Juazeiro: “Com o Toque de Recolher tem academia amontoando gente e sem exigir a máscara”, alertam frequentadores

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A leitora Souzane Cruz, 34 anos, entrou em contato com nossa redação para questionar a fiscalização nas academias, após o Toque de Recolher decretado pelo Governo do Estado, e que reduziu o horário de funcionamento.

De acordo com ela, algumas academias, em Juazeiro, estão colocando muito mais alunos que a capacidade permitida, o que facilita a propagação do novo coronavírus, em linha crescente na maioria dos municípios baianos.

“Se a maioria das academias funcionavam das cinco da manhã até às dez da noite, com a redução no horário, indo somente até às oito, está existindo sim superlotação em alguns horários. Os donos visam lucros e não dispensam clientes. Tem academia amontoando gente e em um espaço fechado, bem propício a propagação do vírus”, denunciou a leitora.

Souzane relatou ainda que, teve que deixar a academia que frequentava por conta da lotação no horário em que ela fazia atividade física.

“Meu horário era após às 18 horas, creio eu, o mais procurado pelos alunos que trabalham durante o dia. Desde que iniciou o Toque de Recolher, espremeram gente no espaço para o treino até o horário permitido, sem respeitar a capacidade segura de pessoas no ambiente. Temendo me contaminar, deixei a atividade. Não há controle e nem fiscalização”, contou.

Outra leitora, que não quis ser identificada reforçou a preocupação.  “Na academia que frequento, em Juazeiro, o horário da manhã está triste. Não tem controle. Muita gente no mesmo horário”.

Ela questiona a fiscalização e também aponta outro descumprimento às medidas sanitárias.

“Poucos usam máscaras, a maioria põe no queixo. Observo até funcionários sem máscara ou usando a proteção no queixo, o que nada adianta. A direção das academias precisa fazer cumprir as regras para que a gente possa treinar com segurança. Os órgãos públicos precisam fiscalizar, pois está tudo sem nenhum controle”, alertou a leitora.

Estamos encaminhando a reclamação para os órgãos fiscalizadores.

Da Redação/ Foto ilustrativa 

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