
Mais de 3 mil juazeirenses saíram às ruas do centro da cidade em protesto contra as Reformas da Previdência e Trabalhista, na manhã desta sexta-feira (31). No ato estiveram presentes professores, trabalhadores de outras áreas, sindicatos e estudantes.

Os manifestantes saíram da APLB-sindicato e foram em direção ao Centro. Como em outros movimentos que aconteceram em todo o Brasil, parando rodovias e estradas, a manifestação de Juazeiro passou pela Ponte Presidente Dutra. “Nós decidimos passar pela ponte. Ela ficou parada apenas para presenciar a passagem dos manifestantes que subiram pela rampa ao lado do Banco do Brasil e desceram na rampa do lado da Orla Nova”, explica o presidente da APLB, Gilmar Nery.

Após a caminhada, o movimento se concentrou na Praça Antonílio de França Cardoso para o ato público de protesto. De acordo com Gilmar, o diferencial da manifestação desta sexta-feira foi a participação de vários alunos que se juntaram a causa. “Hoje, os jovens estudantes das escolas públicas se juntaram a nossa luta. E a educação deu, mais uma vez, uma demonstração de força e de luta nessa grande caminhada rumo a barrar a PEC”, conta.
Ainda nesta sexta-feira, será realizado mais um ato contra as Reformas da Previdência e Trabalhista, na Praça do Arco da Ponte, a partir das 17h. Na ocasião haverá apresentações culturais e mesa redonda para discutir sobre as reformas propostas pelo presidente Michel Temer.
Mototaxistas também foram as ruas
Com o objetivo de cobrar uma maior fiscalização no serviço e combater os mototáxis clandestinos, os mototaxistas regularizados da cidade realizaram um protesto na manhã de hoje (31). A manifestação ocorreu em frente à sede da Companhia de Segurança, Trânsito e Transportes (CSTT).
Os mototaxistas cobraram do secretário Damião Medrado medidas mais rigorosas para acabar com a classe clandestina. Eles também pediram ações do governo municipal que melhorassem a segurança da categoria.
Da Redação



