castelo Branco. Todos esses pontos deveriam estar devidamente sinalizados e com redutores de velocidade. Por que Petrolina não é isolada dessa forma? Porque lá a engenharia funciona”, completou.

O PNB está encaminhando as críticas e sugestões do comerciante para o DNIT.

Acidente

Um grave acidente de trânsito foi registrado nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira (05), no município de Juazeiro, na região Norte da Bahia. O caso ocorreu na BR-407, em um trecho da Travessia Urbana, nas proximidades do bairro Alto do Cruzeiro.

O acidente envolveu um veículo de passeio e um ônibus. Segundo as informações preliminares, o condutor do carro, identificado como Breno, não resistiu aos ferimentos causados pela colisão e morreu ainda no local.

Uma mulher, que também estava no veículo de passeio, teria ficado gravemente ferida. Ela foi socorrida por equipes do SAMU e encaminhada para um hospital da região.

As circunstâncias do acidente devem ser investigadas.

Redação PNB

Morre em Petrolina o radialista Beto Lupy; velório e sepultamento acontecem nesta sexta-feira (5)

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Morreu em um hospital de Petrolina, no sertão de Pernambuco, aos 62 anos, o radialista Gilberto Lima, mais conhecido como Beto Lupy. Segundo informações, ele enfrentava sérios problemas de saúde e recentemente seu quadro se agravou, resultando em sua morte na noite desta quinta-feira (04).

Beto Lupy era um dos nomes marcantes da comunicação regional, atuando no jornalismo esportivo e também no programa romântico “Ponto G”.

O velório do radialista está acontecendo no SAF da Avenida 7 de Setembro, em Petrolina, e segue até as 11h desta sexta-feira (05). Em seguida, o corpo será sepultado no Cemitério Jardim da Paz, localizado na Estrada da Tapera, também em Petrolina.

Beto Lupy deixa a esposa, Edna Maria Coelho, e três filhos.

O PNB se solidariza com familiares e amigos do radialista neste momento de dor.

Redação PNB

Dois homens são presos com droga e mercadorias sem nota fiscal em Curaçá

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Dois homens foram presos na zona rural de Curaçá, na região Norte da Bahia, com drogas e mercadorias sem nota fiscal, durante uma ação da Polícia Militar da Bahia. A abordagem foi feita nessa quinta-feira (04), por equipes da 45ª Companhia Independente (CIPM), que realizavam rondas pela região.

Segundo a PM, os suspeitos estavam em um bar e chamaram a atenção dos policiais pela atitude considerada suspeita. Durante a revista, um deles quebrou dois celulares na tentativa de se livrar de possíveis provas.

No carro usado pela dupla, os militares encontraram uma porção de maconha e diversas mercadorias sem nota fiscal. Com um dos homens também foi apreendida a quantia de R$ 2.450,00 em dinheiro.

Ainda de acordo com a polícia, os dois já têm passagens policiais na Bahia e em Sergipe. Um deles teria tentado subornar os policiais no momento da prisão.

Os suspeitos e o material apreendido foram levados para a Delegacia de Polícia Civil de Curaçá, onde o caso está sendo investigado.

Redação PNB