Redação

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PF intima Daniel e Henrique Vorcaro para para prestar novo depoimento

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A Polícia Federal intimou, nesta quinta-feira (17), o banqueiro Daniel Vorcaro e seu pai, Henrique Vorcaro, para prestarem depoimentos sobre o processo no qual são investigados, das fraudes promovidas pelo Banco Master. Os depoimentos, que deveriam ter ocorrido na semana, foram marcados para o próximo dia 30 de setembro.

Pai e filho estão presos, respectivamente, no Complexo Penitenciário da Papudinha, em Brasília, e no Presídio Nelson Hungria, em Minas Gerais.

Esse novo depoimento é visto pelos investigadores como o último ato para concluir o inquérito da 6ª fase da Operação Compliance Zero. Os depoimentos deveriam ter ocorrido na semana passada, mas foram adiados a pedido da defesa do dono do Banco Master.

A 6ª fase da operação foi responsável por prender Henrique Vorcaro, em Belo Horizonte, e uma delegada. O pai do banqueiro é apontado como uma das lideranças do grupo criminoso conhecido como “A Turma”, que buscavam intimidar opositores e “inimigos” do banqueiro, além de buscar informações sigilosas para favorecer Daniel. Alguns dos membros desse grupo eram policiais.

BNews

Filha pede transferência urgente de idosa com três aneurismas internada há 17 dias no HU, em Petrolina

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A família de Expedita Pereira Bezerra, de 60 anos, entraram em contato com o Portal Preto no Branco para cobrar celeridade na regulação da paciente, que está internada há 17 dias no Hospital Universitário, em Petrolina, no sertão de Pernambuco. Segundo a filha, a idosa possui três aneurismas e aguarda uma vaga para ser encaminhada a uma unidade hospitalar em Salvador (BA), onde deverá realizar um procedimento endovascular por cateter.

“Ela se encontra internada no Hospital do Trauma de Petrolina, à espera da regulação há 17 dias. Está meio que desorientada, perdida. A pressão dela está sempre muito alta. Ela tem 60 anos e se encontra com três aneurismas. A visão fica oscilando e ela sente bastante tontura”, contou.

A filha afirma que considera o caso de extrema urgência e teme que a demora na transferência agrave a situação da mãe.

“O caso dela é de extrema urgência, um caso muito delicado, com risco de vida. Ela precisa ser chamada para realizar o procedimento. O caso dela é grave e de extrema urgência. O Hospital do Trauma não tem suporte para atender à necessidade de urgência. Por isso, ela precisa ser transferida urgente para Salvador”, afirmou

A família diz estar angustiada diante dos dias de espera pela regulação.

“Como filha e como família, estamos desesperados. Nos ajude a trazer esperança à minha mãe e à nossa família”, apelou.

Os familiares também solicitaram atenção das autoridades competentes e dos responsáveis pela regulação para que o caso seja analisado e a transferência seja agilizada.

A família finaliza pedindo às autoridades e aos responsáveis pelo sistema de regulação para que o caso seja analisado com atenção e o encaminhamento seja agilizado.

“Pedimos às autoridades competentes e aos responsáveis pela Regulação que tenham atenção especial ao caso e agilizem a transferência para Salvador”, reforçam.

O PNB está em contato com o Hospital Universitário de Petrolina em busca de informações sobre o caso.

 

Redação PNB 

A pré-juridicidade brasileira e o sequestro do direito pela elitização linguística do STF, por Pablo Bandeira

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A tese que proponho — a da pré-juridicidade — descreve o estado em que o Direito existe formalmente, mas não opera como tentativa de realização de justiça. Não é a ausência de lei. É algo mais perverso: a presença de todo o aparato jurídico — normas, ritos, tribunais — funcionando sem seu espírito.

O Direito deixa de ser o projeto de realizar justiça e passa a ser instrumento de dominação nas mãos de uma elite togada que o capturou. Como venho sustentando, não se trata de uma falha acidental do sistema, mas do sistema operando exatamente como foi capturado para operar.

No caso brasileiro, esse sequestro opera por três mecanismos simultâneos. Primeiro, pela elitização linguística: o “juridiquês” hermético não é acidental — é uma muralha que exclui o cidadão da compreensão do que se decide sobre sua vida, empodera uma casta de iniciados que monopoliza a interpretação e blinda os operadores do Direito de questionamentos externos.

Segundo, pela transformação do processo em território de poder: relatorias viram plataformas de domínio, inquéritos viram trincheiras, decisões monocráticas viram armas que impõem a vontade do mais forte até serem revertidas pelo próximo mais forte. Terceiro, pela cumplicidade da pobreza linguística dos políticos: o Parlamento, tecnicamente incapaz de legislar com precisão e politicamente omisso diante das investidas do Judiciário, abdica de seu papel constitucional, criando um vácuo preenchido pela elite togada.

O evento de ontem no STF foi a prova empírica dessa teoria. A sessão que analisaria a Petição 16.662 — relatório da PF que citava conversas entre Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro — foi atropelada por uma guerra de egos. Antes do mérito, o plenário gastou horas debatendo uma questão de ordem sobre conexão entre os casos, revelando a desordem. Dino pediu vista, empurrando qualquer decisão para depois das eleições.

No caminho, Gilmar acusou Mendonça de “leviandade” e “desfaçatez”; Moraes votou no julgamento sobre si mesmo e acusou Mendonça de servir a “grupos que tentaram um golpe”; Cármen Lúcia disse-se “envergonhada” e pediu desculpas à população. O procedimento formal foi atropelado pelos egos, e o Direito não foi usado para apurar fatos, mas como território de poder — exatamente como a tese da Pré-Juridicidade prevê.

A isso se soma uma questão estrutural que agrava a Pré-Juridicidade: a vitaliciedade dos ministros do STF. O Direito é dinâmico — demanda fluxo incessante de ideias, renovação de interpretações e oxigenação de perspectivas. Um sistema que perpetua os mesmos intérpretes por décadas, sem mandato fixo, sem avaliação periódica e sem mecanismos efetivos de responsabilização, é incompatível com a democracia.

A vitaliciedade não protege a independência judicial; protege a casta. Ela cristaliza visões de mundo, perpetua redes de poder e transforma o Judiciário em um espaço de reprodução de uma elite que não dialoga com a sociedade. Em uma democracia, o poder é temporário por definição — e o poder de interpretar a Constituição, o mais delicado de todos, não pode ser vitalício.

O que resta ao cidadão brasileiro é um simulacro de Direito: uma estrutura que tem a forma da lei, os rituais do processo, a retórica da justiça, mas cujo coração parou de bater.

A linguagem hermética, a guerra institucional entre ministros e a vitaliciedade que perpetua tudo isso revelam que o projeto jurídico foi abandonado.

O Direito brasileiro não é um instrumento de justiça sequestrado por acidente. É um instrumento de poder operado deliberadamente por uma elite que usa a linguagem como arma, o processo como território e a lei como escudo. Isso é a pré-juridicidade: o Direito sem alma, a lei sem justiça, a ordem sem legitimidade.

Pablo Bandeira, juazeirense, Advogado, formado em Direito pela FACAPE, com atuação em Direito Penal e Cível, produtor de textos sobre filosofia e ciência política

Motociclistas e motoboys ocupam Ponte Presidente Dutra em homenagem a jovem morto durante trabalho

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Motociclistas, motoboys e entregadores de Juazeiro e de Petrolina estão realizando nesta quinta-feira (17) uma manifestação em homenagem a Pedro Henrique Araújo da Luz, 21 anos, que morreu após um grave acidente na Ponte Presidente Dutra, na terça-feira (15). O jovem estava trabalhando no momento do acidente.

Após acompanharem o velório e o sepultamento de Pedro Henrique, os motociclistas seguiram para a ponte Presidente Dutra. Eles destacam que a manifestação é pacífica.

A manifestação também tem como objetivo chamar atenção para as condições enfrentadas diariamente por motociclistas, motoboys e entregadores.

Devido ao ato, um grande congestionamento no sentido Petrolina a Juazeiro foi formado. Conforme informações preliminares, uma equipe da Polícia Rodoviária Federal esteve no local para organizar o trânsito.

Acidente

Pedro Henrique atuava como entregador e fazia parte do grupo de entregas YOURDELIVERYS. Segundo apuração do Portal Preto no Branco, ele havia saído do bairro Santo Antônio, em Juazeiro, e seguia para o bairro Vila Eduardo, em Petrolina, onde faria uma entrega, quando se envolveu no acidente. A morte provocou comoção entre os colegas de profissão, que prestaram homenagens nas redes sociais.

De acordo com informações de testemunhas, Pedro Henrique foi atropelado após cair de sua moto. Ele foi socorrido em estado grave e encaminhado ao Hospital Universitário de Petrolina.

As informações apontam ainda que acidente envolveu uma caminhonete, um carro de passeio e pelo menos três motocicletas.

Outros motociclistas e um passageiro ficaram feridos e também foram encaminhados ao Hospital Universitário de Petrolina.

Os condutores da caminhonete e do segundo carro não ficaram feridos. Segundo as informações divulgadas, ambos realizaram o teste do bafômetro, que apresentou resultado normal, e foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Petrolina para prestar esclarecimentos.

As circunstâncias e a dinâmica do acidente, incluindo como ocorreu o atropelamento da vítima, serão investigadas pela Polícia Civil.

Redação PNB

Complexo Poliesportivo Aloísio Viana será inaugurado nesta sexta-feira em Juazeiro

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O tradicional Ginásio de Esportes Aloísio Viana, em Juazeiro, na região Norte da Bahia, será entregue nesta sexta-feira (18), após passar por uma ampla obra de modernização. A solenidade está marcada para iniciar às 8h, na Rua Bela Vista, no bairro Jardim Novo Encontro.

Iniciada em 2022, a intervenção transformou o antigo espaço esportivo no Complexo Poliesportivo Educacional Aloísio Viana, com a recuperação de estruturas existentes e a implantação de novos equipamentos voltados à prática esportiva. De acordo com informações da Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC), o complexo vai atender 1.025 estudantes.

Inaugurado na década de 1980, o ginásio foi, durante décadas, um dos principais espaços para competições esportivas, além de fazer parte da memória de atletas, estudantes e moradores de Juazeiro. A intervenção atual representa a primeira grande reforma realizada no equipamento desde sua inauguração.

Ainda segundo a SEC, o Complexo Poliesportivo Educacional conta com espaços destinados à prática de diversas modalidades esportivas e às atividades de convivência. Entre os equipamentos estão espaço de vivências corporais, campo de futebol society com pista de atletismo, piscina semiolímpica com vestiário, duas quadras poliesportivas descobertas e pista de cooper.

A estrutura também contempla ginásio coberto, área de convivência, vestiários e prédio administrativo. O projeto inclui ainda arena de artes marciais, centro de iniciação ao esporte e academia. O espaço recebeu também nova iluminação, paisagismo, muros, alambrados e gradil no entorno.

A obra é executada pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (CONDER), por meio de parceria entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Juazeiro. O investimento informado para a modernização do complexo é de R$ 13,4 milhões.

Quem foi Aloísio Viana?

O Complexo Poliesportivo Educacional leva o nome de Aloísio Viana, conhecido como Lulu Viana, que teve uma atuação de destaque na organização do futebol amador de Juazeiro, especialmente à frente do Veneza. O dirigente ficou conhecido pela capacidade de reunir apoiadores, contratar jogadores e promover partidas que movimentavam a cidade.

Um dos episódios lembrados foi a formação do chamado Tremendão, do XV de Novembro, em 1968. No ano seguinte, Lulu Viana passou a comandar o Veneza e promoveu uma série de contratações que fortaleceram a equipe, incluindo jogadores de Juazeiro e de outras cidades da região.

Sob sua liderança, o Veneza conquistou os campeonatos municipais de 1969, 1970, 1972, 1973, 1974 e 1975, de acordo com o relato histórico de Tony Martins, amigo da família.

Lulu Viana também ficou conhecido por promover amistosos no Estádio Adauto Moraes, levando a Juazeiro equipes de outros estados, como Madureira, São Cristóvão e Olaria, do Rio de Janeiro, além de Bahia, Fluminense de Feira e Tiradentes, do Piauí.
O Veneza também realizou excursões para outras cidades, incluindo Juazeiro do Norte (CE), Serra Talhada e Salgueiro (PE), além de partidas em Feira de Santana e até na Fonte Nova.

Redação PNB

Suspeito de matar sanfoneiro é preso pela Polícia Civil em Juazeiro

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Um homem de 40 anos, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (17), em Juazeiro, na região Norte da Bahia, acusado de envolvimento na morte do sanfoneiro David Duarte, foi preso nesta quinta-feira (17), em Juazeiro, no Norte da Bahia. Segundo informações da Polícia Civil, havia um mandado de prisão temporária contra o suspeito.

David foi morto a tiros no dia 29 de maio deste ano, no bairro Antônio Conselheiro, em Juazeiro. Além da prisão, os policiais cumpriram um mandado de busca e apreensão em um endereço ligado ao investigado.

Ainda conforme as informações, durante a ação, um aparelho celular foi apreendido e deverá passar por análise no decorrer das investigações.  A Polícia Civil informou ainda que o homem já era investigado no âmbito da Operação Radix Putris, deflagrada para apurar uma série de homicídios relacionados aos bairros Argemiro, Antônio Conselheiro, Codevasf e Malhada da Areia.

A prisão ocorreu durante uma ação da Operação Malhas da Lei, realizada pela Polícia Civil por meio da Delegacia de Homicídios e do Núcleo de Inteligência, vinculados à 17ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Juazeiro), com apoio do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (Gatti/Norte).

Após ser preso, o suspeito foi conduzido para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça. O material apreendido será analisado pela Polícia Civil.

As investigações sobre a morte de David Duarte continuam sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios de Juazeiro.

 

Redação PNB 

Homem que estava desaparecido em Juazeiro é encontrado internado na UTI do HU-Univasf após acidente na Ponte Presidente Dutra

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Após dias de buscas, a família de Givanildo Alves da Silva, morador de Juazeiro, na região Norte da Bahia, recebeu a confirmação de que ele foi encontrado. O homem estava desaparecido desde o último domingo, quando saiu de casa, no bairro Jardim São Paulo, por volta das 14h, após receber um telefonema.

Conforme informações da família ao Portal Preto no Branco, Givanildo foi localizado internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Universitário de Petrolina.

“Ele foi encontrado internado no Hospital Universitário de Petrolina. Pelo que soubemos, ele estava ali perto da Ilha do Fogo atravessando a ponte quando foi atropelado por uma moto. Ele está com traumatismo craniano e inconsciente, mas está reagindo às medicações”, relatou a esposa ao PNB.

Desaparecimento

Antes de ser localizado, familiares haviam procurado o Portal Preto no Branco para pedir ajuda nas buscas. Segundo o relato, Givanildo saiu de casa em uma motocicleta e não retornou.

“É a primeira vez que ele desaparece. Ele saía, mas sempre retornava. Dessa vez ele saiu e não retornou”, relatou a esposa na ocasião.

A família, que é da Paraíba, teria se mudado para Juazeiro em razão do trabalho de Givanildo. Um Boletim de Ocorrência também havia sido registrado junto à polícia.

Redação PNB

PF pediu busca e apreensão contra ACM Neto em investigação da Overclean, mas ministro do STF negou medida

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A Polícia Federal (PF) pediu autorização ao Supremo Tribunal Federal (STF) para realizar busca e apreensão relacionada ao candidato ao governo da Bahia ACM Neto (União Brasil), no âmbito da décima fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17). O pedido, porém, foi negado pelo ministro Kássio Nunes Marques.

Segundo informações divulgadas pelo UOL, a Procuradoria-Geral da República (PGR) havia se manifestado favoravelmente à realização da busca. Porém, Nunes Marques, relator do caso no STF, entendeu que não havia fundamento legal suficiente para autorizar a medida.

A investigação apura suspeitas de irregularidades em contratações públicas na área da Educação de Belo Horizonte, realizadas entre 2024 e 2025. De acordo com a apuração da PF, pelo menos três procedimentos investigados envolvem contratos que, somados, ultrapassam R$ 80 milhões. A operação ocorre em Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Tocantins, Paraná e Espírito Santo.

Investigação

Uma das linhas investigativas apura a indicação de Bruno Barral para a Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte. Barral já havia ocupado o mesmo cargo em Salvador durante a gestão de ACM Neto.

Segundo a investigação, a PF apura se ACM Neto teria participado da indicação de Barral e se a nomeação estaria relacionada à atuação de empresários interessados em contratos públicos. Também é investigada a suspeita de eventual pagamento posterior de vantagens indevidas. As suspeitas ainda estão sob investigação e não representam, por si só, conclusão de responsabilidade criminal.

Nesta quinta-feira, Bruno Barral voltou a ser alvo da PF. Também estão entre os investigados o empresário José Marcos de Moura, conhecido como “Rei do Lixo”, e os irmãos Fábio e Alex Parente. A investigação busca esclarecer possíveis irregularidades em contratos de fornecimento de serviços e materiais didáticos.

De acordo com a PF, os fatos apurados podem caracterizar, em tese, crimes contra a administração pública, fraude em licitações e contratos, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Com informações dos sites Uol e Metrópoles

PF inicia reintegração de área ocupada onde está sendo construído o residencial Nova Vida 3, em Petrolina

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A Polícia Federal iniciou, nesta quinta-feira (17), a reintegração da área onde está sendo construído o residencial Nova Vida 3, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. O local vinha sendo ocupado por famílias desde o mês de julho e a desocupação ocorre por determinação da Justiça Federal.

A ação foi solicitada pela Caixa Econômica Federal, que recorreu à Justiça em defesa da área pertencente ao Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), vinculado à União. Segundo informações divulgadas pela Prefeitura de Petrolina, a Justiça Federal determinou a reintegração da área no dia 4 de setembro e estabeleceu a saída voluntária das pessoas que haviam ocupado o residencial.

Conforme as informações, como parte das famílias deixou o local voluntariamente, mas um grupo permaneceu na área, a Polícia Federal foi acionada para garantir o cumprimento da decisão judicial e a desocupação dos imóveis.

Em comunicado divulgado na última segunda-feira (14), a Prefeitura de Petrolina informou que foi acionada pela Justiça Federal para prestar apoio logístico durante o processo de desocupação.

De acordo com o município, a solicitação ocorreu na sexta-feira (11), quando a Justiça pediu apoio para a mobilização das famílias que optaram por deixar voluntariamente a área.

A gestão municipal afirmou ainda que sua atuação no processo se limita ao suporte logístico determinado pelo Judiciário. Para isso, foram disponibilizados caminhões e ônibus para o transporte das mudanças e das famílias.

Ainda conforme as informações, equipes do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) também foram mobilizadas e estiveram no local para orientar os moradores sobre a rede de acolhimento e o cadastramento em programas sociais.

Redação PNB