Brasil tem 39.144 casos confirmados e 2.484 mortes por coronavírus

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Até as 6h40 desta segunda-feira (20), 39.144 casos foram confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil, com 2.484 mortes. Os números foram divulgados pelo Bem Estar, em parceria com as Secretaria Estaduais de Saúde.

Neste domingo (20), o estado de São Paulo, onde há o maior número de contágios no país, chegou à marca de mil mortes, com 24 novos óbitos. O total de casos confirmados no estado foi de 14.267. Em várias capitais do país, as ofertas de leitos vem diminuindo. No Amazonas, por exemplo, os hospitais públicos já entraram em colapso. Em Manaus, até nas unidades básicas de saúde, há pacientes em estado grave. Na quinta-feira (16), o Ceará já havia se tornado o primeiro estado a ter ocupação total dos leitos de unidade de terapia intensiva. No Rio de Janeiro, quatro emergências já estão sem vagas.

Balanço divulgado pelo Ministério da Saúde no fim da tarde de domingo apontava 38.654 casos no país e 2.462.

Mundo – Mundo tem mais de 2,4 milhões de casos confirmados, mais de 165 mil mortes e 628 mil pacientes recuperados, segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins.

INFORMAÇÕES IMPORTANTES

Diagnóstico – O diagnóstico do coronavírus é feito com a coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou indução de escarro). Na suspeita de coronavírus, é necessária a coleta de uma amostra que será encaminhada para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-BA). Para confirmar a doença, é necessário realizar exames de biologia molecular que detecte o genoma viral. O diagnóstico do coronavírus é feito com a coleta de amostra, que está indicada sempre que ocorrer a identificação de caso suspeito.

O paciente com diagnóstico positivo para o novo coronavírus pode cursar com grau leve, moderado ou grave. A depender da situação clínica, pode ser atendido em unidades primárias de atenção básica, unidades secundárias ou precisar de internação. Mesmo definindo unidades de referência, não significa que ele só pode ser atendido em hospital.

CUIDADOS

Com as mãos
1. Lave as mãos até o pulso com água e sabão antes de sair de casa, por pelo menos 20 segundos – uma dica para controlar esse tempo é cantar ‘Parabéns’ duas vezes. Se não tiver água, use álcool gel 70% – que, aliás, está sumindo das prateleiras.
2. A lavagem das mãos deve contemplar a palma, o dorso, os punhos, entre os dedos, o polegar e as unhas.
3. Repita o processo diversas vezes no decorrer do dia, principalmente antes de pegar em alimentos.
4. Evite tocar nos próprios olhos, nariz e boca sem que as mãos estejam lavadas.
5. Lave as mãos depois de tocar em maçanetas e outras superfícies de uso compartilhado.

Transporte
6. No ônibus, o melhor é manter a janela aberta para evitar a concentração do vírus. Limpe as mãos depois de segurar nas barras e corrimãos.
7. No carro, desligue o ar-condicionado e abra as janelas para evitar a concentração do vírus.

Relações pessoais
8. Na escola e no trabalho, fale sem tocar. Cumprimentos de mãos, abraços ou beijos no rosto devem ser substituídos por acenos.
9. Mantenha distância de 1 metro entre as pessoas, principalmente das que estiverem doentes.
10. Fique sempre atento a quem está ao seu lado, e evite tocar nos mesmos locais de quem está com sintomas de doenças respiratórias.
11. Ao chegar em casa, não cumprimente idosos e pessoas com problemas respiratórios até que você esteja higienizado.
12. Evite shows e eventos com aglomerações de pessoas.

Higiene
13. Quando chegar em casa, tome logo banho e troque de roupa.
14. Em casa, limpe e desinfete objetos e superfícies tocadas com frequência, como celular, móveis etc.
15. Se ficar doente, fique em casa. Se não for possível, lembre-se de usar máscaras. Elas devem ser utilizadas prioritariamente por quem está doente.
16. Sempre que for tossir ou espirrar, cubra a boca e o nariz com lenço descartável ou com o braço.
17. Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão de contato e de gotículas, como máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção.

Suspeita e tratamento
18. Caso tenha viajado para áreas de risco, tido contato com alguém que esteve nesses locais ou com alguém já contaminado, procure um médico e monitore os sintomas.
19. Observe. Os sintomas levam até 14 dias para se manifestar e os mais comuns são febre, tosse, e dificuldade para respirar.
20. Os casos graves são encaminhados a um hospital de referência para isolamento e tratamento.
21. Nos casos menos graves são adotadas medidas de precaução domiciliar, como repouso e consumo de bastante água, além de medicamento para dor e febre, e banho quente.
22. Pessoas em isolamento domiciliar não devem ter contato com outras, não podem sair de casa nem compartilhar objetos pessoais. O tempo de recuperação varia.
23. Fique hidratado e bem alimentado para ajudar a reforçar o sistema imunológico.

*com informações Bem Estar

Da Redação

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