O Portal Preto no Branco recebeu nesta quinta-feira (01), mais reclamações sobre construções irregularidades em áreas públicas no município de Juazeiro, no Norte da Bahia. Uma delas estaria acontecendo no Pátio da Feira Livre do bairro João Paulo II.

(foto arquivo pessoal)
De acordo com um leitor, que preferiu não ser identificado, um box particular está sendo construído em um terreno doado pela gestão municipal.
“Venho aqui deixar minha indignação ao governo de Suzana Ramos, onde a própria doou um terreno pra a construção de um boxe de um particular. O proprietário é conhecido como Deda, e segundo ele, o terreno foi cedido pela própria prefeita. Mas como isso pode acontecer? Então que dizer que vai vira baderna? Todo mundo vai querer receber um espaço também. A gestão não tem capacidade de fazer uma feira organizada, mas acha que virou dona do município e a que pode fazer seus ajeitadinhos, sem pensar no coletivo. O Ministério Público deve tomar providências urgente”, criticou o leitor.
Outra reclamação veio do permissionário do Mercado do Produtor, Ubirajara Queiroz. De acordo com ele, construção está sendo realizada em um espaço que era utilizado para o acesso de comerciantes e funcionários de um galpão.
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(fotos arquivo pessoal)
“Prefeita e diretor do Ceasa, existe isso? A ventilação das frutas vai ficar onde? Observem suas atitudes e veja o que vou dizer. Esse beco é para o comerciante entrar e sair. Agora olhem a construção que está sendo feita. Dizem que o Ceasa está sobrecarregado de caminhão, carrinheiro, mas como está sobrecarregado se existe mais construção?”, questionou o permissionário em um vídeo encaminhado ao PNB
Ubirajara aponta ainda que a obra está sendo realizada pelo comerciante Luciano do Vale.
“Prefeita, pelo amor de Deus. Nós que votamos na senhora não temos condições de ter dois paletes, agora olha o lugar que eles estão invadindo, pois todo projeto diz que no Ceasa não tem lugar mais para nada, a não ser para os corruptos”, acrescentou.
Veja o vídeo na íntegra:
O PNB está encaminhando as reclamações para a Secretaria de Meio ambiente e Ordenamento Urbano e para a Agência Municipal de Abastecimento.
Da Redação



