Com muito forró e animação, arraiá HU-Univasf contagia pacientes e familiares com clima de São João

Com muito forró e animação, arraiá HU-Univasf contagia pacientes e familiares com clima de São João

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Milho assado, canjica, pamonha, forró e toda a alegria dos festejos juninos fizeram parte da segunda edição do São João do HU-Univasf. Na manhã de ontem (22) o hospital foi decorado com bandeirolas, varal de cordel e balões para envolver os colaboradores, pacientes e acompanhantes no clima da festa mais popular do Nordeste.

Foram servidas comidas típicas e os colaboradores organizaram uma quadrilha que circulou pelos corredores do hospital, acompanhada de um trio pé de serra, levando muito forró e animação.  O São João do HU-Univasf foi realizado através da parceria entre a Divisão de Gestão de Pessoas e a equipe Multiprofissional do hospital. O objetivo foi proporcionar alegria para os pacientes, acompanhantes e colaboradores.

“Os festejos juninos fazem parte da nossa cultura e são muito valorizados no Vale do São Francisco. Estamos muito felizes com o resultado do evento. ”, afirmou a psicóloga da Divisão de Gestão de Pessoas do HU-Univasf, Rúbia Seabra.

Para Galdisberto Cruz do Nascimento (32 anos), que está acompanhando o seu pai durante o internamento, a iniciativa animo a todos. “ Gostei muito da ideia, por que interagem com os pacientes e quem gosta fica escutando, como o meu pai que é um forrozeiro de muito tempo. Hoje ele está nessa situação, mas se Deus quiser ele vai se recuperar. Ele ficou muito contente em ouvir um forrozinho.”,  disse.

O arraiá do Hu-Univasf ainda reservou uma grata surpresa, o paciente Josean Amorim Venâncio (26 anos), do município de Casa Nova-BA, foi contagiado pela animação e resolveu entrar na brincadeira assumindo o comando do triangulo do trio pé de serra e tornando a festa ainda bonita.

A relação de Josean com a música vem de longa data, o paciente que está internado aguardando cirurgia para tratar de uma fratura causada por um acidente, contou como um instrumento o salvou de consequências mais graves. “A sanfona salvou minha vida, eu vinha de um forró na moto com o meu pai e quando sofremos o acidente eu estava segurando uma sanfona. Ela absorveu todo o impacto, assim, fraturei apenas a perna. ”.

Fonte: Ascom HU-Univasf

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