Redação

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Reitoria da Univasf fala em nota sobre a ocupação estudantil

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NOTA DA REITORIA DA UNIVASF SOBRE A OCUPAÇÃO DO PRÉDIO ADMINISTRATIVO E FECHAMENTO DOS CAMPI PELO MOVIMENTO PAREDISTA ESTUDANTIL

Hoje, 10 de outubro, pela manhã, vários prédios da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) nos campi de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA) foram fechados pelos estudantes. Conforme anunciado pelas lideranças do movimento que permanecem no prédio administrativo, em Petrolina, a principal pauta do movimento é o orçamento de 2017, destinado para o Programa de Assistência Estudantil (PAE) da Univasf.

Com base na proposta orçamentária definida pelo Ministério da Educação (MEC), a Reitoria tem apresentado aos estudantes, em reuniões da Câmara de Assistência Estudantil (CAE), composta por maioria discente, o possível custeio do PAE-Univasf para o exercício 2017 como contrapartida institucional ao orçamento do Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) do Governo Federal, recursos estes, aportados para a execução do programa que engloba bolsas, auxílios e demais subsídios que visam garantir o acesso e permanência dos estudantes em vulnerabilidade socioeconômica nos cursos de graduação, que são atendidos pelo PNAES.

O limite proposto pela Reitoria como contrapartida ao PNAES foi estipulado em R$ 2,5 milhões para 2017, de forma a não comprometer o funcionamento mínimo da instituição como um todo. Este valor se soma aos R$ 5,5 milhões do PNAES propostos pelo MEC para o referido exercício.

Apesar da perspectiva de orçamento para o custeio do PAE-Univasf em 2017 ser quatro vezes maior que em 2012, em virtude do aumento da demanda de estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica, o atual orçamento inviabilizará a abertura de novos editais de seleção a bolsas de assistência estudantil para os campi das cidades de Petrolina e Juazeiro, só sendo possível arcar com o pagamento das bolsas já vigentes, manutenção do funcionamento dos Restaurantes Universitários (RUs), das residências universitárias e do transporte estudantil, exceto os campi de Senhor do Bonfim e Paulo Afonso, ambos na Bahia, e de São Raimundo Nonato (PI) que por ainda não disporem de RUs, haverá seleção com lançamento de novos editais.

Nesta segunda-feira (10), o reitor da Univasf, Julianeli Tolentino de Lima, cumpriu agenda em Brasília e no final da tarde esteve reunido com o Secretário de Ensino Superior do MEC, Paulo Barone, discutindo o orçamento do PNAES. O secretário informou que o ministro da Educação, Mendonça Filho, está em diálogo com o relator da proposta orçamentária 2017 que tramita no Congresso Nacional para garantir o aporte de recursos para o funcionamento adequado das universidades federais. Além disso, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) tem articulado emenda ao orçamento, a fim de ampliar os recursos do PNAES. Amanhã (11), o vice-reitor Telio Nobre Leite receberá uma comissão de estudantes, atendendo à solicitação de reunião encaminhada pelas lideranças do movimento estudantil.

ASCOM

DCE faz resumo do primeiro dia de ocupação da Univasf

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Ocupamos nesta segunda, 10/10/16, três campi (Petrolina Centro, Ciências Agrárias e Juazeiro) da Universidade Federal do Vale do São Francisco. Tivemos apoio de estudantes, diretórios e centros acadêmicos, professores, técnicos e terceirizados.

Ainda durante a manhã, realizamos uma reunião com a participação das/dos estudantes dos três campi e tivemos um diagnóstico das conquistas obtidas com a movimentação estudantil e fizemos uma contextualização de como os últimos cortes anunciados afetam a assistência estudantil e o funcionamento da universidade.

A série de ataques aos direitos sociais impacta diretamente a nossa universidade. 10 milhões de reais da verba de custeio foram cortados. Perdemos 828 vagas de auxilio permanência, 515 de auxílio moradia, 60 de auxílio transporte, 380 vagas de bolsa permanência, 24 vagas de moradia estudantil, bolsas do PIBIC (programa institucional de bolsas de iniciação científica) foram cortadas e existe o risco de perdermos políticas estruturantes como os ônibus intercampi e o subsídio do restaurante universitário.

Na reunião da Câmara de Assistência Estudantil (CAE), dia 08/10, foi apresentado as/os estudantes a preocupante quadro orçamentário da universidade diante dos cortes, apontando que além dos preocupantes retrocessos na assistência estudantil, os cortes ameaçam o funcionamento da universidade, apontando para a possibilidade de suspensão de calendário a partir do mês de julho.

Diante desse cenário preocupante, AS/OS ESTUDANTES DEFLAGRARAM GREVE ESTUDANTIL, COM A MAIORIA ABSOLUTA VOTANDO A FAVOR DA DELIBERAÇÃO.

À tarde nos reunimos novamente e consensuamos algumas coisas: a divisão de comissões, reuniões diárias de avaliação da greve com caráter deliberativo, participação na assembleia docente do SINDUNIVASF e reunião com o vice-reitor, Télio Nobre, sobre as pautas da nossa greve estudantil e tentarmos construir soluções que tragam ganhos para além da pauta orçamentária.

Também pedimos ajuda estrutural, com a doação de alimentos (sucos, frutas, pães e biscoitos) e o desprendimentos dos alunos que possam se inserir nas comissões de estrutura, coordenação, comunicação e mobilização, além de dedicar algum tempo a nossa ocupação.

Convidamos todas e todos a se somarem à nossa mobilização, entendendo a assistência estudantil como direito e que os cortes impactam diretamente não apenas na nossa permanência, mas no funcionamento da universidade. Não retrocedemos diante da política de cortes nos nossos direitos! Nenhum direito a menos!

ASCOM DCE UNIVASF

Coligação de Paulo Bomfim diz que denúncia de David Lima é ridícula

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A Coligação Pra Juazeiro Mudar Mais considera lamentável a atitude do candidato derrotado a vereador David Lima, que teve votação ridícula e faz como sempre o papel de bobo da corte, tentando aparecer de qualquer jeito. Juazeiro teve eleição limpa, tranquila.

Os juízes e assessores passaram o dia nas ruas, assim como a Polícia federal e a Polícia Militar, e nenhum tipo de ocorrência foi verificada. A atitude do derrotado faz deboche com as autoridades que fiscalizaram o pleito e agride a população, que votou livremente escolhendo por maioria os vencedores e deixando de lado os derrotados como David Lima, que tenta um mandato há 30 anos e jamais mereceu o respeito do eleitorado porque nunca fez por merecer este respeito.

Ascom Paulo Bomfim

Coordenador Estadual do Comitê 9.840 Contra a Corrupção Eleitoral denuncia coligação de Paulo Bomfim por irregularidades no pleito de 02 de Outubro

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Segundo o Coordenador Estadual do Comitê 9.840 Contra a Corrupção Eleitoral, David Lima de Souza, documentos revelando irregularidades no último processo eleitoral de Juazeiro-BA, foram encaminhados ao presidente da OAB na Bahia, ao Superintendente da Polícia Federal no Estado e ao presidente do TSE – Tribunal Superior Eleitoral.

Ainda de acordo com o coordenador, os papéis denunciam abuso do poder econômico e na maioria dos casos a “compra de votos” pela coligação do prefeito eleito Paulo Bomfim, que representa a Coligação “Prá Juazeiro Mudar Ainda Mais”.

Clique aqui e veja os documentos

 

 

Prefeito eleito Paulo Bomfim participa de eventos no final de semana em Juazeiro-BA

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O prefeito eleito de Juazeiro, Paulo Bomfim (PCdoB) participou no final de semana das comemorações da vitória nas urnas, na sexta-feira (07), da Puxada da Vitória, na Avenida Adolfo Viana até a Orla da cidade, e no sábado (08), da Festa do Colono do NH1, no distrito de  Itamotinga.

Acompanhado do prefeito Isaac Carvalho, dos deputados estaduais Crisóstomo Lima, o Zó (PCdoB) e Roberto Carlos (PDT), dos vereadores eleitos da base aliada e de milhares de pessoas, Paulo aproveitou para agradecer ao povo de Juazeiro. “Estou muito feliz e agradecido pela confiança da população ao nosso projeto. O prefeito Isaac é a maior liderança hoje do norte baiano e o melhor prefeito que Juazeiro já teve. A partir de 2017 vamos dá continuidade a este trabalho e melhorar nas áreas que precisam avançar, como é o caso da Saúde, que vamos contar com o apoio da nossa vice prefeita Dra. Dulce, que tem experiência nessa área. Quero agradecer também aos artistas da região que participaram deste momento de comemoração”, disse o prefeito eleito. Durante o percurso do trio, que saiu do Águas Center até a Orla da cidade, as pessoas comemoraram ao som de Banda Mirage, com participação de Sérgio do Forró, Vanderlei do Nordeste, André Mendes, Renan Mendes, Cristian Marques, Bruno Reyner e João Sereno.

No sábado, Paulo Bomfim e comitiva participaram da Festa do Colono em Itamotinga, onde também foi recebido com festa. “Nós reconhecemos o trabalho do prefeito Isaac no interior, e por isso votamos em Paulo e acreditamos que ele será um ótimo prefeito para nossa cidade”, disse o colono Manoel dos Santos.

“Quero agradecer ao povo de Juazeiro pela confiança, por acreditar que o nosso projeto trará mais desenvolvimento para a cidade, e aos nossos aliados que também trabalharam por essa vitória. Paulo Bomfim fará um excelente Governo, porque conhece as necessidades e o que precisa melhorar para proporcionar mais qualidade de vida para a população”, concluiu o prefeito Isaac Carvalho.

Ascom Paulo Bomfim

Alunos da UPE paralisam atividades em protesto a aprovação da PEC 241

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Segundo informações que chegaram ao Portal, os alunos da Universidade de Pernambuco (UPE), Campus Petrolina, paralisaram suas atividades nesta manhã, como uma forma de protesto a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/16, que fixa um teto para os gastos públicos por 20 anos. O texto foi aprovado em primeiro turno e precisa passar por nova votação no plenário.

Veja fotos:

 

Câmara conclui votação em primeiro turno da PEC do teto de gastos

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Após ter aprovado o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/16, que fixa um teto para os gastos públicos por 20 anos, o plenário da Câmara dos Deputados concluiu a votação dos destaques aos textos. A matéria vai ser agora votada em segundo turno no Plenário da Câmara. A votação começou ontem (10) pela manhã e a votação dos destaques terminou às 1h45 de hoje (11).

A PEC cria um teto de despesas primárias federais que será reajustado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), impondo limites individualizados para o Poder Executuivo, o Judiciário e o Legislativo.

Em termos práticos a proposta de Novo Regime Fiscal se propõe a limitar, durante 20 anos, o ritmo de crescimento dos gastos da União à taxa de inflação. Quem descumprir o limite será penalizado é ficará impedido de contratar pessoal, fazer concurso público, conceder reajuste aos servidores, criar cargos ou função que implique aumento de despesa, alterar a estrutura de carreira que implique aumento de despesa.

A proposta também altera o mecanismo de reajuste do salário-mínimo, que deixará de ter aumento real (acima da inflação) se o limite de despesas fixado pelo governo for superado.

A base aliada do governo do presidente Michel Temer rejeitou os destaques de partidos da oposição que visavam alterar pontos do texto. Entre os pontos rejeitados, estavam destaques do PT que visavam incluir no texto um limite ao pagamento de despesas com a dívida pública, que ficou de fora da proposta, e excluir do teto as despesas com saúde, assistência social, educação, ciência e tecnologia, segurança pública e saneamento.

Agora a proposta terá que ser votada em segundo turno após o prazo de cinco sessões da Casa. Caso a proposta seja aprovada em segundo turno na Câmara, o texto será encaminhado para o Senado, onde começará a ter nova tramitação.

Logo após a aprovação, o líder do governo na Casa, André Moura (PSC-SE), disse que a medida ajudará o país a retomar o crescimento econômico. “A aprovação dessa PEC é a certeza de que os investimentos voltarão”, disse.

Já a líder da Minoria, Jandira Feghali (PcdoB-RJ), lamentou a aprovação e disse que hoje é um dia “tristíssimo” para o país. Para a deputada, a medida vai retirar direitos sociais previstos na Constituição. “A sociedade agora que está se dando conta do que estamos votando, essa proposta representa uma mudança de projeto de Estado”, disse. “Eu espero que a resistência a essa proposta cresça e a gente consiga superar mais para frente”.

Agência Brasil

Em nota, direção da UPE Campus Petrolina solidariza-se com estudantes e professores que foram impedidos de continuar o debate sobre o projeto de Lei Escola Sem Partido

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NOTA PÚBLICA A RESPEITO DO DEBATE “ESCOLA SEM PARTIDO” REALIZADO NO AUDITÓRIO DA UPE CAMPUS PETROLINA

A Direção da UPE Campus Petrolina solidariza-se com estudantes e professores que foram impedidos de continuar o debate sobre o projeto de Lei Escola Sem Partido, realizado no último dia 07 no Auditório da Instituição. O evento foi organizado pelo Diretório Acadêmico, com regras estabelecidas, seleção e convite dos debatedores. Não coube a instituição definir o formato, mas apenas garantir o espaço democrático para a realização do Debate. As falas dos debatedores transcorreram conforme o que estava estabelecido, tendo o público que estava assistindo, oportunidade, também de participar, emitindo opiniões e fazendo perguntas. No transcorrer do evento o Sr. Fred Pontes, que se diz coordenador de uma escola titulada CFC – Curso de Formação Conservadora, de forma destemperada, tentou utilizar forçadamente a fala, contrariando as regras estabelecidas pelos organizadores. Sua atitude, que não é comum ao debate democrático, levou a maioria do público presente, a solicitar sua retirada do espaço, fato que o deixou ainda mais desequilibrado. Alunos e professores foram alvos do seu destemperado comportamento, agressivo, com clara possibilidade de agressões físicas. A ação da equipe gestora facilitou sua retirada do auditório, evitando assim, maiores constrangimentos a ele e a um grupo pequeno de seguidores.
Neste final de semana, muitos comentários através das redes sociais, alimentaram ainda mais atitudes agressivas a alguns docentes, alunos e a própria instituição. Ao longo desse ano, a UPE Campus Petrolina está sendo vítima de agressões de alguns de seus alunos e seguidores externos à instituição, que teimam, em bradar, pelas redes sociais, a acusação de que a sua prática não é democrática em suas ações e em suas formas de gestão acadêmica e administrativa.
Desde que essas agressões iniciaram, a gestão tem tido o cuidado de observar os fatos, registrá-los e encaminhá-los para órgãos competentes. Assim, tem sido com a abertura de comissão de escuta, comissão de ética e por último a solicitação à Reitoria de uma comissão de Sindicância para apurar todos os fatos, sendo ouvidos alunos e docentes que estão envolvidos diretamente nestes casos. No último dia 06 de outubro a Comissão de Sindicância, composta por membros externos à Unidade de Petrolina, instituída através de Portaria do Reitor, ouviu as partes interessadas. Também foi entregue a reitoria um dossiê com todas as agressões sofridas pelos docentes e à Instituição, sejam elas deferidas por alunos ou por pessoas estranhas à comunidade acadêmica. A Direção solicitou a Reitoria que analise junto ao setor jurídico, as possíveis ações em termos penal e civil, contra aquelas pessoas externas à instituição que tem ao longo desses meses, maculado sua imagem.
Lamentamos que na segunda década do Século XXI, grupos que se dizem conservadores, utilizem espaços internos e externos para infamar a honra de seus docentes, alunos, técnicos administrativos e principalmente da Instituição, que não tem partido, teoria particular ou conchavos com governos instituídos e/ou destituídos. Nossa instituição é apenas DEMOCRÁTICA.
A gestão ao longo dos seus quatro anos de Direção sempre abriu espaços para todas as manifestações de pensamento, tal como o debate “escola sem partido”, proposto especialmente, por um grupo simpático a tal proposta. Só nos resta, apenas, lamentar a ação daqueles que encontram meios para se transformar em vítimas das agressões, que eles mesmos proferiram.
Basta de intolerância, nosso compromisso é com a Democracia.
Petrolina, 10 de outubro de 2016.

A Direção

Ministro do STF nega habeas corpus a promotor acusado de falsidade ideológica

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O ministro Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido da defesa do promotor afastado do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) Leonardo Azeredo Bandarra e manteve ação penal contra ele por falsidade ideológica.

O Ministério Público Federal (MPF) acusa Bandarra de falsidade ideológica e uso de documento falso por supostamente ter omitido parte do valor pago na compra de uma casa no momento da lavratura da escritura pública do imóvel, bem como em Declaração de Ajuste de Imposto de Renda.

De acordo com a denúncia, “o documento ideologicamente falso”, no caso a Declaração de Ajuste de Imposto de Renda, teria sido remetido ao órgão de pessoal do MPDFT. Inicialmente, a denúncia foi rejeitada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). O Ministério Público recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) que, ao prover recurso especial, recebeu a denúncia e determinou o retorno dos autos ao TRF1.

A defesa, então, entrou com pedido de habeas corpus no STF, negado por Barroso. Para o ministro, não existe risco atual ou iminente à liberdade de locomoção do acusado. “Não é caso de concessão do provimento cautelar.” Barroso determinou que se abra vista dos autos à Procuradoria-Geral da República de modo a instruir o processo para posterior julgamento de mérito.

Caixa de Pandora

Em 2011, o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) aprovou a demissão de Leonardo Bandarra de suas funções por envolvimento no esquema de corrupção no governo do Distrito Federal revelado pela Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, em 2009, que ficou conhecido como Mensalão do DEM.

Agência Brasil