“Estamos sendo obrigados a descumprir o Toque de Recolher”, alunos do Centro Educacional FESN de Juazeiro reclamam de redirecionamento das aulas presenciais para Petrolina; FESN responde

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Alunos do Centro educacional FESN, em Juazeiro, no Norte da Bahia, procuraram o Portal Preto no Branco, para reclamar de uma medida adotada pela direção da instituição, e que segundo eles, está prejudicando os estudantes.

De acordo com a reclamação, após a liberação das aulas presenciais no Estado de Pernambuco, os estudantes de Juazeiro, onde as atividades continuam suspensas e está sob o Toque de Recolher, estão sendo obrigados a se deslocarem para o município de Petrolina, no Sertão Pernambucano.

“O que está acontecendo é um descaso. Estamos obrigados a descumprir o Toque de Recolher. As aulas estão acontecendo no período da noite, mesmo os alunos estando matriculados no período da manhã e da tarde. Juazeiro, com o Toque de Recolher, proíbe a circulação de pessoas nas ruas e nós temos que descumprir, inclusive, passando o constrangimento de sermos abordados pela fiscalização. Estes decretos de Juazeiro e Petrolina deveriam ser estudados de forma conjunta, pois as cidades têm uma vida em comum. Além disso, nós, que dependemos do transporte coletivo, estamos expostos à diversos riscos por estarmos transitando tarde da noite na rua, principalmente os que moram em bairros distantes”, reclamaram os estudantes, que preferiram não ser identificados.

Os alunos afirmaram ainda que já procuraram a direção do Centro Educacional para tentar achar uma solução para o impasse, mas até hoje nada foi resolvido.

“Até para ter uma comunicação com a instituição está difícil, pois mandamos mensagem eles não respondem. Ligamos e eles não atendem”, finalizaram.

O PNB encaminhou a reclamação para a FESN, que, em nota, se manifestou sobre a reclamação dos alunos. A instituição disse que a opção de frequentar as aulas em Petrolina “foi dada unicamente pensando no nosso aluno, para que ele não necessitasse interromper o seu curso e atrasar a sua formação técnica, adiando assim, seu ingresso ao mercado de trabalho”. E reforço que “os alunos que não se sentirem à vontade ou sem condições de aceitarem a migração, podem aguardar a liberação do governo do estado da Bahia para assistirem suas aulas na sua unidade de origem”.

Confira:

A FESN unidade Petrolina/Juazeiro vem por meio desta nota prestar esclarecimento aos questionamentos que nos chegaram em relação a possibilidade de alunos matriculados em Juazeiro-BA poderem ser migrados para a nossa unidade de Petrolina.

Primeiramente, gostaríamos de deixar explicito que a FESN vem acompanhando de perto todas as decisões em relação aos decretos que visam a contenção do novo corona vírus, sempre buscando cumprir todas as diretrizes anunciadas pelos governantes, que são os que possuem o poder de implementá-las.

Pois bem, dito isso, o governo da Bahia continua com a proibição de aulas presenciais em todo o território estadual, desta maneira, a nossa instituição resolveu propor que alunos matriculados em Juazeiro possam dar continuidade ao seu curso na unidade de Petrolina-PE, uma vez que, o governo pernambucano decretou a volta das aulas presenciais em todo território estadual.

Essa opção foi dada unicamente pensando no nosso aluno, para que ele não necessitasse interromper o seu curso e atrasar a sua formação técnica, adiando assim, seu ingresso ao mercado de trabalho. Reforçamos que, essa proposta de migração não é uma imposição, pelo contrário, é uma OPÇÃO, um SOLUÇÃO.

Reforçamos que, os alunos que não se sentirem à vontade ou sem condições de aceitarem a migração, podem aguardar a liberação do governo do estado da Bahia para assistirem suas aulas na sua unidade de origem.

Destacamos ainda que, todos os alunos que aceitarem a migração temporária terão descontos em todas as parcelas vincedas como forma de compensar os custos de transporte até à cidade vizinha.

A FESN sempre esteve e sempre estará a inteira disposição para quaisquer esclarecimento, como sempre fez desde o início da sua longa história de serviços prestados na área educacional, formando profissionais de qualidade.

 

Da Redação/ Foto ilustrativa

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