O acusado de ser um dos mandantes do homicídio do médico pediatra Júlio César de Queiroz Texeira, de 44 anos, continua foragido. O crime aconteceu no dia 23 de setembro, dentro da clínica onde a vítima trabalhava, no município de Barra, no oeste da Bahia.
Ao PNB, familiares do médico informaram que está sendo oferecida uma recompensa de R$ 15.000 para quem passar informações concretas sobre o paradeiro do suspeito, identificado como Diego Santos Silva, conhecido como Diego Cigano.

“A recompensa está sendo oferecida pelo grupo ‘Liga da Justiça de Xique-Xique/BA e Barra/BA’. A identidade do denunciante ficará no anonimato. Precisamos encontrar um pouco de paz com a punição dos responsáveis por essa atrocidade. Assim esperamos, confiamos fielmente na justiça divina também”, declarou uma prima da vítima.
Outros quatro suspeitos de envolvimento no crime já foram presos. Na última quinta-feira (30), um casal foi preso acusado de ter atuado como “olheiros” para os assassinos de Júlio César.
De acordo com a polícia, o homem e a mulher estavam no consultório e teriam informado o momento da chegada do médico ao local. Eles teriam confessado a participação durante depoimento.
Já o acusado de efetuar os disparos contra o médico, identificado como Jefferson Ferreira, foi preso na segunda-feira (27), em Barra. O cúmplice, que levou o atirador até a clínica, foi identificado como Ranieri Magalhães Bonfim, também já foi detido.
Ainda segundo a polícia, os suspeitos disseram que receberam R$ 4 mil para cometer o assassinato.
O coordenador da 14ª Coorpin/Irecê, delegado Ernandes Reis Santos Júnior, informou que o crime foi motivado por um suposto assédio da vítima contra a esposa do mandante do crime, porém, a família do médico contesta a informação.
Em nota, os familiares de Júlio César também julgaram como “precipitada e temerária” uma nota divulgada pela assessoria de comunicação da Polícia Civil, em que afirmava que o caso foi elucidado.
“Elucidar significa esclarecer, decifrar, explicar de forma a não restar mais dúvidas a respeito do ocorrido. E sabemos que este caso ainda não foi elucidado inclusive pelo fato de que, na mesma nota, a Ascom da Polícia Civil reitera textualmente que as equipes continuam realizando diligências para localizar e prender o mandante do crime”, disseram os familiares do médico.
Da Redação



