
Luciano Havan, dono da rede de lojas Havan, e outros três bolsonaristas: Edgard Corona, dono da SmartFit, o humorista Rey Biannchi e o militar da reserva Winston Lima, tiveram o sigilo bancário quebrado, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Os quatro são suspeitos de integrarem um grupo, acusado de financiar uma máquina de disparo de fake news contra o STF e Congresso Nacional.
As informações são da revista Época.
Da Redação


