Mototaxistas de Juazeiro cobram fiscalização e punições mais rigorosas para atuação dos clandestinos; CSTT responde

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(foto arquivo)

 

Há anos os mototaxistas regularizados do município de Juazeiro, no Norte da Bahia, cobram uma fiscalização mais rigorosa e punições para o serviço prestado de forma clandestina.

Apesar de diversas reclamações e da mudança na gestão municipal, o problema continua, como relatou um profissional do Portal Preto no Branco. De acordo com ele, que preferiu não ser identificado, os mototaxistas clandestino circulam livremente pelas ruas da cidade, sem nenhuma punição.

“A prática do transporte irregular só cresce, enquanto o serviço regularizado está chegando ao fim. Juazeiro parece uma terra sem lei, onde tudo é permitido. Para trabalharmos da maneira correta precisamos cumprir diversos requisitos e pagar taxas. Por isso, não é justo que outras pessoas realizem o serviço de forma irregular, sem nenhuma garantia de segurança para os usuários, e descumprindo a lei livremente”, reclamou.

O profissional afirmou ainda que o órgão responsável pela fiscalização tem conhecimento dos locais onde os mototaxistas clandestinos atuam, mas ainda assim, nada é feito.

“Eles sabem, por exemplo, que vários motociclista que prestam o serviço irregular ficam nas proximidades do Mercado do Produtor de Juazeiro, mas não fazem nada. Já cansamos de cobrar e não percebemos nenhuma melhora nesse sentido”, finalizou.

O PNB encaminhou a reclamação para a Companhia de Segurança Trânsito e Transporte de Juazeiro. Em nota, o órgão informou que intensificou as fiscalizações para coibir o serviço clandestino.

Veja a nota na íntegra:

A Prefeitura de Juazeiro, através da CSTT, esclarece que diariamente está realizando fiscalizações para coibir tal prática, e inclusive intensificou as operações em parceria com o setor de transporte e a Guarda Civil Municipal, seguindo um cronograma de ações. A CSTT tem mantido um diálogo junto a Associação de Mototaxistas de Juazeiro (AMJ), para que estes profissionais não sejam prejudicados ao prestarem o serviço.

Vale lembrar que nesta gestão eles voltaram a ter o direito de um condutor reserva e também foram autorizados a utilizar veículos que realizam esses serviços, fabricados a partir do ano de 2013, não importando o ano-modelo, excepcionalmente, pelos próximos dois anos.

Em tempo, a CSTT orienta que reclamações e denúncias como esta sejam formalizadas no órgão, assim, em colaboração com o poder público municipal, as ações de fiscalização serão realizadas com mais eficiência e agilidade.

Para mais informações, a população pode entrar em contato com a CSTT através do número (74) 3611-8836.

 

Da Redação

 

 

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