Secretaria de Saúde diz que a readequação do Hospital de Campanha de Juazeiro tem respaldo legal e vai atender dentro dos padrões sanitários

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Em resposta aos questionamentos do vereador Alex Tanuri sobre a “readequação” do Hospital de Campanha de Juazeiro, como informou a gestão municipal, a Secretaria de Saúde afirmou que “A Prefeitura de Juazeiro, com responsabilidade legal, realizou as adequações necessárias para humanizar o atendimento aos pacientes com Covid-19 no Hospital de Campanha, respaldada no contrato administrativo Nº 081/2020 vigente até 22 de março de 2021 e já com solicitação de prorrogação por mais 6 meses. Esse é um compromisso da gestão municipal com a saúde pública oferecendo um atendimento de qualidade, seguindo padrões exigidos pelas autoridades sanitárias, com o objetivo de salvar vidas”.

Em nota enviada ao PNB, a Sesau disse que o vereador “apresenta apenas distorções de um grande benefício à comunidade juazeirense”.

“Lamentamos que as melhorias no equipamento público, tão necessárias como separação entre os leitos, para evitar contaminação entre as pessoas durante a avaliação médica, implantação da Sala Vermelha criada para o atendimento a pacientes mais graves, equipada com mais respiradores e a recepção para acolhimento, sejam menos importantes do que uma cena política, por parte de um legislador, que apresenta apenas distorções de um grande benefício à comunidade juazeirense” (Ascom).

Entenda o caso

Alex Tanuri, em matéria da sua assessoria de comunicação, fez questionamentos sobre a obra de readequação, que segundo ele acontece “há duas semanas e a prefeitura não fez sequer um comunicado à população, mesmo no momento de crescimento dos números da pandemia?”

“Se uma obra está acontecendo, onde foi fixada a placa conforme determina a legislação? Qual empresa está fazendo a intervenção? Quando a licitação foi realizada e por que não houve publicação de edital?”

Segundo Tanuri, as denúncias serão entregues aos Ministérios Públicos Estadual e Federal. “Eles agora terão que explicar não somente o fechamento do hospital, mas terão que apresentar provas da tal intervenção, inclusive documentando o processo licitatório que aparentemente não existe”, completou o vereador.

Da Redação

 

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