Redação

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Após diversas reclamações sobre poluição sonora em área pública do Angari, em Juazeiro, PM afirma estar atenta às ocorrências e orienta moradores a acionarem o 190

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Os transtornos causados pela poluição sonora provocada por “paredões” que se concentram, principalmente, nos finais de semana, na área situada à margem do rio São Francisco, são uma reclamação encaminhada ao Portal Preto no Branco recorrentemente por moradores do bairro Angari, em Juazeiro, na região Norte da Bahia. Entre as principais queixa está a falta de fiscalização por parte dos órgãos, conforme relatos.

Diante das inúmeras reclamações sobre a situação, a Polícia Militar se manifestou. Em nota, a instituição informou que “tem conhecimento das ocorrências relacionadas à perturbação do sossego no bairro Angari, em Juazeiro, e orienta a população a comunicar eventuais situações por meio do telefone 190. As solicitações registradas pela comunidade são atendidas pelas equipes policiais, com a adoção das providências cabíveis, de acordo com as circunstâncias verificadas em cada ocorrência. A Polícia Militar permanece atenta às demandas da comunidade e realizará o policiamento na região conforme o planejamento operacional e as necessidades identificadas, visando à preservação da ordem pública e da tranquilidade dos moradores”.

Problema antigo

Em fevereiro do ano passado, os síndicos dos Edifícios Champs Elysées, Torre Eiffel e Arc de Triomphe, situados em frente a área pública, enviaram ofícios para a Prefeitura de Juazeiro e também para o Ministério Público pedindo providências à equipe de fiscalização.

No ofício, os representantes dos três prédios, onde moram aproximadamente 100 famílias, pediam ao Prefeito Andrei Gonçalves o cumprimento da “Lei do silêncio” (Lei 126 de 10/05/1967).

“Aproximadamente cem famílias, aí incluindo crianças, idosos e pessoas com deficiências, são forçadas a virem perante Vossa Excelência, dada a necessidade de coibir abusos, exageros no uso de espaços públicos e uso coletivo, no manejo de instrumento sonoro em níveis de decibéis inaceitáveis que se alongam noite à dentro, sem freios, sobretudo em finais de semana”, dizia o documento.

Os denunciantes lembraram aos órgãos públicos que: “Quando pessoas rompem o ambiente de civilidade no convívio em sociedade, com ações, gestos e atitudes que agridem o direito elementar ao silêncio, acordando os moradores vizinhos ou transeuntes, interferem na paz e sossego, o Poder público deve agir, regulando, controlando, educando e agindo com a força em decorrência do poder de polícia. Restaram infrutíferas as tentativas de uma solução amistosa; a alternativa é pugnar ao ilustre gestor, que adote medidas coibidoras desse desarranjo social, que usam equipamentos do tipo “Paredão” em insano volume que extrapolam o nível do razoável, sobretudo para além do horário definido por lei federal, estadual e municipal”.

E destacaram o que está previsto no art. 558, do Código Civil: “O proprietário, ou inquilino de um prédio tem o direito de impedir que o mau uso da propriedade vizinha possa prejudicar a segurança, o sossego e a saúde dos que o habitam”. O tema já tinha disciplina através d lei 126 de 10 de maio de 1967, já previa por meio do art. 3º que “São expressamente proibidos, independentemente de medição de nível sonoro, os ruídos”.

Eles também citaram a lei municipal nº 921/82, que, ao instituir o Código de Posturas de Juazeiro, bem definiu e regulou o uso dos espaços públicos, coibindo atitudes que prejudiquem a convivência social”.

Os síndicos finalizaram o documento, requerendo ao gestor municipal que adote “medidas educativas e restritivas no acesso e uso do espaço de acesso às margens do Rio São Francisco, na localidade Angari, fixando faixas, placas, alertas e controle, com as parcerias necessárias com a Capitania dos Portos, Corpo de Bombeiro e agentes da Guarda municipal e que sejam exigidos licenças e Alvarás para o funcionamento de barracas, proprietários de
carros de sons, notadamente, do tipo “paredão” com o propósito de regulador o bom uso
daquele espaço pela comunidade, mas sem exagero, violação à lei do silêncio e práticas
de outros atos ilícitos”.

Em março do ano passado, em nota enviada ao PNB, o Ministério Público do Estado da Bahia informou que havia oficiado às secretarias municipais de Meio Ambiente e de Ordem Pública e Habitação para que apresentassem informações sobre o efetivo funcionamento e a existência de Alvará de Funcionamento e Licença para utilização sonora pelos estabelecimentos situados às margens do Rio São Francisco e próximos aos edifícios. Também solicitou que as secretarias esclarecessem se havia compatibilidade entre o funcionamento dos estabelecimentos e o Plano Diretor do Município. Além disso, que realizassem a medição dos níveis de pressão sonora no local, verificando a adequação desses níveis ao que determina o Código de Polícia Administrativa do Município e, caso fossem identificadas irregularidades, adotassem todas as medidas pertinentes ao caso, como interdição, apreensão dos equipamentos sonoros e/ou paredões e remoção de estruturas irregulares possivelmente instaladas às margens do Rio São Francisco.

Também acionada pelo PNB, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente informou, na época, que iria investigar a situação de poluição sonora. Esclareceu ainda que não havia recebido denúncia formal sobre o ocorrido, mas, em resposta à solicitação da comunidade, estava mobilizando uma equipe de Fiscalização de Postura para a área. A ação deveria ser realizada em parceria com a Secretaria de Ordem e Habitação (SOPH) e com o apoio da Guarda Municipal, garantindo a segurança durante a operação.

O órgão afirmou ainda que a fiscalização utilizaria decibelímetros e, caso constatasse excessos, os responsáveis pelos aparelhos de som seriam notificados e teriam seus equipamentos apreendidos. Além disso, a Sema informou que já possuía diálogo com a Marinha para viabilizar a inserção de placas e alertas informativos na área sobre segurança para os banhistas e a respeito do uso permitido de caixas de som, como parte do trabalho de zoneamento da orla e da margem do rio na cidade.

Redação PNB

Moradores denunciam abandono de cães após filhote ser atropelado e morrer no Residencial Dr. Humberto II, em Juazeiro: “Animal não é lixo”

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Moradores do Residencial Dr. Humberto II, em Juazeiro, na região Norte da Bahia, procuraram o Portal Preto no Branco para relatar uma situação que, segundo eles, vem se repetindo no bairro: o abandono de cães nas ruas. De acordo com os moradores, pessoas estariam levando animais para o residencial e deixando-os no local.

“Infelizmente, é cada vez mais comum vermos pessoas trazendo cães para o bairro e simplesmente abandonando-os nas ruas. Talvez isso esteja acontecendo por se tratar de um bairro mais afastado. Com isso, as fêmeas abandonas continuam tendo filhotes, aumentando o número de animais errantes no bairro. Diante da situação, nos últimos meses, alguns moradores têm feito o que podem: colocando água, comida e oferecendo o mínimo de cuidado para esses animais que não escolheram estar nessa situação”, relatou uma moradora

Ainda conforme os relatos, a revolta aumentou após um dos filhotes ser atropelado por outra moradora, que não prestou socorro ao animal.

“Alguns filhotes estavam brincando junto à mãe na Rua C quando uma mulher, moradora do bairro, passou de carro pelo local e atropelou um dos filhotes. Ela seguiu sem prestar socorro. Segundo quem presenciou, o veículo estava em baixa velocidade e dava para perceber a presença dos animais. Ela poderia ter parado, desviado, buzinado ou simplesmente espantado os animais para que saíssem da frente. Mesmo assim, um dos cachorrinhos acabou sendo atropelado. Ele chegou a ser socorrido por outros moradores, mas não resistiu”, afirmaram.

Ainda conforme as informações, moradores que presenciaram a situação chegaram a conversar com a condutora no momento do ocorrido.

“É impossível não perguntar: onde está a empatia? Empatia também é conseguir se colocar diante da dor de outro ser vivo. Aquele animal talvez não fosse seu bichinho de estimação, mas e se fosse? E se fosse o cachorro que você alimenta, cuida, protege e que espera sua chegada todos os dias? Como você se sentiria sabendo que alguém teve a possibilidade de evitar aquela situação e não evitou? E fica uma reflexão ainda mais séria: e se fosse uma criança brincando naquela rua?Não custa nada reduzir a velocidade. Não custa nada parar.
Não custa nada buzinar. Não custa nada espantar o animal. Não custa nada DESVIAR.”, desabafaram.

Para os moradores, o problema vai além do atropelamento e envolve a falta de responsabilidade de quem abandona os animais.

“Animal não é objeto. Não é lixo. Não é algo que pode ser descartado, atropelado ou simplesmente ignorado. É um ser vivo. Sente dor, medo, fome, sede e sofrimento. E não estamos falando apenas de empatia. Os animais também são protegidos pela legislação brasileira, e maus-tratos contra cães e gatos constituem crime. Abandonar animais nas ruas também não deve ser naturalizado.”, disseram.

A comunidade pede que o Residencial Dr. Humberto II discuta o problema do abandono de animais e defende a atuação do poder público, além de maior conscientização dos moradores.

“Residencial Dr. Humberto II precisa discutir urgentemente o abandono de animais. Precisamos de responsabilidade de quem abandona, atuação do poder público e consciência de todos. E aos moradores da Rua C que vêm colocando água, comida e tentando cuidar desses animais: vocês não estão criando o problema. Estão tentando minimizar as consequências de um problema criado por quem abandonou esses animais. Eles não são “gente” no sentido de serem humanos. Mas são vidas. Sentem. Sofrem. Criam vínculos. Precisam de proteção e merecem respeito.”, afirmaram.

Ao final, os moradores deixam um apelo: “Uma sociedade também mostra quem é pela forma como trata aqueles que não conseguem pedir socorro com palavras.Respeito à vida não deveria depender da espécie.”

Redação PNB

Paciente relata falta de vaga para realizar ressonância após acidente em Juazeiro; “Vou ter que esperar até quando?”, questiona; SESAU esclarece

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Um paciente procurou o Portal Preto no Branco para relatar a falta de vaga para realizar uma ressonância magnética solicitada por um médico após um acidente. Segundo ele, o exame foi encaminhado com urgência e entregue à Secretaria Municipal de Saúde de Juazeiro (Sesau), mas, até o momento, ele ainda não conseguiu uma data para realizar o procedimento.

“Eu sofri um acidente, caí da rede e me machuquei. O médico me encaminhou para fazer uma ressonância com urgência. Eu deixei o pedido na Secretaria de Saúde de Juazeiro. Uma profissional que trabalha lá disse que, depois do mutirão que fizeram, os agendamentos estavam mais rápidos. Eu fiquei esperando e voltei ontem à Sesau para saber como estava a situação”, relatou.

No entanto, segundo ele, a resposta recebida na segunda ida à secretaria foi diferente.

“Outra funcionária me disse que talvez mês que vem tenha vaga, porque tem muita gente na minha frente esperando. Agora eu estou nessa situação. Vou ter que esperar até quando?”, questionou.

O paciente demonstra preocupação com a possibilidade de ter que aguardar por mais tempo para realizar um exame solicitado após o acidente.

“A gente procura a Secretaria de Saúde porque precisa de um exame e fica nessa espera. A ressonância foi solicitada pelo médico e eu preciso saber quando vou conseguir fazer. A espera por agendamento de exames na Sesau está igual à fila de regulação? Eu fiquei esperando pela minha cirurgia e só consegui fazer com uma ordem judicial”, afirmou.

Encaminhamos a reclamação para a Secretaria de Saúde de Juazeiro. Em resposta, a SESAU esclareceu que “o paciente deu entrada na unidade no dia 10 de agosto de 2026 e teve o exame encaminhado para agendamento. Por se tratar de exame com contraste, o processo de realização e emissão do laudo pode demandar um prazo maior. O laudo recebido não apresenta indicação de urgência. Ainda assim, diante da situação apresentada, a Sesau solicitou que a equipe de enfermagem responsável pela unidade, avaliasse o caso para verificar a necessidade de priorização. Assim que o exame estiver devidamente agendado, a equipe da Sesau entrará em contato com o paciente para informar a data e as orientações necessárias. A Sesau reforça seu compromisso com a assistência à população e permanece à disposição para acompanhar o caso”.

Redação PNB

Abastecimento de água é temporariamente suspenso no João Paulo II nesta sexta-feira (14), em Juazeiro

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Moradores do bairro João Paulo II, em Juazeiro, no norte da Bahia, enfrentam uma suspensão temporária no abastecimento de água nesta sexta-feira (14). O problema ocorre em razão de uma quebra de rede registrada no Distrito Industrial, segundo comunicado divulgado pelo Serviço de Água e Saneamento Ambiental (SAAE).

De acordo com o aviso, a interrupção afeta o bairro João Paulo II durante a manhã. O SAAE informou que equipes estão adotando as medidas necessárias para solucionar o problema e restabelecer o fornecimento de forma gradual.

O órgão não informou, no comunicado, um horário específico para a normalização completa do abastecimento. O SAAE pediu ainda a compreensão da população e informou que trabalha para que o abastecimento seja retomado o mais rápido possível.

Redação PNB

Operação Conexum cumpre mandados em Petrolina, Juazeiro e Cabrobó e apreende quase R$ 196 mil

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A Polícia Civil de Pernambuco deflagrou, nesta quinta-feira (13), a Operação Conexum, que cumpriu mandados judiciais em Petrolina (PE), Juazeiro (BA) e Cabrobó (PE). A ação investiga suspeitos de envolvimento com tráfico de drogas, lavagem de capitais e organização criminosa.

Ao todo, segundo a Polícia Civil, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão domiciliar: um em Petrolina, um no bairro Centenário, em Juazeiro, e quatro em Cabrobó. Também foram cumpridos dois mandados de prisão, com as prisões realizadas em Petrolina e Cabrobó. Houve ainda uma prisão em flagrante por tráfico de drogas.

A Polícia Civil informou ainda que durante uma das buscas, os policiais encontraram um cofre escondido na parede de uma residência, atrás de uma tomada falsa. No compartimento estavam 74 pedras de uma substância semelhante a crack.

No mesmo imóvel, foram apreendidos R$ 1.676 em espécie, uma maquineta de cartão, embalagens que, segundo a polícia, seriam compatíveis com o fracionamento e acondicionamento de drogas e um aparelho celular, conforme as informações da Polícia Civil. Diante do material encontrado, um dos investigados foi preso em flagrante por tráfico de drogas.

A Polícia Civil acrescentou ainda que as diligências realizadas nos três municípios resultaram na apreensão de R$ 195.836 em dinheiro, além de veículos, motocicletas, arma de fogo, munições, relógios, joias e equipamentos eletrônicos. Entre os materiais apreendidos estão uma pistola Taurus PT938 calibre .380, 37 munições do mesmo calibre e um carregador, três motocicletas, um Toyota Corolla Cross, um UTV BRP Can-Am Maverick e um veículo Chevrolet.

Também foram recolhidos 14 relógios, joias e objetos de material dourado, um iPhone 15 Pro Max, uma câmera fotográfica, um aparelho DVR, uma maquineta de cartão e embalagens que seriam utilizadas para acondicionamento de entorpecentes.

Segundo a Polícia Civil, a investigação busca identificar a estrutura operacional e financeira do grupo investigado, além de seus integrantes, vínculos e patrimônio que possa estar relacionado às atividades criminosas.

As investigações continuam com a análise dos materiais e dispositivos eletrônicos apreendidos. A polícia pretende identificar possíveis outros envolvidos, conexões entre os investigados e movimentações financeiras relacionadas ao grupo.

A operação foi conduzida por policiais da 12ª Delegacia de Polícia de Repressão ao Narcotráfico (DPRN/DENARC), com apoio da 25ª DESEC, por meio da 211ª Circunscrição Policial de Cabrobó. A ação ocorreu no âmbito da Operação Desarme, coordenada nacionalmente pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Redação PNB com informações da Polícia Civil

Após questionamento, proprietário de hamburgueria assume que montou ponto comercial em área publica de Juazeiro e diz que local estava “abandonado”  

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Após um leitor do Portal Preto no Branco solicitar esclarecimentos sobre uma construção que está sendo realizada na Rua da Estação, no bairro Piranga, em Juazeiro, no norte da Bahia, o responsável pela estrutura procurou a nossa redação. Ele confirmou à nossa reportagem que a área é pública e alegou que ocupou o espaço porque estava abandonado.

“Esse é o antes e depois de um lugar abandonado, com lixo e escuro, favorecendo o crime e riscos de assalto para quem passava pelo local. Era abandonado, literalmente! E depois que a Dogão BR Burger chegou, transformou o local, trazendo sustento para dezenas de famílias, trazendo iluminação, organização e vida para o local que antes era abandonado. Então, deixem a gente trabalhar em paz e continuar levando felicidade e sustentando para dezenas de famílias”, disse o proprietário.

Ao PNB, a Secretaria de Ordenamento Público e Habitação informou que seriam encaminhados fiscais ao local indicado para realizar a devida averiguação e verificar a veracidade da denúncia apresentada. Após a fiscalização, serão adotadas as providências cabíveis, conforme a Lei Complementar 018/2016”.

Questionamento

O leitor questionou se a obra estava sendo realizada em um espaço público para benefício particular. Segundo ele, no local já tem uma estrutura e agora está sendo ampliada.

“Passo em frente à escola Estação do Saber todos os dias e venho observando que teve uma obra lá em frente e agora já estão aumentando. É um local público? Queria saber se pode isso. Os órgãos competentes estão cientes de que estão fazendo essa obra em um local público?”, perguntou.

O leitor também destacou que, caso o espaço pertença ao poder público, poderia futuramente ser destinado a uma área de convivência para os moradores da região.

“Futuramente poderia ser feita uma praça ou algo parecido para a comunidade, então se é um espaço público deve ser usado para a comunidade, não algo privado. Não sei se está certo ou não, só gostaria de entender. Queria saber se esse terreno é público, se essa construção é permitida e se existe alguma autorização para isso”, declarou.

Redação PNB

Idoso é preso em flagrante por violência doméstica contra jovem de 19 anos em Juazeiro

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Um homem, de 73 anos, foi preso em flagrante, nesta quarta-feira (12), por ameaças e violência doméstica cometidas contra a companheira, de 19 anos. A situação foi descoberta após a vítima criar uma situação para que o suspeito a acompanhasse até a delegacia sob a desculpa de que ela iria registrar queixa contra o pai.

Durante atendimento reservado, a vítima revelou aos policiais que havia inventado um motivo falso para conseguir sair de casa e pedir socorro. Segundo relatos, o suspeito restringia a mulher de sua liberdade e proferia ameaças de morte caso ela terminasse o relacionamento. Diante das informações, a equipe policial realizou diligências e verificou elementos que caracterizavam a situação de flagrância. O idoso, que aguardava na recepção da unidade policial, recebeu voz de prisão por ameaça à mulher e sequestro e cárcere privado.

A prisão foi efetuada pela Polícia Civil da Bahia, por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM/Juazeiro), vinculada à 17° Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (COORPIN/Juazeiro).

Ascom-PCBA

Jones Manoel (PSOL) participa de plenária sobre a “Revolução Brasileira” em Petrolina

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O pré-candidato a deputado federal Jones Manoel (PSOL) estará em Petrolina nesta quinta-feira (13) para participar de uma plenária sobre o tema “Petrolina e a Revolução Brasileira”. O encontro será realizado a partir das 18h30, na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (SINTEPE), localizada na Avenida Souza Filho, nº 798, Centro.

Durante a atividade, Jones Manoel deverá apresentar seu programa político e conversar com os participantes sobre propostas e caminhos para a construção de um projeto de transformação social e política para o Brasil. A plenária também será um espaço de diálogo com moradores, lideranças e movimentos sociais da região.

A agenda integra a mobilização de Jones Manoel para apresentar suas ideias e ampliar o diálogo com diferentes setores da sociedade pernambucana. A participação é aberta ao público.

Para acompanhar novas agendas, propostas e informações sobre a pré-candidatura, os interessados podem seguir Jones Manoel nas redes sociais.

 

Redação PNB, com informações Ascom

Distrito de Massaroca se prepara para a 17ª Feira da Caprinovinocultura

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O Distrito de Massaroca, em Juazeiro, já vive o clima da 17ª Feira da Caprinovinocultura, que será realizada de 21 a 23 de agosto. O evento reúne produtores, criadores, famílias e visitantes em uma programação que valoriza a produção rural e a cultura do município. Durante os três dias, a feira contará com comercialização e exposição de animais, Torneio Leiteiro e de pista, artesanato, comidas típicas, apresentações culturais e shows musicais. A programação também inclui serviços de assistência técnica aos criadores e a participação da equipe do Social em Movimento, com atendimento relacionado ao Cadastro Único e ao Bolsa Família.

A iniciativa é realizada pela Prefeitura de Juazeiro, por meio da Agência de Desenvolvimento Rural (ADR), em parceria com a Associação Comunitária e Agropecuária de Massaroca. A ação busca fortalecer a cadeia produtiva da caprinovinocultura, a agropecuária e o desenvolvimento econômico rural do município.

Para a diretora-presidente da ADR, Tiara Ribeiro, a feira é uma oportunidade de evidenciar a força da caprinovinocultura em Juazeiro. “É o momento de mostrar a potencialidade que Juazeiro também tem na caprinovinocultura. Juazeiro é uma pujança na fruticultura irrigada, e a gente quer mostrar a nossa cadeia da caprinovinocultura aqui da região.”

O presidente da Comissão da Feira do Bode de Massaroca, José Alves Duarte ( Didi de Massaroca) destaca a evolução da cadeia produtiva ao longo das 17 edições do evento. “As feiras de caprinos e ovinos de Juazeiro vêm melhorando o rebanho dos criadores. Nosso objetivo é seguir melhorando a nossa caprinovinocultura, porque ela é uma das principais fontes de renda dos criadores e produtores rurais. Acompanhei todas as Feiras do Bode de Massaroca e a genética tem melhorado muito.”

Além de promover a comercialização e a troca de experiências entre os produtores, a Feira da Caprinovinocultura de Massaroca contribui para o fortalecimento da agricultura familiar, da geração de renda e do desenvolvimento sustentável no Semiárido.

O evento conta com o apoio da Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes; Secretaria de Educação; Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf); IF Sertão-PE; Governo da Bahia; Projeto Supera; Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Juazeiro; Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab); Codevasf; Sindicato dos Produtores Rurais de Juazeiro; Sebrae; Digital.Net; e patrocínio do Banco do Nordeste. A parceria entre as instituições reforça o compromisso com o fortalecimento da produção rural e da agricultura familiar, contribuindo para ampliar as oportunidades e valorizar quem vive e produz no campo.

Ascom