Redação

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Após relatos de concluintes de Enfermagem, outros ex-alunos também cobram diplomas da UniBRAS em Juazeiro; instituição silencia

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Após os relatos feitos por concluintes do curso de Enfermagem da Faculdade UniBRAS, antiga FASJ, em Juazeiro, na região Norte da Bahia, sobre o atraso na entrega dos diplomas da turma formada no período 2025.1, outros ex-alunos passaram a relatar problemas semelhantes e cobrar providências da instituição. Nas redes sociais, diversos relatos reforçam que a demora não é um caso isolado.

“Só desculpa atrás de desculpa, resolver o problema que bom nada. Queremos nossos diplomas”, criticou uma internauta.

Outro ex-aluno convocou para uma mobilização coletiva. “Bora para a luta. Estamos aguardando nosso diploma. Foram 5 anos de muita dedicação, de investimento que não pode ir para o ralo”.

Ainda conforme os relatos, há alunos que aguardam há anos pelo documento.

“Concluí minha faculdade em agosto de 2022 e até hoje não recebi o diploma que eles falaram que iam mandar pelo e-mail”, afirmou uma ex-estudante.

Outra concluinte relatou que só recebeu o documento após quase três anos de espera e muitas cobranças.

“O meu demorou quase 3 anos após minha colação de grau. Só depois de muito cobrar recebi meu diploma”.

Ex-alunos de outros cursos também apontam dificuldades semelhantes desde a época em que a instituição ainda operava como FASJ. “Demorei cerca de 3 anos para receber o meu. Essa desorganização é desde a época que era Fasj”, disse uma fisioterapeuta formada pela unidade.

Procurada pelo Portal Preto no Branco, a gestão da UniBRAS não se manifestou até o momento, mesmo após solicitações de esclarecimento.

Reclamação dos concluintes do curso de enfermagem

Segundo os relatos, os ex-alunos estão há mais de um ano esperando sem que a instituição se manifeste sobre quando irá disponibilizar o documento, necessário para o exercício da profissão,

“Já se passaram 1 ano e 3 meses e até o momento não temos respostas. Sempre que procuramos a faculdade para saber o andamento do processo de entrega, não nos dão uma resposta. O diretor está extremamente despreocupado com a situação, chegando a fazer pouco de nossa cara quando vamos atrás de resolver esse grande problema que estamos passando. A faculdade não entrega nenhum documento para a gente, nunca mostra para a gente como está o andamento e são várias conversas diferentes, ou seja, muita enrolação, descaso e falta de comprometimento com quem dedicou 5 anos da sua vida estudando e pagando pelo curso”, disse uma concluinte.

A ex-aluna da instituição cobra uma solução urgente e diz que alguns profissionais que já estão atuando correm risco de perder seus empregos.

“Muitos estão correndo risco de perder até o emprego, porque o primeiro registro do COREN a gente consegue tirar somente com o histórico e com o certificado, mas após um ano só conseguimos renovar com a apresentação do diploma. Já falamos isso diversas vezes na faculdade e principalmente para o diretor, mas ele não se mostra sensível em resolver o problema. Isso é inadmissível! Nenhuma instituição passa tanto tempo para entregar um diploma como a UNIBRAS. Chega a ser revoltante!”, finalizou.

Outras reclamações

No início de fevereiro passado, um grupo de alunos também reclamou do mesmo problema.

“Somos da primeira turma de Enfermagem formada em 2025 e, até agora, não recebemos o diploma. Já se passou muito tempo e ninguém nos dá uma resposta. Muitos adiantaram a colação para poder trabalhar, mas o Conselho Regional de Enfermagem dá um prazo de um ano para revalidar com o diploma e até agora nada. Alguns estão com dias contatos para o vencimento e alguns meses”, relatam os concluintes.

A falta de comunicação por parte da instituição também é alvo de críticas.

“A faculdade não responde no Teams, que é a plataforma que usamos para falar diretamente com o diretor. Todo dia alguém da turma tenta contato, mas nunca tem uma resposta concreta”, dizem.

A situação, segundo os formandos, pode impedir a continuidade do exercício profissional.

“O tempo está passando e a gente corre o risco de ficar sem poder renovar o registro e sem poder trabalhar, simplesmente porque não temos o diploma em mãos. Nesse caso a gente faz o que?”, questionam.

Diante do impasse, os concluintes pedem providências urgentes e esperam que a divulgação do caso contribua para uma solução.

“Queremos que a faculdade se posiciona e resolve esse problema. Não estamos devendo nada à faculdade. Pelo contrário, é ela que nos deve o nosso diploma”, concluem.

 

Redação PNB

“Não funcionou”: Prestes a completar 3 meses à frente das UBSs de Juazeiro, IGA- Instituto de Gestão Aplicada é alvo de críticas de profissionais e usuários; confira histórico da OS

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Desde que o Instituto de Gestão Aplicada (IGA) assumiu, em janeiro deste ano, a gestão das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Juazeiro, na região Norte da Bahia, profissionais da Atenção Básica têm relatado uma série de problemas.

Entre as queixas recebidas recorrentemente pelo Portal Preto no Branco estão atrasos salariais e no pagamento do complemento do piso salarial da enfermagem, dificuldades no pagamento de benefícios, ausência de contratos formais, condições de trabalho consideradas precárias, além de cobranças consideradas excessivas no ambiente de trabalho. Neste período, aumentou também o número de reclamações de usuários em relação ao atendimento das unidades básicas de saúde do município.

“Não vem dando certo, não funcionou, e a Prefeitura de Juazeiro não pode fazer vistas grossas e manter esta empresa que desde o início vem sendo pessimamente avaliada pelos trabalhadores e usuários. No primeiro ano da gestão as críticas da população e dos servidores diminuíram consideravelmente e a SESAU vinha acertando. Após a IGA assumir deu início a uma insatisfação generalizada. É preciso cortar o mal pela raiz o quanto antes”, avaliou um contratado da O.S. que pediu para não ser identificado.

Histórico de críticas em outros municípios

Conforme um levantamento realizado pelo PNB, atuação do Instituto de Gestão Aplicada em outras cidades também já foi alvo de críticas e denúncias por parte de trabalhadores e entidades.

Em Maceió (AL), onde o IGA iniciou sua atuação no ano de 2022 na Atenção Básica, servidores e movimentos sociais denunciaram precarização das condições de trabalho, falta de insumos, sobrecarga de profissionais e dificuldades no atendimento à população.

Em reportagens publicadas no site Mídia Caeté entre setembro de 2024 e junho de 2025, profissionais relatam que com a gestão da IGA, as unidades passaram a operar com escassez de médicos e estrutura comprometida, enquanto trabalhadores enfrentavam aumento da demanda e pressão por produtividade.

Além disso, as reportagens destacaram que o IGA foi alvo de críticas de trabalhadores e  militantes que atuavam no Fórum em Defesa do SUS. Os relatos apontaram para  uma lógica de atendimento baseada em volume de procedimentos, com pouca continuidade no cuidado dos pacientes, o que teria comprometido a qualidade da assistência.

Também, segundo o site, foram registradas queixas de perseguições a profissionais que criticavam o modelo de gestão, além de transferências e demissões em contextos de insatisfação com a condução dos serviços.

Confira as matérias na íntegra:

Recursos públicos, gestão privada: servidores denunciam lógica de ‘mutirão’ na Saúde de Maceió, com precarização e perseguições

Privatização da Saúde em Maceió: um duto eleitoral que maltrata a população

Já no dia 29 outubro 2025, o portal.sindservsantos.org.br, site oficial do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Santos, publicou uma matéria sobre uma condenação envolvendo a organização social IGA após denúncia de assédio moral e discriminação racial ocorrida em fevereiro de 2021 durante sua atuação na gestão do Hospital Regional Costa do Cacau, localizado no município baiano Ilhéus. A ação foi movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).

Conforme as informações, na época, o IGA foi contratado pelo estado para admissão de profissionais, aquisição de insumos e equipamentos para a unidade. Mesmo com as denúncias, a organização gestora não teria adotado medidas para coibir a prática ilegal de discriminação e assédio no trabalho.

O sindicato destacou ainda que o processo foi motivado pelas conclusões de um inquérito que revelou a ocorrência sistemática de assédio moral com viés racista tanto no período em que a unidade era gerida pela IGA quanto no período em que o hospital passou a ser administrado pela Fundação ABM de Pesquisa e Extensão na Área da Saúde (Fabamed). Juntas, as organizações foram condenadas a pagar indenização de R$ 80 mil e a cumprir uma série de normas de prevenção e combate ao assédio moral em todas as suas operações, sob pena de multas. A Fabamed assumiu a administração do HRCC em 2 de janeiro de 2025, após vencer o edital de licitação da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia.

Confira na íntegra

TERCEIRIZAÇÃO DA SAÚDE: OSs QUE COMANDAM HOSPITAL PÚBLICO SÃO CONDENADAS POR ASSÉDIO

 

Redação PNB 

Juazeiro assume a vice-presidência de Segurança Pública da Frente Nacional dos Prefeitos

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Pela primeira vez em sua história, Juazeiro ocupa uma cadeira na direção da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos. O prefeito Andrei Gonçalves será confirmado nesta terça-feira, 24 de março, para o cargo de vice-presidente de segurança pública da FNP, durante a 89ª Assembleia Geral Ordinária da entidade, que estará sendo realizada na Arena da Baixada, em Curitiba, no âmbito do 3º Fórum Nacional dos Municípios.

“É um momento histórico para Juazeiro. Pela primeira vez estamos sentados à mesa onde se decidem os rumos dos municípios brasileiros”, disse Andrei Gonçalves, prefeito de Juazeiro.

A FNP reúne mais de 400 municípios, entre eles todas as capitais e os maiores centros urbanos do país. A entidade atua na interlocução com o Congresso Nacional, com o Executivo federal e com organismos internacionais para defender os interesses dos municípios na partilha de recursos e na formulação de políticas públicas. Nenhum gestor de Juazeiro havia ocupado posto na sua estrutura diretiva até hoje.

A vice-presidência de segurança pública coloca Andrei Gonçalves no centro de um debate que ganhou urgência na agenda municipal brasileira. A pauta envolve a PEC da Segurança Pública, em tramitação no Congresso, o papel das guardas municipais, o financiamento das políticas locais de prevenção à violência e a integração entre os entes federados no combate ao crime.

“A segurança pública não é problema só do estado. O município é a linha de frente. Quem sofre a violência é o cidadão da cidade, e cabe ao prefeito encontrar respostas”, afirmou o prefeito.

Para Juazeiro, a conquista tem peso simbólico e prático. Com cerca de 250 mil habitantes e maior município do semiárido baiano em população, a cidade enfrenta desafios típicos dos centros urbanos de médio porte do Nordeste: pressão sobre a guarda municipal, demanda por integração com a polícia estadual e necessidade de recursos para políticas de prevenção. Ter um representante na mesa da FNP significa mais voz nas negociações que definem esses recursos.

“Vamos usar esse espaço para trazer as demandas do semiárido, do interior da Bahia, de cidades que historicamente ficam fora dessa conversa”, declarou Andrei Gonçalves.

A assembleia também deliberou sobre substituições de cargos vagos na diretoria da entidade, motivadas por exigências da legislação eleitoral e por alterações estatutárias aprovadas na sessão. O fórum reúne prefeitos e prefeitas de todo o Brasil para debater financiamento municipal, reforma tributária, transporte público, adaptação climática e o enfrentamento ao feminicídio, com atividades técnicas que se estendem até quinta-feira, 26 de março.

 

Ascom

Moraes concede prisão domiciliar a Bolsonaro após internação por pneumonia

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O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), acatou nesta terça-feira (24) o pedido da defesa e aprovou a solicitação de prisão domiciliar temporária de 90 dias ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O prazo começará a contar a partir do momento em que o ex-presidente receber alta do Hospital DF Star, em Brasília, onde está internado desde o dia 13 de março.

Na segunda-feira (23), a PGR se manifestou favorável a transferência do ex-presidente para o regime domiciliar. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que ficou demonstrado por laudos médicos que a saúde de Bolsonaro precisa de vigilância constante, o que pode ser melhor oferecido no “ambiente familiar”.

Moraes determinou as condições que devem ser seguidas por Bolsonaro durante o cumprimento da prisão domiciliar:

Uso de tornozeleira eletrônica com área de inclusão do monitoramento limitando-se ao endereço residencial; Autorização de visitas permanentes dos filhos às quarta-feiras e sábados, em um dos seguintes horários: 8h às 10h, 11h às 13h e 14h às 16h.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, Laura Bolsonaro, e Letícia Marianna Firmo da Silva, enteada do ex-presidente, não precisarão de autorização já que residem na mesma casa em que o ex-presidente; Autorização de visitas permanentes de seus advogados todos os dias de semana, inclusive aos finais de semana e feriados, iniciando-se às 8h20min até as 18h, sempre por 30 (trinta) minutos, mediante agendamento prévio; Autorização de visita permanamente da equipe médica previamente designada pelo atendimento ao ex-presidente; Autorização para sessões permanentes de fisioterapia;
Autorização para internação urgente de Bolsonaro caso seja necessário, sem ser preciso de autorização judicial; Proibição do uso de celular, telefone ou qualquer outro meio de comunicação externa; Proibição do uso de redes sociais diretamente por Bolsonaro ou por terceiros; Proibição de gravação de vídeos ou áudios diretamente por Bolsonaro ou por terceiros.

Aliados de Bolsonaro apostavam nos últimos dias em uma decisão concedendo a prisão domiciliar ao ex-presidente como forma de o ministro tentar aliviar a pressão sobre o tribunal diante da crise.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente e pré-candidato à Presidência, se reuniu nesta semana com Moraes para reforçar o pedido apresentado pelos advogados de Bolsonaro. A esposa de Bolsonaro, Michelle, também teve encontro com o ministro nesta segunda-feira (23).

Com a decisão, Bolsonaro retorna para a prisão domiciliar depois de quatro meses. Em 4 de agosto, Moraes decretou a prisão domiciliar após o ex-presidente descumprir medidas cautelares impostas pelo STF.

Quatro meses depois, no dia 22 de novembro, o ex-presidente foi preso preventivamente pela Polícia Federal após violar a tornozeleira eletrônica. Moraes determinou na ocasião a transferência de Bolsonaro para a Superintendência da PF em Brasília.

CNN Brasil

Paciente denuncia suposta cobrança irregular por atendimentos na Policlínica do HU-Univasf; gestão da unidade apura acusações

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Uma paciente da Policlínica do Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf), em Petrolina, no sertão de Pernambuco, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para denunciar possíveis irregularidades no acesso a serviços de saúde pública. De acordo com ela, que preferiu não se identificar, há um esquema de cobranças indevidas por exames, consultas e até cirurgias dentro do hospital, que integra a rede pública.

“Existe uma máfia dentro do hospital cobrando por exames, consultas e cirurgias, prejudicando toda a população. Eu mesma já percebi essa movimentação suspeita por lá. Por conta deste esquema, a gente que tenta fazer tudo da maneira correta, enfrenta dificuldades para ter acesso ao serviço. Eu perdi meu benefício do INSS porque não consegui fazer os exames e pegar um novo laudo”, acusa a paciente.

Ela afirma ainda que chegou a registrar a situação na ouvidoria da unidade na última segunda-feira, mas, até o momento, não teria recebido retorno.

“Fiz a denúncia na ouvidoria e ainda não tive resposta. A gente fica sem saber a quem recorrer. Eu, como paciente, consegui perceber essa situação. Como a chefia não vê? Não tem ninguém para fiscalizar ou será que estão envolvidos?”, questionou.

O PNB encaminhou a denúncia para a gestão do HU-Univasf/Ebserh em busca de um posicionamento. Em nota, a instituição informou que “reafirma seu compromisso com a transparência, a ética e a prestação de serviços de saúde 100% gratuitos, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Reforçamos que nenhum valor deve ser cobrado por consultas, exames, cirurgias ou qualquer assistência prestada nesta instituição. A manifestação registrada via Ouvidoria está sendo devidamente apurada junto às áreas competentes e será respondida tão logo seja possível. Atualmente, o tempo médio de resposta é de 8 dias, mais rápido que o prazo estipulado pela Lei n.º 13.460/2017, que prevê até 30 dias para resposta. Denúncias que apontem indícios de irregularidades administrativas ou criminais são tratadas com sigilo e rigor. Caso comprovadas, as medidas disciplinares e legais cabíveis são aplicadas imediatamente”.

Redação PNB 

Candidatos seguem criticando atraso e falta de transparência em processo seletivo da UPA de Juazeiro

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Candidatos que participam do processo seletivo da UPA de Juazeiro, na região Norte da Bahia, continuam criticando os atrasos na divulgação do resultado e falta de comunicação por parte da empresa responsável pela seleção, o Instituto Imodernizar. Em relato enviado ao Portal Preto no Branco, um dos candidatos classificou o caso como “inadmissível”.

“O resultado deveria ter saído no dia 18 de março. Depois, fizeram uma retificação mudando para o dia 22, mas até o dia 23 não saiu absolutamente nada. Nem lista, nem nota explicando o atraso”, afirmou.

Segundo ele, a indefinição tem causado ainda mais preocupação por conta dos prazos seguintes previstos no edital. “Os documentos de admissão, conforme a retificação, devem ser entregues entre os dias 24 e 25 de março. Mas como a gente vai entregar documentação sem saber se foi classificado? Como se preparar assim, de última hora?”, questionou.

O candidato relata que já cumpriu todas as etapas exigidas e, mesmo assim, não recebeu qualquer retorno. “A gente fez tudo que estava no edital, se dedicou, estudou, e agora fica sem resposta. Isso é uma falta de respeito com quem está buscando uma oportunidade”, desabafou.

Ele também aponta dificuldades de contato com a empresa. “Ninguém responde no Instagram, não respondem e-mail e não tem nenhuma atualização no site oficial. Está um silêncio total”, disse.

Outro ponto levantado é o cronograma previsto para início das atividades. “O edital fala em começar no dia 1º de abril. Mas como isso vai acontecer se nem divulgaram quem passou? Está tudo muito confuso”, completou.

O candidato acrescenta ainda que diante da situação, cresce a desconfiança entre os participantes. “Isso está soando como fraude. Não é possível um processo desse porte acontecer sem nenhuma transparência. Se não houver resposta, vou entrar na Justiça. Não posso ser prejudicado”, declarou.

O candidato cobra um posicionamento urgente do Instituto Imodernizar. “O mínimo que esperamos é respeito, transparência e cumprimento dos prazos. São profissionais da saúde, pessoas que dependem desse trabalho”, reforçou.

Outras reclamações 

Candidatos seguem questionando sobre divulgação do resultado da seleção para a UPA de Juazeiro

 

Redação PNB 

“A situação é preocupante”: alertam moradores sobre risco de desabamento e saques em imóvel incendiado no bairro João XXIII, em Juazeiro

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Moradores do bairro João XXIII, em Juazeiro, na região Norte da Bahia, estão preocupados com a situação de um imóvel atingido por um incêndio no último dia 3 de março, na Rua Rio de Janeiro. Conforme os relatos, o local segue abandonado, sem qualquer tipo de isolamento, e tem sido invadido constantemente.

“Depois do incêndio, o local virou alvo de saqueadores. Já roubaram os portões de metal, a fiação, a porta de madeira, computador e todo o material que o fogo não destruiu. Homens, mulheres e crianças estão constantemente entrando no local para procurar itens”, afirmou.

O maior medo, segundo os moradores, é o risco de desabamento. “As paredes estão caindo, o teto já desabou e só está segurando nas ferragens. Aquilo pode cair a qualquer momento. É um perigo real de alguém morrer ali dentro”, alertou.

A falta de providências  também foi destacada pelos vizinhos. “O dono do imóvel não interditou, não fez nada. O locatário já foi embora e deixou daquele jeito. E quem mora aqui é que fica com esse risco na porta de casa”, criticou.

Diante da situação, os moradores cobram providências urgentes. “O que a gente quer é simples: que limpem e interditem o local antes que aconteça uma tragédia. Do jeito que está, é só questão de tempo”, reforçou.

Encaminhamos o alerta dos moradores para a Defesa Civil de Juazeiro e aguardamos um posicionamento do órgão.

Redação PNB 

Juazeiro é representado no 8° Encontro das Guardas Femininas da Bahia, em Ilhéus

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O município de Juazeiro foi representado no 8º Encontro das Guardas Femininas da Bahia, realizado em Ilhéus, entre os dias 19 e 21 de março. O evento acontece anualmente e reúne mulheres das Guardas Civis Municipais de diversas cidades do estado, promovendo o fortalecimento, a valorização e a troca de experiências entre as corporações.

Durante o encontro, foram debatidos temas relacionados à presença e ao protagonismo da mulher na segurança pública brasileira, sob a perspectiva do “de dentro para fora”, evidenciando uma trajetória marcada por resistência, transformação identitária e ocupação de espaços tradicionalmente masculinos. Ficou destacado que a força feminina vai além da capacidade física ou da atuação repressiva, abrangendo liderança, inteligência, perícia e uma abordagem mais humanizada, aspectos essenciais para a eficácia das instituições.

Também foi ressaltado que a inclusão de mulheres nas forças de segurança contribui para uma atuação mais sensível e humanizada, especialmente no atendimento a vítimas de violência doméstica e sexual, tornando a segurança pública mais justa e eficiente.

Em Juazeiro, as mulheres também têm papel de destaque na segurança pública, ocupando posições estratégicas e atuando na proteção da sociedade. Um exemplo é a inspetora-chefe da Guarda Civil Municipal, Hermínia Dias, que, com firmeza e sensibilidade, comanda a corporação.

A instituição foi representada no encontro pela coordenadora da Patrulha Maria da Penha da GCM, inspetora Magnólia da Cruz, além das inspetoras Jeane Marques e Neuza Miranda, e da GCM 3ª classe Marta. Elas atuarão como multiplicadoras, compartilhando as experiências adquiridas com as demais integrantes das Guardas Femininas de Juazeiro.

A coordenadora da Patrulha Maria da Penha, inspetora Magnólia, destacou a importância do evento para o fortalecimento da integração entre as instituições e o protagonismo feminino na sociedade.

“Os temas abordados no encontro estão diretamente relacionados ao espaço cada vez maior conquistado pelas mulheres na sociedade, inclusive na segurança pública. São experiências que iremos compartilhar com as demais colegas, incentivando uma maior participação nos próximos encontros e fortalecendo a integração entre as instituições baianas”, pontuou.

ASCOM PMJ

Juazeiro marca presença no 101° encontro da ABRACEM, em Caruaru

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A Prefeitura de Juazeiro marcou presença no Encontro Nacional da Associação Brasileira das Centrais de Abastecimento (ABRACEM), realizado entre os dias 18 e 20 de março, em Caruaru (PE). Com o tema “As Ceasas como força do desenvolvimento: modernas, humanas e sustentáveis”, o evento promoveu debates sobre ações efetivas de combate ao desperdício e de fortalecimento da segurança alimentar e nutricional, incluindo a implementação de soluções inovadoras de reaproveitamento de alimentos, como compostagem, biodigestores e transformação em ração animal.

O encontro reuniu representantes das Ceasas de todo o Brasil, promovendo um importante intercâmbio de experiências, fortalecimento de conexões e construção de caminhos para o futuro dessas centrais. Entre os principais objetivos estão o aumento da comercialização, a otimização da captação e destinação social dos alimentos, além da redução do desperdício e da ampliação do acesso à alimentação saudável, contribuindo diretamente para o combate à fome no país.

O diretor-presidente da Autarquia Municipal de Abastecimento (AMA), Celso Leal, representou o município na 101ª edição do encontro da ABRACEM. Ele destacou que o evento contribui significativamente para a adoção de soluções tecnológicas e inovação no desenvolvimento das centrais de abastecimento.

“Os encontros da ABRACEM têm um papel importantíssimo para as centrais de abastecimento de todo o Brasil. Aqui, obtemos informações essenciais para conquistar avanços, seja na inovação, na tecnologia, no combate à fome ou na redução do desperdício de resíduos sólidos nas Ceasas”, pontuou.

As Ceasas desempenham um papel crucial na garantia da segurança alimentar e nutricional, por meio de iniciativas como os bancos de alimentos, além de promoverem a comercialização e distribuição de produtos seguros e saudáveis, combatendo ativamente o desperdício.

Ascom