Líder da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, Eduardo Bolsonaro ignora invasão nos EUA

 

Figura constante no Twitter e que costuma acompanhar de perto e se manifestar frequentemente sobre a situação política nos EUA, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), por ora, ignora a invasão ao Congresso norte-americano, que resultou em prisões e mortes nesta quarta-feira (6).

O deputado chegou a ser cotado para ser o embaixador do Brasil nos Estados Unidos, plano pretendido por Jair Bolsonaro, mas que não foi para frente.

Até às 16h desta quinta-feira (7), o líder da Comissão de Relações Exteriores da Câmara se manteve calado sobre o assunto. Ele já chegou a fazer postagens sobre outros assuntos, mas ainda não se pronunciou sobre a tentativa de radicais trumpistas de impedir a tomada de posse de Joe Biden.

Curiosamente, Eduardo esteve essa semana em visita ao país, para se reunir com Ivanka Trump, filha do presidente derrotado na eleição, o republicano Donald Trump.

O seu pai, o presidente da República em exercício, Jair Bolsonaro, contemporizou a invasão e reafirmou o seu apoio a Donald Trump. Ele se limitou a justificar o ato de extremistas pela falta de segurança no processo eleitoral do país.

Em  declaração no mínimo contraditória, Bolsonaro disse que o Brasil pode viver o mesmo problema em 2022, caso não mude para o voto impresso – modelo utilizado nos EUA.

Agência Brasil

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