Arquivos anuais: 2021

Justiça nega pedido para adiar o Enem 2020 e diz que cada cidade deve decidir se há condições para realizar a prova

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A Justiça Federal em São Paulo negou o pedido de adiamento das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Com isso, estão mantidas as datas de realização da prova, marcadas para 17 e 24 de janeiro (versão impressa).

De acordo com a decisão, caso uma cidade tenha elevado risco de contágio que justifique medidas severas de restrição de circulação, caberá às autoridades locais impedirem a realização da prova. Se isso acontecer, o Inep, responsável pela prova, terá que reaplicar o exame.

A decisão é da juíza Marisa Claudia Gonçalvez Cucio, da 12ª Vara Cível Federal de SP. A realização do Enem 2020 colocará 5,78 milhões de candidatos em circulação.

O exame terá 14 mil locais de prova e 205 mil salas em todo o país. O balanço com número de cidades que terão Enem só será divulgado após a aplicação, segundo o Inep. Em relação aos estados, SP é o que tem o maior número de inscritos (910.482), seguido por MG (577.227) e BA (446.978). Os estados com menor número de inscritos são RR (16.897), AC (41.841) e AP (47.279).

Originalmente, o exame seria feito em novembro, mas foi adiado devido à pandemia. Com o aumento no número de casos de transmissão no país, entidades estudantis e a Defensoria Pública da União pediram um novo adiamento da prova.

O texto da decisão da Justiça cita que a pandemia varia em cada região do país e que fica a cargo das autoridades sanitárias locais decidirem se há segurança para a realização da prova.

“A situação da pandemia em uma cidade pode ser mais ou menos grave do que em outra e as peculiaridades regionais ou municipais devem ser analisadas caso a caso, cabendo a decisão às autoridades sanitárias locais, que podem e devem interferir na aplicação das provas do ENEM se nessas localizações específicas sua realização implicar em um risco efetivo de aumento de casos da Covid-19”, diz um trecho da decisão.
A decisão também cita os cuidados dos candidatos para minimizar possíveis contágios e diz que as medidas adotadas pelo Inep, órgão responsável pelo exame, são “adequadas” para fazer a prova na data prevista. No início da semana passada, o presidente do Inep, Alexandre Lopes, afirmou que está “preparado” para fazer a prova em plena pandemia.

“Entendo que as medidas adotadas pelo Inep para neutralizar ou minimizar o contágio pelo coronavírus são adequadas para viabilizar a realização das provas nas datas previstas, sem deixar de confiar na responsabilidade do cuidado individual de cada participante e nas autoridades sanitárias locais que definirão a necessidade de restrição de circulação de pessoas, caso necessário.”, diz outro trecho da decisão.

“Se o risco maior de contágio em determinado município ou localidade venha a justificar eventuais restrições mais severas de mobilidade social ou mesmo de “lockdown” por parte das autoridades sanitárias locais ou regionais, que impeçam a realização de provas, ficará o Inep obrigado à reaplicação do exame diante da situação específica”, afirma o documento.

PEDIDO DE ADIAMENTO: Na última sexta (7), a Defensoria Pública da União pediu à Justiça o adiamento do Enem, frente ao aumento no número de casos no Brasil. A ação é com conjunto com a União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e as entidades Campanha Nacional pelo Direito à Educação e Educafro.

Na mesma sexta, mais de 45 entidades científicas publicaram uma carta endereçada ao ministro da Educação, Milton Ribeiro, em que expressam preocupação pela realização do exame.

Encabeçam a manifestação a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped) e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco).

Segundo a carta, as medidas do Inep e do governo federal “não são suficientes para garantir a segurança da população brasileira, num momento de visível agravamento da pandemia no país”.

 

G1

Faltou a Ford dizer a verdade, querem subsídios, diz Bolsonaro sobre saída de montadora do Brasil

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta terça-feira (12) que faltou à Ford “dizer a verdade” sobre o que motivou sua saída do Brasil e afirmou que a empresa queria a continuidade de benefícios fiscais no país.

“Mas o que a Ford quer? Faltou à Ford dizer a verdade, querem subsídios. Vocês querem que continue dando R$ 20 bilhões para eles como fizeram nos últimos anos –dinheiro de vocês, impostos de vocês– para fabricar carros aqui?”, declarou o presidente, na saída do Palácio da Alvorada. As declarações do mandatário foram publicadas numa rede social de Tercio Arnaud, assessor da presidência.

A montadora americana anunciou nesta segunda (11) que vai encerrar todas as atividades fabris no Brasil neste ano. A Ford já havia encerrado a produção na fábrica de São Bernardo do Campo (ABC), que foi vendida para a Construtora São José. Agora, a empresa confirma a interrupção imediata das atividades em Camaçari, Região Metropolitana de Salvador (RMS), onde produz os modelos Ka e EcoSport.

Na conversa com apoiadores nesta terça, Bolsonaro também criticou a imprensa e afirmou que, num ambiente de negócios, empresas que não têm lucro encerram suas atividades.

“Há três anos a Ford anunciou que não ia mais produzir carro de passeio nos EUA. E falta de ambiente de negócios, na verdade eles [Ford] tiveram subsídios nossos ao longos dos últimos anos de R$ 20 bilhões. Queriam renovar subsídios para fazer carro para vender”, disse.

“Agora tem a concorrência também, chinesa, entre outros, então [a Ford] saiu porque num ambiente de negócios quando não tem lucro, você fecha. Assim é na vida em casa nossa. Perder emprego, tem uma pessoa ajudando ele, vai demitir aquela pessoa. A Ford é mesma coisa, lamento os 5.000 empregos perdidos”, concluiu.

Agência Brasil

Covid-19: Empresa brasileira fecha acordo para obter doses de vacina da Bharat Biotech

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A vacina desenvolvida contra a Covid-19 pela empresa indiana Bharat Biotech será fornecida ao Brasil. Nesta terça-feira (12), o laboratório anunciou que um acordo para enviar doses da Covaxin, como foi nomeado o imunizante, para a empresa brasileira Precisa Medicamentos.

De acordo com o portal Bem Estar, do G1, ainda não foi informado o número de doses que serão fornecidos. Porém, o setor público deve ser prioridade, caso o governo federal demonstre interesse em realizar acordo.

Caso o imunizante seja aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o setor privado também pode ser contemplado pelas doses, informa a Bharat. Ainda segundo o G1, a Precisa informou que a empresa indiana produz quantidades específicas para o setor público e o privado.

Sendo assim, caso o Brasil não consuma as vacinas oferecidas ao setor privado, elas serão repassadas para venda privada em outros países.

Uma delegação da Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas (ABCVAC) foi enviada, na semana passada, para tentar acordar uma compra de doses da Covaxin para o setor privado.

A ação tem aval do presidente Jair Bolsonaro, que afirmou em rede social que não criará problema para que essas clínicas comprem vacinas contra a Covid-19. Contudo, a ABCVAC afirmou não ter o que comentar sobre o assunto no momento.

A Covaxin é produzida pelo Instituto Serum, após aprovação de uso emergencial, na Índia, que também é encarregado de fazer a vacina da Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca.

Entretanto, a aprovação foi feita antes do término dos estudos de fase 3 do imunizante, o que gerou críticas da comunidade científica.

Bahia Notícias

Instituto Butantan afirma que CoronaVac tem eficácia global de 50,4% nos testes feitos no Brasil

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O Instituto Butantan afirmou, em coletiva de imprensa na tarde desta terça-feira (12), que a vacina CoronaVac registrou 50,38% de eficácia global nos testes realizados no Brasil. Chamado de eficácia global, o índice aponta a capacidade da vacina de proteger em todos os casos – sejam eles leves, moderados ou graves. O número mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e também pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é de 50%.

“Essa vacina tem segurança, tem eficácia, e todos os requisitos que justificam o uso emergencial”, defendeu o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, durante o anúncio. A CoronaVac é uma vacina contra a Covid-19 que usa vírus inativados. Ela é desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Butantan, que é vinculado ao governo de São Paulo. Os testes foram feitos em 12.508 voluntários no país, todos profissionais de saúde que estão na linha de frente do combate ao coronavírus, em 16 centros de pesquisa.

Segundo o diretor de pesquisa do Instituto Butantan, Ricardo Palácios, a vacina foi testada com os profissionais de saúde porque eles têm a maior exposição ao vírus, muito maior eu a população em geral.

Bocão News

Anvisa divulga orientações para vacinação em farmácias

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Vacina, vacinação,seringa, covid 19
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nesta segunda-feira (11) orientações para a realização de testes rápidos para a investigação de infecção pelo novo coronavírus em farmácias. A publicação prevê ainda recomendações para realização de vacinação em farmácias, caso estejam incluídas nas estratégias de campanhas de vacinação do Ministério da Saúde.

O documento é destinado às farmácias e aos serviços de saúde, públicos e privados, que têm permissão para a realização dos testes. A Nota Técnica aborda a execução de testes rápidos, bem como as medidas de prevenção que devem ser adotadas durante a assistência aos casos suspeitos.

Segundo a Anvisa, a orientação se aplica a toda a equipe da farmácia para minimizar o risco de exposição ao vírus para os clientes durante a pandemia da covid-19.

“Como parte do sistema de saúde, as farmácias desempenham um papel importante na dispensação e fornecimento de medicamentos, administração de medicamentos, incluindo as vacinas e serviços de saúde ao público. É importante garantir a função contínua das farmácias durante a pandemia da covid-19. Durante a pandemia, a equipe da farmácia pode minimizar o risco de exposição ao vírus que causa o covid-19 e reduzir o risco para os clientes usando os princípios de prevenção e controle de infecções e distanciamento social”, argumenta a Nota Técnica.

A agência reguladora recomenda o uso de testes para pesquisa de antígeno viral, por exemplo, do tipo RT-PCR e TR-Ag, para diagnosticar infecção aguda. Além disso, informa que não é recomendado o uso de testes rápidos para diagnosticar infecção aguda. O documento ressalta que os resultados do teste rápido não devem ser usados isoladamente para determinar, por exemplo, se alguém pode voltar ao trabalho.

Infraestrutura

A Anvisa orienta que as farmácias que oferecem o exame por meio de coleta de amostra do trato respiratório superior, como as realizadas por meio de swab, sigam recomendações de biossegurança em relação à infraestrutura.

O documento orienta como s farmácias tenham separação física dos corredores de acesso; portas de acesso dupla com fechamento automático; ar de exaustão não recirculante e fluxo de ar negativo.
Segundo a publicação, além de medidas de contenção aos riscos primários, causados aos trabalhadores que lidam com estes agentes, que incluem a autoinoculação, a ingestão e a exposição aos aerossóis infecciosos, para a sala em que será realizada a coleta, devem ser mais enfatizadas as barreiras primárias (equipamentos de segurança) e secundárias (soluções físicas) para que sejam também protegidos os funcionários de áreas contíguas, a comunidade e o meio ambiente contra a exposição aos aerossóis potencialmente infecciosos.

Vacinação
A publicação prevê recomendações para realização de vacinação em farmácias, caso estejam incluídas nas estratégias de campanhas do Ministério da Saúde. A Nota ressalta que os estabelecimentos precisam assegurar requisitos mínimos para garantir a segurança e qualidade, na conservação, aplicação e no monitoramento das vacinas da campanha, bem como, a segurança do vacinado e a dos profissionais de saúde envolvidos.

“Neste quesito, de forma temporária e excepcional, as determinações sanitárias relacionadas à estrutura física podem ser flexibilizadas para as farmácias privadas durante este período da pandemia”.

 

Agência Brasil

Facape lança edital para Cursos de Especialização no 1º semestre de 2021

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A Faculdade de Petrolina lançou nesta segunda-feira (11) o edital para inscrição de candidatos para vagas nos Cursos de Especialização. As inscrições serão feitas exclusivamente online através do site da instituição e estarão abertas até o dia 12 de fevereiro. Neste processo seletivo não será cobrado taxa de inscrição.

Ao todo serão ofertadas 350 vagas divididas entre os 7 cursos ofertados, sendo eles: Direito Processual Civil, Gestão de Recursos Humanos nas Organizações, Gestão Pública, Gestão de Serviços de Saúde, MBA em Gestão Empresarial, MBA em Controladoria e Finanças, e MBA em Planejamento Tributário.

Todos os cursos têm o valor total de R$ 11.760,00 (onze mil setecentos e sessenta reais) divididos em 24 (vinte e quatro) parcelas mensais de R$ 490,00 (quatrocentros e noventa reais). Será disponibilizado um desconto-pontualidade de 60% por parcela, diminuindo R$ 196,00 (cento e noventa e seis) em cada parcela paga até a data de vencimento.
O Processo Seletivo irá preencher as vagas de acordo com a maior média global que consta no histórico escolar do curso de graduação devidamente concluído e após a colação de grau. Em caso de empate, será escolhido o candidato de maior idade.

A lista dos alunos aprovados será divulgada até o dia 15 de fevereiro também no site da autarquia. Os candidatos classificados devem entrar em contato com a CAD no período de 16 a 26 de fevereiro para dar continuidade a matricula do curso escolhido.

Para mais informações e realização da inscrição, acesse o endereço eletrônico www.facape.br
Assessoria de Comunicação da Facape

 

Ascom

MP-BA lista recomendações para promotores diante da possibilidade de retorno das aulas

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Em meio às discussões sobre o eventual retorno das aulas presenciais em cidades baianas, a procuradora-geral de Justiça do Ministério Público da Bahia, Norma Angélica Reis Cardoso Cavalcanti, listou uma série de recomendações para os promotores de Justiça com atuação nas áreas de educação e saúde. A medida foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) desta terça-feira (12), considerando a necessidade de instituir parâmetros que garantam a segurança sanitária dos envolvidos, do fomento à inclusão digital, e outros fatores.

Quanto à educação, a chefe do MP-BA recomenda a instauração de procedimentos administrativos com o objetivo de acompanhar e fiscalizar as providências adotadas pelos municípios em relação ao “efetivo atendimento pedagógico não presencial, ao fomento de ações e programas de inclusão digital, encerramento do ano letivo 2020, ao funcionamento e atribuições dos Conselhos Municipais de Educação e aos planos de retomadas das atividades escolares presenciais”.

Já em relação à saúde, as recomendações são para os promotores com atribuição para a defesa da área. A procuradora quer que eles instaurem procedimentos administrativos, a fim de acompanhar as medidas de segurança sanitária para o retorno das aulas presenciais e adotem medidas necessárias para saber se os novos gestores municipais elaboraram um Plano de Ação Sanitária, caso optem pelo retorno das atividades escolares in loco.

“(…) Com indicação de protocolos que assegurem a observância das medidas de biossegurança, de real possibilidade de aplicação eficiente e sustentável, contemplando todas as ações necessárias à contenção da transmissão da Covid-19 no ambiente escolar, conforme as normativas vigentes e orientações técnicas e científicas das autoridades sanitárias nacionais e internacionais, cabendo a adoção subsequente das providências que julgar cabíveis, no âmbito extrajudicial e judicial, e que se façam necessárias”, diz o texto.

Por ora, as aulas na rede pública seguem suspensas em todo o estado. Em Salvador, a prefeitura prorrogou o decreto que suspende as atividades presenciais até o próximo dia 26 (veja aqui). Já no nível estadual, o decreto foi prorrogado no último dia 4, com validade até a próxima sexta-feira (15), mas a expectativa é de que haja uma nova extensão. As autoridades da área não indicaram uma previsão para o retorno dos alunos às unidades estudantis.

Bahia Notícias

Prefeitura discute parceria para futuros projetos da Associação das Empresas do Distrito Industrial de Juazeiro

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Em sua primeira visita à Agência de Desenvolvimento Econômico Agricultura e Pecuária (ADEAP), o presidente da Associação das Empresas do Distrito Industrial de Juazeiro (Aedisf), Nilton Sampaio, conversou com o secretário Carlos Neiva e destacou a necessidade de uma parceria com a gestão municipal.

Há quatro anos à frente da presidência, Nilton falou da importância de se tirar do papel antigas propostas. Para ele, a chegada do governo de Suzana Ramos gera expectativa de um diálogo que avance, e atenda aos interesses de quem faz a referida associação – setor vital para a economia.

Segundo o presidente da Aedisf, em virtude da falta de apoio do poder público, cogitou-se a dissolução da associação. Nilton enxerga a atual gestão como um renascimento para o setor, que é o maior PIB do município. São 74 empresas ativas, com muitos empregos, onde impostos estaduais e municipais são arrecadados, porém, não existe retorno para os associados.

Ascom

Cirurgias eletivas permanecem suspensas até o final do mês em todo o estado

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O Centro de Operações de Emergência em Saúde da Bahia (Coes) recomendou, nesta segunda-feira (11), a suspensão das cirurgias eletivas em todo o estado até 31 de janeiro em virtude da pandemia do coronavírus (Covid-19).

Apenas casos em que possa haver prejuízo aos pacientes pela questão tempo-dependente, tais como, cirurgias oncológicas, cardíacas e outras avaliadas pela equipe médica da unidade poderão ser realizadas.

A nota técnica também sugere que os pacientes internados em enfermarias recebam apenas uma visita por dia, enquanto que estão suspensas as visitas nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

BN