
Na tarde de ontem (29), o governo de Jair Bolsonaro derrubou o primeiro destaque de autoria do PSOL, que modificaria o texto-base do projeto da reforma dos militares.
A emenda rejeitada apresentava proposta de substituir o adicional de habilitação militar, as gratificações por cursos realizados, por um reajuste linear para todos os integrantes das Forças Armadas, e teria um impacto estimado de R$ 130 bilhões em uma década, segundo a equipe econômica.
Houve protesto. O presidente foi chamado de “traidor”, pelos manifestantes que acompanhavam a sessão.
A a sessão foi suspensa, faltando três destaques para serem votados. O projeto propõe ajustes nas regras previdenciárias dos militares e uma restruturação das carreiras das Forcas Armadas, com reajuste de gratificações.
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Da Redação com informações da Agência Brasil



