Petrolina: Francinaldo Feitosa, acusado de estuprar e matar menina de 11 anos, é condenado a 50 anos e nove meses de reclusão em regime fechado

Petrolina: Francinaldo Feitosa, acusado de estuprar e matar menina de 11 anos, é condenado a 50 anos e nove meses de reclusão em regime fechado

Francinaldo Feitosa da Silva, acusado de estuprar e matar a menina Mariana Souza Santos de 11 ano, em Petrolina, no Sertão Pernambucano, foi condenado a 50 anos e nove meses de reclusão em regime fechado, de acordo com informações do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).

O julgamento aconteceu nesta terça-feira (7), no Fórum Dr. Manoel Souza Filho, em Petrolina. Os jurados que integraram o Conselho de Sentença, acolheram a acusação do Ministério Público do Estado na integralidade.

O réu foi sentenciado em 38 anos de reclusão pela prática de homicídio qualificado por motivo torpe, com emprego de asfixia, uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima, e para ocultação de outro crime. Além disso, foi condenado a mais 12 anos e nove meses de reclusão por estupro de vulnerável.

O crime

Francinaldo Feitosa da Silva estava preso desde o dia 12 de outubro de 2020. A menina foi assassinada no dia anterior, em um matagal localizado entre o bairro Parque Petrolina e Residencial Bernardino, próximo à rodovia Transnordestina.

Na época, Francinaldo que é irmão do então padrasto de Mariana, confessou o crime. Em depoimento, ele contou que conseguiu atrair a menina para o local do crime, onde praticou o estuprou por duas vezes. Depois, ele enforcou e quebrou o pescoço da criança.

De acordo com Delegado de Polícia Civil em Petrolina (PE), Gabriel Sapucaia, o crime foi premeditado. A mãe da criança temia que o acusado abusasse sexualmente da menina e por isso estava tentando afastar o suspeito do convívio da família.

Ainda segundo as informações, Francinaldo já havia sido preso e tinha diversas passagens pela polícia, acusado principalmente, por tráfico de drogas. Segundo a PC, ele havia sido solto poucos tempo antes do assassinato de Mariana e respondia em liberdade.

Redação PNB

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.